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Foram encontradas 1.085 questões.

2146824 Ano: 2015
Disciplina: Design Gráfico
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
É uma série de ilustração esboçada em sequência, seguindo o roteiro, com objetivo de melhor visualização compositiva de um filme, audiovisual, animação 2D e 3D, videogame, comerciais etc. Estamos nos referindo a:
 

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2146754 Ano: 2015
Disciplina: Arquivologia
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
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Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), nos documentos de gestão permanente, deverão estar inseridos os documentos de valor probatório relativos a direitos, tanto de pessoas físicas ou jurídicas, como da coletividade. Em relação às instituições públicas e privadas, a guarda permanente deve abranger:
 

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2146752 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Química
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
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A validação do método é feita para garantir que a metodologia analítica seja exata, reprodutível e flexível sobre uma faixa específica em que uma substância será analisada. Dessa forma, os elementos da validação são:
 

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2146751 Ano: 2015
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
Por determinação, em conformidade com a lei ( Nº 8.213 de 24.07.1991), e ordem de serviço do Instituto Nacional de Seguro Social (nº 621 de 05/05/1999), a abertura de Comunicação de acidente de trabalho compete a:
 

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2146750 Ano: 2015
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
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O teste de germinação é utilizado para determinar o potencial máximo de germinação de um lote de sementes e também estimar o valor para semeadura em campo. Marque a alternativa CORRETA quanto ao teste de germinação proposto pelas Regras de Análise de Sementes (RAS).
 

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2146749 Ano: 2015
Disciplina: Design Gráfico
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
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Sobre as Sínteses de Formação de Cores, podemos afirmar que:
I) RGB é composta prioritariamente por feixes luminosos formados pelas cores-luz primárias.
II) CMYK são as cores básicas da impressão e seguem a estrutura da síntese aditiva da cores-pigmento.
III) RGB, síntese de cor-luz, tem a sua estrutura principal resultante das cores primárias vermelho-magenta, verde-amarelo e azul-ciano.
 

