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Foram encontradas 460 questões.

2443525 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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INSTRUÇÃO: A questão deve ser respondida com base no TEXTO.
TEMPORADA SEM FIM
Existe um Brasil que pouca gente conhece. Não porque o acesso seja complicado – na verdade, esse Brasil desconhecido fica exatamente no mesmo lugar daquele Brasil que você costuma visitar. Não é uma questão de localização, mas de época. Estou falando do Brasil da baixa temporada.
Entenda: o Brasil tem a baixa temporada mais longa – e mais aproveitável – do planeta. Em qualquer mês fora das férias escolares existe algum lugar do patropi com clima perfeito (e pouca gente para dividir o espaço com você). Em muitos lugares, o clima da baixa temporada é, inclusive, melhor do que durante as férias.
É o caso, por exemplo, do litoral do Sudeste e de Santa Catarina, onde o outono costuma ser visivelmente mais seco do que o verão. Vá antes de o frio chegar e você pegará muito mais sol do que em janeiro. No meio do ano – entre maio e outubro – é a vez de Minas, do Brasil central e do Norte. Evite as férias de julho e os feriadões, e você será o dono do pedaço.
E o que são as praias do Nordeste no segundo semestre? Livres e desimpedidas, como poucas no mundo. (Se bem que eu conheço fãs do “inverno” nordestino também. Entre abril e junho, instalam-se em hotéis ou pousadas pé na areia munidos de um estoque de livros e aproveitam as abertura de sol para caminhar na praia.)
Esse Brasil fora das férias e dos feriadões é bem mais em conta do que aquele Brasil de janeiro que você já conhece. E se você foi ao Brasil do Reveillon ou do Carnaval, vai achar esse Brasil de baixa temporada uma autêntica pechincha.
Sabendo procurar, você vai encontrar resorts com diárias surpreendentemente camaradas. A situação fica ainda mais favorável quando você considera se hospedar em pousadas. Durante toda a baixa estação, pousadeiros costumam se mostrar receptivos à pergunta “por quanto você me faz?”. Um momento bastante propício para descolar barbadas é sempre na semana que antecede um feriadão, quando todo mundo fica em casa para sair ao mesmo tempo no fim de semana seguinte.
E finalmente: sabe aquelas diárias incríveis de hospedagem oferecidas pelos sites de compras coletivas? Muitas vezes esses sites apenas organizam e dão publicidade a tarifas que você conseguiria se pesquisasse por conta própria.
Veja só, não estou dizendo que o Brasil está baratinho. Só queria mostrar o quanto você perde ao pensar que todos os meses são como janeiro. Aceita um conselho? Salve uma semana das suas férias para tirar na baixa temporada. Você vai descobrir um Brasil bom, bonito e bem mais perto do seu bolso.
FREIRE, Ricardo. Revista Gol. n. 120 Mar. 2012, p.140.
Assinale a alternativa em que o fragmento destacado no trecho apresenta uma condição.
 

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2443517 Ano: 2012
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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Em relação aos transtornos de personalidade, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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2443492 Ano: 2012
Disciplina: Medicina Legal
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
As angiotécnicas são procedimentos utilizados para evidenciar
 

