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Foram encontradas 59 questões.

2691348 Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUNDEP
Orgão: UFJF
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Elaine é professora de lógica e, ao ser questionada por um aluno sobre para qual time de futebol torcia, brincando, respondeu: “Eu torço para Atlético ou Cruzeiro”. Essa sentença de Elaine pode significar que ela torce para:
I. Atlético
II. Cruzeiro
III. Ambos
Do ponto de vista da lógica, considerando a disjunção “ou”, a sentença é verdade, se a afirmação correta for
 

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2691347 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDEP
Orgão: UFJF
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A secretaria de uma escola precisa distribuir entre os 45 alunos os 20 armários existentes; para isso, irá fazer um sorteio, em que, para cada aluno, será sorteado um armário.
Em relação ao uso dos armários, é correto afirmar que, necessariamente,
 

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2691346 Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUNDEP
Orgão: UFJF
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Para a realização de uma ação solidária, serão escolhidos pelo menos um aluno de Medicina e todos os alunos de Serviço Social.
A negação da afirmação em negrito é logicamente equivalente à afirmação:
 

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2691345 Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUNDEP
Orgão: UFJF
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Em um curso, 50 alunos fizeram matrícula nas seguintes disciplinas LGC 101, LGC 102 e LGC 103. As matrículas feitas foram:
• 27 em LGC 101;
• 24 em LGC 102;
• 25 em LGC 103;
• 13 em LGC 101 e LGC 102;
• 9 em LGC 101 e LGC 103;
• 9 em LGC 102 e LGC 103;
• x em LGC 101, LGC 102 e LGC 103.
Com essas informações, é correto afirmar que o número x é:
 

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2691344 Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUNDEP
Orgão: UFJF
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Clara vai à feira comprar frutas e pretende levar:

I. No máximo 15 laranjas.

II. No mínimo 6 maçãs.

III. Um número de laranjas que é o dobro do número de maçãs.

Atendendo a essas três condições, ela deve ter comprado um total de frutas igual a

 

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2691343 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: UFJF
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Em busca de cinco ciprestes

Marina Colasanti
Não era um homem rico, tampouco era pobre. Vivia sua vida, e parecia-lhe bem. Até a noite em que teve um sonho.
Sonhou que um pássaro entrava em voo pela porta aberta e pousando na cabeceira da cama lhe dizia: “Um tesouro te espera na cidade dos cinco ciprestes”. Viu-se estender a mão para afagar o inesperado visitante, mas com o gesto espantou sonho e mensageiro. Sem que, entretanto, se espantasse a mensagem.
De nada adiantou, nos dias que se seguiram, pedir a quantos conhecia informações sobre aquela cidade. Ninguém havia cruzado com ela em seu caminho, não fazia parte das recordações de quem quer que fosse.
O homem não sonhou mais com o pássaro. Pelo menos, não à noite. Muitas vezes, de dia, pareceu-lhe ouvir aquele canto que não era canto, mas fala. Porém, embora procurasse no azul e nas ramagens, nunca mais viu o mensageiro que lhe havia trazido a boa-nova.
Empreendeu várias viagens breves. A pé, pois não tinha cavalo, e para que o teria, ele que só lavrava sua pequena horta e assava pão? Caminhava pelas estradas até onde suas forças o levavam, visitava uma ou outra cidade, uma ou outra aldeia, esperando encontrar não os cinco ciprestes que ninguém havia visto, mas alguém que soubesse deles. E a cada viagem, sem nada ter conseguido, retornava à sua casa levando consigo um desejo que tanto mais crescia quanto mais esbarrava em negativas.
A vida que havia sido suficiente para ele já não bastava.
Vendeu primeiro a colheita da horta – precisava de roupas mais quentes. Depois vendeu tudo o que a sua casa continha, os móveis toscos, os canecos e pratos de estanho, as poucas panelas de barro – precisava de arreios para o cavalo que ainda não tinha. Só no fim, como uma concha vazia, vendeu a casa. Com o dinheiro comprou o cavalo, colocou numa sacola de couro o pouco que sobrou, prendeu-a na cintura. E partiu.
O homem que havia comprado a casa ficou olhando da porta, até vê-lo desaparecer na curva do caminho. Então entrou e começou a arrumar suas coisas.
Alguns meses se passaram. Já tendo cuidado de casa e horta, e querendo talvez marcar sua posse, o novo dono da casa plantou junto à cerca seis mudas de cipreste. Cinco cresceram verdejantes para fazer sombra e cantar no vento. Uma secou aos poucos, ainda jovem, e ele a abateu para fazer lenha, sem procurar saber a origem do seu mal.
Tivesse cavado, teria encontrado ao fundo, o velho baú cheio de moedas que com seus humores metálicos contaminavam as raízes. Mas o pássaro viera cedo demais, pousando no sonho de outro homem, e enquanto aquele cavalgava em busca do que nunca encontraria, este perdia a fortuna que lhe havia sido destinada.
COLASANTI, Marina. In: Quando a primavera chegar. São Paulo: Global Editora, 2017.
No primeiro parágrafo do conto de Marina Colasanti, há uma mudança de tempo verbal. Em relação a essa mudança, observa-se que
 

