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Os peixes apresentam diversas adaptações do sistema digestório, conforme a especialização requerida para ingerir, digerir e absorver os diferentes tipos de alimento. A dentição de alguns teleósteos é normalmente composta de dentes orais, localizados na borda da boca e de outro tipo de dentes associados aos arcos branquiais que são utilizados para triturar vegetais ou outros materiais rígidos, facilitando a ação das enzimas digestivas pelo aumento da área superficial do alimento. Este tipo de dente encontra-se nos:
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As classificações morfológicas da gênese dos lagos baseiam-se, em geral, na divisão em bacias de lagos feitas por processos:
(1) Tectônicos
(2) Erosivos
(3) Vulcânicos
(4) Glacial
(5) Deposicionais
Neste sentido, os lagos pantanosos amazônicos podem ser enquadrados nas categorias correspondentes aos itens acima:
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A marcação de peixes de água doce é uma ferramenta amplamente utilizada para diagnosticar aspectos de dinâmica populacional. Informações como crescimento, mortalidade, dispersão e reprodução podem ser avaliadas com maior fidelidade ao comportamento das espécies. No entanto, tais marcações devem apresentar boa retenção, baixas mortalidades e não interferir na biologia da espécie marcada. Entre os tipos de marcação apresentados abaixo, qual deles demonstra os requisitos desejáveis?
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A reversão sexual com a aplicação de hormônios é comumente utilizada em peixes e requer o conhecimento detalhado do período em que ocorre a diferenciação sexual, no qual o animal estará susceptível à feminilização ou à masculinização. Este processo ocorre através de:
(1) Isolamento reprodutivo
(2) Aplicação exógena de hormônio no tanque
(3) Marcadores bioquímicos e moleculares
(4) Administração de hormônio na ração
(5) Implantes de hormônios na cavidade abdominal
No que concerne ao tema exposto, assinale a alternativa correta.
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A equação de crescimento em peixes teleósteos é determinada a partir de métodos que utilizam a formação de anéis etários em estruturas do animal. Esses anéis podem ser formados em:
(1) Vértebras
(2) Otólitos
(3) Nadadeira cauda
(4) Rastros branquiais
(5) Escama
A resposta correta contém as alternativas:
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Mesmo com os sofisticados equipamentos de navegação hoje disponíveis (oferecendo alta precisão de posicionamento e informações praticamente contínuas) e com Publicações e Cartas Náuticas cada vez mais confiáveis e detalhadas, o navegante ainda não pode prescindir dos tradicionais sinais de auxílio à navegação, especialmente quando se desloca em águas restritas, onde é reduzido o tempo para decidir e ordenar uma guinada ou manobra de máquinas. Entre as funções principais dos auxílios à navegação podem ser citadas:
(1) Possibilitar a determinação da posição do navio
(2) Indicar uma aterragem
(3) Alertar sobre a existência e a posição de perigos à navegação
(4) Orientar a velocidade de cruzeiro do navio
(5) Demarcar os limites dos canais de navegação
Dos itens acima, estão corretos:
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Considerando a relação entre gruas de latitude/longitude e milhas náuticas, um navio com velocidade de cruzeiro de 10 nós percorreria a distância entre o Equador e o paralelo de 20° S, em quantos dias?
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O fungo Exophiala cancerae que provoca a doença do caranguejo letárgico (DCL) foi responsável pela mortandade de crustáceos em manguezais do nordeste brasileiro. O animal mais afetado foi:
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As macrófitas aquáticas desempenham um importante papel nos ecossistemas aquáticos, especialmente em sistemas rasos e de baixa turbulência, tais como áreas periodicamente inundadas.
Entre os principais papéis desempenhados pelas macrófitas, nesses ambientes, pode-se destacar:
(1) Substrato para o perifiton
(2) Abrigo para larvas e alevinos de peixes
(3) Não alteração nas propriedades químicas da água
(4) Elo da cadeia alimentar de detritos
(5) Local de crescimento e reprodução de peixes
Dos itens acima, estão corretos:
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Os meios de comunicação como exercício de poder
Por Marilena Chauí - Palestra proferida no lançamento da campanha “Para Expressar a Liberdade – Uma nova lei para um novo tempo”, em 27/08/2012, no Sindicato dos Jornalistas de São Paulo.
Podemos focalizar o exercício do poder pelos meios de comunicação de massa sob dois aspectos principais: o econômico e o ideológico.
