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Foram encontradas 460 questões.

2424981 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Homem, 79 anos, apresenta-se com dor precordial em aperto iniciada há uma hora.
História de hipertensão mal controlada, tabagismo e alergia a salicilatos. Uso domiciliar de anlodipino. Ecodopplercardiograma realizado há 2 meses apresentava fração de ejeção 64%.
Ao exame, extremidades frias, PA 80/40, FC 105, FR 22, murmúrio vesicular fisiológico.
O traçado do eletrocardiograma mostra:
Enunciado 2600748-1
Qual é a conduta inicial MAIS adequada?
 

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2424971 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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A administração de medicações pelas diversas vias preconizadas é realizada diariamente pelo técnico de enfermagem. No que se refere aos locais de aplicação de medicamentos pela via intramuscular, é CORRETO afirmar que
 

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2424957 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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O Técnico de Enfermagem, ao admitir um paciente com diagnóstico médico, póstomografia computadorizada de ruptura do fluxo sanguíneo cerebral devido à obstrução de um vaso sanguíneo, deve estar preparado para assistir um paciente que exige cuidados de enfermagem para
 

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2424938 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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Em relação à frequência cardíaca, assinale a alternativa em que a terminologia está INCORRETA:
 

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2424925 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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INSTRUÇÃO: A questão refere-se ao texto. Leia-o atentamente, antes de respondê-las.
Anvisa ataca cigarros com sabor, mas jovens resistem a parar de fumar
Bia (nome fictício) tem 15 anos e fuma a caminho da escola, da casa dos amigos, no ponto de ônibus. Mesmo tendo recebido há pouco um diagnóstico de câncer na tireoide. Começou aos 13.
"Meus amigos regulam cigarro, minha mãe nega dinheiro. Sei que faz mal, mas não quero parar agora. A menos que o médico diga que vou morrer por causa do cigarro, e logo."
O caso é extremo, mas o apego é comum. Os jovens sabem que faz mal, mas é raro ouvir algum deles falando em abandonar o vício.
Recentemente uma resolução da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou a proibição de cigarros aromatizados ou com sabor -como menta, baunilha ou cravo- a partir de agosto de 2014. Dados do Inca (Instituto Nacional do Câncer) apontam que 24% dos estudantes entre 13 e 15 anos já experimentaram tabaco. Um em cada quatro se vicia e 60% deles preferem os aromatizados.
É o caso do estudante Lucas Baranyi, 20, que só fuma mentolado. Começou aos 18 anos, por influência de uma ex-namorada. "Acho que rola um autoengano porque a fumaça e o cheiro são mais fracos e parece que não faz tão mal."
Sobre a proibição da Anvisa, Baranyi é taxativo: "Não acho que essas proibições sejam inteligentes. Se eu parar, não paro feliz. Talvez apenas mude de marca".
Rebecca Catalani, 20, prefere os regulares e refuta a decisão da Anvisa. "Acho errado quando interferem nas minhas escolhas. Já proibiram propaganda e restringiram os locais em que é permitido fumar. Bebida é muito pior e ninguém faz nada." Rebecca aderiu ao tabaco entre amigos, numa rodinha com bebida alcoólica, aos 16 anos. "Tive problemas de ansiedade. Com o tempo, comecei a fumar para acalmar e vi que funciona", diz.
Com Bia foi mais ou menos assim. O câncer apareceu pela primeira vez aos dez anos. O cigarro virou uma válvula de escape na adolescência. "Eu sabia que fumar era um risco, mas resolvi assumir. Não me arrependo. A doença não foi consequência disso."
Para a médica Darlene Dias Pinto, coordenadora do programa de controle do tabaco em São Paulo, do Ministério da Saúde, a resistência é reflexo de imediatismo e comodidade emocional. "As pessoas preferem aliviar um problema com nicotina do que cutucar a ferida mais a fundo. Nunca pensam que são viciadas. E só procuram parar quando sentem os danos à saúde."
As unidades básicas de saúde oferecem acolhimento a tabagistas, que são direcionados a grupos de apoio regionais. Mas, segundo a médica, a procura de jovens é inexpressiva. Só 3% dos tabagistas conseguem abandonar o vício espontaneamente. A maioria tenta até quatro vezes antes de procurar ajuda profissional.
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Cigarros aromatizados e com sabor surgiram nos anos 1970 como parte da estratégia da indústria tabagista para angariar o público jovem, que renegava o gosto amargo dos convencionais no primeiro contato. Estima-se que 50% dos jovens comecem a fumar atraídos por bolinhas de aroma mentolado nos filtros e outros quase "brinquedos" que escondem milhares de substâncias da pesada.
O Ministério da Saúde disponibiliza aos fumantes um programa para ajudá-los a abandonar o vício.
D’ELIA, Renata. Folha de São Paulo, Folhateen, 30 abr. 2012
São apontadas no texto, estratégias adotadas por pessoas do círculo de convivência dos jovens fumantes com vistas a inibir o vício desses jovens. Entre elas, destacam-se:
I. amigos evitam fornecer cigarro a todo o momento em que os jovens fumantes lhes solicitam.
II. familiares impedem que o jovem fume em lugares públicos, no caminho da escola e em casa dos amigos.
III. membro da família recusa apoio financeiro para a compra de cigarro.
IV. namorados desestimulam o vício, recomendando que os parceiros procurem ajuda médica.
Estão CORRETAS as assertivas
 

