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Foram encontradas 460 questões.

2435774 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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A degermação (ou escovação) cirúrgica consiste em uma lavagem das mãos (área nobre), do punho, dos antebraços até o cotovelo. Sobre essa técnica, é CORRETO afirmar que
 

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2435771 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
INSTRUÇÃO: Analise e responda a questão, de acordo com Lei nº 8.112, de 11/12/1990 e suas alterações.
O processo disciplinar se desenvolve nas seguintes fases, EXCETO:
 

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2435720 Ano: 2012
Disciplina: Biologia
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Marque a alternativa que apresenta apenas granulócitos
 

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2435641 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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A coleta de amostra de urina para a realização de diversos exames é uma prática comumente realizada pela equipe de enfermagem em unidades de internação. Os cuidados com o material coletado são de fundamental importância para o resultado satisfatório do exame. Dessa forma, a coleta desse material requer a utilização de recipiente esterilizado, quando o exame solicitado for
 

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2435615 Ano: 2012
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
O trabalho de um gerente é ajudar uma organização a fazer uso de seus recursos para atingir seus objetivos (Jones & George, 2008). Dessa forma, com relação ao processo administrativo, é INCORRETO afirmar que
 

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2435599 Ano: 2012
Disciplina: Arquitetura
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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Enunciado 2900726-1
O desenho acima mostra uma proposta para a implantação da Escola de Arquitetura no Campus da Pampulha, feita por um estudante no seu Trabalho Final de Curso. A proposta constitui-se de dois blocos: o bloco "A", de 80,00m por 15,00m, implantado num platô no nível 823, com 5(cinco) pavimentos, cada um com a altura de quatro metros, de piso a piso; o bloco "B, de 35,00m por 15,00m, implantado num platô no nível 818, com dois pavimentos, cada um com a altura de cinco metros de piso a piso.
Durante o exame, a banca fez as seguintes observações:
I - A junção entre os dois blocos só seria de mesmo nível no piso do segundo pavimento do bloco B.
II - A orientação dos blocos dialoga bem com o entorno, estabelecendo um contraste ousado com os alinhamentos das ruas vizinhas.
III- O bloco "A" propicia uma sombra parcial na cobertura do bloco "B, o que contribui para melhorar o conforto ambiental de "B".
IV - A junção dos Bloco "A"e "B" cria uma região no nível 823 que ficará a mais de 10 metros de distância da janela mais próxima dificultando, assim, uma boa iluminação natural para todo esse pavimento.
V - A volumetria resultante do conjunto é equilibrada, embora o bloco "B" seja muito pesado visualmente, devido às sua proporções.
VI - A área total da edificação, de 8.100,00 m², excede em 1.500,00m² as demandas da Escola de Arquitetura levantadas pelo estudante, o que implica num aumento de custo do empreendimento.
VII - A grande área de cobertura (mais de 2.000,00 m²) poderia ser usada para captação de energia solar, associada ao reaproveitamento de águas pluviais.
VIII - Os dois paralelepípedos que compõem o volume dão um aspecto austero à edificação, o que não combina com o espírito descontraído dos arquitetos.
O estudante agradeceu as observações objetivas e preferiu não comentar aquelas de caráter subjetivo.
As observações não comentadas pelo estudante foram:
 

