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Foram encontradas 200 questões.

2929389 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAPEC
Orgão: UFGD

Assinale a alternativa em que a crase está empregada corretamente.

 

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2929388 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAPEC
Orgão: UFGD

Leia o trecho da canção de Arnaldo Antunes e responda a questão.

Socorro

Socorro, alguma alma, mesmo que penada,
Me empreste suas penas.
Já não sinto amor nem dor,
Já não sinto nada.
Socorro, alguém me dê um coração,
Que esse já não bate nem apanha.
Por favor, uma emoção pequena,
Qualquer coisa.

(ANTUNES, Arnaldo. CD Um som. BMG, 1998.)

No primeiro e no quinto verso da canção, o vocábulo “socorro”, isolado por vírgula, é classificado morfologicamente como:

 

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2929387 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAPEC
Orgão: UFGD

Leia o trecho da canção de Arnaldo Antunes e responda a questão.

Socorro

Socorro, alguma alma, mesmo que penada,
Me empreste suas penas.
Já não sinto amor nem dor,
Já não sinto nada.
Socorro, alguém me dê um coração,
Que esse já não bate nem apanha.
Por favor, uma emoção pequena,
Qualquer coisa.

(ANTUNES, Arnaldo. CD Um som. BMG, 1998.)

Como podem ser classificados, sintaticamente, os versos “que esse já não bate” e “nem apanha”, respectivamente?

 

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2929386 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAPEC
Orgão: UFGD

Leia o miniconto do escritor Fernando Bonassi, em seguida responda a questão.

Era como se o ruído do despertador rachasse o seu crânio. Não acreditou que conseguisse levantar da cama. Quase se afogou na água do chuveiro. Já na hora em que a mulher lhe serviu suco, não acreditou que pudesse engolir. Desceu as escadas e os degraus pareciam desdobrar-se neles mesmos, infinitos, como numa perseguição de filme. O tráfego até o trabalho nada menos que intransponível. O calor: insuportável. Trabalhou violentamente o resto da vida.

(BONASSI, Fernando. 100 histórias colhidas na rua. São Paulo: Scritta, 1996.)

Considerando a classificação das orações subordinadas substantivas, analise o trecho “Não acreditou que conseguisse levantar da cama” e assinale a alternativa que contenha a classificação correta do trecho lido.

 

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2929385 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAPEC
Orgão: UFGD

Leia o miniconto do escritor Fernando Bonassi, em seguida responda a questão.

Era como se o ruído do despertador rachasse o seu crânio. Não acreditou que conseguisse levantar da cama. Quase se afogou na água do chuveiro. Já na hora em que a mulher lhe serviu suco, não acreditou que pudesse engolir. Desceu as escadas e os degraus pareciam desdobrar-se neles mesmos, infinitos, como numa perseguição de filme. O tráfego até o trabalho nada menos que intransponível. O calor: insuportável. Trabalhou violentamente o resto da vida.

(BONASSI, Fernando. 100 histórias colhidas na rua. São Paulo: Scritta, 1996.)

No trecho “Era como se o ruído do despertador rachasse o seu crânio. Não acreditou que conseguisse levantar da cama. Quase se afogou na água do chuveiro”, qual é o tipo do sujeito presente nessas orações?

 

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2929384 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAPEC
Orgão: UFGD

Leia o miniconto do escritor Fernando Bonassi, em seguida responda a questão.

Era como se o ruído do despertador rachasse o seu crânio. Não acreditou que conseguisse levantar da cama. Quase se afogou na água do chuveiro. Já na hora em que a mulher lhe serviu suco, não acreditou que pudesse engolir. Desceu as escadas e os degraus pareciam desdobrar-se neles mesmos, infinitos, como numa perseguição de filme. O tráfego até o trabalho nada menos que intransponível. O calor: insuportável. Trabalhou violentamente o resto da vida.

(BONASSI, Fernando. 100 histórias colhidas na rua. São Paulo: Scritta, 1996.)

Assinale a alternativa que indica corretamente duas figuras de linguagem presentes no texto.

 

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2929383 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAPEC
Orgão: UFGD

Leia o poema a seguir e responda a questão.

Cadeira de balanço

Quando elas se acordam

do sono, se espantam

das gotas de orvalho

na orla das saias,

dos fios de relva

nos negros sapatos,

quando elas se acordam

na sala de sempre,

na velha cadeira

que a morte as embala...

E olhando o relógio

de junto à janela

onde a única hora,

que era a da sesta,

parou como gota que ia cair,

perpassa no rosto

de cada avozinha

um susto do mundo

que está deste lado...

Que sonho sonhei

que sinto inda um gosto

de beijo apressado?

- diz uma e se espanta:

Que idade terei?

Diz outra:

- Eu corria

menina em um parque

e como saberia

o tempo que era?