Do ponto de vista econômico, os meios de comunicação fazem parte da indústria cultural. Indústria porque são empresas privadas operando no mercado e que, hoje, sob a ação da chamada globalização, passa por profundas mudanças estruturais, “num processo nunca visto de fusões e aquisições, companhias globais ganharam posições de domínio na mídia.”, como diz o jornalista Caio Túlio Costa. Além da forte concentração (os oligopólios beiram o monopólio), também é significativa a presença, no setor das comunicações, de empresas que não tinham vínculos com ele nem tradição nessa área. O porte dos investimentos e a perspectiva de lucros jamais vistos levaram grupos proprietários de bancos, indústria metalúrgica, indústria elétrica e eletrônica, fabricantes de armamentos e aviões de combate, indústria de telecomunicações a adquirir, mundo afora, jornais, revistas, serviços de telefonia, rádios e televisões, portais de internet, satélites, etc.
No caso do Brasil, o poderio econômico dos meios é inseparável da forma oligárquica do poder do Estado, produzindo um dos fenômenos mais contrários à democracia, qual seja, o que Alberto Dines chamou de “coronelismo eletrônico”, isto é, a forma privatizada das concessões públicas de canais de rádio e televisão, concedidos a parlamentares e lobbies privados, de tal maneira que aqueles que deveriam fiscalizar as concessões públicas se tornam concessionários privados, apropriando-se de um bem público para manter privilégios, monopolizando a comunicação e a informação. Esse privilégio é um poder político que se ergue contra dois direitos democráticos essenciais: a isonomia (a igualdade perante a lei) e a isegoria (o direito à palavra ou o igual direito de todos de expressar-se em público e ter suas opiniões publicamente discutidas e avaliadas). Numa palavra, a cidadania democrática exige que os cidadãos estejam informados para que possam opinar e intervir politicamente e isso lhes é roubado pelo poder econômico dos meios de comunicação.
A isonomia e a isegoria são também ameaçadas e destruídas pelo poder ideológico dos meios de comunicação. De fato, do ponto de vista ideológico, a mídia exerce o poder sob a forma do que denominamos a ideologia da competência, cuja peculiaridade está em seu modo de aparecer sob a forma anônima e impessoal do discurso do conhecimento, e cuja eficácia social, política e cultural está fundada na crença na racionalidade técnico-científica.
A ideologia da competência pode ser resumida da seguinte maneira: não é qualquer um que pode em qualquer lugar e em qualquer ocasião dizer qualquer coisa a qualquer outro. O discurso competente determina de antemão quem tem o direito de falar e quem deve ouvir, assim como pré-determina os lugares e as circunstâncias em que é permitido falar e ouvir, e define previamente a forma e o conteúdo do que deve ser dito e precisa ser ouvido. Essas distinções têm como fundamento uma distinção principal, aquela que divide socialmente os detentores de um saber ou de um conhecimento (científico, técnico, religioso, político, artístico), que podem falar e têm o direito de mandar e comandar, e os desprovidos de saber, que devem ouvir e obedecer. Numa palavra, a ideologia da competência institui a divisão social entre os competentes, que sabem e por isso mandam, e os incompetentes, que não sabem e por isso obedecem.
Enquanto discurso do conhecimento, essa ideologia opera com a figura do especialista. Os meios de comunicação não só se alimentam dessa figura, mas não cessam de instituí-la como sujeito da comunicação. O especialista competente é aquele que, no rádio, na TV, na revista, no jornal ou no multimídia, divulga saberes, falando das últimas descobertas da ciência ou nos ensinando a agir, pensar, sentir e viver. O especialista competente nos ensina a bem fazer sexo, jardinagem, culinária, educação das crianças, decoração da casa, boas maneiras, uso de roupas apropriadas em horas e locais apropriados, como amar Jesus e ganhar o céu, meditação espiritual, como ter um corpo juvenil e saudável, como ganhar dinheiro e subir na vida. O principal especialista, porém, não se confunde com nenhum dos anteriores, mas é uma espécie de síntese, construída a partir das figuras precedentes: é aquele que explica e interpreta as notícias e os acontecimentos econômicos, sociais, políticos, culturais, religiosos e esportivos, aquele que devassa, eleva e rebaixa entrevistados, zomba, premia e pune calouros – em suma, o chamado “formador de opinião” e o “comunicador”.
Ideologicamente, o poder da comunicação de massa não é uma simples inculcação de valores e ideias, pois, dizendo-nos o que devemos pensar, sentir, falar e fazer, o especialista, o formador de opinião e o comunicador nos dizem que nada sabemos e por isso seu poder se realiza como manipulação e intimidação social e cultural.
Um dos aspectos mais terríveis desse duplo poder dos meios de comunicação se manifesta nos procedimentos midiáticos de produção da culpa e condenação sumária dos indivíduos, por meio de um instrumento psicológico profundo: a suspeição, que pressupõe a presunção de culpa. [...]
Marque a opção em que a crase foi empregada inadequadamente:
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