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Foram encontradas 460 questões.

2425708 Ano: 2012
Disciplina: Medicina Legal
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Com relação à angioarquitetura das vísceras preenchidas com látex, é correto afirmar que, para polimerizar o látex, deve-se adicionar um pouco de
 

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2425694 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Em relação à terapia de substituição renal, assinale a alternativa CORRETA:
 

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2425511 Ano: 2012
Disciplina: Medicina Legal
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Se seu superior solicita para você fazer uma laparotomia no cadáver, você deve fazer uma incisão
 

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2425422 Ano: 2012
Disciplina: Arquitetura
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Provas:
A partir da Norma Brasileira de Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos, NBR9050:2004 pode-se afirmar que:
I – não é permitido adotar rampas em curva;
II – a declividade de rampas de acessos a palco em locais de reunião pode ser maior do que 8,33% para declive até 60cm.
III – a área de manobra de cadeira de rodas sem deslocamento exige um espaço livre definido por uma circunferência de diâmetro mínimo de 1,50m para giro de 360 graus.
IV – há parâmetros flexibilizados para reformas, em casos específicos em que não há possibilidade de atendimento pleno à norma.
São verdadeiras as afirmações:
 

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2425385 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Homem de 50 anos, etilista, há 72 horas sem ingerir bebida alcoólica. Apresenta-se com temperatura axilar de 390C, frequência cardíaca de 135, pressão arterial de 180/100 mm de Hg, confusão mental, desorientação, alucinações e sudorese profusa.
Qual a medicação de escolha para o principal diagnóstico do paciente?
 

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2425384 Ano: 2012
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Em relação às habilidades e competências gerenciais, é INCORRETO afirmar que
 

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2425381 Ano: 2012
Disciplina: Biologia
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
As enzimas são substâncias predominantemente intracelulares e normalmente estão presentes no soro somente em baixas concentrações. Quantificando as mudanças nas concentrações dessas enzimas em doenças é possível inferir a localização e a natureza das mudanças patológicas nos tecidos do corpo. Assinale a alternativa que correlaciona CORRETAMENTE a enzima e sua principal localização.
 

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2425375 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
INSTRUÇÃO: A questão deve ser respondida com base na leitura do TEXTO. Leia com atenção, antes de respondê-la.
TEXTO
Inovadores solitários trabalham bem com os outros
Enunciado 2605820-1
Tímido e quase surdo, Thomas Edison trabalhava tão obsessivamente em seu laboratório em Nova Jersey que sua própria família mal o conhecia. Ele passou a personificar o mito do gênio solitário, após ajudar a inaugurar a era moderna inventando o fonógrafo e a lâmpada e conquistando mais de mil patentes.
Mas na realidade Edison precisava de ajuda, mesmo que a colaboração não fosse fácil para ele. Nikola Tesla, um assistente frustrado e mal pago, e mais tarde um amargo adversário, descreveu Edison desta maneira: “Ele não tinha hobby, não se interessava por nenhuma diversão e ignorava as mais elementares regras de higiene”.
Desde então, inovadores lutaram com o difícil equilíbrio entre inspiração solitária e realização coletiva, colaborativa. Muitos parecem se inclinar naturalmente para a primeira, mas por pragmatismo adotam a segunda.
Quando Steve Jobs morreu, no ano passado, colegas da Apple lembraram seu estilo muitas vezes bruto e prepotente de liderança, sua arrogância cheia de opiniões e até sua desconsideração pelas regras elementares de higiene. Mas para Jobs a colaboração era essencial. Muitas de suas 313 patentes foram compartilhadas com outras pessoas e, se seus engenheiros e projetistas não cooperassem, ele os demitia.
Como relatou o “Times”, “as patentes também mostram que com frequência Jobs trabalhou com a equipe de desenho industrial para refinar cada detalhe de um produto”.
No livro “Steve Jobs”, Walter Isaacson conta que a Sony tinha todos os ingredientes para dominar a música digital, com uma experiência de usuário integrado que misturava hardware, software e conteúdo. A Apple chegou mais tarde, mas com seus iPods e iTunes criou uma indústria de bilhões de dólares. Sua vantagem? Ao contrário das divisões rivais da Sony, escreveu Isaacson, “Jobs não organizou a Apple em divisões semiautônomas; ele controlava de perto todas as suas equipes e as empurrava para o trabalho como uma empresa coesa e flexível”.
O modelo de colaboração inovadora foram os Laboratórios Bell. Seu campus em Nova Jersey tinha longos corredores com escritórios abertos e seu diretor, Mervin Kelly, incentivava o livre intercâmbio de ideias entre teóricos, físicos, químicos, matemáticos e engenheiros. Na maior parte do século 20, os cientistas da Bell conduziram avanços revolucionários em transistores, fibra óptica, células solares e lasers, para citar só alguns.
“The Idea Factory: Bell LabsandtheGreat Age of American Innovation” [“A Fábrica de Ideias: os Bell Labs e a Grande Era da Inovação Americana”], de Jon Gertner, relata como um teórico, Claude Elwood Shannon, fazia malabarismo enquanto pedalava em uma bicicleta fixa no corredor. Ele também era conhecido por uma teoria da matemática binária que ajudou a criar os computadores digitais.
Mas o que dizer daqueles pensadores pouco sociáveis que não se importam em trocar ideias com um gênio malabarista que pedala no monociclo? Escrevendo na revista “Wired”, Clive Thompson afirmou que, para muitos verdadeiros inovadores, a dinâmica social do “trabalho em equipe incessante” pode ser estressante e causar distração. Thompson ofereceu uma solução grandiosa, mas óbvia: a web.
“Com textos, bate-papo, atualizações, comentários e correio eletrônico, você pode discutir ideias”, escreveu. Mas, ele acrescentou, “pode fazer isso na privacidade”. Ainda melhor, se seus hábitos de higiene estão aquém de suas inovações.
DELANEY, Kevin. Disponível em: http://www.opovo.com.br/app/opovo/thenewyorktimes/2012/04/30/
noticiasnewyorktimes/2830277/inovadores-solitarios-trabalham-bem-com-os-outros.shtml. Acesso em: 14
mai. 2012.
O principal objetivo deste texto é
 

