Foram encontradas 384 questões.
Sobre os comandos e os controles de um trator agrícola, analise as proposições abaixo:
I – Ao se executar curvas fechadas, em manobras de cabeceira, pode-se utilizar o auxílio dos freios, aplicando apenas o pedal do lado da direção desejada, lembrando-se de liberar a trava dos pedais.
II – Para uma maior vida útil do sistema de transmissão, sempre que necessário, “descanse” o pé sobre o pedal da embreagem durante a operação normal.
III – Em tratores que possuem 2 alavancas no sistema hidráulico, a alavanca do controle de profundidade (tração) é utilizada ao operar implementos que trabalham sob a superfície do solo.
Assinale a alternativa CORRETA:
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Leia a tirinha para responder a questão.

Fonte: Disponível em: http://centraldastiras.blogspot.com.br/2011/02/mafalda-indicador-de-desemprego.html
Acesso em: 9/11/2012.
No segundo quadro da tirinha, a expressão “assim” só é compreensível no texto por referir-se a/ao:
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Para água própria para o consumo humano, a quantidade de coliformes fecais por 100 mL, presente na água, deve ser:
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Leia o texto 1 para responder a questão.
TEXTO 1
TRABALHAR, TRABALHAR, TRABALHAR...
Já está na hora de encerrarmos de vez aquele papo-dito-popular de que trabalhador brasileiro é preguiçoso, malemolente, louco para não fazer nada e coisital. Ou trabalha se for apertado. Andei consultando uns dados da OIT (Organização Internacional do Trabalho), agência multilateral ligada à ONU. Lá está: na indústria, semanalmente, trabalhamos 8 horas a mais que o americano, 11 horas a mais que o alemão e empatamos com os tigres asiáticos. Isso, não computando às estatísticas a nossa portentosa e corajosa criatividade.
E a nossa capacidade de sobrevivência? Vai aí um caso apenas, para ilustrar.
O baiano Vildomar Aparecido dos Santos (vulgo Baião de Dois) ficou perdido por seis meses em Bagdá. Não sabia falar um a de árabe. E mal escrevia o nome. Mas se virou, vendendo bugigangas e salamaleques no suki de Rusafa. Até ser descoberto pelo pessoal da imprensa, com saia, turbante e tudo... E já arranhando o árabe direitinho.
Caminhoneiro nosso, por exemplo, rala três vezes mais que os americanos ou os franceses. E se pegarmos a coisa pelo viés da economia informal? Aí é que o urubu viaja. Camelô, por exemplo, não fica na raleira do centro da cidade menos que 12 horas diárias. E é de segunda a sábado. O que dá 72 horas por semana. Fora domingo, quando o camarada ainda faz mutirão pra ajudar vizinho a levantar o barraco. Ou muda de ramo, pra fazer mais biscate, ali, onde houver maior ajuntamento de povo. É só fazer um circuito pelo centro da cidade pra ver, ouvir e conferir. E trampando o feio, pro bonito comer.
Aí me pergunto: pra quê? Pra entregar pro desgoverno, em nome do chamado imposto-cidadão? E que imposto é esse que nos volta, apenas, com o nome de corrupção? É pra pagar a prestação de um sonho ou reinvestir no pesadelo? Qual o perfil de dignidade que deveria sobrar na alma desse trabalhador, após um dia inteiro de correria da polícia, dos fiscais da prefeitura e até dos próprios patrões?
“O trabalho dignifica o homem”, está nos livros. Mas vá a gente, outrora pequenos burgueses (os que agora habitamos a pirâmide da famigerada Classe C ou D), enfrentar uma onça dessas?
Colega meu de Sampa, professor desempregado e meio maluco, foi ao Paraguai. Comprou tudo o que lhe sobrou do FGTS em mercadorias batizadas. Depois fez o teste: “alugou”, por um dia, um determinado ponto na 25 de Março. Montou a banca e vendeu tudo o que quis. Voltou com bolhas nos pés, garganta rouca e olho ardendo. Coluna empenada, cecê no sovaco e zumbido no ouvido. Taquicardia, pressão alta e estresse suficiente pra um mês inteiro. Diz que nunca mais volta. É o inferno travestido de purgatório. Melhor ser professor desempregado... Ou intelectual autônomo da palavra.
E eu nem falei ainda dos milhões de brasileiros que – apesar do Estatuto da Criança e do Adolescente – começam a trabalhar antes dos 14 anos. Já trocando o lápis pela foice, pelos sinais de trânsito e pela enxada.
Fonte: Antonio Barreto (Fragmento) Adaptado.
Acesso em 09/11/2012.
No fragmento “Caminhoneiro nosso, por exemplo, rala três vezes mais que os dumpertruckers americanos ou os chemineurs franceses.” , o uso de palavras estrangeiras como sinônimos do termo “caminhoneiro” cumprem a seguinte função no texto:
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Assinale a alternativa INCORRETA sobre a utilização do equipamento de proteção individual (EPI):
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O gráfico abaixo mostra as formas de onda da tensão e corrente em um circuito elétrico. A partir deste gráfico responda a questão.

O valor eficaz indicado por um voltímetro (modo CA) utilizado para medir a forma de onda da tensão mostrada no gráfico acima é de aproximadamente:
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Técnicas de coloração são amplamente utilizadas para contagem de diferentes tipos celulares, para detecção de células viáveis e em análises de citotoxidade. Alguns materiais utilizados em análises de microscopia estão listados abaixo:
1) Câmara de Neubauer
2) Giemsa e eosina
3) MTT ou brometo de [3-(4,5-dimetiltiazol-2-il)-2,5-Difeniltetrazólio]
4) Azul de tripan
Com base no exposto acima, assinale a alternativa que corresponde às funções de cada item:
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Considere a lei que dispõe sobre o Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União, das Autarquias e das Fundações Públicas Federais (Lei nº 8.112/90 e suas alterações), marque a alternativa INCORRETA:
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Apresentam-se a seguir proposições referentes a moléculas orgânicas que compõem os seres vivos:
I – Os ácidos nucléicos só estão presentes em animais e vegetais.
II – A glicose é um carboidrato utilizado como combustível celular.
III – A falta de vitaminas não provoca danos ao organismo.
IV – Todos os lipídios são insolúveis na água.
V – Todas as proteínas são formadas pela polimerização de aminoácidos.
VI – A maioria das proteínas não apresenta função enzimática.
Assinale a alternativa CORRETA:
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O uso de instrumentos para medição de força, nível e pressão é comumente visto no meio industrial. A respeito desses instrumentos, é correto afirmar, EXCETO:
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