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2435498 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
INSTRUÇÃO: Leia este texto e, com base nele, responda à questão.
A Bulgária existe
Lembro com distorcida nitidez a noite em que ouvi pela primeira vez o nome Campos de Carvalho (1916-98). Jogava bilhar num daqueles botecos ladrilhados da rua Cardeal Arcoverde quando um acaso fez com que Sérgio Cohn, então editor da sensacional revista de poesia "Azougue", adentrasse o ambiente. Disse distorcida nitidez: lembro que chovia e que ainda estávamos no conturbado século 20. E que as esferas coloridas ricocheteavam provocando um ruído estridente. Acho que os ladrilhos eram brancos. E que Sérgio estava de óculos. Pouco importa.
Sentamo-nos e ele contou que tinha acabado de entrevistar Campos de Carvalho. "Quem?" "O maior escritor brasileiro de todos os tempos!" "Como? Nunca ouvi falar..." Me parecia impossível não conhecê-lo, até porque Sérgio repetiu, algumas vezes, que "o texto dele tem tudo a ver com você".
São normais, em conversas entre autores, delírios em que inventamos alguém para ver se convencemos o interlocutor. Já estava com a certeza de que era alvo de uma brincadeira quando lhe pedi uma frase do escritor. "Aos 16 anos de idade matei meu professor de lógica alegando legítima defesa."
Houve um silêncio, daqueles que se seguem a um estrondo. "É a primeira frase de 'A Lua Vem da Ásia', uma de suas quatro novelas" disse Sérgio, emoldurando meu encantamento. Nunca mais fui o mesmo. Um ano depois, a José Olympio lançaria um livro com as tais novelas ("A Lua Vem da Ásia", "Vaca de Nariz Sutil", "Chuva Imóvel" e "Púcaro Búlgaro") e eu me tornaria discípulo e divulgador da obra de Campos de Carvalho.
Me deixei influenciar por suas ideias, sua maneira livre e louca de escrever, seu surrealismo iconoclasta, seu humor dilacerante. Passei anos devorando aquelas iguarias insanas e procurando digeri-las no calor do que escrevia.
Na época, eu era repórter da "Viagem e Turismo". Tinha bom trânsito com os editores, e minhas pautas, embora atípicas, eram aceitas com simpatia. Foi munido desse cacife que entrei numa reunião e disse: "Alguém precisa ir à Bulgária comprovar a existência do país. Até onde sei, não existe."
Houve uma gargalhada, e o editor, com uma expressão "esse cara vai aprontar", aprovou a viagem. A pauta, na verdade, vinha do "Púcaro Búlgaro". Na vertiginosa narrativa de cerca de cem páginas, o personagem organiza uma hilária expedição à Bulgária a fim de certificar-se de sua existência.
Dias depois, estava no avião rumo a Sófia, a capital do controvertido país. Munido de câmera digital e embriagado do espírito surrealista de Campos, entrei na fila que me levaria ao guarda de fronteira e à possível constatação da existência do país. Enquanto esperava minha vez, observava um tapume que dividia a rua do aeroporto. A parte inferior era vazada, o que permitia ver sapatos de "cidadãos búlgaros" transitando pela suposta calçada. "Onde há búlgaros, há Bulgária", pensei.
Mas os secretos desígnios que conduzem nossos passos me guardavam uma surpresa. O policial informou que meu visto valeria só dali a quatro dias e que eu poderia esperar na sala de embarque por quatro dias ou ir embora. Olhei para a desolada sala com seus sofás e bancos de couro imundos.
Disse que era repórter brasileiro e estava ali a trabalho. Ele então conduziu-me até uma sala, onde esperei um funcionário que trataria da minha situação. Nesse ínterim, lembrei que a maioria da polícia secreta da ex-URSS, a terrível KGB, era de búlgaros. Tremi. Então chegou outro funcionário. "Para que lugares você pretendia ir?", perguntou-me, já me informando no verbo "pretendia" que eu não entraria no seu país.
Neste momento, entendi que minha reportagem estava em pleno curso -policiais de fronteira queriam ocultar de mim a não existência da Bulgária. Respondi que meu objetivo era "andar sempre em frente sob a neve até atingir o mar Negro." Ele retorquiu nervoso: "Mas por que a Bulgária?". Era a perguntava que eu esperava. "Porque no Brasil há uma desconfiança quanto à existência da Bulgária." Imediatamente, ele apontou a saída e fui jogado no ônibus que me levaria de volta a um avião.
PESSOA, Ciro. http://sergyovitro.blogspot.com/2012/01/bulgaria-existe-ciro-pessoa.html Acesso em 08 jan.
2012.
Leia o trecho.
Jogava bilhar num daqueles botecos ladrilhados da rua Cardeal Arcoverde quando um acaso fez com que Sérgio Cohn, então editor da sensacional revista de poesia "Azougue", adentrasse o ambiente.
A alternativa em que as vírgulas foram utilizadas com a mesma função que possui nesse trecho é
 

