Magna Concursos

Foram encontradas 65 questões.

3155693 Ano: 2017
Disciplina: Redação Oficial
Banca: UFF
Orgão: UFF
Provas:

A necessidade de empregar determinado nível de linguagem nos atos e expedientes oficiais decorre, de um lado, do próprio caráter público desses atos e comunicações; de outro, de sua finalidade. Para tanto, algumas regras foram estabelecidas para a redação oficial. Sendo, então, correto afirmar que:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3155692 Ano: 2017
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: UFF
Orgão: UFF
Provas:

De acordo com o Decreto 1.171/94, que aprova o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, o servidor público, quando estiver diante de duas opções, escolherá sempre pela:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3155691 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: UFF
Provas:

Texto II

O Verde

Estranha é a cabeça das pessoas. Uma vez, em São Paulo, morei em uma rua que era dominada por uma árvore incrível. Na época da floração, ela enchia a calçada de cores. Para usar um lugar-comum, ficava sobre o passeio um verdadeiro tapete de flores; esquecíamos o cinza que nos envolvia e vinha do asfalto, do concreto, do cimento, os elementos característicos da cidade. Percebi certo dia que a árvore começava a morrer. Secava lentamente, até que amanheceu inerte, sem uma folha. É um ciclo, ela renascerá, comentávamos no bar ou na padaria. Não voltou. Pedi ao Instituto Botânico que analisasse a árvore, e o técnico concluiu que ela fora envenenada. Surpresos, nós, os moradores da rua, que tínhamos na árvore um verdadeiro símbolo, começamos a nos lembrar de uma vizinha de meia-idade que todas as manhãs estava ao pé da árvore com um regador. Cheios de suspeitas, fomos até ela, indagamos, e ela respondeu com calma, os olhos brilhando, agressivos e irritados:

- Matei mesmo essa maldita árvore.
- Por quê?
- Porque na época da flor ela sujava minha calçada, eu vivia varrendo essas flores desgraçadas.

BRANDÃO, I. de L. Manifesto verde. São Paulo, Círculo do Livro, 1985. p. 16-17. (Adaptado)

De acordo com a Gramática de Cunha e Cintra, o pretérito perfeito exprime um fato passado não habitual, uma ação momentânea, ao passo que o pretérito imperfeito denota um fato passado habitual, que tem duração no tempo. Exemplos desses dois tempos verbais são, respectivamente:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3155685 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: UFF
Provas:

Texto II

O Verde

Estranha é a cabeça das pessoas. Uma vez, em São Paulo, morei em uma rua que era dominada por uma árvore incrível. Na época da floração, ela enchia a calçada de cores. Para usar um lugar-comum, ficava sobre o passeio um verdadeiro tapete de flores; esquecíamos o cinza que nos envolvia e vinha do asfalto, do concreto, do cimento, os elementos característicos da cidade. Percebi certo dia que a árvore começava a morrer. Secava lentamente, até que amanheceu inerte, sem uma folha. É um ciclo, ela renascerá, comentávamos no bar ou na padaria. Não voltou. Pedi ao Instituto Botânico que analisasse a árvore, e o técnico concluiu que ela fora envenenada. Surpresos, nós, os moradores da rua, que tínhamos na árvore um verdadeiro símbolo, começamos a nos lembrar de uma vizinha de meia-idade que todas as manhãs estava ao pé da árvore com um regador. Cheios de suspeitas, fomos até ela, indagamos, e ela respondeu com calma, os olhos brilhando, agressivos e irritados:

- Matei mesmo essa maldita árvore.
- Por quê?
- Porque na época da flor ela sujava minha calçada, eu vivia varrendo essas flores desgraçadas.

BRANDÃO, I. de L. Manifesto verde. São Paulo, Círculo do Livro, 1985. p. 16-17. (Adaptado)

O texto “O verde” é predominantemente uma:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3155682 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: UFF
Provas:

Texto II

O Verde

Estranha é a cabeça das pessoas. Uma vez, em São Paulo, morei em uma rua que era dominada por uma árvore incrível. Na época da floração, ela enchia a calçada de cores. Para usar um lugar-comum, ficava sobre o passeio um verdadeiro tapete de flores; esquecíamos o cinza que nos envolvia e vinha do asfalto, do concreto, do cimento, os elementos característicos da cidade. Percebi certo dia que a árvore começava a morrer. Secava lentamente, até que amanheceu inerte, sem uma folha. É um ciclo, ela renascerá, comentávamos no bar ou na padaria. Não voltou. Pedi ao Instituto Botânico que analisasse a árvore, e o técnico concluiu que ela fora envenenada. Surpresos, nós, os moradores da rua, que tínhamos na árvore um verdadeiro símbolo, começamos a nos lembrar de uma vizinha de meia-idade que todas as manhãs estava ao pé da árvore com um regador. Cheios de suspeitas, fomos até ela, indagamos, e ela respondeu com calma, os olhos brilhando, agressivos e irritados:

- Matei mesmo essa maldita árvore.
- Por quê?
- Porque na época da flor ela sujava minha calçada, eu vivia varrendo essas flores desgraçadas.