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2443489 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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INSTRUÇÃO: A questão deve ser respondida com base no TEXTO.
TEMPORADA SEM FIM
Existe um Brasil que pouca gente conhece. Não porque o acesso seja complicado – na verdade, esse Brasil desconhecido fica exatamente no mesmo lugar daquele Brasil que você costuma visitar. Não é uma questão de localização, mas de época. Estou falando do Brasil da baixa temporada.
Entenda: o Brasil tem a baixa temporada mais longa – e mais aproveitável – do planeta. Em qualquer mês fora das férias escolares existe algum lugar do patropi com clima perfeito (e pouca gente para dividir o espaço com você). Em muitos lugares, o clima da baixa temporada é, inclusive, melhor do que durante as férias.
É o caso, por exemplo, do litoral do Sudeste e de Santa Catarina, onde o outono costuma ser visivelmente mais seco do que o verão. Vá antes de o frio chegar e você pegará muito mais sol do que em janeiro. No meio do ano – entre maio e outubro – é a vez de Minas, do Brasil central e do Norte. Evite as férias de julho e os feriadões, e você será o dono do pedaço.
E o que são as praias do Nordeste no segundo semestre? Livres e desimpedidas, como poucas no mundo. (Se bem que eu conheço fãs do “inverno” nordestino também. Entre abril e junho, instalam-se em hotéis ou pousadas pé na areia munidos de um estoque de livros e aproveitam as abertura de sol para caminhar na praia.)
Esse Brasil fora das férias e dos feriadões é bem mais em conta do que aquele Brasil de janeiro que você já conhece. E se você foi ao Brasil do Reveillon ou do Carnaval, vai achar esse Brasil de baixa temporada uma autêntica pechincha.
Sabendo procurar, você vai encontrar resorts com diárias surpreendentemente camaradas. A situação fica ainda mais favorável quando você considera se hospedar em pousadas. Durante toda a baixa estação, pousadeiros costumam se mostrar receptivos à pergunta “por quanto você me faz?”. Um momento bastante propício para descolar barbadas é sempre na semana que antecede um feriadão, quando todo mundo fica em casa para sair ao mesmo tempo no fim de semana seguinte.
E finalmente: sabe aquelas diárias incríveis de hospedagem oferecidas pelos sites de compras coletivas? Muitas vezes esses sites apenas organizam e dão publicidade a tarifas que você conseguiria se pesquisasse por conta própria.
Veja só, não estou dizendo que o Brasil está baratinho. Só queria mostrar o quanto você perde ao pensar que todos os meses são como janeiro. Aceita um conselho? Salve uma semana das suas férias para tirar na baixa temporada. Você vai descobrir um Brasil bom, bonito e bem mais perto do seu bolso.
FREIRE, Ricardo. Revista Gol. n. 120 Mar. 2012, p.140.
É objetivo principal do texto
 

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2443426 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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São requisitos indispensáveis nas anotações de enfermagem feitas no prontuário do paciente, EXCETO
 

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2443406 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Paciente 55 anos, masculino, há 22 dias internado com quadro de pneumonia, traqueostomizado, em desmame da ventilação mecânica. História pregressa de angina com CAT, mostrando obstrução parcial em 2 artérias coronárias (coronária direita e circumflexa). Apresenta quadro súbito de hipotensão e fibrilação atrial. Um cateter de artéria pulmonar é inserido e os dados obtidos mostram: pressão venosa central (PVC) 19 mmHg, pressão de artéria pulmonar (PAP) 45/24 mmHg (média 25), pressão de artéria pulmonar ocluída (PAPO) 14 mmHg, débito cardíaco (DC) 2,7 L/min, índice cardíaco (IC) 1,6 L/min e saturação venosa de O2 (SvO2) 44%.
Qual das condições abaixo é a causa MAIS provável da hipotensão aguda desse paciente?
 

