Magna Concursos

Foram encontradas 55 questões.

2521033 Ano: 2016
Disciplina: Química
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Provas:

Observe os sistemas indicados abaixo:

I – Gasolina e água

II – Etanol

III – Cloro

IV – Água e etanol

Os sistemas I, II, III e IV são:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2520864 Ano: 2016
Disciplina: Química
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Provas:
Considere os fenômenos descritos:
I – Ferrugem formada na superfície de um prego exposto ao ambiente.
II – Diminuição do volume de água em um copo aberto.
III – Formação de gotas do lado externo de um copo com água gelada.
IV – Aumento de massa observado ao se formar óxido de ferro, a partir de ferro metálico.
Com base nos fenômenos, é CORRETO afirmar:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2520315 Ano: 2016
Disciplina: Química
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Provas:

Reciclar resíduos sólidos urbanos (RSU) é uma forma de recuperar a matéria-prima utilizada para a fabricação de diferentes tipos de materiais.

Atualmente, há municípios que adotam a prática da coleta seletiva dos RSU, o que ajuda na separação de resíduos passíveis de reciclagem.

Essa prática contribui para o desenvolvimento sustentável e a preservação ambiental. A alternativa que apresenta somente RSU que podem ser reciclados é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Tendo em vista a lei que dispõe sobre o Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União, das Autarquias e das Fundações Públicas Federais (Lei nº 8.112/90 e suas alterações), analise as proposições abaixo:
I – Servidor é a pessoa legalmente investida em cargo público.
II – Cargo público é o conjunto de atribuições e responsabilidades previstas na estrutura organizacional que devem ser cometidas a um servidor.
III – Os cargos públicos, acessíveis a todos os brasileiros, independem de lei.
Marque a alternativa CORRETA:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2519108 Ano: 2016
Disciplina: Química
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Provas:

No controle da acidez estomacal, o hidróxido de alumínio [Al(OH)3] utilizado como antiácido provoca, no estômago, uma reação com o ácido clorídrico, conforme a equação abaixo:

a Al(OH)3 + b HCl !$ \longrightarrow !$ c AlCl3 + d H2O

Após o balanceamento correto da equação, a soma dos coeficientes a, b, c e d é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2518173 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
O valor da expressão !$ \begin {pmatrix} { \large 1 \over \sqrt{2}} \, + 2 \end {pmatrix}^2 \, - \, \begin {pmatrix} { \large 1 \over 1 - { \large 1 \over \sqrt{2}}} \end {pmatrix} \, \begin {pmatrix} \sqrt {2} \, - \, 1 \end {pmatrix} \, + \, \begin {pmatrix} { \large 1 \over 3 } \end{pmatrix}^{-2} !$
é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2518152 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Provas:
TEXTO 4
TRABALHO ENOBRECE?
Algumas frases feitas ouvidas desde sempre ficam gravadas em nós como verdades. Amadurecendo, a gente vai se libertando desses mitos, ou compreende que só algumas vezes são verdade.
Uma delas é “Querer é poder”, o que cedo constatamos não ser bem assim... Outra poderia ser “A dor nos torna melhores”, estranha apologia do sofrimento. O que logo veremos que a muitos apenas torna amargos, eternas vítimas, queixosos, azedos, revoltados. Mais um desses ditos seria “O trabalho enobrece”, coisa que vou questionar aqui.
Trabalhar pode enobrecer, mas não sempre, não necessariamente: depende de inúmeras condições, então não é o trabalho em si, mas um conjunto de situações de cada indivíduo ou grupo.
Assim como a frustração de não poder tudo o que queremos, mesmo com muita luta, e de nem sempre nos tornarmos melhores com a dor, o trabalho pode nos desmoralizar, pode nos embrutecer.
Como? perguntarão os eternos indignados.
Simplesmente porque só nos dignifica aquilo que nos compensa, nos dá alegria, sentido de vida e alguma importância, ainda que seja a de colocar corretamente uma pecinha de engrenagem para que um carro, um avião, um aparelho cirúrgico ou uma engrenagem imensa funcione direito, salvando vidas, trazendo progresso, enfim, melhorando alguma coisa.
O bom trabalho é aquele para o qual vamos todas as manhãs (ou noites) com disposição, mesmo enfrentando agruras como condução péssima ou atrasada, distâncias, cansaço. Mas saberemos que aquela oficina, escritório, mina, avião, cozinha ou rua é um lugar nosso, à espera da nossa presença, nossa ação, nossa colaboração. Temos um lugar no vasto mundo, mesmo na mais modesta atividade: nenhuma é desimportante desde que honesta. Assim, embora em outra dimensão, o local de trabalho, o emprego, se tornam um pouco a nossa casa; e os colegas passam a ser quase uma outra família, apesar de diferenças e desentendimentos – como em qualquer família.
Estarei sendo idealista, romântica? Não creio. Estou, sim, descrevendo uma situação ideal, mas é a que temos que desejar para todo mundo. Pois um trabalho indigno, mal recompensado, mal gerido, no qual não somos respeitados e apreciados, nos humilha e nos faz adoecer ainda que seja na alma. E é da alma, da psique, que se trata quando falamos de nós humanos – hoje se acredita cada vez mais que também os outros animais têm uma psique que deve ser levada em conta. Um simples animal doméstico pode ser mais agressivo ou mais afetuoso conforme o ambiente em que está e foi criado.
Aos poucos, evoluímos para o trabalho instituído com operários ou trabalhadores de qualquer setor e hierarquia, com alguns direitos, cada vez mais aperfeiçoados. Temos sindicatos, temos conselhos de classe, temos leis, temos, enfim, algo que se aproxima do melhor possível para que o trabalho nos dignifique.
Em boa parte do mundo as carências também são enormes. Mesmo em grandes cidades organizadas, onde as leis imperam mais e melhor, diariamente assistimos a multidões espremidas em conduções inaceitáveis, ônibus, trens, até caminhões (onde vão na boleia), quase como animais. Ou melhor: como alguns animais, pois muitos, como cavalos nobres, recebem tratamento inacreditavelmente melhor do que muitos trabalhadores. Porém, temos de ter um laivo de otimismo. Temos direitos, podemos reclamar, processar, fazer manifestações, recorrer aos sindicatos.
Mesmo em condições boas o trabalho nem sempre nos gratifica, portanto, não nos enobrece: por ser mal pago, por ser algo para o qual não nascemos para fazer, por ser demasiado mecânico e desinteressante, por nos obrigar a grandes sacrifícios físicos, enfim, talvez porque sonhemos demais, além de nossa real possibilidade.
O que fazer então? É preciso atendimento humano, psicológico, interessado, a cada operário ou funcionário de qualquer escalão, para que ele se conscientize de que o que deseja é possível e pode tentar mudar, ou de que seu sonho é irreal, e adaptar-se à realidade pode ser a melhor saída.
Nenhuma condição, nem mesmo alto salário ou localização ideal, é tão importante quanto se sentir necessário, ser apreciado, ainda que seja por colocar diariamente centenas de vezes o mesmo parafuso no mesmo lugar da mesma engrenagem.
Pois, sem esse mínimo objeto bem posto, alguma coisa há de falhar, e cabe ao empregador, no meio de tantas teorias, setores especializados, recursos humanos e psicólogos, em vez de tentar burlar as leis, aperfeiçoá-las, ir além da letra fria, e dar a quem trabalha a sensação essencial de que o seu trabalho, seja qual for, é importante e o está enobrecendo.
E para isso, mesmo cada dia dando um passo em frente, parece que ainda nos falta um longo caminho.
Lya Luft
Em um texto argumentativo, o produtor explora estratégias a fim de construir uma argumentação eficiente. A autora utiliza da estratégia discursiva de não se comprometer com a afirmação realizada. A alternativa em que essa estratégia NÃO se faz presente é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2517946 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Provas:
TEXTO 4
TRABALHO ENOBRECE?
Algumas frases feitas ouvidas desde sempre ficam gravadas em nós como verdades. Amadurecendo, a gente vai se libertando desses mitos, ou compreende que só algumas vezes são verdade.
Uma delas é “Querer é poder”, o que cedo constatamos não ser bem assim... Outra poderia ser “A dor nos torna melhores”, estranha apologia do sofrimento. O que logo veremos que a muitos apenas torna amargos, eternas vítimas, queixosos, azedos, revoltados. Mais um desses ditos seria “O trabalho enobrece”, coisa que vou questionar aqui.
Trabalhar pode enobrecer, mas não sempre, não necessariamente: depende de inúmeras condições, então não é o trabalho em si, mas um conjunto de situações de cada indivíduo ou grupo.
Assim como a frustração de não poder tudo o que queremos, mesmo com muita luta, e de nem sempre nos tornarmos melhores com a dor, o trabalho pode nos desmoralizar, pode nos embrutecer.
Como? perguntarão os eternos indignados.
Simplesmente porque só nos dignifica aquilo que nos compensa, nos dá alegria, sentido de vida e alguma importância, ainda que seja a de colocar corretamente uma pecinha de engrenagem para que um carro, um avião, um aparelho cirúrgico ou uma engrenagem imensa funcione direito, salvando vidas, trazendo progresso, enfim, melhorando alguma coisa.
O bom trabalho é aquele para o qual vamos todas as manhãs (ou noites) com disposição, mesmo enfrentando agruras como condução péssima ou atrasada, distâncias, cansaço. Mas saberemos que aquela oficina, escritório, mina, avião, cozinha ou rua é um lugar nosso, à espera da nossa presença, nossa ação, nossa colaboração. Temos um lugar no vasto mundo, mesmo na mais modesta atividade: nenhuma é desimportante desde que honesta. Assim, embora em outra dimensão, o local de trabalho, o emprego, se tornam um pouco a nossa casa; e os colegas passam a ser quase uma outra família, apesar de diferenças e desentendimentos – como em qualquer família.
Estarei sendo idealista, romântica? Não creio. Estou, sim, descrevendo uma situação ideal, mas é a que temos que desejar para todo mundo. Pois um trabalho indigno, mal recompensado, mal gerido, no qual não somos respeitados e apreciados, nos humilha e nos faz adoecer ainda que seja na alma. E é da alma, da psique, que se trata quando falamos de nós humanos – hoje se acredita cada vez mais que também os outros animais têm uma psique que deve ser levada em conta. Um simples animal doméstico pode ser mais agressivo ou mais afetuoso conforme o ambiente em que está e foi criado.
Aos poucos, evoluímos para o trabalho instituído com operários ou trabalhadores de qualquer setor e hierarquia, com alguns direitos, cada vez mais aperfeiçoados. Temos sindicatos, temos conselhos de classe, temos leis, temos, enfim, algo que se aproxima do melhor possível para que o trabalho nos dignifique.
Em boa parte do mundo as carências também são enormes. Mesmo em grandes cidades organizadas, onde as leis imperam mais e melhor, diariamente assistimos a multidões espremidas em conduções inaceitáveis, ônibus, trens, até caminhões (onde vão na boleia), quase como animais. Ou melhor: como alguns animais, pois muitos, como cavalos nobres, recebem tratamento inacreditavelmente melhor do que muitos trabalhadores. Porém, temos de ter um laivo de otimismo. Temos direitos, podemos reclamar, processar, fazer manifestações, recorrer aos sindicatos.
Mesmo em condições boas o trabalho nem sempre nos gratifica, portanto, não nos enobrece: por ser mal pago, por ser algo para o qual não nascemos para fazer, por ser demasiado mecânico e desinteressante, por nos obrigar a grandes sacrifícios físicos, enfim, talvez porque sonhemos demais, além de nossa real possibilidade.
O que fazer então? É preciso atendimento humano, psicológico, interessado, a cada operário ou funcionário de qualquer escalão, para que ele se conscientize de que o que deseja é possível e pode tentar mudar, ou de que seu sonho é irreal, e adaptar-se à realidade pode ser a melhor saída.
Nenhuma condição, nem mesmo alto salário ou localização ideal, é tão importante quanto se sentir necessário, ser apreciado, ainda que seja por colocar diariamente centenas de vezes o mesmo parafuso no mesmo lugar da mesma engrenagem.
Pois, sem esse mínimo objeto bem posto, alguma coisa há de falhar, e cabe ao empregador, no meio de tantas teorias, setores especializados, recursos humanos e psicólogos, em vez de tentar burlar as leis, aperfeiçoá-las, ir além da letra fria, e dar a quem trabalha a sensação essencial de que o seu trabalho, seja qual for, é importante e o está enobrecendo.
E para isso, mesmo cada dia dando um passo em frente, parece que ainda nos falta um longo caminho.
Lya Luft
No trecho: “- Como? Perguntarão os eternos indignados”, infere-se que os eternos indignados correspondem àqueles que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2517919 Ano: 2016
Disciplina: Química
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Provas:

O quadro a seguir apresenta a composição de quatro misturas.

Mistura Composição
Leite de vaca Água, proteínas, lactose, gorduras e sais minerais
Sangue Glóbulos brancos, glóbulos vermelhos, plaquetas e plasma
Granito Quartzo, feldspato e mica
Latão Cobre e zinco

As alternativas apresentam afirmativas corretas, EXCETO:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Um processo simples para separar a gasolina da mistura comercial gasolina com etanol consiste em adicionar água à mistura. Após agitar por tempo suficiente, separa-se, visualmente, a gasolina, que fica na parte de cima do recipiente e, na parte de baixo, resta o etanol misturado à água. Em um litro da mistura comercial, adicionaram-se 200 ml de água, obtendo-se, após o processo de separação, 490 ml de etanol e água.
O percentual de etanol, nesse litro da mistura comercial, é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas