Foram encontradas 60 questões.
Sobre as regras constitucionais relativas à estabilidade
do servidor público, assinale com V as afirmativas
verdadeiras e com F as falsas.
( ) A Emenda Constitucional 19/1998, que alterou o artigo 41 da Constituição da República de 1988, elevou para três anos o prazo para a aquisição da estabilidade no serviço público e, porinterpretação lógica, o prazo do estágio probatório.
( ) O servidor público estável poderá perder o cargo mediante processo administrativo em que lhe seja assegurada ampla defesa.
( ) Invalidada por sentença judicial a demissão do servidor estável, será ele reintegrado, e o eventual ocupante da vaga, se estável, reconduzido ao cargo de origem, com direito à indenização.
( ) Ainda que da integração das empresas de economia mista na administração do Estado possa advir peculiaridades no regime jurídico da dispensa de seus empregados, não lhes é aplicável o artigo 41 da Constituição da República de 1988.
( ) A declaração de desnecessidade de cargos públicos está subordinada ao juízo de conveniência e oportunidade da administração, não dependendo de lei ordinária para tanto.
Assinale a sequência correta.
( ) A Emenda Constitucional 19/1998, que alterou o artigo 41 da Constituição da República de 1988, elevou para três anos o prazo para a aquisição da estabilidade no serviço público e, porinterpretação lógica, o prazo do estágio probatório.
( ) O servidor público estável poderá perder o cargo mediante processo administrativo em que lhe seja assegurada ampla defesa.
( ) Invalidada por sentença judicial a demissão do servidor estável, será ele reintegrado, e o eventual ocupante da vaga, se estável, reconduzido ao cargo de origem, com direito à indenização.
( ) Ainda que da integração das empresas de economia mista na administração do Estado possa advir peculiaridades no regime jurídico da dispensa de seus empregados, não lhes é aplicável o artigo 41 da Constituição da República de 1988.
( ) A declaração de desnecessidade de cargos públicos está subordinada ao juízo de conveniência e oportunidade da administração, não dependendo de lei ordinária para tanto.
Assinale a sequência correta.
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Segundo as normas da Lei Geral de Proteção de Dados
Pessoais (LGPD), é correto afirmar:
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- ProlegômenosPrincípios da Administração PúblicaPrincípios Expressos
- ProlegômenosRegime Jurídico Administrativo
Suponha que seja editada uma lei estadual proibindo a
realização de processo seletivo para o recrutamento de
estagiários pelos órgãos e entidades do poder público.
A referida lei violaria o seguinte princípio constitucional da Administração Pública, previsto no artigo 37 da Constituição da República de 1988:
A referida lei violaria o seguinte princípio constitucional da Administração Pública, previsto no artigo 37 da Constituição da República de 1988:
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Elaine é professora de lógica e, ao ser questionada por um
aluno sobre para qual time de futebol torcia, brincando,
respondeu: “Eu torço para Atlético ou Cruzeiro”. Essa
sentença de Elaine pode significar que ela torce para:
I. Atlético
II. Cruzeiro
III. Ambos
Do ponto de vista da lógica, considerando a disjunção “ou”, a sentença é verdade, se a afirmação correta for
I. Atlético
II. Cruzeiro
III. Ambos
Do ponto de vista da lógica, considerando a disjunção “ou”, a sentença é verdade, se a afirmação correta for
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A secretaria de uma escola precisa distribuir entre os
45 alunos os 20 armários existentes; para isso, irá fazer
um sorteio, em que, para cada aluno, será sorteado um
armário.
Em relação ao uso dos armários, é correto afirmar que, necessariamente,
Em relação ao uso dos armários, é correto afirmar que, necessariamente,
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- Lógica ProposicionalEquivalências Lógicas
- Lógica ProposicionalNegação de Proposições CompostasLeis de De Morgan
Para a realização de uma ação solidária, serão
escolhidos pelo menos um aluno de Medicina e todos
os alunos de Serviço Social.
