Foram encontradas 460 questões.
Um pai deixou uma herança de R$ 599.297,00, a ser divida entre seus três filhos: Pedro de 15 anos, Rafaela de 20 anos e Gabriela de 25 anos. A herança deverá ser dividida em partes inversamente proporcionais à idade dos filhos, o valor que Rafaela receberá será de
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INSTRUÇÃO: A questão refere-se ao texto. Leia-o atentamente, antes de respondê-las.
Anvisa ataca cigarros com sabor, mas jovens resistem a parar de fumar
Bia (nome fictício) tem 15 anos e fuma a caminho da escola, da casa dos amigos, no ponto de ônibus. Mesmo tendo recebido há pouco um diagnóstico de câncer na tireoide. Começou aos 13.
"Meus amigos regulam cigarro, minha mãe nega dinheiro. Sei que faz mal, mas não quero parar agora. A menos que o médico diga que vou morrer por causa do cigarro, e logo."
O caso é extremo, mas o apego é comum. Os jovens sabem que faz mal, mas é raro ouvir algum deles falando em abandonar o vício.
Recentemente uma resolução da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou a proibição de cigarros aromatizados ou com sabor -como menta, baunilha ou cravo- a partir de agosto de 2014. Dados do Inca (Instituto Nacional do Câncer) apontam que 24% dos estudantes entre 13 e 15 anos já experimentaram tabaco. Um em cada quatro se vicia e 60% deles preferem os aromatizados.
É o caso do estudante Lucas Baranyi, 20, que só fuma mentolado. Começou aos 18 anos, por influência de uma ex-namorada. "Acho que rola um autoengano porque a fumaça e o cheiro são mais fracos e parece que não faz tão mal."
Sobre a proibição da Anvisa, Baranyi é taxativo: "Não acho que essas proibições sejam inteligentes. Se eu parar, não paro feliz. Talvez apenas mude de marca".
Rebecca Catalani, 20, prefere os regulares e refuta a decisão da Anvisa. "Acho errado quando interferem nas minhas escolhas. Já proibiram propaganda e restringiram os locais em que é permitido fumar. Bebida é muito pior e ninguém faz nada." Rebecca aderiu ao tabaco entre amigos, numa rodinha com bebida alcoólica, aos 16 anos. "Tive problemas de ansiedade. Com o tempo, comecei a fumar para acalmar e vi que funciona", diz.
Com Bia foi mais ou menos assim. O câncer apareceu pela primeira vez aos dez anos. O cigarro virou uma válvula de escape na adolescência. "Eu sabia que fumar era um risco, mas resolvi assumir. Não me arrependo. A doença não foi consequência disso."
Para a médica Darlene Dias Pinto, coordenadora do programa de controle do tabaco em São Paulo, do Ministério da Saúde, a resistência é reflexo de imediatismo e comodidade emocional. "As pessoas preferem aliviar um problema com nicotina do que cutucar a ferida mais a fundo. Nunca pensam que são viciadas. E só procuram parar quando sentem os danos à saúde."
As unidades básicas de saúde oferecem acolhimento a tabagistas, que são direcionados a grupos de apoio regionais. Mas, segundo a médica, a procura de jovens é inexpressiva. Só 3% dos tabagistas conseguem abandonar o vício espontaneamente. A maioria tenta até quatro vezes antes de procurar ajuda profissional.
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Cigarros aromatizados e com sabor surgiram nos anos 1970 como parte da estratégia da indústria tabagista para angariar o público jovem, que renegava o gosto amargo dos convencionais no primeiro contato. Estima-se que 50% dos jovens comecem a fumar atraídos por bolinhas de aroma mentolado nos filtros e outros quase "brinquedos" que escondem milhares de substâncias da pesada.
O Ministério da Saúde disponibiliza aos fumantes um programa para ajudá-los a abandonar o vício.
D’ELIA, Renata. Folha de São Paulo, Folhateen, 30 abr. 2012
É uma condição, apontada no texto, para que o jovem pare de fumar:
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São princípios dos cuidados paliativos, EXCETO.
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INSTRUÇÃO: Leia este texto e, com base nele, responda à questão.