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Os meios de comunicação como exercício de poder
Por Marilena Chauí - Palestra proferida no lançamento da campanha “Para Expressar a Liberdade – Uma nova lei para um novo tempo”, em 27/08/2012, no Sindicato dos Jornalistas de São Paulo.
Podemos focalizar o exercício do poder pelos meios de comunicação de massa sob dois aspectos principais: o econômico e o ideológico.
Do ponto de vista econômico, os meios de comunicação fazem parte da indústria cultural. Indústria porque são empresas privadas operando no mercado e que, hoje, sob a ação da chamada globalização, passa por profundas mudanças estruturais, “num processo nunca visto de fusões e aquisições, companhias globais ganharam posições de domínio na mídia.”, como diz o jornalista Caio Túlio Costa. Além da forte concentração (os oligopólios beiram o monopólio), também é significativa a presença, no setor das comunicações, de empresas que não tinham vínculos com ele nem tradição nessa área. O porte dos investimentos e a perspectiva de lucros jamais vistos levaram grupos proprietários de bancos, indústria metalúrgica, indústria elétrica e eletrônica, fabricantes de armamentos e aviões de combate, indústria de telecomunicações a adquirir, mundo afora, jornais, revistas, serviços de telefonia, rádios e televisões, portais de internet, satélites, etc.
No caso do Brasil, o poderio econômico dos meios é inseparável da forma oligárquica do poder do Estado, produzindo um dos fenômenos mais contrários à democracia, qual seja, o que Alberto Dines chamou de “coronelismo eletrônico”, isto é, a forma privatizada das concessões públicas de canais de rádio e televisão, concedidos a parlamentares e lobbies privados, de tal maneira que aqueles que deveriam fiscalizar as concessões públicas se tornam concessionários privados, apropriando-se de um bem público para manter privilégios, monopolizando a comunicação e a informação. Esse privilégio é um poder político que se ergue contra dois direitos democráticos essenciais: a isonomia (a igualdade perante a lei) e a isegoria (o direito à palavra ou o igual direito de todos de expressar-se em público e ter suas opiniões publicamente discutidas e avaliadas). Numa palavra, a cidadania democrática exige que os cidadãos estejam informados para que possam opinar e intervir politicamente e isso lhes é roubado pelo poder econômico dos meios de comunicação.
A isonomia e a isegoria são também ameaçadas e destruídas pelo poder ideológico dos meios de comunicação. De fato, do ponto de vista ideológico, a mídia exerce o poder sob a forma do que denominamos a ideologia da competência, cuja peculiaridade está em seu modo de aparecer sob a forma anônima e impessoal do discurso do conhecimento, e cuja eficácia social, política e cultural está fundada na crença na racionalidade técnico-científica.
A ideologia da competência pode ser resumida da seguinte maneira: não é qualquer um que pode em qualquer lugar e em qualquer ocasião dizer qualquer coisa a qualquer outro. O discurso competente determina de antemão quem tem o direito de falar e quem deve ouvir, assim como pré-determina os lugares e as circunstâncias em que é permitido falar e ouvir, e define previamente a forma e o conteúdo do que deve ser dito e precisa ser ouvido. Essas distinções têm como fundamento uma distinção principal, aquela que divide socialmente os detentores de um saber ou de um conhecimento (científico, técnico, religioso, político, artístico), que podem falar e têm o direito de mandar e comandar, e os desprovidos de saber, que devem ouvir e obedecer. Numa palavra, a ideologia da competência institui a divisão social entre os competentes, que sabem e por isso mandam, e os incompetentes, que não sabem e por isso obedecem.
Enquanto discurso do conhecimento, essa ideologia opera com a figura do especialista. Os meios de comunicação não só se alimentam dessa figura, mas não cessam de instituí-la como sujeito da comunicação. O especialista competente é aquele que, no rádio, na TV, na revista, no jornal ou no multimídia, divulga saberes, falando das últimas descobertas da ciência ou nos ensinando a agir, pensar, sentir e viver. O especialista competente nos ensina a bem fazer sexo, jardinagem, culinária, educação das crianças, decoração da casa, boas maneiras, uso de roupas apropriadas em horas e locais apropriados, como amar Jesus e ganhar o céu, meditação espiritual, como ter um corpo juvenil e saudável, como ganhar dinheiro e subir na vida. O principal especialista, porém, não se confunde com nenhum dos anteriores, mas é uma espécie de síntese, construída a partir das figuras precedentes: é aquele que explica e interpreta as notícias e os acontecimentos econômicos, sociais, políticos, culturais, religiosos e esportivos, aquele que devassa, eleva e rebaixa entrevistados, zomba, premia e pune calouros – em suma, o chamado “formador de opinião” e o “comunicador”.
Ideologicamente, o poder da comunicação de massa não é uma simples inculcação de valores e ideias, pois, dizendo-nos o que devemos pensar, sentir, falar e fazer, o especialista, o formador de opinião e o comunicador nos dizem que nada sabemos e por isso seu poder se realiza como manipulação e intimidação social e cultural.
Um dos aspectos mais terríveis desse duplo poder dos meios de comunicação se manifesta nos procedimentos midiáticos de produção da culpa e condenação sumária dos indivíduos, por meio de um instrumento psicológico profundo: a suspeição, que pressupõe a presunção de culpa. [...]
Em Os meios de comunicação não só se alimentam dessa figura, mas não cessam de institui-la como o sujeito da comunicação, os termos grifados poderiam ser substituídos, sem prejuízo do sentido, por:
I. não apenas; e assim
II. não unicamente; assim
III. não somente; como também
IV. não somente; mas também
 

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2146747 Ano: 2015
Disciplina: Química
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
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Se o sulfato de cobre anidro incolor, CuSO4, é exposto ao NH3, forma-se um produto cristalino de coloração azul intenso. A fórmula molecular do complexo é Cu(NH3)4SO4. Pergunta-se: qual o átomo central nesse complexo?
 

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2146746 Ano: 2015
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
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Na equipe de televisão, como se chama o profissional que opera a mesa de corte (swicher), seleciona as imagens e efeitos que devem ser transmitidos e/ou gravados, orientando os cinegrafistas quanto ao seu posicionamento e ângulo de tomadas, supervisionando e dirigindo toda a equipe operacional durante os trabalhos?
 

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2146745 Ano: 2015
Disciplina: Biologia
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
O equipamento usado, quando se necessita de um ambiente de trabalho estéril para a manipulação de materiais que não podem sofrer contaminação do meio ambiente, é denominado:
 

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