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Assinale a alternativa em que a crase está empregada corretamente.
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Leia o trecho da canção de Arnaldo Antunes e responda a questão.
Socorro
Socorro, alguma alma, mesmo que penada,
Me empreste suas penas.
Já não sinto amor nem dor,
Já não sinto nada.
Socorro, alguém me dê um coração,
Que esse já não bate nem apanha.
Por favor, uma emoção pequena,
Qualquer coisa.
(ANTUNES, Arnaldo. CD Um som. BMG, 1998.)
No primeiro e no quinto verso da canção, o vocábulo “socorro”, isolado por vírgula, é classificado morfologicamente como:
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Leia o trecho da canção de Arnaldo Antunes e responda a questão.
Socorro
Socorro, alguma alma, mesmo que penada,
Me empreste suas penas.
Já não sinto amor nem dor,
Já não sinto nada.
Socorro, alguém me dê um coração,
Que esse já não bate nem apanha.
Por favor, uma emoção pequena,
Qualquer coisa.
(ANTUNES, Arnaldo. CD Um som. BMG, 1998.)
Como podem ser classificados, sintaticamente, os versos “que esse já não bate” e “nem apanha”, respectivamente?
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Leia o miniconto do escritor Fernando Bonassi, em seguida responda a questão.
Era como se o ruído do despertador rachasse o seu crânio. Não acreditou que conseguisse levantar da cama. Quase se afogou na água do chuveiro. Já na hora em que a mulher lhe serviu suco, não acreditou que pudesse engolir. Desceu as escadas e os degraus pareciam desdobrar-se neles mesmos, infinitos, como numa perseguição de filme. O tráfego até o trabalho nada menos que intransponível. O calor: insuportável. Trabalhou violentamente o resto da vida.
(BONASSI, Fernando. 100 histórias colhidas na rua. São Paulo: Scritta, 1996.)
Considerando a classificação das orações subordinadas substantivas, analise o trecho “Não acreditou que conseguisse levantar da cama” e assinale a alternativa que contenha a classificação correta do trecho lido.
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Leia o miniconto do escritor Fernando Bonassi, em seguida responda a questão.
Era como se o ruído do despertador rachasse o seu crânio. Não acreditou que conseguisse levantar da cama. Quase se afogou na água do chuveiro. Já na hora em que a mulher lhe serviu suco, não acreditou que pudesse engolir. Desceu as escadas e os degraus pareciam desdobrar-se neles mesmos, infinitos, como numa perseguição de filme. O tráfego até o trabalho nada menos que intransponível. O calor: insuportável. Trabalhou violentamente o resto da vida.
(BONASSI, Fernando. 100 histórias colhidas na rua. São Paulo: Scritta, 1996.)
No trecho “Era como se o ruído do despertador rachasse o seu crânio. Não acreditou que conseguisse levantar da cama. Quase se afogou na água do chuveiro”, qual é o tipo do sujeito presente nessas orações?
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Leia o miniconto do escritor Fernando Bonassi, em seguida responda a questão.
Era como se o ruído do despertador rachasse o seu crânio. Não acreditou que conseguisse levantar da cama. Quase se afogou na água do chuveiro. Já na hora em que a mulher lhe serviu suco, não acreditou que pudesse engolir. Desceu as escadas e os degraus pareciam desdobrar-se neles mesmos, infinitos, como numa perseguição de filme. O tráfego até o trabalho nada menos que intransponível. O calor: insuportável. Trabalhou violentamente o resto da vida.
(BONASSI, Fernando. 100 histórias colhidas na rua. São Paulo: Scritta, 1996.)
Assinale a alternativa que indica corretamente duas figuras de linguagem presentes no texto.
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Leia o poema a seguir e responda a questão.
Cadeira de balanço
Quando elas se acordam
do sono, se espantam
das gotas de orvalho
na orla das saias,
dos fios de relva
nos negros sapatos,
quando elas se acordam
na sala de sempre,
na velha cadeira
que a morte as embala...
E olhando o relógio
de junto à janela
onde a única hora,
que era a da sesta,
parou como gota que ia cair,
perpassa no rosto
de cada avozinha
um susto do mundo
que está deste lado...
Que sonho sonhei
que sinto inda um gosto
de beijo apressado?
- diz uma e se espanta:
Que idade terei?
Diz outra:
- Eu corria
menina em um parque
e como saberia
o tempo que era?
Os pensamentos delas
já não têm sentido.
A morte as embala,
as avozinhas dormem
na deserta sala
onde o relógio marca
a nenhuma hora
enquanto suas almas
vêm sonhar no tempo
o sonho vão do mundo...
e depois se acordam
na sala de sempre
na velha cadeira
em que a morte as embala...
(QUINTANA, Mário. Cadeira de balanço. In: QUINTANA, Mário. Poesia Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguiar, 2006. p. 448-450.)
No verso adaptado para um período, “sinto um gosto de beijo apressado”, qual(ais) termo(s) representam o objeto direto?
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Leia o poema a seguir e responda a questão.
Cadeira de balanço
Quando elas se acordam
do sono, se espantam
das gotas de orvalho
na orla das saias,
dos fios de relva
nos negros sapatos,
quando elas se acordam
na sala de sempre,
na velha cadeira
que a morte as embala...
E olhando o relógio
de junto à janela
onde a única hora,
que era a da sesta,
parou como gota que ia cair,
perpassa no rosto
de cada avozinha
um susto do mundo
que está deste lado...
Que sonho sonhei
que sinto inda um gosto
de beijo apressado?
- diz uma e se espanta:
Que idade terei?
Diz outra:
- Eu corria
menina em um parque
e como saberia
o tempo que era?
Os pensamentos delas
já não têm sentido.
A morte as embala,
as avozinhas dormem
na deserta sala
onde o relógio marca
a nenhuma hora
enquanto suas almas
vêm sonhar no tempo
o sonho vão do mundo...
e depois se acordam
na sala de sempre
na velha cadeira
em que a morte as embala...
(QUINTANA, Mário. Cadeira de balanço. In: QUINTANA, Mário. Poesia Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguiar, 2006. p. 448-450.)
Leia os versos a seguir:
“E olhando o relógio
De junto à janela
Onde a única hora,
Que era a da sesta,”.
Quantas orações há nesse período?
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Leia o poema a seguir e responda a questão.
Cadeira de balanço
Quando elas se acordam
do sono, se espantam
das gotas de orvalho
na orla das saias,
dos fios de relva
nos negros sapatos,
quando elas se acordam
na sala de sempre,
na velha cadeira
que a morte as embala...
E olhando o relógio
de junto à janela
onde a única hora,
que era a da sesta,
parou como gota que ia cair,
perpassa no rosto
de cada avozinha
um susto do mundo
que está deste lado...
Que sonho sonhei
que sinto inda um gosto
de beijo apressado?
- diz uma e se espanta:
Que idade terei?
Diz outra:
- Eu corria
menina em um parque
e como saberia
o tempo que era?
Os pensamentos delas
já não têm sentido.
A morte as embala,
as avozinhas dormem
na deserta sala
onde o relógio marca
a nenhuma hora
enquanto suas almas
vêm sonhar no tempo
o sonho vão do mundo...
e depois se acordam
na sala de sempre
na velha cadeira
em que a morte as embala...
(QUINTANA, Mário. Cadeira de balanço. In: QUINTANA, Mário. Poesia Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguiar, 2006. p. 448-450.)
O que a “cadeira” representa no poema?
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Leia o poema a seguir e responda a questão.
Cadeira de balanço
Quando elas se acordam
do sono, se espantam
das gotas de orvalho
na orla das saias,
dos fios de relva
nos negros sapatos,
quando elas se acordam
na sala de sempre,
na velha cadeira
que a morte as embala...
E olhando o relógio
de junto à janela
onde a única hora,
que era a da sesta,
parou como gota que ia cair,
perpassa no rosto
de cada avozinha
um susto do mundo
que está deste lado...
Que sonho sonhei
que sinto inda um gosto
de beijo apressado?
- diz uma e se espanta:
Que idade terei?
Diz outra:
- Eu corria
menina em um parque
e como saberia
o tempo que era?
Os pensamentos delas
já não têm sentido.
A morte as embala,
as avozinhas dormem
na deserta sala
onde o relógio marca
a nenhuma hora
enquanto suas almas
vêm sonhar no tempo
o sonho vão do mundo...
e depois se acordam
na sala de sempre
na velha cadeira
em que a morte as embala...
(QUINTANA, Mário. Cadeira de balanço. In: QUINTANA,
Mário. Poesia Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguiar, 2006. p.
448-450.)
Analise os versos abaixo e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta corretamente as figuras de linguagem que aparecem em cada um deles, respectivamente.
I - “o relógio marca/ a nenhuma hora”
II - “na sala de sempre/ na velha cadeira/ em que a morte as embala...”
III - “Que sonho sonhei.”
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