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Foram encontradas 347 questões.

2518903 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Química
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Um dos principais aparelhos utilizados em laboratório clínico, para análises bioquímicas, é o espectrofotômetro.
Os princípios espectrofotométricos se baseiam na lei de Lambert-Beer. As alternativas se referem a conceitos abordados nessa lei, EXCETO:
 

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Considere as seguintes proposições à luz do que dispõe o art. 5º da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 e suas alterações:

I – Todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente.

II – Todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado.

III – A lei considerará crimes inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou anistia a prática da tortura, o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o terrorismo e os definidos como crimes hediondos, por eles respondendo os mandantes, os executores e os que, podendo evitá-los, se omitirem.

IV – A lei determinará qual cidadão será parte legítima para propor ação popular que vise a anular ato lesivo ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe, à moralidade administrativa, ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural.

Assinale a alternativa CORRETA:

 

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2518844 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Com referência ao concreto, que resulta da mistura de vários materiais, tais como areia, cimento, pedra britada e água, e que é muito utilizado pela engenharia civil em diversos componentes de obras, assinale a opção CORRETA:
 

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2518689 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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TEXTO 1
TER MAIS E TER MENOS
Vários leitores me escreveram para acusar os "tempos modernos", em que "ter" é mais importante do que "ser".
Hoje, o que temos nos define, à condição, claro, de ostentá-lo o suficiente para que os outros saibam: constatando nossos "bens", eles reconheceriam nosso valor social. Essa seria a razão da cobiça de todos e, em última instância, da facilidade com a qual todos nos tornamos criminosos.
A partir dessa constatação, alguns de meus correspondentes tentam explicar uma diferença entre ricos e pobres em matéria de crime. O argumento básico funciona mais ou menos assim: 1) para ser alguém, na nossa sociedade, é preciso ter e ostentar bens, 2) quem vale menos na consideração social (o desfavorecido, o excluído, o miserável) teria um anseio maior de conquistar aqueles bens que aumentariam seu valor aos olhos dos outros(a). Em suma, precisamos ter para ser – e, se formos pouco relevantes ou invisíveis socialmente, só poderemos querer ter mais e com mais urgência(b).
À primeira vista, faz sentido. Mas, antes de desenvolver o raciocínio, uma palavra em defesa da modernidade. Tudo bem, uma sociedade em que as diferenças são decididas pelo "ter" (vale mais quem tem mais) pode parecer um pouco sórdida. Acharíamos mais digna uma sociedade na qual valeria mais quem "é" melhor, não quem acumulou mais riquezas.
O problema é que, em nosso passado recente, as sociedades organizadas pelo "ser" já existiram, e não foram exatamente sociedades para onde a gente voltaria alegremente – eu, ao menos, não gostaria de voltar para lá. Geralmente, uma sociedade organizada pelo "ser" é uma sociedade imóvel. Por exemplo, no antigo regime, você podia nascer nobre, perder todos os bens de sua família, inclusive a honra, e continuaria nobre, porque você já era nobre(c). Inversamente, você podia nascer numa sarjeta urbana e enriquecer pelo seu trabalho ou pela sua sabedoria, e nem por isso você se tornaria nobre, porque você não o era. Ou seja, em matéria de mobilidade social, as sociedades nas quais o que importa é o "ser" são sociedades lentas, se não paradas, e as sociedades nas quais o que importa é o "ter" são sociedades nas quais a mudança é possível, se não encorajada.
É bom lembrar disso quando criticamos nossa "idolatria" consumista ou nossa vaidade. Podemos sonhar com uma sociedade organizada pelas qualidades supostamente intrínsecas a cada um (haveria os sábios, os generosos, os fortes etc.), mas a alternativa real a uma sociedade do "ter" são sociedades em que castas e dinastias exercem uma autoridade contra a qual o indivíduo não pode quase nada. Voltemos agora à observação de que, numa sociedade do "ter" como a nossa, os que têm menos seriam, por assim dizer, famintos – e, portanto, propensos a querer a qualquer custo. Eles recorreriam ao crime porque sua dignidade social depende desse "ter" – para eles, ter (como navegar) é preciso.
Agora, o combustível de uma sociedade do "ter" é uma mistura de cobiça com vaidade. Por cobiça, preferimos os bens materiais a nossas eventuais virtudes, mas essa cobiça está a serviço da vaidade. A riqueza que acumulamos não vale "em si", ela vale para ser vista e reconhecida pelos outros: é a inveja deles que afirma nossa desejada "superioridade". Em outras palavras, os bens que desejamos são indiferentes; o que importa é o reconhecimento que esperamos receber graças a eles. Por consequência, nenhum bem pode nos satisfazer, e a insatisfação é parte integrante de nosso modelo cultural.
Não é que estejamos insatisfeitos porque nos falta alguma coisa (aí seria fácil, bastaria encontrá-la). Somos (e não estamos) insatisfeitos porque o reconhecimento dos outros é imaterial, difícil de ser medido e nunca suficiente. A procura por bens é infinita ou, no mínimo, indefinida, como é indefinida a procura pelo reconhecimento dos outros. Os bens que conquistamos (roubando ou não, tanto faz) não estabelecem nenhum "ser", apenas alimentam, por um instante, um olhar que gratificaria nossa vaidade(d).
Não existe uma acumulação a partir da qual nós nos sentiríamos ao menos parcialmente acalmados em nossa busca por esse reconhecimento. Ao contrário, é provável que a cobiça e a vaidade cresçam com o "ter". Ou seja, é bem possível que a tentação do crime seja maior para quem tem mais do que para quem tem menos.
Contardo Calligaris
Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/colunas/contardocalligaris/
2015/05/1634384-ter-mais-e-ter-menos.shtml>.
Acesso em: 29 jul. 2016. (Adaptado).
Em qual dos fragmentos o item assinalado não veicula a ideia de restrição?
 

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2518507 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Química
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Marque a alternativa que apresenta um procedimento de quantificação por análise gravimétrica:
 

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2518424 Ano: 2016
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Apresentam-se, a seguir, proposições sobre o Edital PRGDP nº 71/2016 e suas alterações, da Universidade Federal de Lavras:
I – O médico psiquiatra, eventualmente aprovado no presente concurso terá 20 (vinte) horas semanais como jornada de trabalho, a qual poderá ser cumprida nos horários diurno e noturno, a critério da universidade.
II – O candidato poderá ser lotado em qualquer unidade do campus da Universidade Federal de Lavras, no cargo para o qual foi nomeado, observadas a necessidade e conveniência da administração e a legislação vigente.
III – O prazo de validade do concurso será de 4 (quatro) anos, contados a partir da data da publicação da homologação do resultado, podendo ser prorrogado por igual período, a critério da UFLA.
Marque a alternativa CORRETA:
 

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2518410 Ano: 2016
Disciplina: Farmácia
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
As técnicas cromatográficas são amplamente utilizadas na separação e análise de moléculas, com aplicação no estudo científico de proteínas.
Assinale a alternativa que apresenta a técnica cromatográfica utilizada para separar proteínas de acordo com o seu tamanho molecular:
 

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2518304 Ano: 2016
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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Assinale a alternativa em que TODOS os sintomas referidos estão corretos. Os principais sintomas da abstinência de opioides são:
 

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2518276 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
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TEXTO 2
OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES
Entre os heróis gregos destacava-se Héracles, mais conhecido pelo nome romano - Hércules - cultuado em toda a Grécia. Tratava-se de um herói nacional. Tornou-se famoso por ter realizado doze trabalhos, em benefício dos gregos.
Hércules, filho de Zeus e da princesa Alcmena era odiado por Hera, mulher de Zeus. Quando Hércules casou-se com Mégara, uma princesa tebana, Hera fez com que ele enlouquecesse e pusesse fogo em sua casa, matando sua mulher e seus filhos. Quando Hércules recuperou a razão, procurou o auxílio do oráculo de Delfos. O oráculo disse-lhe que deveria servir doze anos a seu primo Euristeu, rei de Argos.
Hércules realizou então 12 trabalhos para o rei Euristeu.
- Primeiro trabalho: matar o leão de Neméia. A partir de então Hércules passou a usar a pele resistente do leão como armadura.
- Segundo trabalho: matar a Hidra de Lerna, uma serpente com sete cabeças venenosas. Hércules queimou todas as cabeças do animal, menos uma, que era imortal. Essa foi enterrada por baixo de uma pedra. Após matar a Hidra, Hércules mergulhou suas flechas no veneno da Hidra, tornando-as venenosas.
- Terceiro trabalho: capturar o javali de Erimanto.
- Quarto trabalho: capturar a corsa de Cerinéia, que tinha os cascos de bronze e os chifres de ouro.
- Quinto trabalho: expulsar as aves do lago Estinfale, na Arcádia.
- Sexto trabalho: limpar os estábulos do rei Augias, da Élida, em um só dia. Os estábulos estavam muito sujos, mas Hércules desviou o curso de dois rios para passarem por dentro deles e realizou o trabalho.
- Sétimo trabalho: capturar o touro selvagem de Minos, rei dos cretenses.
- Oitavo trabalho: capturar os cavalos devoradores de homens do rei Diomedes da Trácia. Hércules matou Diomedes e deu sua carne aos cavalos.
- Nono trabalho: obter o cinto de Hipólita, rainha das Amazonas, as mulheres guerreiras.
- Décimo trabalho: ir buscar o gado do monstro Gerião, que vivia além das colunas de Hércules (Estreito de Gibraltar).
- Décimo primeiro trabalho: levar as maçãs de ouro do jardim das Hespérides para Euristeu.
- Décimo segundo trabalho: capturar Cérbero, o cão de três cabeças que guardava os infernos, e mostrá-lo a Euristeu.
Com os três últimos trabalhos, Hércules conquistou a imortalidade, pois Gerião e Cérbero representavam a morte e as maçãs eram o fruto da Árvore da Vida.
Resumo disponível em: <http://www.historiamais.com/hercules.htm>.
Acesso em: 26/7/2015. (Adaptado).
A partir do texto, infere-se que as atividades praticadas por Hércules:
 

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2518173 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
O valor da expressão !$ \begin {pmatrix} { \large 1 \over \sqrt{2}} \, + 2 \end {pmatrix}^2 \, - \, \begin {pmatrix} { \large 1 \over 1 - { \large 1 \over \sqrt{2}}} \end {pmatrix} \, \begin {pmatrix} \sqrt {2} \, - \, 1 \end {pmatrix} \, + \, \begin {pmatrix} { \large 1 \over 3 } \end{pmatrix}^{-2} !$
é:
 

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