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A derivação em Língua de Sinais trata da criação de uma palavra (falada ou sinalizada) a partir de outra, resultando, assim, na mudança do significado lexical ou na categoria lexical.
Abaixo, há alguns exemplos de derivação de sinais que mudam a categoria do substantivo para a categoria do verbo, EXCETO:
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Para pintar completamente uma parede retangular de 120 m de comprimento, são necessários “n” trabalhadores. Entretanto, para pintar outra parede de mesma largura, cujo comprimento é 20% maior do que a primeira, serão necessários mais 6 trabalhadores, trabalhando no mesmo ritmo dos “n” primeiros.
O número “n” de trabalhadores empregados, inicialmente, é
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Sobre alguns dos valores da conduta ética para o desenvolvimento da profissão de tradutor intérprete de língua de sinais, avalie as afirmações abaixo.
I- A fidelidade está pautada na atuação do profissional tradutor/intérprete em não interferir, com suas opiniões, crenças e entendimentos, nos enunciados produzidos pelos participantes daquele contexto.
II- A neutralidade busca que o profissional tenha circunspecção para com as informações que perpassam o ato interpretativo de ambas as partes, pois a recusa deste configura uma ofensa grave para o ato profissional.
III- O intérprete deve manter uma atitude neutra, imparcial, durante o transcurso da interpretação, evitando interferências e opiniões próprias, a menos que seja requerido pelo grupo a fazê-lo.
IV- A confidencialidade é a garantia do resguardo das informações dadas em confiança e proteção contra sua revelação não autorizada.
Está correto apenas o que se afirma em
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A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO A SEGUIR.
Quer batizar um planeta? Saiba como!
Desde sempre os planetas têm nome. São nomes ligados às divindades e no caso do Sistema Solar os nomes estão ligados à mitologia greco-romana. Mesmo em planetas descobertos mais recentemente como Urano e Netuno, que eram invisíveis aos olhos dos antigos astrônomos, seguiu-se a tradição e nomes mitológicos foram sugeridos.
Quem controla a nomenclatura de objetos astronômicos é a União Astronômica Internacional (IAU na sigla em inglês) e ela adota algumas regras para batizar um corpo celeste.
Os primeiros asteroides receberam nomes de deuses ou deusas porque se acreditava que eram planetas. Foi o caso com Juno, Ceres e Vesta, por exemplo. Mesmo depois de se perceber que não era bem o caso, os nomes foram mantidos. Com as descobertas chegando na casa das centenas, decidiu-se mudar as regras, pois estava começando a faltar divindade. Agora, ao menos para asteroide, quem descobre põe o nome que quiser. Temos asteroides homenageando Santos Dumont, D. Pedro II, John Lennon, Spock e por aí vai.
Estrelas também têm nome. Elas são batizadas de acordo com sua constelação, por exemplo, Alfa Centauri, Gama Crucis ou Eta Carina, ligando o nome a sua constelação. Alfa Centauri é a estrela mais brilhante da constelação do Centauro, Gama Crucis é a terceira estrela mais brilhante do Cruzeiro do Sul e Eta Carina é a quinta estrela mais brilhante de Carina. Mas tudo isso é muito subjetivo e, mais grave, dá nome às estrelas que são visíveis a olho nu apenas. Se ela for mais fraca, fica sem nome, tadinha.
Mas e os exoplanetas? Como ficam?
Faz um tempo essa discussão ganhou terreno na comunidade de astrônomos. Exoplanetas são planetas fora do Sistema Solar, mas são planetas, e todo planeta tem um nome. Como fazer com eles? Deve-se seguir a tradição de receber um nome de divindade? O número de exoplanetas confirmados chegou a 3.972, e ainda têm mais de 3.600 aguardando confirmação. Tem divindade para isso tudo?
A saída encontrada pela IAU foi abrir chamadas públicas para que associações de amadores e clubes de ciências sugiram nomes e que depois esses nomes passem por uma votação aberta. O sucesso dessa iniciativa é tão grande que a IAU decidiu fazer chamadas mais restritas: tem uma só para o Brasil!
Sim, você tem a chance não só de sugerir, mas também de escolher o nome de um exoplaneta!
O planeta em questão tem quase 2,5 vezes a massa de Júpiter e está a uma distância equivalente à distância de Marte ao Sol. A estrela-mãe desse planeta é muito parecida com o Sol, só um pouco maior e mais quente.
Hélio Jacques Rocha-Pinto, que coordena a comissão organizadora do concurso, ressalta que, além da importância para a popularização da ciência, a iniciativa é uma ótima oportunidade para se batizar um planeta com um nome genuinamente brasileiro. Para isso, as sugestões devem se basear na cultura indígena do nosso território, na cultura afro-brasileira ou na literatura nacional.
