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Foram encontradas 1.116 questões.

2235384 Ano: 2013
Disciplina: Farmácia
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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Considere as seguintes afirmativas sobre o teste Determinação de Volume, e assinale V (VERDADEIRO) ou F (FALSO).
( ) O teste é requerido para produtos líquidos em recipientes para doses múltiplas e produtos líquidos em recipientes para dose única.
( ) O teste se aplica tanto a preparações líquidas quanto a preparações líquidas obtidas a partir de pós para reconstituição.
( ) O teste não se aplica a produtos líquidos injetáveis acondicionados em recipientes como ampolas e frascos-ampola.
A alternativa que contém a sequência CORRETA é:
 

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2235383 Ano: 2013
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Com relação à Arquitetura de Software é CORRETO afirmar que
 

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2235382 Ano: 2013
Disciplina: Zootecnia
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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O ar atmosférico é uma mistura gasosa com concentração de 79,04% de nitrogênio; 20,93% de oxigênio e 0,03% de gás carbônico. Ao nível do mar, onde a pressão atmosférica é de 760mmHg, o oxigênio exerce uma pressão parcial de, aproximadamente,
 

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2235381 Ano: 2013
Disciplina: Radiologia
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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Em um tubo de raio-x diagnóstico, o material mais apropriado para o filamento do anôdo é o
 

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2235380 Ano: 2013
Disciplina: Farmácia
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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O ensaio de Contagem do número total de micro-organismos mesófilos é um teste aplicável em produtos farmacêuticos para determinar se os mesmos satisfazem às exigências necessárias de segurança biológica. Esse ensaio é requisito para os produtos abaixo, EXCETO:
 

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2235379 Ano: 2013
Disciplina: Medicina
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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Paciente de 42 anos, homem, apresenta roncos à noite e sua esposa relata que algumas vezes, durante o sono, ele para de respirar. O paciente admite sono e fadiga durante o dia. Ele tem hipertensão arterial controlada irregularmente com medicamentos dos quais não sabe o nome. É obeso e sedentário. O exame revela uma circunferência do pescoço de 42 cm. O diagnóstico de suspeição é Apneia do Sono. Em relação a essa entidade, é INCORRETO afirmar:
 

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2235378 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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Sobre os diodos de junção, é INCORRETO afirmar que
 

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2235377 Ano: 2013
Disciplina: Design Gráfico
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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As atividades desenvolvidas por um programador visual, ou designer gráfico, devem ter em vista, EXCETO:
 

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2235376 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Autoviolência
A palavra automóvel, uma viatura com mobilidade própria, pode ser enganosa. Tem autonomia de potência, mas não tem, pelo menos até hoje, autonomia de condução.
Quem conduz um automóvel é uma consciência. O que talvez seja mais reflexivo nesse prefixo (auto) seja justamente a característica maior da consciência: tudo que por ela é gerido regressa a ela mesma, num efeito bumerangue, impactando e determinando quem ela é.
O carro engana fazendo parecer que é uma entidade independente, detentora de uma placa própria, quando sua identidade sou eu e meu nome. Descobrimos isso quando a multa vem personalizada, momento de susto e de breve recusa em assumir-se a autoria.
O carro faz parecer que existia outro personagem que não o próprio condutor. Porém a lataria não pode ocultar o personagem e o Renavam não pode esconder a habilitação. O insulfilm não tem como mascarar o rosto e o deslocamento não tem como deixar para trás o que foi feito.
Porque fechar outro carro é como empurrar alguém no meio da rua. Porque buzinar é como chegar e gritar no ouvido do outro. Porque acelerar em direção a um pedestre é como levantar a mão em ameaça ao próximo. Porque estacionar trancando o outro é produzir um cárcere privado. Porque ultrapassar perigosamente é como sair armado.
Porque matar no trânsito, não nos enganemos, para a consciência que conhece as nossas imprudências, é sempre doloso, sempre com a intenção de matar. O auto de automóvel nos engana a todos e a maioria é pior como motorista do que como cidadão. Tem mais pecados registrados nas fiscalizações eletrônicas, e mais ainda quando elas não estão por perto, do que na vida de pedestre.
Sinal de que no carro somos outra pessoa, mais perigosa. Sinal de que nossa consciência assume que tem menos responsabilidade dentro do que fora dessa entidade.
O condutor é uma consciência e uma consciência é um bicho vestido. As sensações de anonimato e de que o pequeno espaço de nossa carroceria é privado fazem o bicho se despir como ele não faz do lado de fora. E o que vemos pela cidade são respeitáveis senhores e senhoras como bichos atrelados a um volante.
Dão vazão a violências que fora, vestidos, não dariam. Além das agressões e abusos que produzem, saem dos seus carros piores pessoas diante de suas próprias consciências. Seguem a rotina como se nada tivesse acontecido, mas trouxeram para dentro de sua casa, de sua alma, marcas de pneus.
Certa vez, um rabino estava numa carroça quando começou a subida de uma ladeira. Ele não hesitou em saltar da carroça e se pôs a andar ao lado do cavalo. O cocheiro questionou sua atitude, ao que ele explicou que na subida ficava difícil para o animal. O cocheiro reagiu: “Mas é apenas um animal... Então o senhor, um ser humano, é quem tem que fazer força e ficar cansado?”. O rabino respondeu: “Justamente por isso, como sou um ser humano, não quero me ver no futuro num litígio com um cavalo!”.
O condutor é aquele que enxerga as interações e cuida não só para fazer o seu percurso, mas também para não se ver no futuro em litígios com animais, seja na vida real ou em sua própria consciência.
BONDER, Nilton. Autoviolência. Folha de S. Paulo, 14 abr. 2013, A3. Opinião.
Dentre as menções à forma como os motoristas se comportam no trânsito sugeridas no texto, NÃO há referência à ideia de
 

