Foram encontradas 70 questões.
INSTRUÇÕES: Para responder a questão abaixo, tenha como referência a bibliografia “Assistência na trajetória das políticas sociais brasileiras: uma questão de análise”, de Aldaiza de Oliveira Sposati et al. (1985).
Com relação à trajetória da assistência no Serviço Social no Brasil, é CORRETO afirmar:
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INSTRUÇÕES: Para responder a questão abaixo, tenha como referência a bibliografia “Entrevista de Ajuda” de Alfred Benjamin (2004).
Leia a citação abaixo:
“Na melhor das hipóteses, a entrevista de ajuda irá proporcionar ao entrevistado uma experiência significativa, levando-o à mudança.” (BENJAMIN, A.2004)
Com relação ao estímulo à mudança, assinale a alternativa CORRETA.
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INSTRUÇÕES: Para responder a questão abaixo, tenha como referência a bibliografia “Serviço Social e Ética: convite a uma nova praxis”, de Dilséa Adeodata Bonetti et al. Orgs. (2005).
Raquel de Matos Lopes Gentilli, in Dilséa Deodata Bonetti et al. Orgs.(2005), afirma que, no Brasil, a tradição cultural e política do favorecimento e do “jeitinho” levou a uma fragilidade de valores, ideais, práticas e instituições, que marcaram a qualidade do atendimento às demandas sociais pelo Estado Brasileiro. Com essa afirmação, a autora atenta para a importância do profissional de Serviço Social na execução das políticas sociais. Com base no que diz a autora, analise as proposições abaixo:
I – Ao proteger direitos civis, políticos e sociais, o Assistente Social garante equidade e dignidade aos “clientes”, que se transformam em “cidadãos”.
II – Existe uma demanda do Estado para que exclusivamente profissionais de Serviço Social garantam o desempenho satisfatório das políticas públicas
III – O profissional de Serviço Social tem importância fundamental, visto que grande parte das políticas públicas são executadas por esses profissionais.
IV – Ao garantir aos usuários acesso real aos benefícios proporcionados por essas políticas, o profissional de Serviço Social estará promovendo justiça social.
Assinale a alternativa CORRETA.
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INSTRUÇÕES: Para responder a questão abaixo, tenha como referência a bibliografia “Assistência na trajetória das políticas sociais brasileiras: uma questão de análise”, de Aldaiza de Oliveira Sposati et al. (1985).
Leia a citação abaixo:
“A apreensão de que o assistencial é um mecanismo do Estado, que opera a partir dos interesses do grupo no “poder”, não implica necessariamente que, para a população, tenha o mesmo sentido e uso.”
Com relação a esta afirmativa, assinale (V) para as proposições verdadeiras e (F) para as falsas e, a seguir, marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) O assistencial é a ótica do estado. O direito e a extensão da cidadania são as garantias buscadas pela população.
( ) As políticas sociais brasileiras, apesar do mecanismo assistencial como forma de acesso a bens e serviços, são fenômenos políticos, uma vez que expressam o confronto entre interesses de classe.
( ) Não se deve menosprezar os efeitos políticos e ideológicos das políticas sociais, uma vez que nelas reside o espaço contraditório, que permite o avanço das lutas populares.
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TEXTO 1
DAS PEDRAS
Ajuntei todas as pedras
que vieram sobre mim.(b)
Levantei uma escada muito alta
e no alto subi.(c)
Teci um tapete floreado
e no sonho me perdi.
Uma estrada,
um leito,
uma casa,
um companheiro.
Tudo de pedra.
Entre pedras
cresceu a minha poesia.
Minha vida...
Quebrando pedras
e plantando flores(a).
Entre pedras que me esmagavam
Levantei a pedra rude
dos meus versos.(d)
Fonte: Cora Coralina. Disponível em: http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2009/07/17/das-pedras-cora-coralina-206132.asp Acesso em: 31/7/2013.
TEXTO 2
ASSIM EU VEJO A VIDA
A vida tem duas faces:
Positiva e negativa
O passado foi duro
mas deixou o seu legado(a)
Saber viver é a grande sabedoria
Que eu possa dignificar(b)
Minha condição de mulher,
Aceitar suas limitações
E me fazer pedra de segurança
dos valores que vão desmoronando.
Nasci em tempos rudes
Aceitei contradições
lutas e pedras
como lições de vida
e delas me sirvo
Aprendi a viver.
Fonte: Cora Coralina. Disponível em: http://www.releituras.com/coracoralina_vida.asp
Acesso em: 31/7/2013.
Com referência às estruturas linguísticas, assinale a alternativa CORRETA:
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INSTRUÇÕES: Para responder a questão abaixo, tenha como referência a bibliografia “Assistência na trajetória das políticas sociais brasileiras: uma questão de análise”, de Aldaiza de Oliveira Sposati et al. (1985).
A aguda crise econômica brasileira do final dos anos 1970 levaram as demandas sociais a tornarem-se campo de reivindicação coletiva. A incorporação dessas demandas pelo Estado aconteceu por meio das políticas sociais. Com relação a este argumento, é correto afirmar, EXCETO:
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TEXTO
O SUMIÇO DO PEN DRIVE
Houve época em que a força bruta era poder. Houve uma época em que a riqueza era poder. Hoje, informação é poder. Quanto mais informados (mas notem, isto não tem a ver necessariamente com conhecimento ou com sabedoria), mais poderosos somos, ao menos teoricamente. Daí esta avalanche, este tsunami de informações. A cotação do dólar, a taxa de inflação, o número de casos de determinada doença, candidatos dos vários partidos, a escalação de times de futebol – nomes e números em profusão, que nos chegam por jornais, revistas, livros, filmes, noticiários de rádio, internet, e que tratamos de armazenar em nossa mente.