Os detalhes podem ser vistos no site da IAU. Vamos nessa?
Disponível em: <https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/blog/cassio-barbosa/ post/2019/06/07/quer-batizar-um-planeta-saiba-como.ghtml> Acesso em: 15 jun. 2019. Adaptado.
No sistema ortográfico vigente, emprega-se o hífen nas palavras compostas ou derivadas por prefixação.
A esse respeito, leia a passagem do texto.
“A estrela-mãe desse planeta é muito parecida com o Sol, só um pouco maior e mais quente.”
A palavra composta “estrela-mãe” possui hífen porque
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Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre a sintaxe da língua brasileira de sinais.
( ) Para caso de homonímia, um classificador pode apresentar diferentes significados, embora apresente a mesma forma como, por exemplo, PESSOA DEITADA NORMAL ou PESSOA CAIU.
( ) Na Libras, apresenta-se um caso de incorporação de argumento ou complemento. Esse processo é pouco frequente e visível devido às características espaciais e arbitrárias dos sinais.
( ) Se o objeto direto do verbo for, por exemplo: prato, rosto etc. o verbo incorporará este argumento e teremos formas verbais diferentes, como, por exemplo: LAVAR-PRATO; LAVAR-ROSTO ; LAVARCARRO; COMER-PIPOCA; COMER-SANDUICHE.
( ) Na Incorporação do modo e do aspecto, a descrição dos sinais (configuração de ponta dos dedos e de palma para baixo), mover os dedos como se fossem pernas a andar de diferentes modos, como ANDAR-DEPRESSA; ANDAR-DISTRAÍDA; ANDAR-SUBINDO.
( ) Na Incorporação de locativo, a descrição dos sinais (movendo a mão para baixo, colocando o copo na mesa, podendo ainda este ser colocado em outros lugares, como, por exemplo, COLOCAR COPO EM MESA; COLOCAR COPO EM ARMÁRIO.
Com relação às afirmações, a sequência correta é
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Os verbos na língua brasileira de sinais estão divididos em classes. Preencha corretamente as lacunas do texto a seguir, quanto às classes de verbos na língua de sinais, e suas características.
Obs: pode haver repetição do mesmo verbo em mais de uma afirmativa.
_________________ são todos os verbos ancorados no corpo, há também alguns que são feitos no espaço neutro como, por exemplo, CONHECER, AMAR, APRENDER e SABER.
_________________ que se flexionam em pessoa, número e aspecto, mas não incorporam afixos locativos como, por exemplo, DAR, RESPONDER, PERGUNTAR e PROVOCAR.
_________________ que não se flexionam em pessoa e número e não incorporam afixos locativos, sendo que alguns desses verbos apresentam flexão de aspecto.
_________________ que usam classificadores e incorporam a ação como, por exemplo, COLOCARBOLO- NO-FORNO, SENTAR-NO-MURO.
________________(+loc) - são verbos que têm afixos locativos como, por exemplo, COLOCAR, IR, CHEGAR.
Os termos que preenchem, respectivamente, as lacunas são:
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Leia o texto publicado na Revista Veja
. “A Estação Espacial Internacional (ISS) completa uma volta ao redor da Terra a cada 90 minutos, e os astronautas podem presenciar o nascer do sol até 16 vezes por dia.”
Veja. São Paulo: Abril, edição 2.639, ano 52. n. 25, 19jun. 2019, p. 93.
Com relação aos sinais de pontuação, a vírgula no texto da Revista Veja serve para separar
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A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO A SEGUIR.
Quer batizar um planeta? Saiba como!
Desde sempre os planetas têm nome. São nomes ligados às divindades e no caso do Sistema Solar os nomes estão ligados à mitologia greco-romana. Mesmo em planetas descobertos mais recentemente como Urano e Netuno, que eram invisíveis aos olhos dos antigos astrônomos, seguiu-se a tradição e nomes mitológicos foram sugeridos.
Quem controla a nomenclatura de objetos astronômicos é a União Astronômica Internacional (IAU na sigla em inglês) e ela adota algumas regras para batizar um corpo celeste.
Os primeiros asteroides receberam nomes de deuses ou deusas porque se acreditava que eram planetas. Foi o caso com Juno, Ceres e Vesta, por exemplo. Mesmo depois de se perceber que não era bem o caso, os nomes foram mantidos. Com as descobertas chegando na casa das centenas, decidiu-se mudar as regras, pois estava começando a faltar divindade. Agora, ao menos para asteroide, quem descobre põe o nome que quiser. Temos asteroides homenageando Santos Dumont, D. Pedro II, John Lennon, Spock e por aí vai.
