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Foram encontradas 280 questões.

Cinco pares de meias de cores distintas estão espalhados em uma gaveta. Sônia entrou no quarto com as luzes apagadas e, aleatoriamente, irou da gaveta duas meias. Nesse contexto, qual a probabilidade de essas meias retiradas formarem um par?
 

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215354 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: UFGD
Orgão: UFGD
A probabilidade de um indivíduo apresentar a doença A é de 0,2; de apresentar as doenças A e B é de 0,1 e de apresentar as doenças A ou B é de 0,4. Qual a probabilidade de um indivíduo apresentar a doença B?
 

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215353 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: UFGD
Orgão: UFGD
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Se(a+b+2)2 =64 e a=b-4, determine os valores de a e b.
 

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215352 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: UFGD
Orgão: UFGD
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Em um aquário, serão colocados cinco peixes, cada um de uma cor. Se há oito opções de cores de peixes para serem escolhidas, quantas combinações de cores de peixes podem ser formadas para esse aquário?
 

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Os irmãos João e Joaquim decidiram comprar um carro em parceria. Cada um reservará 40% do salário para pagar as prestações do financiamento, sem entrada. Cada um terá uma quantidade de dias no mês, para usar o carro, proporcional ao valor que paga da prestação. Considerando o mês de 30 dias, Joaquim ficará com o carro durante 12 dias. Sabendo que o valor da prestação paga por Joaquim é de R$ 800,00, podemos afirmar que o salário de João é
 

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Laura levou na viagem 5 pares de sapatos (dois vermelhos, dois pretos e um rosa), 5 saias (uma vermelha, três pretas e uma rosa) e 5 camisas (uma vermelha, três brancas e uma rosa). De quantas formas diferentes ela poderá se vestir se ela sempre usa sapatos e saia da mesma cor, mas nunca tudo da mesma cor?
 

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215349 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: UFGD
Orgão: UFGD
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A probabilidade de um indivíduo apresentar a doença A é de 0,2; de apresentar as doenças A e B é de 0,1 e de apresentar as doenças A ou B é de 0,4. Qual a probabilidade de um indivíduo apresentar a doença B?
 

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Leia o texto a seguir.

O ESCRETE DE LOUCOS

[...]

Amigos, ninguém pode imaginar a frustração dos times europeus. Eles trouxeram, para 62, a enorme experiência de 58. Jogaram contra o Brasil na Suécia, trataram de desmontar o nosso futebol, peça por peça. Toda a nossa técnica e toda a nossa tática foram estudadas com sombrio élan. Sobre Garrincha, eis o que diziam os técnicos do Velho Mundo: — “Só dribla para a direita!” Era a falsa verdade que se tornaria universal. O próprio Pelé parecia um mistério dominado.

Após quatro anos de meditação sobre o nosso futebol, o europeu desembarca no Chile. Vinha certo, certo, da vitória. Havia, porém, em todos os seus cálculos, um equívoco pequenino e fatal. De fato, ele viria a apurar que o forte do Brasil não é tanto o futebol, mas o homem. Jogado por outro homem o mesmíssimo futebol, seria o desastre. Eis o patético da questão: — a Europa podia imitar o nosso jogo e nunca a nossa qualidade humana. Jamais, em toda a experiência do Chile, o tcheco ou o inglês entendeu os nossos patrícios. Para nos vencer, o alemão ou o suíço teria de passar várias encarnações aqui. Teria que nascer em Vila Isabel, ou Vaz Lobo. Precisaria ser camelô no largo da Carioca. Precisaria de toda uma vivência de botecos, de gafieira, de cachaça, de malandragem geral.

Aí está: — no Velho Mundo os sujeitos se parecem, como soldadinhos de chumbo. A dessemelhança que possa existir de um tcheco para um belga, ou um suíço, é de feitio os sul-americanos. Repito: o brasileiro é uma nova experiência humana.

O homem do Brasil entra na história com um elemento inédito, revolucionário e criador: a molecagem. Citei a brincadeira de Garrincha num final dramático de jogo. Era a molecagem. Aqueles quatro ou cinco tchecos, parados diante de Mané, magnetizados, representavam a Europa. Diante de um valor humano insuspeitado e deslumbrante, a Europa emudecia, com os seus túmulos, as suas torres, os seus claustros, os seus rios.

[...]

E mesmo fora do futebol, o europeu faz uma imitação da vida, enquanto que o brasileiro vive de verdade e ferozmente. Ninguém compreenderá que foi a nossa qualidade humana que nos deu esta Copa tão alta, tão erguida, de fronte de ouro. E mais: — foi o mistério de nossos botecos, e a graça das nossas esquinas, e o soluço dos nossos cachaças, e a euforia dos nossos cafajestes. Jogamos no Chile com ardente seriedade. Mas a última jogada de Mané, no adeus aos Andes, foi uma piada, tão linda e tão plástica. No mais patético das batalhas, o escrete soube brincar. Esse toque de molecagem brasileira é que deu à vitória uma inconcebível luz.

RODRIGUES, Nélson. A Pátria de Chuteiras. 2013. (Fragmento).

Assinale a alternativa que indica o gênero desse texto.