A negação da afirmação em negrito é logicamente equivalente à afirmação:
A negação da afirmação em negrito é logicamente equivalente à afirmação:
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Em um curso, 50 alunos fizeram matrícula nas seguintes
disciplinas LGC 101, LGC 102 e LGC 103. As matrículas
feitas foram:
• 27 em LGC 101;
• 24 em LGC 102;
• 25 em LGC 103;
• 13 em LGC 101 e LGC 102;
• 9 em LGC 101 e LGC 103;
• 9 em LGC 102 e LGC 103;
• x em LGC 101, LGC 102 e LGC 103.
Com essas informações, é correto afirmar que o número x é:
• 27 em LGC 101;
• 24 em LGC 102;
• 25 em LGC 103;
• 13 em LGC 101 e LGC 102;
• 9 em LGC 101 e LGC 103;
• 9 em LGC 102 e LGC 103;
• x em LGC 101, LGC 102 e LGC 103.
Com essas informações, é correto afirmar que o número x é:
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Clara vai à feira comprar frutas e pretende levar:
I. No máximo 15 laranjas.
II. No mínimo 6 maçãs.
III. Um número de laranjas que é o dobro do número de maçãs.
Atendendo a essas três condições, ela deve ter comprado um total de frutas igual a
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Em busca de cinco ciprestes
Marina Colasanti
Não era um homem rico, tampouco era pobre. Vivia sua
vida, e parecia-lhe bem. Até a noite em que teve um
sonho.
Sonhou que um pássaro entrava em voo pela porta
aberta e pousando na cabeceira da cama lhe dizia: “Um
tesouro te espera na cidade dos cinco ciprestes”. Viu-se
estender a mão para afagar o inesperado visitante, mas
com o gesto espantou sonho e mensageiro. Sem que,
entretanto, se espantasse a mensagem.
De nada adiantou, nos dias que se seguiram, pedir a
quantos conhecia informações sobre aquela cidade.
Ninguém havia cruzado com ela em seu caminho, não
fazia parte das recordações de quem quer que fosse.
O homem não sonhou mais com o pássaro. Pelo
menos, não à noite. Muitas vezes, de dia, pareceu-lhe
ouvir aquele canto que não era canto, mas fala. Porém,
embora procurasse no azul e nas ramagens, nunca mais
viu o mensageiro que lhe havia trazido a boa-nova.
Empreendeu várias viagens breves. A pé, pois não
tinha cavalo, e para que o teria, ele que só lavrava sua
pequena horta e assava pão? Caminhava pelas estradas
até onde suas forças o levavam, visitava uma ou outra
cidade, uma ou outra aldeia, esperando encontrar não
os cinco ciprestes que ninguém havia visto, mas alguém
que soubesse deles. E a cada viagem, sem nada ter
conseguido, retornava à sua casa levando consigo um
desejo que tanto mais crescia quanto mais esbarrava
em negativas.
A vida que havia sido suficiente para ele já não bastava.
Vendeu primeiro a colheita da horta – precisava de
roupas mais quentes. Depois vendeu tudo o que a sua
casa continha, os móveis toscos, os canecos e pratos
de estanho, as poucas panelas de barro – precisava de
arreios para o cavalo que ainda não tinha. Só no fim,
como uma concha vazia, vendeu a casa. Com o dinheiro
comprou o cavalo, colocou numa sacola de couro o
pouco que sobrou, prendeu-a na cintura. E partiu.
O homem que havia comprado a casa ficou olhando da
porta, até vê-lo desaparecer na curva do caminho. Então
entrou e começou a arrumar suas coisas.
Alguns meses se passaram. Já tendo cuidado de casa e
horta, e querendo talvez marcar sua posse, o novo dono
da casa plantou junto à cerca seis mudas de cipreste.
