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Em uma competição por equipes, em uma olimpíada, cada equipe é composta de cinco atletas. Será adotada como nota da equipe um dos seguintes critérios:
Critério 1: A média aritmética simples das cinco notas obtidas pelos cinco atletas.
Critério 2: A média aritmética simples das quatro maiores notas obtidas pelos cinco atletas.
As notas dos atletas são dadas na escala de 0 a 10. Em relação a esses dois critérios, para uma equipe, as alternativas estão corretas, EXCETO:
 

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2515523 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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TEXTO 1
TRABALHO ENOBRECE?
Algumas frases feitas ouvidas desde sempre ficam gravadas em nós como verdades. Amadurecendo, a gente vai se libertando desses mitos, ou compreende que só algumas vezes são verdade.
Uma delas é “Querer é poder”, o que cedo constatamos não ser bem assim... Outra poderia ser “A dor nos torna melhores”, estranha apologia do sofrimento. O que logo veremos que a muitos apenas torna amargos, eternas vítimas, queixosos, azedos, revoltados. Mais um desses ditos seria “O trabalho enobrece”, coisa que vou questionar aqui.
Trabalhar pode enobrecer, mas não sempre, não necessariamente: depende de inúmeras condições, então não é o trabalho em si, mas um conjunto de situações de cada indivíduo ou grupo.
Assim como a frustração de não poder tudo o que queremos, mesmo com muita luta, e de nem sempre nos tornarmos melhores com a dor, o trabalho pode nos desmoralizar, pode nos embrutecer.
Como? perguntarão os eternos indignados.
Simplesmente porque só nos dignifica aquilo que nos compensa, nos dá alegria, sentido de vida e alguma importância, ainda que seja a de colocar corretamente uma pecinha de engrenagem para que um carro, um avião, um aparelho cirúrgico ou uma engrenagem imensa funcione direito, salvando vidas, trazendo progresso, enfim, melhorando alguma coisa.
O bom trabalho é aquele para o qual vamos todas as manhãs (ou noites) com disposição, mesmo enfrentando agruras como condução péssima ou atrasada, distâncias, cansaço. Mas saberemos que aquela oficina, escritório, mina, avião, cozinha ou rua é um lugar nosso, à espera da nossa presença, nossa ação, nossa colaboração. Temos um lugar no vasto mundo, mesmo na mais modesta atividade: nenhuma é desimportante desde que honesta. Assim, embora em outra dimensão, o local de trabalho, o emprego, se tornam um pouco a nossa casa; e os colegas passam a ser quase uma outra família, apesar de diferenças e desentendimentos – como em qualquer família.
Estarei sendo idealista, romântica? Não creio. Estou, sim, descrevendo uma situação ideal, mas é a que temos que desejar para todo mundo. Pois um trabalho indigno, mal recompensado, mal gerido, no qual não somos respeitados e apreciados, nos humilha e nos faz adoecer ainda que seja na alma. E é da alma, da psique, que se trata quando falamos de nós humanos – hoje se acredita cada vez mais que também os outros animais têm uma psique que deve ser levada em conta. Um simples animal doméstico pode ser mais agressivo ou mais afetuoso conforme o ambiente em que está e foi criado.
Aos poucos, evoluímos para o trabalho instituído com operários ou trabalhadores de qualquer setor e hierarquia, com alguns direitos, cada vez mais aperfeiçoados. Temos sindicatos, temos conselhos de classe, temos leis, temos, enfim, algo que se aproxima do melhor possível para que o trabalho nos dignifique.
Em boa parte do mundo as carências também são enormes. Mesmo em grandes cidades organizadas, onde as leis imperam mais e melhor, diariamente assistimos a multidões espremidas em conduções inaceitáveis, ônibus, trens, até caminhões (onde vão na boleia), quase como animais. Ou melhor: como alguns animais, pois muitos, como cavalos nobres, recebem tratamento inacreditavelmente melhor do que muitos trabalhadores. Porém, temos de ter um laivo de otimismo. Temos direitos, podemos reclamar, processar, fazer manifestações, recorrer aos sindicatos.
Mesmo em condições boas o trabalho nem sempre nos gratifica, portanto, não nos enobrece: por ser mal pago, por ser algo para o qual não nascemos para fazer, por ser demasiado mecânico e desinteressante, por nos obrigar a grandes sacrifícios físicos, enfim, talvez porque sonhemos demais, além de nossa real possibilidade.
O que fazer então? É preciso atendimento humano, psicológico, interessado, a cada operário ou funcionário de qualquer escalão, para que ele se conscientize de que o que deseja é possível e pode tentar mudar, ou de que seu sonho é irreal, e adaptar-se à realidade pode ser a melhor saída.
Nenhuma condição, nem mesmo alto salário ou localização ideal, é tão importante quanto se sentir necessário, ser apreciado, ainda que seja por colocar diariamente centenas de vezes o mesmo parafuso no mesmo lugar da mesma engrenagem.
Pois, sem esse mínimo objeto bem posto, alguma coisa há de falhar, e cabe ao empregador, no meio de tantas teorias, setores especializados, recursos humanos e psicólogos, em vez de tentar burlar as leis, aperfeiçoá-las, ir além da letra fria, e dar a quem trabalha a sensação essencial de que o seu trabalho, seja qual for, é importante e o está enobrecendo.
E para isso, mesmo cada dia dando um passo em frente, parece que ainda nos falta um longo caminho.
Lya Luft
trecho a seguir:
“(...) cabe ao empregador, no meio de tantas teorias, setores especializados, recursos humanos e psicólogos, em vez de tentar burlar as leis, aperfeiçoá-las, ir além da letra fria, e dar a quem trabalha a sensação essencial de que o seu trabalho, seja qual for, é importante e o está enobrecendo.”.
Pode-se inferir que a principal ideia veiculada em relação ao que enobrece o trabalho é:
 

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2515052 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Trabalhando 6 horas por dia, 10 operários constroem 300 m2 de parede em 5 dias. Supondo a mesma produtividade, 7 operários, trabalhando 8 horas por dia, durante 6 dias, construirão:
 

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No que tange ao Regimento Geral da Universidade Federal de Lavras, leia as proposições abaixo:
I – A administração deve anular seus próprios atos por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos.
II – O direito da administração de anular os atos administrativos de que decorram efeitos favoráveis para os destinatários decai em cinco anos, contados da data em que foram praticados, salvo comprovada má-fé.
III – Em decisão na qual se evidencie não acarretarem lesão ao interesse público nem prejuízo a terceiros, os atos que apresentarem defeitos sanáveis poderão ser convalidados pela própria administração.
IV – Das decisões administrativas cabe recurso, em face de razões de legalidade e de mérito.
Marque a alternativa CORRETA:
 

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2514408 Ano: 2016
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
No que se refere ao Regimento Geral da Universidade Federal de Lavras, leia as proposições abaixo:
I – A Universidade Federal de Lavras (UFLa) é uma pessoa jurídica de direito público, autarquia federal de regime especial, e é integrante da administração indireta da União.
II – A UFLA possui autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial, nos termos da lei.
III – A UFLA pode tomar posições sobre questões político-partidárias e religiosas.
IV – É garantida a liberdade de manifestação de pensamento e a livre produção e transmissão de conhecimento.
Marque a alternativa CORRETA:
 

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2514406 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Um setor de uma universidade precisou de 15 funcionários terceirizados horistas para executar uma tarefa que deveria ser realizada em 5 dias úteis. Desses 15 funcionários, alguns, durante esses 5 dias, trabalharam 8 horas diárias (isto é, não fizeram hora extra) e os outros trabalharam 10 horas diárias (isto é, tiveram 2 horas extras diárias). A hora extra é remunerada com 60% a mais do pagamento em relação à hora normal (não extra). A remuneração, por hora normal de trabalho, foi de R$ 10,00. Considerando que, ao final da tarefa executada, foi pago aos funcionários um total de R$ 7.600,00, o número de funcionários que não fizeram horas extras foi de:
 

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TEXTO 1
TRABALHO ENOBRECE?
Algumas frases feitas ouvidas desde sempre ficam gravadas em nós como verdades. Amadurecendo, a gente vai se libertando desses mitos, ou compreende que só algumas vezes são verdade.
Uma delas é “Querer é poder”, o que cedo constatamos não ser bem assim... Outra poderia ser “A dor nos torna melhores”, estranha apologia(a) do sofrimento. O que logo veremos que a muitos apenas torna amargos, eternas vítimas, queixosos, azedos, revoltados. Mais um desses ditos seria “O trabalho enobrece”, coisa que vou questionar aqui.
Trabalhar pode enobrecer, mas não sempre, não necessariamente: depende de inúmeras condições, então não é o trabalho em si, mas um conjunto de situações de cada indivíduo ou grupo.
Assim como a frustração de não poder tudo o que queremos, mesmo com muita luta, e de nem sempre nos tornarmos melhores com a dor, o trabalho pode nos desmoralizar, pode nos embrutecer.
Como? perguntarão os eternos indignados.
Simplesmente porque só nos dignifica aquilo que nos compensa, nos dá alegria, sentido de vida e alguma importância, ainda que seja a de colocar corretamente uma pecinha de engrenagem para que um carro, um avião, um aparelho cirúrgico ou uma engrenagem imensa funcione direito, salvando vidas, trazendo progresso, enfim, melhorando alguma coisa.
O bom trabalho é aquele para o qual vamos todas as manhãs (ou noites) com disposição, mesmo enfrentando agruras(b) como condução péssima ou atrasada, distâncias, cansaço. Mas saberemos que aquela oficina, escritório, mina, avião, cozinha ou rua é um lugar nosso, à espera da nossa presença, nossa ação, nossa colaboração. Temos um lugar no vasto mundo, mesmo na mais modesta atividade: nenhuma é desimportante desde que honesta. Assim, embora em outra dimensão, o local de trabalho, o emprego, se tornam um pouco a nossa casa; e os colegas passam a ser quase uma outra família, apesar de diferenças e desentendimentos – como em qualquer família.
Estarei sendo idealista(c), romântica? Não creio. Estou, sim, descrevendo uma situação ideal, mas é a que temos que desejar para todo mundo. Pois um trabalho indigno, mal recompensado, mal gerido, no qual não somos respeitados e apreciados, nos humilha e nos faz adoecer ainda que seja na alma. E é da alma, da psique, que se trata quando falamos de nós humanos – hoje se acredita cada vez mais que também os outros animais têm uma psique que deve ser levada em conta. Um simples animal doméstico pode ser mais agressivo ou mais afetuoso conforme o ambiente em que está e foi criado.
Aos poucos, evoluímos para o trabalho instituído com operários ou trabalhadores de qualquer setor e hierarquia, com alguns direitos, cada vez mais aperfeiçoados. Temos sindicatos, temos conselhos de classe, temos leis, temos, enfim, algo que se aproxima do melhor possível para que o trabalho nos dignifique.
Em boa parte do mundo as carências também são enormes. Mesmo em grandes cidades organizadas, onde as leis imperam mais e melhor, diariamente assistimos a multidões espremidas em conduções inaceitáveis, ônibus, trens, até caminhões (onde vão na boleia), quase como animais. Ou melhor: como alguns animais, pois muitos, como cavalos nobres, recebem tratamento inacreditavelmente melhor do que muitos trabalhadores. Porém, temos de ter um laivo(d) de otimismo. Temos direitos, podemos reclamar, processar, fazer manifestações, recorrer aos sindicatos.
Mesmo em condições boas o trabalho nem sempre nos gratifica, portanto, não nos enobrece: por ser mal pago, por ser algo para o qual não nascemos para fazer, por ser demasiado mecânico e desinteressante, por nos obrigar a grandes sacrifícios físicos, enfim, talvez porque sonhemos demais, além de nossa real possibilidade.
O que fazer então? É preciso atendimento humano, psicológico, interessado, a cada operário ou funcionário de qualquer escalão, para que ele se conscientize de que o que deseja é possível e pode tentar mudar, ou de que seu sonho é irreal, e adaptar-se à realidade pode ser a melhor saída.
Nenhuma condição, nem mesmo alto salário ou localização ideal, é tão importante quanto se sentir necessário, ser apreciado, ainda que seja por colocar diariamente centenas de vezes o mesmo parafuso no mesmo lugar da mesma engrenagem.
Pois, sem esse mínimo objeto bem posto, alguma coisa há de falhar, e cabe ao empregador, no meio de tantas teorias, setores especializados, recursos humanos e psicólogos, em vez de tentar burlar as leis, aperfeiçoá-las, ir além da letra fria, e dar a quem trabalha a sensação essencial de que o seu trabalho, seja qual for, é importante e o está enobrecendo.
E para isso, mesmo cada dia dando um passo em frente, parece que ainda nos falta um longo caminho.
Lya Luft
Considerando o contexto em que aparece, assinale a alternativa em que o vocábulo destacado NÃO apresenta o sentido indicado:
 

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2513540 Ano: 2016
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Considerando o que estabelece o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal (Decreto nº 1.171/94 e suas alterações), é CORRETO afirmar:
 

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2513218 Ano: 2016
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFLA
Orgão: UFLA

Segundo o art. 5º da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 e suas alterações, é CORRETO afirmar:

 

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2511699 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Um professor recebeu auxílio financeiro para participar de dois eventos, um nos Estados Unidos e outro no Canadá. Ele recebeu um total de R$ 35.000,00 e os converteu em dólares americanos, na proporção de 1 dólar americano para 3,50 reais. No Canadá, ele comprou 2.400 dólares canadenses, na proporção 1 dólar americano para 1,2 dólares canadenses, os quais foram integralmente gastos no evento. Retornando ao Brasil com os dólares que lhe restaram, convertidos para reais na mesma proporção com que foram comprados, o professor constatou que lhe sobraram R$ 350,00. Logo, o seu gasto, nos Estados Unidos, em reais, foi de:
 

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