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SORRIA
A substituição do homem pela máquina segue em ritmo acelerado. São máquinas que atendem ao telefone de muitas empresas. Isto é melhor para o cliente? Nem sempre. É mais barato para a empresa? Provavelmente sim. O que é certo é que elimina empregos de atendentes ao mesmo tempo em que gera empregos técnicos. Produz as adoradas estatísticas, que regem o mundo corporativo, sejam sensatas ou não.
Hoje ouvimos uma frase onipresente: “Para sua segurança esta ligação poderá ser gravada”. É uma versão rústica de outra mensagem frequente nos EUA: “Para controle de qualidade do nosso atendimento esta ligação poderá ser monitorada”.
Por que gravam nossas ligações? De que segurança estão falando? Estão querendo nos proteger ou proteger a eles mesmos? Se é para nos proteger, por que não facilitam o nosso acesso a tais gravações?
O paralelo mais óbvio às gravações de voz são as câmeras de segurança. No mundo da espionagem institucionalizada, a comunicação evoluiu para algo mais simpático e menos ameaçador. “Sorria. Você está sendo filmado.”
As câmeras são instaladas para flagrar furtos, roubos e outros crimes. Mas, ao ler essa frase, o cidadão pode se sentir um ator de cinema e realmente sorrir, esquecendo um instante que o motivo da filmagem é desconfiança e repressão.
Nas últimas semanas, um colégio tradicional paulistano instalou câmeras dentro de salas de aula. Não, não eram berçários dos quais pais aflitos, desconfiados ou culpados vigiam bebês e profissionais à distância. Era uma escola de elite que num só dia suspendeu 107 alunos do ensino médio que resolveram protestar quando descobriram as câmeras.
Questionada, a direção da escola alegou razões de segurança e disciplina. O fato de já haver câmeras em laboratórios [...] fez com que a escola não se preocupasse em discutir o tema com pais e alunos antes de instalar os olhos de vidro em todas as salas de aula.
Parte dos pais aprovou a medida, mas especialistas levantaram a voz para questionar que tipo de educação se desenvolve com base em desconfiança mútua. Outros questionaram o direito de uma escola filmar menores sem aval dos pais.
A ideia é do final do século 18 e foi concebida pelo filósofo e jurista inglês Jeremy Bentham. Ganhou o nome de poder panóptico: a consciência da permanente visibilidade asseguraria o funcionamento de um poder autoritário, como uma prisão, um manicômio, uma empresa ou uma escola. A única novidade é a banalização do instrumento.
Panopticon é o nome de uma estrutura arquitetônica concebida para permitir a observação de tudo o que se passa num edifício sem que as pessoas a serem observadas saibam se estão sendo vigiadas. A simples possibilidade de estarem sendo vigiadas regularia o comportamento delas. O desenho consiste numa estrutura circular com uma torre de inspeção no centro, de onde o inspetor oculto poderia avistar todos os que estiverem no perímetro do edifício. Ele descreveu o projeto como um novo modo de obter poder da mente sobre a mente, numa quantidade até então sem paralelo.
STRECKER, Marion. Folha de S.Paulo. São Paulo, 15 out.2012. TEC, F8.[Fragmento]
O título faz menção
I. a uma frase intimidadora, mas agradável.
II. à existência de câmeras de segurança instaladas.
III. ao mundo da espionagem.
IV. ao fato de a sociedade não se acostumar com as câmeras de segurança.
V. à ameaça sugerida quando alguém está sendo filmado.
As afirmativas CORRETAS são
 

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