Cinco cresceram verdejantes para fazer sombra e cantar
no vento. Uma secou aos poucos, ainda jovem, e ele a
abateu para fazer lenha, sem procurar saber a origem
do seu mal.
Tivesse cavado, teria encontrado ao fundo, o velho baú
cheio de moedas que com seus humores metálicos
contaminavam as raízes. Mas o pássaro viera cedo
demais, pousando no sonho de outro homem, e enquanto
aquele cavalgava em busca do que nunca encontraria,
este perdia a fortuna que lhe havia sido destinada.
COLASANTI, Marina. In: Quando a primavera chegar. São
Paulo: Global Editora, 2017.
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- SintaxeTermos Integrantes da Oração
- SintaxeTermos Acessórios e Independentes
- MorfologiaPreposições
- MorfologiaPronomesPronomes Indefinidos
- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Oblíquos
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Em busca de cinco ciprestes
Marina Colasanti
Não era um homem rico, tampouco era pobre. Vivia sua
vida, e parecia-lhe bem. Até a noite em que teve um
sonho.
Sonhou que um pássaro entrava em voo pela porta
aberta e pousando na cabeceira da cama lhe dizia: “Um
tesouro te espera na cidade dos cinco ciprestes”. Viu-se
estender a mão para afagar o inesperado visitante, mas
com o gesto espantou sonho e mensageiro. Sem que,
entretanto, se espantasse a mensagem.
De nada adiantou, nos dias que se seguiram, pedir a
quantos conhecia informações sobre aquela cidade.
Ninguém havia cruzado com ela em seu caminho, não
fazia parte das recordações de quem quer que fosse.
O homem não sonhou mais com o pássaro. Pelo
menos, não à noite. Muitas vezes, de dia, pareceu-lhe
ouvir aquele canto que não era canto, mas fala. Porém,
embora procurasse no azul e nas ramagens, nunca mais
viu o mensageiro que lhe havia trazido a boa-nova.
Empreendeu várias viagens breves. A pé, pois não
tinha cavalo, e para que o teria, ele que só lavrava sua
pequena horta e assava pão? Caminhava pelas estradas
até onde suas forças o levavam, visitava uma ou outra
cidade, uma ou outra aldeia, esperando encontrar não
os cinco ciprestes que ninguém havia visto, mas alguém
que soubesse deles. E a cada viagem, sem nada ter
conseguido, retornava à sua casa levando consigo um
desejo que tanto mais crescia quanto mais esbarrava
em negativas.
A vida que havia sido suficiente para ele já não bastava.
Vendeu primeiro a colheita da horta – precisava de
roupas mais quentes. Depois vendeu tudo o que a sua
casa continha, os móveis toscos, os canecos e pratos
de estanho, as poucas panelas de barro – precisava de
arreios para o cavalo que ainda não tinha. Só no fim,
como uma concha vazia, vendeu a casa. Com o dinheiro
comprou o cavalo, colocou numa sacola de couro o
pouco que sobrou, prendeu-a na cintura. E partiu.
O homem que havia comprado a casa ficou olhando da
porta, até vê-lo desaparecer na curva do caminho. Então
entrou e começou a arrumar suas coisas.
Alguns meses se passaram. Já tendo cuidado de casa e
horta, e querendo talvez marcar sua posse, o novo dono
da casa plantou junto à cerca seis mudas de cipreste.
Cinco cresceram verdejantes para fazer sombra e cantar
no vento. Uma secou aos poucos, ainda jovem, e ele a
abateu para fazer lenha, sem procurar saber a origem
do seu mal.
Tivesse cavado, teria encontrado ao fundo, o velho baú
cheio de moedas que com seus humores metálicos
contaminavam as raízes. Mas o pássaro viera cedo
demais, pousando no sonho de outro homem, e enquanto
aquele cavalgava em busca do que nunca encontraria,
este perdia a fortuna que lhe havia sido destinada.
COLASANTI, Marina. In: Quando a primavera chegar. São
Paulo: Global Editora, 2017.
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