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Analise a tirinha a seguir

Fonte: http://www.turmadamonica.com.br/comics/tirinhas/tira3.htm
No diálogo presente na tirinha de Maurício de Souza, há duas ocorrências de:
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De cortar os pulsos
Dilma realmente não está colaborando. Seu antecessor era um genial negociador, conciliou e articulou a tal ponto que não só conseguiu sobreviver a um tsunami e eleger seu sucessor como estabeleceu um legado.
Aquele que veio antes dele vislumbrou mudanças que levaram a economia do país das trevas à pós-modernidade.
Agora o barco encalhou. Lembra de expressões como "forças do atraso"? Pois é, lembrei desse tipo de intriga ao ouvir sobre as desventuras de Paris Jackson, filha adolescente de Michael Jackson hospitalizada depois de se automutilar -ainda não ficou claro se foi vítima de bullying na escola, teve frustrada a vontade de ir a um show de Marilyn Manson ou sente o peso do julgamento que se aproxima, que definirá os destinos do espólio do pai. Ou se todas as alternativas juntas ao mesmo tempo. No início da gestão Dilma, uma penca de empresários, os Gerdaus e Abílios que vimos -e os que não vimos-, Odebrecht, OAS, Camargo Corrêa, Mendes Júnior e Andrade Gutierrez, grandes bancos, agroprodutores e também a turma das empresas operadoras de telefonia, a gente bem sabe, se ofereceram todos para ajudá-la no que pudessem.
Hoje, não sobra um para jogar tranca. Quando algum meninão dá as caras é porque está emburrado, para dizer que a bola é dele e não brinca mais, que está cheio do bullying da presidente, que chega de veto disto ou daquilo.
Pessoal resmunga que nunca foi tratado assim. Nem por Geisel, nem por Figueiredo, Sarney, Collor, Itamar, FHC e muito menos por Lula. Como é que pode esse poste, que caiu na presidência de paraquedas, ousar impedi-los de ir ao concerto de Marilyn Manson? É uma relação muito adulta a que se criou entre Dilma e a turma que acaba definindo os humores do chamado "mercado".
Veja: não estou dizendo que o capital tapuia não tenha lá seu naco de razão. Ninguém é obrigado a perder dinheiro por patriotismo. É pouco acolhedor o ambiente vigente, de mudança constante de regras, de interferência excessiva, de contabilidade dúbia, de surpresas desagradáveis todo dia.
E nossa querida Dilma, apesar de ter promovido tanta aliança, dá mostras de que não sabe compor, dialogar ou fazer negócio e que governa com inspiração em algum modelo centralizador da Albânia do pós-guerra.
Por outro lado, a classe dirigente do país se comporta como uma mulher histérica chorando em porta de farmácia fechada em dia de feriado com receita de remédio de tarja preta na mão. Nervosinho e sempre disposto a pular da ponte esse mercado, não?
Pessoal reclama de que a infraestrutura e a indústria foram para o beleléu, mas estou para ver empresário brasileiro disposto a aceitar uma das premissas mais básicas do capitalismo: a tomada de risco. Sem pingar um dinheirinho do BNDES na mão, ele não faz. Sem a ajuda de Brasília, ele não bota na reta.
Temos uma história republicana recente marcada por presidentes, ministros e chefes de Casa Civil que se iludiram que bastava estar no poder para operar mudanças. Todos acabaram constatando que, por mais urgentes e legítimas que fossem, se implicam em contrariar interesses específicos, é mais fácil que sejam eles a cair em desgraça do que ver rumos alterados.
Na sua imensa falta de sensibilidade, Dilma quer porque quer forçar a mão. Pois vai acabar correndo risco de não ver a cor de um segundo mandato e ainda será cúmplice de profecia autorrealizada de quem está cheio de sua intransigência.
(Barbara Gancia).
O novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa está em vigor desde 1º de janeiro de 2009. O Governo primeiramente determinou que teríamos até 2013 para acatar obrigatoriamente as novas regras. Em seguida, o Governo brasileiro estendeu esse prazo até 2016. A partir dessa contextualização, assinale a alternativa correta quanto ao uso do acento diferencial em português.
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De cortar os pulsos
Dilma realmente não está colaborando. Seu antecessor era um genial negociador, conciliou e articulou a tal ponto que não só conseguiu sobreviver a um tsunami e eleger seu sucessor como estabeleceu um legado.
Aquele que veio antes dele vislumbrou mudanças que levaram a economia do país das trevas à pós-modernidade.
Agora o barco encalhou. Lembra de expressões como "forças do atraso"? Pois é, lembrei desse tipo de intriga ao ouvir sobre as desventuras de Paris Jackson, filha adolescente de Michael Jackson hospitalizada depois de se automutilar -ainda não ficou claro se foi vítima de bullying na escola, teve frustrada a vontade de ir a um show de Marilyn Manson ou sente o peso do julgamento que se aproxima, que definirá os destinos do espólio do pai. Ou se todas as alternativas juntas ao mesmo tempo. No início da gestão Dilma, uma penca de empresários, os Gerdaus e Abílios que vimos -e os que não vimos-, Odebrecht, OAS, Camargo Corrêa, Mendes Júnior e Andrade Gutierrez, grandes bancos, agroprodutores e também a turma das empresas operadoras de telefonia, a gente bem sabe, se ofereceram todos para ajudá-la no que pudessem.
Hoje, não sobra um para jogar tranca. Quando algum meninão dá as caras é porque está emburrado, para dizer que a bola é dele e não brinca mais, que está cheio do bullying da presidente, que chega de veto disto ou daquilo.