A Bulgária existe
Lembro com distorcida nitidez a noite em que ouvi pela primeira vez o nome Campos de Carvalho (1916-98). Jogava bilhar num daqueles botecos ladrilhados da rua Cardeal Arcoverde quando um acaso fez com que Sérgio Cohn, então editor da sensacional revista de poesia "Azougue", adentrasse o ambiente. Disse distorcida nitidez: lembro que chovia e que ainda estávamos no conturbado século 20. E que as esferas coloridas ricocheteavam provocando um ruído estridente. Acho que os ladrilhos eram brancos. E que Sérgio estava de óculos. Pouco importa.
Sentamo-nos e ele contou que tinha acabado de entrevistar Campos de Carvalho. "Quem?" "O maior escritor brasileiro de todos os tempos!" "Como? Nunca ouvi falar..." Me parecia impossível não conhecê-lo, até porque Sérgio repetiu, algumas vezes, que "o texto dele tem tudo a ver com você".
São normais, em conversas entre autores, delírios em que inventamos alguém para ver se convencemos o interlocutor. Já estava com a certeza de que era alvo de uma brincadeira quando lhe pedi uma frase do escritor. "Aos 16 anos de idade matei meu professor de lógica alegando legítima defesa."
Houve um silêncio, daqueles que se seguem a um estrondo. "É a primeira frase de 'A Lua Vem da Ásia', uma de suas quatro novelas" disse Sérgio, emoldurando meu encantamento. Nunca mais fui o mesmo. Um ano depois, a José Olympio lançaria um livro com as tais novelas ("A Lua Vem da Ásia", "Vaca de Nariz Sutil", "Chuva Imóvel" e "Púcaro Búlgaro") e eu me tornaria discípulo e divulgador da obra de Campos de Carvalho.
Me deixei influenciar por suas ideias, sua maneira livre e louca de escrever, seu surrealismo iconoclasta, seu humor dilacerante. Passei anos devorando aquelas iguarias insanas e procurando digeri-las no calor do que escrevia.
Na época, eu era repórter da "Viagem e Turismo". Tinha bom trânsito com os editores, e minhas pautas, embora atípicas, eram aceitas com simpatia. Foi munido desse cacife que entrei numa reunião e disse: "Alguém precisa ir à Bulgária comprovar a existência do país. Até onde sei, não existe."
Houve uma gargalhada, e o editor, com uma expressão "esse cara vai aprontar", aprovou a viagem. A pauta, na verdade, vinha do "Púcaro Búlgaro". Na vertiginosa narrativa de cerca de cem páginas, o personagem organiza uma hilária expedição à Bulgária a fim de certificar-se de sua existência.
Dias depois, estava no avião rumo a Sófia, a capital do controvertido país. Munido de câmera digital e embriagado do espírito surrealista de Campos, entrei na fila que me levaria ao guarda de fronteira e à possível constatação da existência do país. Enquanto esperava minha vez, observava um tapume que dividia a rua do aeroporto. A parte inferior era vazada, o que permitia ver sapatos de "cidadãos búlgaros" transitando pela suposta calçada. "Onde há búlgaros, há Bulgária", pensei.
Mas os secretos desígnios que conduzem nossos passos me guardavam uma surpresa. O policial informou que meu visto valeria só dali a quatro dias e que eu poderia esperar na sala de embarque por quatro dias ou ir embora. Olhei para a desolada sala com seus sofás e bancos de couro imundos.
Disse que era repórter brasileiro e estava ali a trabalho. Ele então conduziu-me até uma sala, onde esperei um funcionário que trataria da minha situação. Nesse ínterim, lembrei que a maioria da polícia secreta da ex-URSS, a terrível KGB, era de búlgaros. Tremi. Então chegou outro funcionário. "Para que lugares você pretendia ir?", perguntou-me, já me informando no verbo "pretendia" que eu não entraria no seu país.
Neste momento, entendi que minha reportagem estava em pleno curso -policiais de fronteira queriam ocultar de mim a não existência da Bulgária. Respondi que meu objetivo era "andar sempre em frente sob a neve até atingir o mar Negro." Ele retorquiu nervoso: "Mas por que a Bulgária?". Era a perguntava que eu esperava. "Porque no Brasil há uma desconfiança quanto à existência da Bulgária." Imediatamente, ele apontou a saída e fui jogado no ônibus que me levaria de volta a um avião.