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2425357 Ano: 2012
Disciplina: Arquivologia
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Relacionam-se de forma específica ao grupo de atividades dos arquivos permanentes, EXCETO:
 

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2425268 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
INSTRUÇÃO: A questão deve ser respondida com base na leitura do texto a seguir.
Prova de amor
Muitas vezes, coisas óbvias deixam de ser óbvias quando não são mais lembradas. É o que está acontecendo com a questão da Aids.
No início da epidemia do vírus, há 30 anos, as campanhas sobre a prevenção da doença traziam mensagens de medo, fazendo uma ligação entre sexualidade e morte. Elas mais desinformavam que educavam. A partir daí, as campanhas passaram a combater a ideia do medo de forma educativa.
Em 1985, uma novidade: a Aids já não era mais relacionada aos grupos de risco e as campanhas apresentavam a síndrome como doença complexa e sem cura. Não era uma mensagem de terror, mas uma campanha acirrada com informações sobre prevenção e o perigo da doença.
Com a diminuição no número de infectados nos últimos anos, as campanhas se tornaram menos frequentes e adotaram um tom mais brando. Por isso, diferentemente do que ocorria no início da epidemia, a geração que hoje tem menos de 30 anos pode até ter ouvido falar, mas não tem o susto das gerações anteriores. A geração de hoje não viveu a luta contra a Aids.
Dados divulgados nesta semana mostram que houve um aumento no número de homens gays, jovens, com HIV. A campanha lançada pelo governo federal tem como principal alvo esse grupo, que tem 13 vezes mais chances de estar infectado pelo HIV do que jovens em geral. É preciso saber com clareza os motivos pelos quais eles não utilizam preservativo, o que levou ao aumento da presença do vírus.
Provavelmente esse comportamento de risco é facilitado pela utilização do mecanismo de negação, ajudado pela falta de campanhas e pela banalização da doença, que hoje é crônica. Dos jovens entre 15 e 24 anos, 95% sabem que a melhor forma de prevenir o HIV é usando camisinha. Entretanto, no ano passado, só no Estado de São Paulo, a Aids matou quase nove pessoas por dia.
Não podemos correr o perigo de voltar a estigmatizar os homossexuais como grupo de risco. Uma pesquisa feita com paulistanos ("Saúde", 1º/12) mostrou que 20% da população acredita que homossexuais e prostitutas são os únicos com risco de contrair o vírus HIV. As pessoas acham que não são vulneráveis.
Uma campanha eficaz é aquela que diz que não existe milagre fora da prevenção. Como educadora que fui nessa área, sei que, sem educação sexual nas escolas, a propaganda só é parcialmente efetiva.
A jovem que na época do "TV Mulher", 30 anos atrás, ficava atordoada com a "prova de amor" exigida enfrenta hoje o mesmo problema. A diferença é que antes a prova era a virgindade, hoje é o sexo sem camisinha.
O combate à Aids tem que ser em todos os campos, de todas as formas, se quisermos realmente acabar com essa doença.
SUPLICY, Marta. Folha de São Paulo, 03 dez. 2012, p. 2.
As seguintes afirmativas podem ser confirmadas por meio da leitura do texto, EXCETO:
 

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