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2691342 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: UFJF
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Em busca de cinco ciprestes

Marina Colasanti
Não era um homem rico, tampouco era pobre. Vivia sua vida, e parecia-lhe bem. Até a noite em que teve um sonho.
Sonhou que um pássaro entrava em voo pela porta aberta e pousando na cabeceira da cama lhe dizia: “Um tesouro te espera na cidade dos cinco ciprestes”. Viu-se estender a mão para afagar o inesperado visitante, mas com o gesto espantou sonho e mensageiro. Sem que, entretanto, se espantasse a mensagem.
De nada adiantou, nos dias que se seguiram, pedir a quantos conhecia informações sobre aquela cidade. Ninguém havia cruzado com ela em seu caminho, não fazia parte das recordações de quem quer que fosse.
O homem não sonhou mais com o pássaro. Pelo menos, não à noite. Muitas vezes, de dia, pareceu-lhe ouvir aquele canto que não era canto, mas fala. Porém, embora procurasse no azul e nas ramagens, nunca mais viu o mensageiro que lhe havia trazido a boa-nova.
Empreendeu várias viagens breves. A pé, pois não tinha cavalo, e para que o teria, ele que só lavrava sua pequena horta e assava pão? Caminhava pelas estradas até onde suas forças o levavam, visitava uma ou outra cidade, uma ou outra aldeia, esperando encontrar não os cinco ciprestes que ninguém havia visto, mas alguém que soubesse deles. E a cada viagem, sem nada ter conseguido, retornava à sua casa levando consigo um desejo que tanto mais crescia quanto mais esbarrava em negativas.
A vida que havia sido suficiente para ele já não bastava.
Vendeu primeiro a colheita da horta – precisava de roupas mais quentes. Depois vendeu tudo o que a sua casa continha, os móveis toscos, os canecos e pratos de estanho, as poucas panelas de barro – precisava de arreios para o cavalo que ainda não tinha. Só no fim, como uma concha vazia, vendeu a casa. Com o dinheiro comprou o cavalo, colocou numa sacola de couro o pouco que sobrou, prendeu-a na cintura. E partiu.
O homem que havia comprado a casa ficou olhando da porta, até vê-lo desaparecer na curva do caminho. Então entrou e começou a arrumar suas coisas.
Alguns meses se passaram. Já tendo cuidado de casa e horta, e querendo talvez marcar sua posse, o novo dono da casa plantou junto à cerca seis mudas de cipreste. Cinco cresceram verdejantes para fazer sombra e cantar no vento. Uma secou aos poucos, ainda jovem, e ele a abateu para fazer lenha, sem procurar saber a origem do seu mal.
Tivesse cavado, teria encontrado ao fundo, o velho baú cheio de moedas que com seus humores metálicos contaminavam as raízes. Mas o pássaro viera cedo demais, pousando no sonho de outro homem, e enquanto aquele cavalgava em busca do que nunca encontraria, este perdia a fortuna que lhe havia sido destinada.
COLASANTI, Marina. In: Quando a primavera chegar. São Paulo: Global Editora, 2017.
A palavra em destaque na frase “Vivia sua vida, e parecia-lhe bem” exerce função
 

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2691341 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: UFJF
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Em busca de cinco ciprestes