 

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215347 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFGD
Orgão: UFGD

Leia o texto que segue.

FIOS E TRAMAS

Gláucia Leal

A máxima de que à medida que ampliamos nosso conhecimento sobre algo mais teremos consciência de que ainda há muito para aprender parece se aplicar muito bem ao funcionamento do cérebro. Um bom exemplo disso: durante mais de um século, as células gliais - existentes aos milhares em nossa cabeça - atraíram pouca atenção dos neurocientistas. No entanto, à medida que o conhecimento sobre o funcionamento cerebral se ampliou, as descobertas trouxeram indagações a respeito da implicação das gliais na instalação de doenças neurológicas e transtornos psiquiátricos, bem como no processo de aprendizado.

"Até recentemente nossa compreensão do cérebro se baseava em ideias conhecidas como doutrina neural, mas essa teoria de mais de 100 anos, segundo a qual toda a comunicação do sistema nervoso é transmitida por impulsos elétricos através de redes de neurônicos, está equivocada", afirma o neurocientista R. Douglas Fields, autor do tema de capa desta edição. "Hoje sabemos que muitas informações passam ao largo dos neurônios, fluindo sem eletricidade, pela rede de células gliais", explica.

Um tema complexo que novas pesquisas ajudam a compreender melhor é a memória, uma das funções da inteligência. Os dados que fixamos proporcionam não só aos humanos, mas aos seres vivos de forma geral, aptidões diversas, que favorecem a sobrevivência e a qualidade de vida: por meio desse processo complexo obtemos benefícios de experiências passadas que nos ajudam a resolver problemas e tomar melhores decisões. Na prática, se algumas situações de esquecimento são incômodas, ainda que nem sempre as consequências não sejam trágicas, as falhas da memória costumam despertar a sensação, mesmo que momentânea, de "perda de si mesmo". Nesses casos, pode ser muito útil investigar as causas desse sintoma e também recorrer a estratégias comprovadamente eficazes para exercitar a memória e, assim, driblar as armadilhas que nos tornam tão inseguros quando somos "traídos" por esse aspecto mental. Como se seguíssemos "fios de Ariadne" - a princesa de Creta que, segundo a mitologia grega, ajudou seu amado Teseu a escapar do labirinto onde vivia o minotauro, sugerindo a ele que desenrolasse um novelo de lã para encontrar o caminho de volta -, podemos entender melhor as tramas que enredam os fios de nossas lembranças. E, ainda que não possamos retê-las, talvez seja possível ao menos nos apropriar da possibilidade de saber mais sobre nós mesmos...

Disponível em: http://www2.uol.com.br/vivermente/artigos/fios_ e_ tramas.html. Acesso em: 14 fev. 2019.

De acordo com o texto, é correto afirmar que

 

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215346 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFGD
Orgão: UFGD

TECNOLOGIA PODE INFLUENCIAR HABILIDADES COGNITIVAS

Pesquisa indica que jogos eletrônicos estimulam as chamadas Funções Executivas, provocando efeitos globais sobre o desempenho escolar.

Por: Silvio Henrique Fiscarelli

Na Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (Unesp), semanalmente, ao final das atividades realizadas em nosso projeto de uso de tecnologia educacional com crianças com dificuldades de alfabetização, é recorrente algum pai se aproximar e perguntar sobre o progresso e o comportamento de seu filho: "ele faz todas as atividades?", "está se comportando bem?", "fica sentado na cadeira?". E geralmente completa: "na escola, o professor disse que ele não para sentado na carteira" ou "o professor disse que ele enrola e não faz as atividades". O interessante é que aquelas perguntas e falas me soam estranhas pois raramente temos que chamar a atenção de algum aluno por ter comportamento inadequado durante as atividades.

Aparentemente, as mesmas crianças que na escola apresentam um comportamento menos disciplinado e menor comprometimento com as atividades escolares se transformam em "anjinhos" dedicados durante as nossas sessões. Por quê?

A primeira e mais fácil resposta seria atribuir o fascínio que a tecnologia gera na maioria das crianças; uma segunda explicação complementar seria um certo grau de intimidação das crianças pelo fato de não estarem em uma sala de aula tradicional e com pessoas que não eram de seu convívio diário. Tais argumentos, embora plausíveis, na minha opinião, não se sustentam. Primeiro, todos os participantes do projeto tinham acesso a algum tipo de equipamento tecnológico em casa, como computador, tablet ou celular. Ou seja, o computador não era uma novidade capaz de, por si só, manter uma motivação extrínseca. Segundo, estar em um ambiente incomum e com pessoas desconhecidas pode gerar impacto durante algum tempo, mas depois de algumas semanas esse estranhamento inicial acaba por se tornar algo habitual. Além de tudo, as crianças estavam ali realizando atividades relacionadas à aprendizagem de Língua Portuguesa e Matemática, até certo ponto, semelhantes às realizadas na escola. O que explicaria, então, essa diferença de comportamento? [...].

Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/15885/tecnologia-pode-influenciar-habilidades-cognitivas. Acesso em: 22 fev. 2019.

Afirma-se, a partir do texto escrito pelo pesquisador, que:

 

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