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2443395 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
INSTRUÇÃO: A questão deve ser respondida com base na leitura do TEXTO. Leia com atenção, antes de respondê-la.
TEXTO
Inovadores solitários trabalham bem com os outros
Enunciado 3101705-1
Tímido e quase surdo, Thomas Edison trabalhava tão obsessivamente em seu laboratório em Nova Jersey que sua própria família mal o conhecia. Ele passou a personificar o mito do gênio solitário, após ajudar a inaugurar a era moderna inventando o fonógrafo e a lâmpada e conquistando mais de mil patentes.
Mas na realidade Edison precisava de ajuda, mesmo que a colaboração não fosse fácil para ele. Nikola Tesla, um assistente frustrado e mal pago, e mais tarde um amargo adversário, descreveu Edison desta maneira: “Ele não tinha hobby, não se interessava por nenhuma diversão e ignorava as mais elementares regras de higiene”.
Desde então, inovadores lutaram com o difícil equilíbrio entre inspiração solitária e realização coletiva, colaborativa. Muitos parecem se inclinar naturalmente para a primeira, mas por pragmatismo adotam a segunda.
Quando Steve Jobs morreu, no ano passado, colegas da Apple lembraram seu estilo muitas vezes bruto e prepotente de liderança, sua arrogância cheia de opiniões e até sua desconsideração pelas regras elementares de higiene. Mas para Jobs a colaboração era essencial. Muitas de suas 313 patentes foram compartilhadas com outras pessoas e, se seus engenheiros e projetistas não cooperassem, ele os demitia.
Como relatou o “Times”, “as patentes também mostram que com frequência Jobs trabalhou com a equipe de desenho industrial para refinar cada detalhe de um produto”.
No livro “Steve Jobs”, Walter Isaacson conta que a Sony tinha todos os ingredientes para dominar a música digital, com uma experiência de usuário integrado que misturava hardware, software e conteúdo. A Apple chegou mais tarde, mas com seus iPods e iTunes criou uma indústria de bilhões de dólares. Sua vantagem? Ao contrário das divisões rivais da Sony, escreveu Isaacson, “Jobs não organizou a Apple em divisões semiautônomas; ele controlava de perto todas as suas equipes e as empurrava para o trabalho como uma empresa coesa e flexível”.
O modelo de colaboração inovadora foram os Laboratórios Bell. Seu campus em Nova Jersey tinha longos corredores com escritórios abertos e seu diretor, Mervin Kelly, incentivava o livre intercâmbio de ideias entre teóricos, físicos, químicos, matemáticos e engenheiros. Na maior parte do século 20, os cientistas da Bell conduziram avanços revolucionários em transistores, fibra óptica, células solares e lasers, para citar só alguns.
“The Idea Factory: Bell LabsandtheGreat Age of American Innovation” [“A Fábrica de Ideias: os Bell Labs e a Grande Era da Inovação Americana”], de Jon Gertner, relata como um teórico, Claude Elwood Shannon, fazia malabarismo enquanto pedalava em uma bicicleta fixa no corredor. Ele também era conhecido por uma teoria da matemática binária que ajudou a criar os computadores digitais.
Mas o que dizer daqueles pensadores pouco sociáveis que não se importam em trocar ideias com um gênio malabarista que pedala no monociclo? Escrevendo na revista “Wired”, Clive Thompson afirmou que, para muitos verdadeiros inovadores, a dinâmica social do “trabalho em equipe incessante” pode ser estressante e causar distração. Thompson ofereceu uma solução grandiosa, mas óbvia: a web.
“Com textos, bate-papo, atualizações, comentários e correio eletrônico, você pode discutir ideias”, escreveu. Mas, ele acrescentou, “pode fazer isso na privacidade”. Ainda melhor, se seus hábitos de higiene estão aquém de suas inovações.
DELANEY, Kevin. Disponível em: http://www.opovo.com.br/app/opovo/thenewyorktimes/2012/04/30/
noticiasnewyorktimes/2830277/inovadores-solitarios-trabalham-bem-com-os-outros.shtml. Acesso em: 14
mai. 2012.
Assinale a alternativa em que a palavra ou a expressão destacada estabelece relação entre partes do texto, contribuindo para a sua continuidade.
 

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2443391 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
INSTRUÇÃO: A questão refere-se ao Texto. Leia-o atentamente, antes de responder.
Como salvar a biotecnologia?
"Você vai precisar de um barco maior", diz o chefe de polícia interpretado por Roy Scheider em "Tubarão", quando ele vê o animal pela primeira vez. Diante do câncer, do diabetes e do Alzheimer, precisamos de um veículo de investimento maior.
À medida que a expectativa de vida cresce e as mortes causadas por enfermidades como as doenças cardíacas caem, os desafios que as companhias do setor de saúde enfrentam se tornam maiores e mais complicados. Mas os investidores se preocupam cada vez mais com o dinheiro perdido na busca de novos medicamentos.
Patentes sobre remédios cardíacos de sucesso como o Lipitor, da Pfizer, e o Plavix, da Sanofi, estão por expirar, e não há sinais de que o setor conseguirá substituí-las.
O setor de capital para empreendimentos reduziu seu investimento na biotecnologia, por falta de retorno, e o investimento público em pesquisa de saúde está sob pressão nos EUA e em outras economias ricas.
Talvez seja hora de pensar no impensável: se os investidores privados já não
querem sustentar a pesquisa médica, é preciso encontrar quem os substitua.
......................................................................................................................................
Dinheiro novo é necessário para as pesquisas de primeiro estágio - aquelas nas quais possíveis novos medicamentos são identificados antes de serem desenvolvidos e submetidos a testes clínicos. O setor de capital para empreendimentos deixou o segmento de lado devido à queda no número de empresas iniciantes que conseguiram chegar ao estágio de abertura de capital. O investimento das companhias norte-americanas de capital para empreendimentos em biotecnologia caiu 43% no primeiro trimestre.
O investidor está se comportando de modo racional - os retornos sobre a pesquisa vêm sendo modestos desde a era dos medicamentos de grande sucesso dos anos 1990.
O índice de insucesso de remédios novos em testes clínicos vem subindo firmemente, e os esforços dos fabricantes de medicamentos para aumentar a produtividade -por exemplo, ao adotar modelos de pesquisa mais parecidos com os das empresas iniciantes de biotecnologia- não ajudaram muito.
Para a sociedade, porém, o resultado é desastroso. A ciência genética se tornou tão complexa que muitas pesquisas caras são necessárias para identificar tratamentos para doenças como o mal de Alzheimer. Mas investidores podem ganhar mais aplicando em outros setores. [...]
GAPPER, John. Folha de São Paulo, Mercado, B11, 06 mai 2012.
Leia este fragmento:
À medida que a expectativa de vida cresce e as mortes causadas por enfermidades como as doenças cardíacas caem, os desafios que as companhias do setor de saúde enfrentam se tornam maiores e mais complicados.”
O trecho em destaque estabelece com o período subsequente uma relação de
 

