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Paciente do sexo feminino, de 70 anos, é acompanhada no ambulatório de cardiologia com diagnósticos de hipertensão arterial sistêmica e insuficiência aórtica moderada. Ecocardiograma: massa do ventrículo esquerdo ( VE ) = 118 g/m2, diâmetro diastólico do ventrículo esquerdo = 56 mm, diâmetro diastólico do septo interventricular = 11 mm, diâmetro diastólico da parede posterior = 11 mm, espessura relativa da parede do ventrículo esquerdo = 0,39. Com os dados do ecocardiograma citados, pode-se concluir que o paciente apresenta
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Em pacientes com insuficiência cardíaca, o grupo de drogas que apresenta evidências de aumento da sobrevida é o seguinte:
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Paciente de 76 anos, hipertenso e diabético, em tratamento com enalapril e glibenclamida, encontra-se estável clinicamente. É portador também de fibrilação atrial e faz uso de digoxina para controle da frequência. Um ecocardiograma feito há uma semana evidencia aumento atrial esquerdo com presença de contraste espontâneo, hipertrofia de ventrículo esquerdo e função normal. Além da medicação já em uso, deve-se adicionar
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Paciente de 50 anos, portador de cardiomiopatia isquêmica, evoluiu nos últimos seis meses com intolerância progressiva aos esforços, atualmente sintomático aos pequenos esforços. Está em tratamento clínico otimizado e em uso de ramipril 10 mg/d, carvedilol 50 mg/d, AAS 100 mg/d, sinvastatina 40 mg/d, furosemida 40 mg/d e espironolactona 25 mg/d. No ECG, foram encontrados bradicardia sinusal e BCRE. O ecocardiograma mostra FE = 32% e o Holter evidencia períodos de fibrilação atrial e de pausa sinusal (maior que 2.6 seg.). A cintilografia é negativa para isquemia miocárdica.
Qual é a melhor conduta?
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A insuficiência aórtica tem como etiologia principal a doença valvar reumática. Dentre as outras prováveis causas, NÃO se inclui a seguinte:
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Paciente de 16 anos, do sexo feminino, procura assistência médica para realização de avaliação pré-operatória de amigdalectomia. Nega queixas clínicas. Ao exame físico, nota-se taquicardia (frequência cardíaca de 140 bpm) e ritmo cardíaco irregular. Realizado eletrocardiograma que evidencia taquicardia juncional ectópica. O ecodopplercardiograma mostra miocardiopatia dilatada com diminuição difusa da contratilidade ventricular e fração de ejeção de 35%. A possível etiologia da alteração estrutural do miocárdio desta paciente é a
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VOCÊ RECONHECE QUANDO CHEGA A FELICIDADE?
Tenho uma forte antipatia pela obrigação de ser feliz que acompanha o Carnaval. Quem foge da folia ganha o rótulo de antissocial, depressivo ou chato. Nada contra o Carnaval. Apenas contra essa confusão de conceitos. Uma festa alegre não significa que você esteja plenamente feliz. E forçar uma situação de felicidade tem tudo para terminar em arrependimento e frustração. Aliás, você reconhece a felicidade quando ela chega? Sabe que está sendo feliz naquele momento? Espere um poucoantes de responder. Pense de novo.
Estamos falando de felicidade! Não de uma alegria qualquer. E qual é a diferença? Bem, descrever a felicidade não é fácil. Ela é muito recatada. Não fica ali, posando para foto, sabe? Mas um Manual de Reconhecimento da Felicidade diria mais ou menos o seguinte: Ela é mansa. Não faz barulho. Ao mesmo tempo é farta. Quando chega, ocupa um espaço danado. Apesar disso, você quase não repara que ela está ali. Se chamar a atenção, não é ela. É euforia. Alegria. A licenciosidade de uma noite de Carnaval. Ou um reles frenesi qualquer, disfarçado de felicidade.
A dita cuja é discreta. Discretíssima. E muito tranquila. Ela te faz dormir melhor. E olha, vou te contar uma coisa: a felicidade é inimiga da ansiedade. As duas não podem nem se ver. Essa é a melhor pista para o seu Manual de Reconhecimento da Felicidade. Se você se apaixonou e está naquela fase de pura ansiedade, mesmo que esteja superfeliz, não é felicidade. É excitação. Paixonite. Quando a ansiedade for embora, pode ser que a felicidade chegue. Mas ninguém garante.
É temperamental, a felicidade. Não vem por qualquer coisa. E para ficar então… hi, não conheço nenhum caso de alguém que a tenha tido por perto a vida inteira. Por isso é tão importante reconhecê-la quando ela chega. Entendeu agora por que a minha pergunta? Será que você sabe mesmo quando está feliz? Ou será que você só consegue saber que foi feliz quando a felicidade já passou?
Eu estudo muito a felicidade. Mas não consigo reconhecê-la. Talvez porque eu seja péssima fisionomista. Ou porque ela seja muito mais esperta do que eu. Mais sábia. Fato é que eu só sei que fui feliz depois. No futuro. Olho para o passado e reconheço: “Nossa, como eu fui feliz naquela época!” Mas no presente ela sempre me dá uma rasteira. Ando por aí, feliz da vida e nem sei que estou nesse estado. Por isso, aproveito menos do que poderia a graça que é ter assim, tão pertinho, a tal da felicidade.
Nos últimos tempos, dei para fazer uma lista de momentos felizes. E aqui é importante deixar claro que esses momentos devem durar um certo período de tempo. Um episódio isolado feliz – como quatro dias de Carnaval, por exemplo – não significa felicidade. A felicidade, quando vem, não vem de passagem. Não dura para sempre, mas dura um tempinho. Gosta de uma certa estabilidade, a danada! O problema é saber que ela está ali na hora em que ela está ali. Mas, voltando à lista, até que ela é longa.
Já fui bastante feliz. Talvez não na maior parte do tempo. Mas acho que ninguém é. A lista é um grande exercício. Sabendo quando você foi feliz, é mais fácil descobrir por que você foi feliz. Para ser ainda mais funcional, é bom que a lista seja cronológica. Lendo a minha, constato que fico cada vez mais feliz e por mais tempo. Será que ela está aqui agora? Não sei dizer. Mas a paz de que desfruto agora é um sintoma dela.
E isso não tem nada a ver com a tal obrigação de ser feliz desfilando no Sambódromo. Continuo meus estudos. Já tenho certeza de que hoje sou mais amiga da felicidade do que jamais fui em qualquer tempo.
PADRÃO, Ana Paula. Você reconhece quando chega a felicidade? In: ISTOÉ, São Paulo, 28 fev. 2012. Editora Três, p. 98.
A palavra que pode assumir diferentes funções num texto. Em qual dos enunciados a seguir a palavra que tem função sintática de sujeito?
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À luz dos conhecimentos atuais, a terapia de reposição hormonal para mulheres em climatério
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Em qual das seguintes combinações farmacológicas há um potencial tóxico de interação medicamentosa?
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Analise o gráfico a seguir:

FOLHA DE S. PAULO. São Paulo, 24 fev. 2012. p. B2. (Adaptado).
As informações do gráfico a respeito de investimento em tecnologia da informação (TI) nos países asiáticos permitem inferir que
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