Marina Colasanti
Não era um homem rico, tampouco era pobre. Vivia sua vida, e parecia-lhe bem. Até a noite em que teve um sonho.
Sonhou que um pássaro entrava em voo pela porta aberta e pousando na cabeceira da cama lhe dizia: “Um tesouro te espera na cidade dos cinco ciprestes”. Viu-se estender a mão para afagar o inesperado visitante, mas com o gesto espantou sonho e mensageiro. Sem que, entretanto, se espantasse a mensagem.
De nada adiantou, nos dias que se seguiram, pedir a quantos conhecia informações sobre aquela cidade. Ninguém havia cruzado com ela em seu caminho, não fazia parte das recordações de quem quer que fosse.
O homem não sonhou mais com o pássaro. Pelo menos, não à noite. Muitas vezes, de dia, pareceu-lhe ouvir aquele canto que não era canto, mas fala. Porém, embora procurasse no azul e nas ramagens, nunca mais viu o mensageiro que lhe havia trazido a boa-nova.
Empreendeu várias viagens breves. A pé, pois não tinha cavalo, e para que o teria, ele que só lavrava sua pequena horta e assava pão? Caminhava pelas estradas até onde suas forças o levavam, visitava uma ou outra cidade, uma ou outra aldeia, esperando encontrar não os cinco ciprestes que ninguém havia visto, mas alguém que soubesse deles. E a cada viagem, sem nada ter conseguido, retornava à sua casa levando consigo um desejo que tanto mais crescia quanto mais esbarrava em negativas.
A vida que havia sido suficiente para ele já não bastava.
Vendeu primeiro a colheita da horta – precisava de roupas mais quentes. Depois vendeu tudo o que a sua casa continha, os móveis toscos, os canecos e pratos de estanho, as poucas panelas de barro – precisava de arreios para o cavalo que ainda não tinha. Só no fim, como uma concha vazia, vendeu a casa. Com o dinheiro comprou o cavalo, colocou numa sacola de couro o pouco que sobrou, prendeu-a na cintura. E partiu.
O homem que havia comprado a casa ficou olhando da porta, até vê-lo desaparecer na curva do caminho. Então entrou e começou a arrumar suas coisas.
Alguns meses se passaram. Já tendo cuidado de casa e horta, e querendo talvez marcar sua posse, o novo dono da casa plantou junto à cerca seis mudas de cipreste. Cinco cresceram verdejantes para fazer sombra e cantar no vento. Uma secou aos poucos, ainda jovem, e ele a abateu para fazer lenha, sem procurar saber a origem do seu mal.
Tivesse cavado, teria encontrado ao fundo, o velho baú cheio de moedas que com seus humores metálicos contaminavam as raízes. Mas o pássaro viera cedo demais, pousando no sonho de outro homem, e enquanto aquele cavalgava em busca do que nunca encontraria, este perdia a fortuna que lhe havia sido destinada.
COLASANTI, Marina. In: Quando a primavera chegar. São Paulo: Global Editora, 2017.
Releia as passagens:
I. “Tivesse cavado, teria encontrado ao fundo, bem ao fundo, o velho baú cheio [...].”
II. “[...] enquanto aquele cavalgava em busca do que nunca encontraria, este perdia a fortuna que lhe havia sido destinada.”
As locuções verbais destacadas nessas passagens revelam, respectivamente,
 

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2691340 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: UFJF
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Em busca de cinco ciprestes