BRANDÃO, I. de L. Manifesto verde. São Paulo, Círculo do Livro, 1985. p. 16-17. (Adaptado)

De acordo com o texto, a mulher matou a árvore porque:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3155679 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: UFF
Provas:

Texto II

O Verde

Estranha é a cabeça das pessoas. Uma vez, em São Paulo, morei em uma rua que era dominada por uma árvore incrível. Na época da floração, ela enchia a calçada de cores. Para usar um lugar-comum, ficava sobre o passeio um verdadeiro tapete de flores; esquecíamos o cinza que nos envolvia e vinha do asfalto, do concreto, do cimento, os elementos característicos da cidade. Percebi certo dia que a árvore começava a morrer. Secava lentamente, até que amanheceu inerte, sem uma folha. É um ciclo, ela renascerá, comentávamos no bar ou na padaria. Não voltou. Pedi ao Instituto Botânico que analisasse a árvore, e o técnico concluiu que ela fora envenenada. Surpresos, nós, os moradores da rua, que tínhamos na árvore um verdadeiro símbolo, começamos a nos lembrar de uma vizinha de meia-idade que todas as manhãs estava ao pé da árvore com um regador. Cheios de suspeitas, fomos até ela, indagamos, e ela respondeu com calma, os olhos brilhando, agressivos e irritados:

- Matei mesmo essa maldita árvore.
- Por quê?
- Porque na época da flor ela sujava minha calçada, eu vivia varrendo essas flores desgraçadas.

BRANDÃO, I. de L. Manifesto verde. São Paulo, Círculo do Livro, 1985. p. 16-17. (Adaptado)

Todos os trechos sublinhados nas opções a seguir são expressões adverbiais de lugar, EXCETO em:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3155678 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: UFF
Provas:

Texto II

O Verde

Estranha é a cabeça das pessoas. Uma vez, em São Paulo, morei em uma rua que era dominada por uma árvore incrível. Na época da floração, ela enchia a calçada de cores. Para usar um lugar-comum, ficava sobre o passeio um verdadeiro tapete de flores; esquecíamos o cinza que nos envolvia e vinha do asfalto, do concreto, do cimento, os elementos característicos da cidade. Percebi certo dia que a árvore começava a morrer. Secava lentamente, até que amanheceu inerte, sem uma folha. É um ciclo, ela renascerá, comentávamos no bar ou na padaria. Não voltou. Pedi ao Instituto Botânico que analisasse a árvore, e o técnico concluiu que ela fora envenenada. Surpresos, nós, os moradores da rua, que tínhamos na árvore um verdadeiro símbolo, começamos a nos lembrar de uma vizinha de meia-idade que todas as manhãs estava ao pé da árvore com um regador. Cheios de suspeitas, fomos até ela, indagamos, e ela respondeu com calma, os olhos brilhando, agressivos e irritados:

- Matei mesmo essa maldita árvore.
- Por quê?
- Porque na época da flor ela sujava minha calçada, eu vivia varrendo essas flores desgraçadas.

BRANDÃO, I. de L. Manifesto verde. São Paulo, Círculo do Livro, 1985. p. 16-17. (Adaptado)

O verbo presente na oração “Para usar um lugar-comum, ficava sobre o passeio um verdadeiro tapete de flores” é um verbo de primeira conjugação e encontra-se no pretérito imperfeito do modo indicativo. A opção na qual o verbo sublinhado encontra-se nesse mesmo tempo, mas pertence à segunda conjugação, é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3155677 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: UFF
Provas:

Texto II

O Verde

Estranha é a cabeça das pessoas. Uma vez, em São Paulo, morei em uma rua que era dominada por uma árvore incrível. Na época da floração, ela enchia a calçada de cores. Para usar um lugar-comum, ficava sobre o passeio um verdadeiro tapete de flores; esquecíamos o cinza que nos envolvia e vinha do asfalto, do concreto, do cimento, os elementos característicos da cidade. Percebi certo dia que a árvore começava a morrer. Secava lentamente, até que amanheceu inerte, sem uma folha. É um ciclo, ela renascerá, comentávamos no bar ou na padaria. Não voltou. Pedi ao Instituto Botânico que analisasse a árvore, e o técnico concluiu que ela fora envenenada. Surpresos, nós, os moradores da rua, que tínhamos na árvore um verdadeiro símbolo, começamos a nos lembrar de uma vizinha de meia-idade que todas as manhãs estava ao pé da árvore com um regador. Cheios de suspeitas, fomos até ela, indagamos, e ela respondeu com calma, os olhos brilhando, agressivos e irritados:

- Matei mesmo essa maldita árvore.
- Por quê?
- Porque na época da flor ela sujava minha calçada, eu vivia varrendo essas flores desgraçadas.

BRANDÃO, I. de L. Manifesto verde. São Paulo, Círculo do Livro, 1985. p. 16-17. (Adaptado)

No trecho “... morei numa rua que era dominada por uma árvore incrível”, a palavra “que” é um pronome relativo que faz a retomada do termo anterior “uma rua”. Entre as opções a seguir, o “que” exerce esse mesmo papel em:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3155676 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: UFF
Provas:

Texto I

O Pavão

Eu considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros, e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d'água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas. Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade.

Considerei, por fim, que assim é o amor, oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico.

Disponível em: http://www.releituras.com/rubembraga_pavao.asp. Acesso em: 4 jan.2017.

Na frase “Eu considerei a glória de um pavão OSTENTANDO o esplendor de suas cores;...”, a palavra em destaque produz o sentido de:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3155675 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: UFF
Provas:

Texto I

O Pavão

Eu considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros, e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d'água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas. Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade.

Considerei, por fim, que assim é o amor, oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico.

Disponível em: http://www.releituras.com/rubembraga_pavao.asp. Acesso em: 4 jan.2017.

A palavra “arco-íris” é formada pelo processo de composição por justaposição, assim como:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas