Foram encontradas 667 questões.
A formulação do Inventário de Bens Tombados é um instrumento jurídico de preservação do patrimônio cultural e foi sancionada:
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Qual destas políticas educacionais tem implicação direta no Projeto Político Pedagógico da Educação Superior?
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Uma empresa que trabalha com aerodispersóides fibrinogênios deve realizar RX de Tórax e Espirometria com que frequência, respectivamente?
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Uma caixa d’água tem forma de um cubo de 1,6 m de aresta. Calcule, em !$ m^3 !$, o volume de água que enche essa caixa d’água.
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Moléstia fúngica cutânea ou linfocutânea crônica que acomete cães e gatos, e os seres humanos são susceptíveis a esta enfermidade, que geralmente está associada a feridas traumáticas e penetrantes. Há indicativo na literatura que os cães infectados podem transmitir diretamente a infecção para os seres humanos, e os gatos quando acometidos devem ser manipulados com luvas. Trata-se de que tipo de zoonose:
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Fone de ouvido, o acessório
que faz a cabeça de muita gente
Na última década e meia, os aparelhos de som conhecidos como microsystems desapareceram – no bom sentido. Com a invenção do MP3, e o sucessivo aparecimento de dispositivos realmente portáteis capazes de reproduzir esses arquivos, os antigos aparelhos parrudos perderam gordura e cederam lugar para produtos discretos, cuja forma mais bem acabada é o iPod, da Apple. Ele, literalmente cabe no bolso. O reverso da moeda é que, com uma maquinha dessas escondida no bolso, muita gente perdeu uma chance de exibir seu estilo (seja ele extravagante, moderno, retrô ou mesmo discreto). Foi, então, que os fones de ouvido encontraram seu lugar. Sim, esses itens são o acessório da vez.
A tendência surgiu nos Estados Unidos no ano passado e se espalhou rapidamente. Ganhou fôlego com a adesão de famosos: cada um deles que gruda um aparelhinho colorido aos ouvidos ajuda a espraiar a mania. De acordo com Jackson Araujo, DJ e consultor de moda, o uso desses fones parte da estética hip-hop. "Com a chegada da era portátil – que incluiu aparelhos de MP3, mas também smartphones –, a cultura de rua trocou os grandes tocafitas pelos headphones", explica Araujo. "Assim, os fones de ouvido ganharam status de acessório ornamental, que garante diferenciação ao visual de artistas e também de gente comum."
Ah, sim: os aparelhinhos também podem aprimorar a qualidade sonora. A tecnologia aplicada a eles permite isolamento acústico, que praticamente acaba com a interferência de ruídos externos, e garante fidelidade às características originais das gravações.
A novidade não passou desapercebida por alguns empresários, que enxergaram ali uma oportunidade de ditar moda e ganhar dinheiro. Um deles é o rapper americano Dr. Dre, responsável por criar a marca Beats Monster, uma das mais cobiçadas do planeta devido à dobradinha qualidade e estilo. A marca fez a cabeça de celebridades como os cantores Fergie e Justin Bieber, a atriz Katie Holmes e o jogador Neymar, do Santos. Os fãs, é claro, vão atrás. "Adotar um fone consagrado tem valor semelhante
ao de adotar uma bolsa de grife", diz Araujo.
Adaptado de http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/modados-
fones-de-ouvido-ganha-forca-em-2011.
De acordo com a notícia veiculada pela Veja, podese inferir que os aspectos mais notáveis da disseminação dos fones de ouvido pelo mundo foram:
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O processo de elaboração do Projeto Político Pedagógico constitui espaço de explicitação de conflitos que permeiam as relações sociais presentes na escola e possibilitam o enfrentamento desses conflitos mediante:
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A Resolução do CNE/CP Nº 1, de 18 de fevereiro de 2002 institui as Diretrizes Curriculares para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena e constituem-se:
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Estamos todos em Avenida Brasil
ARNALDO JABOR - O Estado de S.Paulo
1 de maio de 2012
www.estadao.com.br
Não perco um capítulo da novela Avenida Brasil. Ela chegou em boa (ou má) hora, quando os escândalos em "cachoeira" revelam os intestinos de nossa vida política. Essa novela é um fato novo, porque fala a espectadores da chamada "classe C", essa nova categoria que surge com o crescimento da economia. Muitos diziam: "Ah, classe C? Só veremos banalidades." Nada disso. Talvez tenha acabado a luta pelo o ibope mostrando aos pobres as casas luxuosas de Ipanema. Agora, trata-se da vida da classe média sob a influência moral dos dias atuais. A trama dramática da novela se tece com personagens vitais do dia a dia da maioria dos brasileiros. E isso torna os conflitos
mais densos, mais gerais, mais profundos. A grande qualidade de Avenida Brasil é a conexão entre um verdadeiro enredo de filme de ação com uma aguda psicologia das personagens populares - que em geral eram criadas como "tipos", apenas. Sem contar os grande atores como Débora Falabella, Vera Holtz, Murilo Benício e os outros todos. Há uma mutação em curso no País e a novela toca nesse ponto. A psicopatia está virando o tema central de várias novelas recentes. Em Vale Tudo, a mais antiga, tivemos o surgimento de Maria de Fátima, de Glória Pires, a fundadora da psicopatia no ar; tivemos Flora, com Patrícia Pillar, tivemos Tereza Cristina com Cristiane Torloni, tantas. E agora, Adriana Esteves genial como a malvada da hora. Elas variaram entre uma maldade sutil e melíflua, como Flora, até a brutal voracidade de Carminha.