Os pensamentos delas

já não têm sentido.

A morte as embala,

as avozinhas dormem

na deserta sala

onde o relógio marca

a nenhuma hora

enquanto suas almas

vêm sonhar no tempo

o sonho vão do mundo...

e depois se acordam

na sala de sempre

na velha cadeira

em que a morte as embala...

(QUINTANA, Mário. Cadeira de balanço. In: QUINTANA, Mário. Poesia Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguiar, 2006. p. 448-450.)

No verso adaptado para um período, “sinto um gosto de beijo apressado”, qual(ais) termo(s) representam o objeto direto?

 

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2929382 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAPEC
Orgão: UFGD

Leia o poema a seguir e responda a questão.

Cadeira de balanço

Quando elas se acordam

do sono, se espantam

das gotas de orvalho

na orla das saias,

dos fios de relva

nos negros sapatos,

quando elas se acordam

na sala de sempre,

na velha cadeira

que a morte as embala...

E olhando o relógio

de junto à janela

onde a única hora,

que era a da sesta,

parou como gota que ia cair,

perpassa no rosto

de cada avozinha

um susto do mundo

que está deste lado...

Que sonho sonhei

que sinto inda um gosto

de beijo apressado?

- diz uma e se espanta:

Que idade terei?

Diz outra:

- Eu corria

menina em um parque

e como saberia

o tempo que era?

Os pensamentos delas

já não têm sentido.

A morte as embala,

as avozinhas dormem

na deserta sala

onde o relógio marca

a nenhuma hora

enquanto suas almas

vêm sonhar no tempo

o sonho vão do mundo...

e depois se acordam

na sala de sempre

na velha cadeira

em que a morte as embala...

(QUINTANA, Mário. Cadeira de balanço. In: QUINTANA, Mário. Poesia Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguiar, 2006. p. 448-450.)

Leia os versos a seguir:

“E olhando o relógio

De junto à janela

Onde a única hora,

Que era a da sesta,”.

Quantas orações há nesse período?

 

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2929381 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAPEC
Orgão: UFGD

Leia o poema a seguir e responda a questão.

Cadeira de balanço

Quando elas se acordam

do sono, se espantam

das gotas de orvalho

na orla das saias,

dos fios de relva

nos negros sapatos,

quando elas se acordam

na sala de sempre,

na velha cadeira

que a morte as embala...

E olhando o relógio

de junto à janela

onde a única hora,

que era a da sesta,

parou como gota que ia cair,

perpassa no rosto

de cada avozinha

um susto do mundo

que está deste lado...

Que sonho sonhei

que sinto inda um gosto

de beijo apressado?

- diz uma e se espanta:

Que idade terei?

Diz outra:

- Eu corria

menina em um parque

e como saberia

o tempo que era?

Os pensamentos delas

já não têm sentido.

A morte as embala,

as avozinhas dormem

na deserta sala

onde o relógio marca

a nenhuma hora

enquanto suas almas

vêm sonhar no tempo

o sonho vão do mundo...

e depois se acordam

na sala de sempre

na velha cadeira

em que a morte as embala...

(QUINTANA, Mário. Cadeira de balanço. In: QUINTANA, Mário. Poesia Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguiar, 2006. p. 448-450.)

O que a “cadeira” representa no poema?

 

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2929380 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAPEC
Orgão: UFGD

Leia o poema a seguir e responda a questão.

Cadeira de balanço

Quando elas se acordam
do sono, se espantam
das gotas de orvalho
na orla das saias,
dos fios de relva
nos negros sapatos,
quando elas se acordam
na sala de sempre,
na velha cadeira
que a morte as embala...

E olhando o relógio
de junto à janela
onde a única hora,
que era a da sesta,
parou como gota que ia cair,
perpassa no rosto
de cada avozinha

um susto do mundo
que está deste lado...

Que sonho sonhei
que sinto inda um gosto
de beijo apressado?
- diz uma e se espanta:
Que idade terei?
Diz outra:
- Eu corria
menina em um parque
e como saberia
o tempo que era?

Os pensamentos delas
já não têm sentido.

A morte as embala,
as avozinhas dormem
na deserta sala
onde o relógio marca
a nenhuma hora

enquanto suas almas
vêm sonhar no tempo
o sonho vão do mundo...
e depois se acordam
na sala de sempre

na velha cadeira
em que a morte as embala...

(QUINTANA, Mário. Cadeira de balanço. In: QUINTANA,
Mário. Poesia Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguiar, 2006. p.
448-450.)

Analise os versos abaixo e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta corretamente as figuras de linguagem que aparecem em cada um deles, respectivamente.

I - “o relógio marca/ a nenhuma hora”

II - “na sala de sempre/ na velha cadeira/ em que a morte as embala...”

III - “Que sonho sonhei.”

 

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