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2443287 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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INSTRUÇÃO: A questão refere-se ao texto. Leia-o atentamente, antes de respondê-las.
Anvisa ataca cigarros com sabor, mas jovens resistem a parar de fumar
Bia (nome fictício) tem 15 anos e fuma a caminho da escola, da casa dos amigos, no ponto de ônibus. Mesmo tendo recebido há pouco um diagnóstico de câncer na tireoide. Começou aos 13.
"Meus amigos regulam cigarro, minha mãe nega dinheiro. Sei que faz mal, mas não quero parar agora. A menos que o médico diga que vou morrer por causa do cigarro, e logo."
O caso é extremo, mas o apego é comum. Os jovens sabem que faz mal, mas é raro ouvir algum deles falando em abandonar o vício.
Recentemente uma resolução da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou a proibição de cigarros aromatizados ou com sabor -como menta, baunilha ou cravo- a partir de agosto de 2014. Dados do Inca (Instituto Nacional do Câncer) apontam que 24% dos estudantes entre 13 e 15 anos já experimentaram tabaco. Um em cada quatro se vicia e 60% deles preferem os aromatizados.
É o caso do estudante Lucas Baranyi, 20, que só fuma mentolado. Começou aos 18 anos, por influência de uma ex-namorada. "Acho que rola um autoengano porque a fumaça e o cheiro são mais fracos e parece que não faz tão mal."
Sobre a proibição da Anvisa, Baranyi é taxativo: "Não acho que essas proibições sejam inteligentes. Se eu parar, não paro feliz. Talvez apenas mude de marca".
Rebecca Catalani, 20, prefere os regulares e refuta a decisão da Anvisa. "Acho errado quando interferem nas minhas escolhas. Já proibiram propaganda e restringiram os locais em que é permitido fumar. Bebida é muito pior e ninguém faz nada." Rebecca aderiu ao tabaco entre amigos, numa rodinha com bebida alcoólica, aos 16 anos. "Tive problemas de ansiedade. Com o tempo, comecei a fumar para acalmar e vi que funciona", diz.
Com Bia foi mais ou menos assim. O câncer apareceu pela primeira vez aos dez anos. O cigarro virou uma válvula de escape na adolescência. "Eu sabia que fumar era um risco, mas resolvi assumir. Não me arrependo. A doença não foi consequência disso."
Para a médica Darlene Dias Pinto, coordenadora do programa de controle do tabaco em São Paulo, do Ministério da Saúde, a resistência é reflexo de imediatismo e comodidade emocional. "As pessoas preferem aliviar um problema com nicotina do que cutucar a ferida mais a fundo. Nunca pensam que são viciadas. E só procuram parar quando sentem os danos à saúde."
As unidades básicas de saúde oferecem acolhimento a tabagistas, que são direcionados a grupos de apoio regionais. Mas, segundo a médica, a procura de jovens é inexpressiva. Só 3% dos tabagistas conseguem abandonar o vício espontaneamente. A maioria tenta até quatro vezes antes de procurar ajuda profissional.
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Cigarros aromatizados e com sabor surgiram nos anos 1970 como parte da estratégia da indústria tabagista para angariar o público jovem, que renegava o gosto amargo dos convencionais no primeiro contato. Estima-se que 50% dos jovens comecem a fumar atraídos por bolinhas de aroma mentolado nos filtros e outros quase "brinquedos" que escondem milhares de substâncias da pesada.
O Ministério da Saúde disponibiliza aos fumantes um programa para ajudá-los a abandonar o vício.
D’ELIA, Renata. Folha de São Paulo, Folhateen, 30 abr. 2012
Leia o seguinte trecho:
Sei que faz mal, mas não quero parar agora.
É CORRETO afirmar que, nesse período, a palavra destacada relaciona duas orações, introduzindo uma ideia de
 

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2443183 Ano: 2012
Disciplina: Biologia
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Com relação às articulações presentes nos mamíferos, assinale a alternativa correta:
 

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