E essas vilãs traçam um retrato de nosso tempo - a psicopatia virou uma forma de viver e de fazer política. E temos de confessar que as malvadas nos fascinam pela ausência de culpa em seus corações. Na obra de João Emanuel Carneiro houve um diálogo que resume essa doença "pós-utópica" muito bem - Carminha grita para Nina, que chorava: "Não adianta querer me emocionar, porque eu não tenho pena de ninguém - só de mim mesma!" Avenida Brasil tem uma importância cultural e política. Antigamente, nos romances, nos filmes, nos identificávamos com as vítimas; hoje, nos fascinamos com os cruéis. Não torcemos só pelos mocinhos - a verdade é que os heróis são os canalhas. Por quê? Bem. Talvez os psicopatas sejam o nosso futuro.
Com a exposição de um escândalo por dia, de vampiros, gafanhotos, laranjas e fantasmas, com a propaganda estimulando o sexo sem limites, com a ridícula liberdade para irrelevâncias, temos o indivíduo absolutamente desamparado, sem rumo ético. Isso leva a um narcisismo desabrido, que se torna um mecanismo de defesa. Diante do espetáculo da violência, diante dos cadáveres da miséria,
do cinismo corrupto, somos levados a endurecer o coração, endurecer os olhos, para vencer na vida competitiva ou seremos tirados "de linha" como um carro velho. E aí surge o problema: Se não há um Mal claro, como seremos bons? O Mal é sempre o 'outro'. Nunca somos nós. Ninguém diz, de fronte alta: "Eu sou o mal!" Ou: "Muito prazer, Diabo de Oliveira..."
O Bem está virando um luxo e o Mal uma necessidade 'comercial' de sobrevivência. Viver é praticar o Mal. Quem é o Mal? O assaltante faminto ou o assaltado rico? Ou nenhum dos dois? Antigamente, era mole. O Mal era o capitalismo e o Bem o socialismo. Agora, os intelectuais, padres, bondosos profissionais, caridosos de carteirinha, cafetões da miséria, santos oportunistas, articulistas (como eu) estão todos em pânico. Ao denunciar o Mal, vivemos dele. Eu lucro sendo bom e denunciando o Mal. Quanta violência sob a 'santidade',
A loucura é histórica também. Já houve a histeria com a repressão sexual vitoriana, houve o delírio Romântico e totalitário, a paranoia do entre guerras. Hoje, o psicopata veio para ficar. A novela acerta em cheio nessa doença.
É fácil reconhecer o psicopata. Ele não é nervoso ou inseguro. Parece sadio e simpático. Ele em geral tem encanto e inteligência, forjada no interesse sem afetividade ou sem culpa para atrapalhar. Ele tem uma espantosa capacidade de manipulação dos outros, pela mentira, sedução e, se precisar, chantagem. Teremos agora a CPI dos psicopatas. Vai ser um show. Questionado ou flagrado, o psicopata não se responsabiliza por suas ações, sempre se achando inocente ou "vítima" do mundo, do qual tem de se vingar. Ele, em geral, não delira. Seus atos mais cruéis são justificados como naturais. Ele não sente remorso nem vergonha do que faz (o que nos dá até certa inveja). Ele mente compulsivamente e, muitas vezes, acredita na própria mentira. Não tem "insights" nem aprende com a experiência, simplesmente porque acha que não tem nada a aprender.
Os chamados comportamentos "humanos" estão se esvaindo. O que é o "humano" hoje? O "humano" está virando apenas um lugar-comum para uma bondade politicamente correta, uma tarefa e (muitas vezes) pretexto para ONGs.
O "humano" é histórico também. Talvez não haja mais lugar para esse conceito mutante. Somos 'máquinas desejantes' que se pervertem com o tempo e a necessidade. Durante a ditadura, todos éramos o Bem. O Mal eram os milicos. Acabou a dita e as "vítimas" (dela) pilharam o Estado. O que é o Bem hoje? Como diz Baudrillard, "contra o Mal, só temos o fraco recurso dos direitos humanos".
No Brasil, o grande Mal, não tem importância. O perigo aqui é o pequeno mal, enquistado nos estamentos, nos aparelhos sutis do Estado, nos seculares dogmas jurídicos, nos crimes que são lei. O perigo são os pequenos psicopatas que, quietinhos, nos roem a vida. Aqui, o perigo é o Bem. O Mal do Brasil não é a infinita crueldade das elites sangrentas; o Mal está mais na sua cordialidade. O Mal está no mínimo.
Como nesta novela, vemos que o Brasil está se dividindo entre babacas e psicopatas. Hoje, os babacas estão tentando seguir os psicopatas, por sua eficiência e falta de escrúpulos. Em breve, seremos todos psicopatas.
O texto Estamos todos em Avenida Brasil pode ser considerado como:
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O Transtorno de Personalidade Borderline não se caracteriza por:
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