PESSOA, Ciro. http://sergyovitro.blogspot.com/2012/01/bulgaria-existe-ciro-pessoa.html Acesso em 08 jan.
2012.
Assinale a alternativa em que o termo entre parênteses se refere ao termo destacado no trecho retirado do texto.
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Homem de 34 anos, com história de cefaleia intensa de instalação súbita, após atividade sexual, apresenta-se à unidade de emergência ainda com dor e questionável rigidez nucal.
Em relação a esse histórico, é INCORRETO afirmar que
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INSTRUÇÃO: A questão refere-se ao Texto. Leia-o atentamente, antes de responder.
Como salvar a biotecnologia?
"Você vai precisar de um barco maior", diz o chefe de polícia interpretado por Roy Scheider em "Tubarão", quando ele vê o animal pela primeira vez. Diante do câncer, do diabetes e do Alzheimer, precisamos de um veículo de investimento maior.
À medida que a expectativa de vida cresce e as mortes causadas por enfermidades como as doenças cardíacas caem, os desafios que as companhias do setor de saúde enfrentam se tornam maiores e mais complicados. Mas os investidores se preocupam cada vez mais com o dinheiro perdido na busca de novos medicamentos.
Patentes sobre remédios cardíacos de sucesso como o Lipitor, da Pfizer, e o Plavix, da Sanofi, estão por expirar, e não há sinais de que o setor conseguirá substituí-las.
O setor de capital para empreendimentos reduziu seu investimento na biotecnologia, por falta de retorno, e o investimento público em pesquisa de saúde está sob pressão nos EUA e em outras economias ricas.
Talvez seja hora de pensar no impensável: se os investidores privados já não
querem sustentar a pesquisa médica, é preciso encontrar quem os substitua.
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Dinheiro novo é necessário para as pesquisas de primeiro estágio - aquelas nas quais possíveis novos medicamentos são identificados antes de serem desenvolvidos e submetidos a testes clínicos. O setor de capital para empreendimentos deixou o segmento de lado devido à queda no número de empresas iniciantes que conseguiram chegar ao estágio de abertura de capital. O investimento das companhias norte-americanas de capital para empreendimentos em biotecnologia caiu 43% no primeiro trimestre.
O investidor está se comportando de modo racional - os retornos sobre a pesquisa vêm sendo modestos desde a era dos medicamentos de grande sucesso dos anos 1990.
O índice de insucesso de remédios novos em testes clínicos vem subindo firmemente, e os esforços dos fabricantes de medicamentos para aumentar a produtividade -por exemplo, ao adotar modelos de pesquisa mais parecidos com os das empresas iniciantes de biotecnologia- não ajudaram muito.
Para a sociedade, porém, o resultado é desastroso. A ciência genética se tornou tão complexa que muitas pesquisas caras são necessárias para identificar tratamentos para doenças como o mal de Alzheimer. Mas investidores podem ganhar mais aplicando em outros setores. [...]
GAPPER, John. Folha de São Paulo, Mercado, B11, 06 mai 2012.
Leia estes fragmentos do texto
I. Talvez seja hora de pensar no impensável: se os investidores privados já não querem sustentar a pesquisa médica, é preciso encontrar quem os substitua.
II. O setor de capital para empreendimentos deixou o segmento de lado devido à queda no número de empresas iniciantes que conseguiram chegar ao estágio de abertura de capital.
III. O investidor está se comportando de modo racional - os retornos sobre a pesquisa vêm sendo modestos [...]
Os trechos destacados em I, II e III remetem, respectivamente a
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INSTRUÇÃO: Analise a questão de acordo com Lei nº 8.112, de 11/12/1990, e suas alterações.
Assinale a afirmativa correta:
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O prontuário do paciente é o conjunto de documentos padronizados, ordenados e concisos, destinador ao registro médico e paramédico prestado ao paciente. Em relação ao prontuário, a afirmativa INCORRETA é
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Assinale a alternativa CORRETA.
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Analise e responda a questão, de acordo com Lei nº 8.112, de 11/12/1990 e suas alterações.
Reversão é o retorno à atividade de servidor
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