Pessoal resmunga que nunca foi tratado assim. Nem por Geisel, nem por Figueiredo, Sarney, Collor, Itamar, FHC e muito menos por Lula. Como é que pode esse poste, que caiu na presidência de paraquedas, ousar impedi-los de ir ao concerto de Marilyn Manson? É uma relação muito adulta a que se criou entre Dilma e a turma que acaba definindo os humores do chamado "mercado".
Veja: não estou dizendo que o capital tapuia não tenha lá seu naco de razão. Ninguém é obrigado a perder dinheiro por patriotismo. É pouco acolhedor o ambiente vigente, de mudança constante de regras, de interferência excessiva, de contabilidade dúbia, de surpresas desagradáveis todo dia.
E nossa querida Dilma, apesar de ter promovido tanta aliança, dá mostras de que não sabe compor, dialogar ou fazer negócio e que governa com inspiração em algum modelo centralizador da Albânia do pós-guerra.
Por outro lado, a classe dirigente do país se comporta como uma mulher histérica chorando em porta de farmácia fechada em dia de feriado com receita de remédio de tarja preta na mão. Nervosinho e sempre disposto a pular da ponte esse mercado, não?
Pessoal reclama de que a infraestrutura e a indústria foram para o beleléu, mas estou para ver empresário brasileiro disposto a aceitar uma das premissas mais básicas do capitalismo: a tomada de risco. Sem pingar um dinheirinho do BNDES na mão, ele não faz. Sem a ajuda de Brasília, ele não bota na reta.
Temos uma história republicana recente marcada por presidentes, ministros e chefes de Casa Civil que se iludiram que bastava estar no poder para operar mudanças. Todos acabaram constatando que, por mais urgentes e legítimas que fossem, se implicam em contrariar interesses específicos, é mais fácil que sejam eles a cair em desgraça do que ver rumos alterados.
Na sua imensa falta de sensibilidade, Dilma quer porque quer forçar a mão. Pois vai acabar correndo risco de não ver a cor de um segundo mandato e ainda será cúmplice de profecia autorrealizada de quem está cheio de sua intransigência.
(Barbara Gancia).
Assinale a alternativa que não segue os preceitos de regência verbal defendida pela norma padrão prevista pela Gramática Tradicional da Língua Portuguesa.
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Essa questão está apoiada no texto Premissas Erradas de Osmar Terra, publicado em 01/06/2013, no jornal Folha de S. Paulo. “A lógica da epidemia viral vale para todas as drogas. Quanto mais vírus circulando, mais doentes. Quanto maior a oferta de drogas, mais dependentes químicos, que se tornarão doentes crônicos”. A relação sintático-semântica estabelecida entre os termos “Quanto mais..., mais..; Quanto maior....mais....” e de:
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Leia com atenção os períodos abaixo, todos extraídos do Jornal Folha de S. Paulo de 01/06/2013, de um texto de autoria de Cláudia Biroli, intitulado “Gastos de casais gays devem movimentar R$ 6,9 bi em 2013”.
I. “Publicitários e especialistas em consumo consideram que esse é um mercado ainda pouco explorado”;
II. “Pela primeira vez, o montante que passa pelo bolso desse grupo foi mensurado”;
III. “Cálculo leva em conta os 67 mil casais que se declararam homossexuais no último Censo”.
IV. “São consumidores que fazem parte de um mercado quase inexplorado no Brasil, cuja principal marca é a Parada Gay de São Paulo...”
Em relação ao uso do que, nos períodos e orações acima, pode-se chegar à conclusão de que:
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O texto de opinião de autoria de Sheila D`Amorim, publicado na Folha de S. Paulo em 01/06/2013, intitulado Economia do país para pagar juros volta a cair, começa assim: “Dois dias depois de o Banco Central intensificar a alta de juros numa estratégia para conter a inflação, o governo anunciou o mês de abril com menor economia para pagar juros da dívida desde 2004”.
O motivo pelo qual a autora não fez a contração da preposição de + artigo o, originando o trecho “Dois dias depois do Banco Central...” deve-se ao fato de:
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Interpretar com eficiência um texto/poema requer a compreensão de seu todo. Sinônimos só existem no texto, para uma determinada situação de produção. Nas alternativas abaixo, assinale a opção em que a palavra destacada pode ser substituída pela palavra/expressão que está dentro dos parênteses sem prejuízos de sentido para o poema de Jorge de Lima.
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Jorge de Lima escreve seu poema com forte apego ao surrealismo e à metafísica. Para atingir seus objetivos, utiliza, nas três frases abaixo:
I. “... e a prima-dona com a longa cauda de lantejoulas riscando o céu como um cometa”.
II. “...vem com as pernas do vento...”
III. “Há mãos e pernas de dançarinas arremessadas na explosão”.
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Leia o trecho a seguir.
“Como a avassaladora maioria dos nossos produtos industriais não cruza fronteiras, o consumidor fica à mercê da mediocridade das pequenas fabricações”.
(Revista Veja, Edição 2323, página 24).
O organizador textual como poderia ser substituído por outro, sem que haja mudança de sentido, na alternativa:
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- UniãoExecutivoDecreto 1.171/1994: Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal
O Código de Ética implantado pelo decreto 1171/94 pormenoriza o estabelecimento de Comitê de Ética nas instituições e relações guarnecidas pela lei 8112/90. No que se refere ao Comitê de Ética, é verdadeiro afirmar, segundo o Decreto 1171/94 e suas alterações, que:
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