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Foram encontradas 55 questões.

Um servidor público federal, assistente de laboratório, deixou de utilizar os avanços técnicos e científicos ao seu alcance ou do seu conhecimento para atendimento do seu mister. De acordo com o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal (Decreto nº 1.171/1994 e suas alterações), a pena aplicável ao servidor, pela Comissão de Ética, deve ser:
 

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2523244 Ano: 2016
Disciplina: Química
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Assinale a alternativa que apresenta as características de uma substância pura no estado gasoso, sob pressão constante:

 

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2523216 Ano: 2016
Disciplina: Química
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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O número de massa de um elemento químico X é 19 e o número de nêutrons é 10. Quantos elétrons o íon deste elemento, representado por X-, tem:

 

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2523118 Ano: 2016
Disciplina: Química
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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A Cinética Química estuda a velocidade com que as reações químicas ocorrem. Assinale a alternativa CORRETA, em que os fatores apresentados afetam a velocidade de uma reação química:

 

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2522889 Ano: 2016
Disciplina: Química
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Assinale a alternativa que apresenta somente compostos orgânicos:

 

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2521492 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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TEXTO 4
TRABALHO ENOBRECE?
Algumas frases feitas ouvidas desde sempre ficam gravadas em nós como verdades. Amadurecendo, a gente vai se libertando desses mitos, ou compreende que só algumas vezes são verdade.
Uma delas é “Querer é poder”, o que cedo constatamos não ser bem assim... Outra poderia ser “A dor nos torna melhores”, estranha apologia do sofrimento. O que logo veremos que a muitos apenas torna amargos, eternas vítimas, queixosos, azedos, revoltados. Mais um desses ditos seria “O trabalho enobrece”, coisa que vou questionar aqui.
Trabalhar pode enobrecer, mas não sempre, não necessariamente: depende de inúmeras condições, então não é o trabalho em si, mas um conjunto de situações de cada indivíduo ou grupo.
Assim como a frustração de não poder tudo o que queremos, mesmo com muita luta, e de nem sempre nos tornarmos melhores com a dor, o trabalho pode nos desmoralizar, pode nos embrutecer.
Como? perguntarão os eternos indignados.
Simplesmente porque só nos dignifica aquilo que nos compensa, nos dá alegria, sentido de vida e alguma importância, ainda que seja a de colocar corretamente uma pecinha de engrenagem para que um carro, um avião, um aparelho cirúrgico ou uma engrenagem imensa funcione direito, salvando vidas, trazendo progresso, enfim, melhorando alguma coisa.
O bom trabalho é aquele para o qual vamos todas as manhãs (ou noites) com disposição, mesmo enfrentando agruras como condução péssima ou atrasada, distâncias, cansaço. Mas saberemos que aquela oficina, escritório, mina, avião, cozinha ou rua é um lugar nosso, à espera da nossa presença, nossa ação, nossa colaboração. Temos um lugar no vasto mundo, mesmo na mais modesta atividade: nenhuma é desimportante desde que honesta. Assim, embora em outra dimensão, o local de trabalho, o emprego, se tornam um pouco a nossa casa; e os colegas passam a ser quase uma outra família, apesar de diferenças e desentendimentos – como em qualquer família.
Estarei sendo idealista, romântica? Não creio. Estou, sim, descrevendo uma situação ideal, mas é a que temos que desejar para todo mundo. Pois um trabalho indigno, mal recompensado, mal gerido, no qual não somos respeitados e apreciados, nos humilha e nos faz adoecer ainda que seja na alma. E é da alma, da psique, que se trata quando falamos de nós humanos – hoje se acredita cada vez mais que também os outros animais têm uma psique que deve ser levada em conta. Um simples animal doméstico pode ser mais agressivo ou mais afetuoso conforme o ambiente em que está e foi criado.
Aos poucos, evoluímos para o trabalho instituído com operários ou trabalhadores de qualquer setor e hierarquia, com alguns direitos, cada vez mais aperfeiçoados. Temos sindicatos, temos conselhos de classe, temos leis, temos, enfim, algo que se aproxima do melhor possível para que o trabalho nos dignifique.
Em boa parte do mundo as carências também são enormes. Mesmo em grandes cidades organizadas, onde as leis imperam mais e melhor, diariamente assistimos a multidões espremidas em conduções inaceitáveis, ônibus, trens, até caminhões (onde vão na boleia), quase como animais. Ou melhor: como alguns animais, pois muitos, como cavalos nobres, recebem tratamento inacreditavelmente melhor do que muitos trabalhadores. Porém, temos de ter um laivo de otimismo. Temos direitos, podemos reclamar, processar, fazer manifestações, recorrer aos sindicatos.
Mesmo em condições boas o trabalho nem sempre nos gratifica, portanto, não nos enobrece: por ser mal pago, por ser algo para o qual não nascemos para fazer, por ser demasiado mecânico e desinteressante, por nos obrigar a grandes sacrifícios físicos, enfim, talvez porque sonhemos demais, além de nossa real possibilidade.
O que fazer então? É preciso atendimento humano, psicológico, interessado, a cada operário ou funcionário de qualquer escalão, para que ele se conscientize de que o que deseja é possível e pode tentar mudar, ou de que seu sonho é irreal, e adaptar-se à realidade pode ser a melhor saída.
Nenhuma condição, nem mesmo alto salário ou localização ideal, é tão importante quanto se sentir necessário, ser apreciado, ainda que seja por colocar diariamente centenas de vezes o mesmo parafuso no mesmo lugar da mesma engrenagem.
Pois, sem esse mínimo objeto bem posto, alguma coisa há de falhar, e cabe ao empregador, no meio de tantas teorias, setores especializados, recursos humanos e psicólogos, em vez de tentar burlar as leis, aperfeiçoá-las, ir além da letra fria, e dar a quem trabalha a sensação essencial de que o seu trabalho, seja qual for, é importante e o está enobrecendo.
E para isso, mesmo cada dia dando um passo em frente, parece que ainda nos falta um longo caminho.
Lya Luft
Os textos podem ser agrupados em determinadas categorias, de acordo com a sua estrutura composicional, sua função social e seu estilo de linguagem. O texto lido é caracterizado como:
 

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2521412 Ano: 2016
Disciplina: Química
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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O sal sulfato de zinco é utilizado em rações para suprir necessidades animais de zinco. Esse sal pode ser obtido pela reação do zinco metálico (Zn) com o sulfato de cobre (CuSO4), como representado na reação:

Zn + CuSO4 !$ \rightarrow !$ ZnSO4 + Cu

Essa é uma reação de:

 

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2521393 Ano: 2016
Disciplina: Química
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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O dióxido de enxofre é um dos óxidos responsáveis pela chuva ácida, fenômeno químico que resulta do contato desses óxidos com vapor d’água da atmosfera. O enxofre é liberado, principalmente, pelas indústrias e automóveis. O SO2 pode ser transformado, no ambiente, em ácido sulfuroso, ácido sulfúrico e ácido sulfídrico.

As fórmulas citadas acima são:

 

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2521374 Ano: 2016
Disciplina: Química
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Entre os seguintes compostos químicos, assinale a alternativa que possui um ácido e uma base, respectivamente:

 

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2521046 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
TEXTO 3
Enunciado 2824878-1
Disponível em: <https://plus.google.com/communities/100500125620423262547/stream/67966d59-dac6-4365-853b-9a13e81fd2a5>.
Acesso em: 26/7/2015.
Na charge, o efeito de humor decorre de:
 

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