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2424912 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir e, com base nele, responda à questão.
Um novo realismo
Quem, como eu, admite que a vida é inventada e que a arte é um dos instrumentos dessa invenção terá do fenômeno artístico, obrigatoriamente, uma visão especial.
Não é só através da arte que o homem se inventa e inventa o mundo em que vive: a ciência, a filosofia, a religião também participam dessa invenção, sendo que cada uma delas o faz de maneira diferente, razão por que, creio, foram inventadas.
Se a filosofia inventasse a vida do mesmo modo que a ciência ou a religião o faz, não haveria por que a filosofia existir.
A conclusão inevitável é que todas elas são necessárias, ainda que cada uma a seu modo e sem a mesma importância para as diferentes pessoas. E o curioso -para não dizer maravilhoso- é que, de uma maneira ou de outra, a maioria das pessoas, senão todas, usufrui, ainda que desigualmente, de cada uma delas.
A arte é exemplo disso. Não importa se esta ou aquela pessoa nunca viu a Capela Sistina, porque, no dia em que a vir, se renderá à sua beleza. Isso vale igualmente para a ciência, a religião ou a filosofia, que atuam sobre nossa vida, quer o percebamos ou não.
É que somos seres culturais, e não apenas porque nos apoiamos em valores éticos, estéticos, religiosos, filosóficos, científicos -mas porque eles são constitutivos dessa galáxia inventada que é o mundo humano.
Como numa galáxia cósmica, a diversidade da matéria e as relações de espaço e tempo, de presente, passado e futuro, fazem com que, de algum modo, tudo ali seja atual, já que qualquer um de nós pode encontrar numa frase de Sócrates, num verso de Fernando Pessoa, numa imagem pintada por Rembrandt, a verdade ou a inspiração que nos reconciliará com a vida.
Isso não significa que devamos pensar como Sócrates ou pintar como Rembrandt e, sim, que a invenção do novo não implica a negação do que já foi feito, mas a sua superação dialética.
Todo artista sabe que a arte não nasceu com ele e que um dos sentidos essenciais de sua obra é incorporar-se a essa galáxia cultural que constitui a nossa própria existência.
Não entenda isso como uma proposta de conformismo, que seria contrária à minha própria tese de que o homem se inventa e inventa o seu mundo, já que seria impossível inventá-lo se apenas repetissem o que já existe.
Por isso mesmo, é perfeitamente natural que alguns artistas de hoje busquem expressar-se sem se valer das linguagens artísticas e, sim, antes, repelindo-as, para inventar um modo jamais utilizado por artistas do passado.
Como já observei, entre esses há os que simplesmente negam a arte e outros que pretendem criar arte valendo-se de elementos antiartísticos ou não artísticos.
Em princípio, suas experiências não têm que ser negadas, uma vez que essa sua atitude radical pode suscitar expressões surpreendentes. E isso às vezes ocorre, embora não seja frequente.
Não resta dúvida de que quem opta por uma atitude tão radical merece atenção e crédito, por seu inconformismo e por sua coragem, mas isso, por si só, não basta.
É preciso que dessa opção radical e corajosa resulte alguma coisa que nos comova e se some a esse mundo imaginário de que já falamos. Honestamente, deve-se admitir que a audácia por si só não é valor artístico.
Nada me alegra mais do que me deparar com uma criação artística inovadora, mas, para isso, não basta fugir das normas, das soluções conhecidas e situar-se no polo oposto: é imprescindível que a obra inusitada efetivamente transcenda a banalidade e a sacação apenas cerebral ou extravagante.
O que todos nós queremos é a maravilha, venha de onde vier, surja de onde surgir.
E aqui cabe aquela afirmação minha -que tem sido repetida por mim e até por outras pessoas- de que a arte existe porque a vida não basta. [...]
GULLAR, Ferreira. O novo realismo. Folha de S. Paulo, São Paulo, 27 nov. 2011. (Fragmento).
Leia este fragmento do texto.
É que somos seres culturais, e não apenas porque nos apoiamos em valores éticos, estéticos, religiosos, filosóficos, científicos - mas porque eles são constitutivos dessa galáxia inventada que é o mundo humano.
O pronome eles, destacado nesse trecho, refere-se a
 