Estrelas também têm nome. Elas são batizadas de acordo com sua constelação, por exemplo, Alfa Centauri, Gama Crucis ou Eta Carina, ligando o nome a sua constelação. Alfa Centauri é a estrela mais brilhante da constelação do Centauro, Gama Crucis é a terceira estrela mais brilhante do Cruzeiro do Sul e Eta Carina é a quinta estrela mais brilhante de Carina. Mas tudo isso é muito subjetivo e, mais grave, dá nome às estrelas que são visíveis a olho nu apenas. Se ela for mais fraca, fica sem nome, tadinha.
Mas e os exoplanetas? Como ficam?
Faz um tempo essa discussão ganhou terreno na comunidade de astrônomos. Exoplanetas são planetas fora do Sistema Solar, mas são planetas, e todo planeta tem um nome. Como fazer com eles? Deve-se seguir a tradição de receber um nome de divindade? O número de exoplanetas confirmados chegou a 3.972, e ainda têm mais de 3.600 aguardando confirmação. Tem divindade para isso tudo?
A saída encontrada pela IAU foi abrir chamadas públicas para que associações de amadores e clubes de ciências sugiram nomes e que depois esses nomes passem por uma votação aberta. O sucesso dessa iniciativa é tão grande que a IAU decidiu fazer chamadas mais restritas: tem uma só para o Brasil!
Sim, você tem a chance não só de sugerir, mas também de escolher o nome de um exoplaneta!
O planeta em questão tem quase 2,5 vezes a massa de Júpiter e está a uma distância equivalente à distância de Marte ao Sol. A estrela-mãe desse planeta é muito parecida com o Sol, só um pouco maior e mais quente.
Hélio Jacques Rocha-Pinto, que coordena a comissão organizadora do concurso, ressalta que, além da importância para a popularização da ciência, a iniciativa é uma ótima oportunidade para se batizar um planeta com um nome genuinamente brasileiro. Para isso, as sugestões devem se basear na cultura indígena do nosso território, na cultura afro-brasileira ou na literatura nacional.
Os detalhes podem ser vistos no site da IAU. Vamos nessa?
Disponível em: <https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/blog/cassio-barbosa/ post/2019/06/07/quer-batizar-um-planeta-saiba-como.ghtml> Acesso em: 15 jun. 2019. Adaptado.
“O período composto por subordinação caracterizase pela formação de orações que exercem uma função sintática sobre outra oração, denominada principal.” (BUENO, 2014, p.373.)
A propósito das orações subordinadas, observe o período transcrito do texto.
“Mesmo em planetas descobertos mais recentemente como Urano e Netuno, que eram invisíveis aos olhos dos antigos astrônomos, seguiu-se a tradição e nomes mitológicos foram sugeridos.”
A oração sublinhada classifica-se como subordinada
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Sobre a Língua Brasileira de Sinais, avalie as afirmações abaixo.
I- A língua de sinais brasileira, assim como qualquer língua de sinais, é organizada espacialmente, de forma bastante complexa, estando presente em todos os níveis de análise.
II- No que se refere ao nível semântico, um mesmo sinal pode ser realizado em diferentes locais, dentre eles o espaço neutro, que corresponde à área localizada na frente do sinalizante.
III- A realização de um sinal, em determinado ponto no espaço, implica mudanças de significados relacionadas ao referente, ou seja, está ligada a questões semânticas.
IV- Se o mesmo sinal for reproduzido em diferentes pontos do espaço, estará entrando no campo fonológico, podendo incorporar movimentos que indicam marcação de adjetivos verbais.
Está correto apenas o que se afirma em
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Avalie as afirmações abaixo do nível morfológico da Língua Brasileira de Sinais.
I- Morfologia é o estudo da estrutura interna das palavras (faladas ou sinalizadas), ou seja, das unidades mínimas com significado e todos os aspectos relacionados a elas (sua distribuição, classificação, variantes etc.).
II- Morfologia das línguas de sinais estuda, também, as configurações e os movimentos dos elementos envolvidos na produção dos sinais com grande similaridade.
III- Um dos aspectos centrais nas construções morfológicas são a concordância verbal para pessoa e número do sujeito e do objeto em um grupo específico de verbos (os chamados verbos com concordância).
IV- A primeira tarefa da morfologia é determinar quais são as unidades mínimas que formam os sinais, sendo a segunda estabelecer quais são os padrões possíveis de combinação entre essas unidades e as variações possíveis.
Está correto apenas o que se afirma em
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