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2435470 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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INSTRUÇÃO: A questão refere-se ao texto. Leia-o atentamente, antes de respondê-las.
Anvisa ataca cigarros com sabor, mas jovens resistem a parar de fumar
Bia (nome fictício) tem 15 anos e fuma a caminho da escola, da casa dos amigos, no ponto de ônibus. Mesmo tendo recebido há pouco um diagnóstico de câncer na tireoide. Começou aos 13.
"Meus amigos regulam cigarro, minha mãe nega dinheiro. Sei que faz mal, mas não quero parar agora. A menos que o médico diga que vou morrer por causa do cigarro, e logo."
O caso é extremo, mas o apego é comum. Os jovens sabem que faz mal, mas é raro ouvir algum deles falando em abandonar o vício.
Recentemente uma resolução da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou a proibição de cigarros aromatizados ou com sabor -como menta, baunilha ou cravo- a partir de agosto de 2014. Dados do Inca (Instituto Nacional do Câncer) apontam que 24% dos estudantes entre 13 e 15 anos já experimentaram tabaco. Um em cada quatro se vicia e 60% deles preferem os aromatizados.
É o caso do estudante Lucas Baranyi, 20, que só fuma mentolado. Começou aos 18 anos, por influência de uma ex-namorada. "Acho que rola um autoengano porque a fumaça e o cheiro são mais fracos e parece que não faz tão mal."
Sobre a proibição da Anvisa, Baranyi é taxativo: "Não acho que essas proibições sejam inteligentes. Se eu parar, não paro feliz. Talvez apenas mude de marca".
Rebecca Catalani, 20, prefere os regulares e refuta a decisão da Anvisa. "Acho errado quando interferem nas minhas escolhas. Já proibiram propaganda e restringiram os locais em que é permitido fumar. Bebida é muito pior e ninguém faz nada." Rebecca aderiu ao tabaco entre amigos, numa rodinha com bebida alcoólica, aos 16 anos. "Tive problemas de ansiedade. Com o tempo, comecei a fumar para acalmar e vi que funciona", diz.
Com Bia foi mais ou menos assim. O câncer apareceu pela primeira vez aos dez anos. O cigarro virou uma válvula de escape na adolescência. "Eu sabia que fumar era um risco, mas resolvi assumir. Não me arrependo. A doença não foi consequência disso."
Para a médica Darlene Dias Pinto, coordenadora do programa de controle do tabaco em São Paulo, do Ministério da Saúde, a resistência é reflexo de imediatismo e comodidade emocional. "As pessoas preferem aliviar um problema com nicotina do que cutucar a ferida mais a fundo. Nunca pensam que são viciadas. E só procuram parar quando sentem os danos à saúde."
As unidades básicas de saúde oferecem acolhimento a tabagistas, que são direcionados a grupos de apoio regionais. Mas, segundo a médica, a procura de jovens é inexpressiva. Só 3% dos tabagistas conseguem abandonar o vício espontaneamente. A maioria tenta até quatro vezes antes de procurar ajuda profissional.
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Cigarros aromatizados e com sabor surgiram nos anos 1970 como parte da estratégia da indústria tabagista para angariar o público jovem, que renegava o gosto amargo dos convencionais no primeiro contato. Estima-se que 50% dos jovens comecem a fumar atraídos por bolinhas de aroma mentolado nos filtros e outros quase "brinquedos" que escondem milhares de substâncias da pesada.
O Ministério da Saúde disponibiliza aos fumantes um programa para ajudá-los a abandonar o vício.
D’ELIA, Renata. Folha de São Paulo, Folhateen, 30 abr. 2012
Entre as razões apontadas no texto, a que, geralmente, conduz os jovens a abdicar ao vício é
 

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2435451 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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Uma fazenda leiteira recolhe por dia 1.344 litros de leite. Do total da produção, 40% são destinados à produção de queijo. Com cada 8 litros de leite é produzido 1 kg de queijo. Após a sua fabricação, o queijo é dividido em embalagens de 200 gramas e empacotado em dúzias. Cada pacote é vendido por R$ 22,00. O valor arrecadado semanalmente por essa fazenda com a venda de queijos é de
 

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2435396 Ano: 2012
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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As psicoterapias cognitivo-comportamentais grupais NÃO são indicadas no tratamento do(s) seguinte(s) quadro(s):
 

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