Marina Colasanti
Não era um homem rico, tampouco era pobre. Vivia sua vida, e parecia-lhe bem. Até a noite em que teve um sonho.
Sonhou que um pássaro entrava em voo pela porta aberta e pousando na cabeceira da cama lhe dizia: “Um tesouro te espera na cidade dos cinco ciprestes”. Viu-se estender a mão para afagar o inesperado visitante, mas com o gesto espantou sonho e mensageiro. Sem que, entretanto, se espantasse a mensagem.
De nada adiantou, nos dias que se seguiram, pedir a quantos conhecia informações sobre aquela cidade. Ninguém havia cruzado com ela em seu caminho, não fazia parte das recordações de quem quer que fosse.
O homem não sonhou mais com o pássaro. Pelo menos, não à noite. Muitas vezes, de dia, pareceu-lhe ouvir aquele canto que não era canto, mas fala. Porém, embora procurasse no azul e nas ramagens, nunca mais viu o mensageiro que lhe havia trazido a boa-nova.
Empreendeu várias viagens breves. A pé, pois não tinha cavalo, e para que o teria, ele que só lavrava sua pequena horta e assava pão? Caminhava pelas estradas até onde suas forças o levavam, visitava uma ou outra cidade, uma ou outra aldeia, esperando encontrar não os cinco ciprestes que ninguém havia visto, mas alguém que soubesse deles. E a cada viagem, sem nada ter conseguido, retornava à sua casa levando consigo um desejo que tanto mais crescia quanto mais esbarrava em negativas.
A vida que havia sido suficiente para ele já não bastava.
Vendeu primeiro a colheita da horta – precisava de roupas mais quentes. Depois vendeu tudo o que a sua casa continha, os móveis toscos, os canecos e pratos de estanho, as poucas panelas de barro – precisava de arreios para o cavalo que ainda não tinha. Só no fim, como uma concha vazia, vendeu a casa. Com o dinheiro comprou o cavalo, colocou numa sacola de couro o pouco que sobrou, prendeu-a na cintura. E partiu.
O homem que havia comprado a casa ficou olhando da porta, até vê-lo desaparecer na curva do caminho. Então entrou e começou a arrumar suas coisas.
Alguns meses se passaram. Já tendo cuidado de casa e horta, e querendo talvez marcar sua posse, o novo dono da casa plantou junto à cerca seis mudas de cipreste. Cinco cresceram verdejantes para fazer sombra e cantar no vento. Uma secou aos poucos, ainda jovem, e ele a abateu para fazer lenha, sem procurar saber a origem do seu mal.
Tivesse cavado, teria encontrado ao fundo, o velho baú cheio de moedas que com seus humores metálicos contaminavam as raízes. Mas o pássaro viera cedo demais, pousando no sonho de outro homem, e enquanto aquele cavalgava em busca do que nunca encontraria, este perdia a fortuna que lhe havia sido destinada.
COLASANTI, Marina. In: Quando a primavera chegar. São Paulo: Global Editora, 2017.
O conto “Em busca de cinco ciprestes”, de Marina Colasanti, tem como elemento central o fato de
 

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2691339 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: UFJF
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INSTRUÇÃO: Leia o texto para responder à questão.

Spray à base de plantas promete substituir embalagens plásticas


O objetivo da tecnologia é reduzir o impacto dos plásticos no meio ambiente – e na nossa saúde. Veja como ela funciona.


Com o objetivo de produzir alternativas ecologicamente amigáveis para embalagens de alimentos, um grupo de cientistas das universidades Rutgers e Harvard, nos EUA, desenvolveu um revestimento biodegradável à base de plantas. Ele pode ser pulverizado em alimentos, protegendo-os contra microrganismos e eventuais danos durante o transporte.
Sabíamos que precisávamos nos livrar das embalagens de alimentos à base de petróleo e substituí-las por algo mais sustentável, biodegradável e não-tóxico”, conta Philip Demokritou, um dos participantes da pesquisa, publicada na última segunda (20) na revista científica Nature Food. “E nos perguntamos ao mesmo tempo: ‘Podemos projetar embalagens que prolonguem a vida útil e reduzam o desperdício de alimentos, melhorando a segurança alimentar?”’.
A tecnologia transforma biopolímeros – longas cadeias de moléculas produzidas por seres vivos – em fibras que podem entrar em contato com os alimentos, revestindo-os. Avaliações mostraram que o revestimento estendeu a vida útil de abacates em 50%.
A embalagem pode ser enxaguada com água e é biodegradável – se decompõe no solo em três dias, de acordo com o estudo. O material que envolve os produtos é resistente o suficiente para proteger contra choques e contém agentes antimicrobianos naturais (óleo de tomilho, ácido cítrico e nisina) que combatem o processo de deterioração e microorganismos causadores de doenças.
Revista Superinteressante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/spray-a-base-de-plantas-pode-substituir-embalagensplasticas/. Acesso em: 19 jul. 2022. [Fragmento]
O texto publicado no site da revista Superinteressante constitui-se como um(a)
 

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