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2424892 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
INSTRUÇÃO: A questão deve ser respondida com base na leitura do texto a seguir.
Prova de amor
Muitas vezes, coisas óbvias deixam de ser óbvias quando não são mais lembradas. É o que está acontecendo com a questão da Aids.
No início da epidemia do vírus, há 30 anos, as campanhas sobre a prevenção da doença traziam mensagens de medo, fazendo uma ligação entre sexualidade e morte. Elas mais desinformavam que educavam. A partir daí, as campanhas passaram a combater a ideia do medo de forma educativa.
Em 1985, uma novidade: a Aids já não era mais relacionada aos grupos de risco e as campanhas apresentavam a síndrome como doença complexa e sem cura. Não era uma mensagem de terror, mas uma campanha acirrada com informações sobre prevenção e o perigo da doença.
Com a diminuição no número de infectados nos últimos anos, as campanhas se tornaram menos frequentes e adotaram um tom mais brando. Por isso, diferentemente do que ocorria no início da epidemia, a geração que hoje tem menos de 30 anos pode até ter ouvido falar, mas não tem o susto das gerações anteriores. A geração de hoje não viveu a luta contra a Aids.
Dados divulgados nesta semana mostram que houve um aumento no número de homens gays, jovens, com HIV. A campanha lançada pelo governo federal tem como principal alvo esse grupo, que tem 13 vezes mais chances de estar infectado pelo HIV do que jovens em geral. É preciso saber com clareza os motivos pelos quais eles não utilizam preservativo, o que levou ao aumento da presença do vírus.
Provavelmente esse comportamento de risco é facilitado pela utilização do mecanismo de negação, ajudado pela falta de campanhas e pela banalização da doença, que hoje é crônica. Dos jovens entre 15 e 24 anos, 95% sabem que a melhor forma de prevenir o HIV é usando camisinha. Entretanto, no ano passado, só no Estado de São Paulo, a Aids matou quase nove pessoas por dia.
Não podemos correr o perigo de voltar a estigmatizar os homossexuais como grupo de risco. Uma pesquisa feita com paulistanos ("Saúde", 1º/12) mostrou que 20% da população acredita que homossexuais e prostitutas são os únicos com risco de contrair o vírus HIV. As pessoas acham que não são vulneráveis.
Uma campanha eficaz é aquela que diz que não existe milagre fora da prevenção. Como educadora que fui nessa área, sei que, sem educação sexual nas escolas, a propaganda só é parcialmente efetiva.
A jovem que na época do "TV Mulher", 30 anos atrás, ficava atordoada com a "prova de amor" exigida enfrenta hoje o mesmo problema. A diferença é que antes a prova era a virgindade, hoje é o sexo sem camisinha.
O combate à Aids tem que ser em todos os campos, de todas as formas, se quisermos realmente acabar com essa doença.
SUPLICY, Marta. Folha de São Paulo, 03 dez. 2012, p. 2.
Na elaboração do texto, a autora utiliza os seguintes recursos, EXCETO:
 

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2424797 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Associe as extensões da primeira coluna aos respectivos tipos de arquivo na segunda coluna.
1) Imagem ( ) EXE
2) Documento ( ) MP3
3) Vídeo ( ) AVI
4) Programa executável ( ) RTF
5) Música ( ) PNG
A sequência de preenchimento CORRETA é
 

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2444422 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Provas:
O Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem (Resolução COFEN 311/2007) prevê as infrações que são passíveis de aplicação da pena de Cassação do direito ao exercício profissional. Entretanto, NÃO é considerada infração sujeita a pena cassação:
Questão Desatualizada

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2444413 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
INSTRUÇÃO: Analise e responda a questão, de acordo com Lei nº 8.112, de 11/12/1990 e suas alterações.
São beneficiários da pensão vitalícia, EXCETO:
Questão Desatualizada

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