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Foram encontradas 50 questões.

215374 Ano: 2019
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFGD
Orgão: UFGD
A comunicação é uma ferramenta de gestão que contribui para o processo de inter-relação profissional no ambiente do serviço público ou privado. No processo de comunicação, o meio pelo qual a mensagem é transportada, sendo um espaço, um ambiente, meio escrito ou falado, é o
 

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215370 Ano: 2019
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFGD
Orgão: UFGD
Em um organograma,
 

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Carlos e Pedro são filhos de Paulo e Ana. Eles moram na mesma casa e saem para trabalhar em horários diferentes, cada um com seu carro. Pedro sai às 9 horas. O carro de Carlos é azul. O carro vermelho sai da casa às 7 horas. Ana não é dona do carro prata. Paulo sai para trabalhar depois de Ana. Alguém sai às 6 horas e outra pessoa às 8 horas. O carro branco é de uma pessoa com nome que começa com a letra P. Então, é possível afirmar que
 

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Ao Conselho Universitário da Universidade Federal da Grande Dourados compete
 

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215365 Ano: 2019
Disciplina: Legislação Federal
Banca: UFGD
Orgão: UFGD
Assinale a alternativa correta, acerca da elaboração de editais.
 

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Há 12 anos, a idade de Mário era o triplo da idade de José. Hoje a idade de Mário é o dobro da idade de José. Qual é a soma das duas idades hoje?
 

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Cinco pares de meias de cores distintas estão espalhados em uma gaveta. Sônia entrou no quarto com as luzes apagadas e, aleatoriamente, irou da gaveta duas meias. Nesse contexto, qual a probabilidade de essas meias retiradas formarem um par?
 

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Os irmãos João e Joaquim decidiram comprar um carro em parceria. Cada um reservará 40% do salário para pagar as prestações do financiamento, sem entrada. Cada um terá uma quantidade de dias no mês, para usar o carro, proporcional ao valor que paga da prestação. Considerando o mês de 30 dias, Joaquim ficará com o carro durante 12 dias. Sabendo que o valor da prestação paga por Joaquim é de R$ 800,00, podemos afirmar que o salário de João é
 

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Laura levou na viagem 5 pares de sapatos (dois vermelhos, dois pretos e um rosa), 5 saias (uma vermelha, três pretas e uma rosa) e 5 camisas (uma vermelha, três brancas e uma rosa). De quantas formas diferentes ela poderá se vestir se ela sempre usa sapatos e saia da mesma cor, mas nunca tudo da mesma cor?
 

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Leia o texto a seguir.

O ESCRETE DE LOUCOS

[...]

Amigos, ninguém pode imaginar a frustração dos times europeus. Eles trouxeram, para 62, a enorme experiência de 58. Jogaram contra o Brasil na Suécia, trataram de desmontar o nosso futebol, peça por peça. Toda a nossa técnica e toda a nossa tática foram estudadas com sombrio élan. Sobre Garrincha, eis o que diziam os técnicos do Velho Mundo: — “Só dribla para a direita!” Era a falsa verdade que se tornaria universal. O próprio Pelé parecia um mistério dominado.

Após quatro anos de meditação sobre o nosso futebol, o europeu desembarca no Chile. Vinha certo, certo, da vitória. Havia, porém, em todos os seus cálculos, um equívoco pequenino e fatal. De fato, ele viria a apurar que o forte do Brasil não é tanto o futebol, mas o homem. Jogado por outro homem o mesmíssimo futebol, seria o desastre. Eis o patético da questão: — a Europa podia imitar o nosso jogo e nunca a nossa qualidade humana. Jamais, em toda a experiência do Chile, o tcheco ou o inglês entendeu os nossos patrícios. Para nos vencer, o alemão ou o suíço teria de passar várias encarnações aqui. Teria que nascer em Vila Isabel, ou Vaz Lobo. Precisaria ser camelô no largo da Carioca. Precisaria de toda uma vivência de botecos, de gafieira, de cachaça, de malandragem geral.

Aí está: — no Velho Mundo os sujeitos se parecem, como soldadinhos de chumbo. A dessemelhança que possa existir de um tcheco para um belga, ou um suíço, é de feitio os sul-americanos. Repito: o brasileiro é uma nova experiência humana.

O homem do Brasil entra na história com um elemento inédito, revolucionário e criador: a molecagem. Citei a brincadeira de Garrincha num final dramático de jogo. Era a molecagem. Aqueles quatro ou cinco tchecos, parados diante de Mané, magnetizados, representavam a Europa. Diante de um valor humano insuspeitado e deslumbrante, a Europa emudecia, com os seus túmulos, as suas torres, os seus claustros, os seus rios.

[...]

E mesmo fora do futebol, o europeu faz uma imitação da vida, enquanto que o brasileiro vive de verdade e ferozmente. Ninguém compreenderá que foi a nossa qualidade humana que nos deu esta Copa tão alta, tão erguida, de fronte de ouro. E mais: — foi o mistério de nossos botecos, e a graça das nossas esquinas, e o soluço dos nossos cachaças, e a euforia dos nossos cafajestes. Jogamos no Chile com ardente seriedade. Mas a última jogada de Mané, no adeus aos Andes, foi uma piada, tão linda e tão plástica. No mais patético das batalhas, o escrete soube brincar. Esse toque de molecagem brasileira é que deu à vitória uma inconcebível luz.

RODRIGUES, Nélson. A Pátria de Chuteiras. 2013. (Fragmento).

Assinale a alternativa que indica o gênero desse texto.

 

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