Aí surge o problema: para armazenar a informação, a natureza nos deu um cérebro, que é a sede da memória. E nesta memória queremos enfiar o máximo possível de informações. Diferente da memória do computador, porém, a nossa é governada por fatores que nada têm a ver com a informática. O estado de nossas células cerebrais, as nossas emoções; tudo isso pode representar uma limitação para nossa capacidade de lembrar. Coisa que sistematicamente negamos. Como alguém que está se preparando para uma longa viagem (e o que é a vida, senão uma viagem que esperamos longa?), tratamos de socar na mala da memória a maior quantidade possível de coisas. As malas até podem se submeter, mas a memória simplesmente não aceita a nossa irracionalidade.
Felizmente a tecnologia tem vindo em nosso auxílio. Primeiro foi o computador propriamente dito, com sua memória cada vez maior; depois, vieram os dispositivos de armazenamento, os CDs, os pen drives. Coisa incrível, o pen drive: um pequeno objeto no qual cabe uma existência, ou pelo menos uma importante parte dela. Para quem, como eu, viaja bastante e tem de trabalhar em aviões ou em hotéis, é um recurso precioso. No meu pen drive eu tinha artigos, material de consulta, endereços, telefones. A primeira coisa que eu fazia, ao sair de casa para ir ao aeroporto era colocar o pen drive num lugar que eu imaginava seguro: o bolso da camisa. Seguro – e simbólico, já que o pen drive ficava próximo ao coração.
Vocês já notaram que estou usando os verbos no passado – passado imperfeito, aliás. E isso por boas razões. Esses tempos, ao chegar ao aeroporto, meti a mão no bolso para dali retirar o pen drive. Mas não encontrei pen drive algum. Encontrei um buraco, verdade que pequeno, mas de tamanho suficiente para dar passagem (ou para dar a liberdade?) ao pen drive. Que tinha caído por ali.
Um transtorno, portanto. Perguntei no aeroporto, entrei em contato com o táxi que me trouxera, liguei para casa: nada. O pen drive tinha mesmo sumido. O buraco da camisa era, portanto, um buraco negro, aqueles orifícios do universo em que toda a energia é sugada e some. Antes que vocês me repreendam, devo dizer que tinha tomado minhas precauções: havia cópia de todo o material, nada se perdeu. Mas o episódio me inspirou várias reflexões. De repente eu me dava conta de como nossa existência é frágil, de como somos governados pelo acaso e pelo imprevisto. Nenhuma queixa contra o pen drive, que veio para ficar; aliás, meu palpite é que, no dia do Juízo Final, cada um de nós vai inserir o pen drive de sua vida no Grande Computador Celestial. Virtudes e pecados serão instantaneamente cotejados e o destino final, Céu ou Inferno, decidido de imediato. Pergunta: o que acontecerá com aqueles que, por causa de um buraco na camisa, perderam o pen drive?.
Fonte: Moacyr Scliar. Zero Hora (RS), 11/5/2010.
Disponível em: http://www.academia.org.br/abl/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=10352&sid=695.
Acesso em: 31/7/2013.
Leia o fragmento:
“ao chegar ao aeroporto, meti a mão no bolso para dali retirar o pen drive. Mas não encontrei pen drive algum. Encontrei um buraco, verdade que pequeno, mas de tamanho suficiente para dar passagem (ou para dar a liberdade?) ao pen drive. Que tinha caído por ali.”
Analise as proposições:
I – A repetição do termo “pen drive” constitui uma prática viciosa, que prejudica a produção de sentidos por parte do leitor.
II – o trecho “verdade que pequeno” constitui uma opção redacional, que intensifica a argumentação.
III – a utilização do trecho entre parênteses constitui uma intervenção retórica do autor para interromper a estrutura sintática do período para relativizar a afirmação do enunciado anterior.
IV – a opção do autor por iniciar a frase “Que tinha caído por ali” corresponde às prescrições da gramática normativa.
Assinale a alternativa CORRETA:
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INSTRUÇÕES: Para responder a questão abaixo, tenha como referência a bibliografia “Serviço Social e Ética: convite a uma nova praxis”, de Dilséa Adeodata Bonetti et al. Orgs. (2005).
De acordo com Marilda Vilella Iamamoto, in Dilséa Deodata Bonetti et al. Orgs. (2005), é correto afirmar sobre o Código de Ética do Profissional de Serviço Social de 1986, EXCETO:
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INSTRUÇÕES: Para responder a questão abaixo, tenha como referência a bibliografia “O Serviço Social na Contemporaneidade: trabalho e formação profissional”, da autora Marilda Vilela Iamamoto (1999).
Considerando o tratamento conferido pela autora à “questão social”, julgue cada afirmativa se é verdadeira (V) ou falsa (F) e, a seguir, marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) A questão social é a base de fundamentação do serviço social como especialização do trabalho.
( ) Por questão social, entende-se o conjunto das expressões das desigualdades da sociedade capitalista, derivadas da apropriação privada dos frutos do trabalho coletivo.
( ) A questão social expressa-se de forma única e singular no cotidiano do trabalho dos assistentes sociais.
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INSTRUÇÕES: Para responder a questão abaixo, tenha como referência a bibliografia “Código de Ética do Assistente Social” – Lei 8.662 de Regulamentação da Profissão (1993).
Nas relações do Assistente Social com a Justiça, é correto afirmar, EXCETO:
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