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Assinale a alternativa que NÃO se refere à função dos dentes:
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Lévy (1996) em seu livro As tecnologias da inteligência considera que as coletividades cognitivas se auto-organizam utilizando dispositivos materiais que são formas de memória. Para fundamentar essa perspectiva, o autor se apóia em alguns conceitos chaves que podem ser identificados no quadro a seguir.
COLUNA I
1. Ecologia Cognitiva
2. Tecnologia Intelectual
3. Pólo da oralidade
4. Pólo da escrita
5. Pólo da Informática
COLUNA II
( ) as redes de interfaces abertas que permitem novas conexões
( ) a palavra possui a função de gestão da memória social
( ) os discursos são separados do seu contexto de produção
( ) as mentes humanas e as redes técnicas que compõem esse meio
( ) a memória social está objetivada em dispositivos técnicos
Marque a alternativa CORRETA que estabelece a relação entre as colunas I e II.
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Palloff e Pratt (2004) afirmam que, para estar centrado no aluno no ambiente virtual, é necessário que o tutor tenha-o em foco e apresente as seguintes práticas, EXCETO.
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Leia estes textos.


A respeito desses textos, assinale a alternativa CORRETA.
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Paciente idoso, em uso de anticoagulante oral em função de ser portador de arritmia cardíaca da qual não sabe o nome. Em relação à arritmia mais comumente encontrada nesta situação, são esperados os seguintes achados no exame físico, EXCETO:
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Leia este quadro em que são apresentados alguns dos materiais odontológicos utilizados pelo cirurgião-dentista.
| Materiais Odontológicos | |
| 1. Alginato | 5. Verniz cavitário |
| 2. Silicone de condensação | 6. Resina Composta |
| 3. Resina acrílica | 7. Amálgama |
| 4. Gesso especial | 8. Cera utilidade |
Em relação a esses materiais apresentados no quadro, assinale a afirmativa CORRETA.
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O Standard Penetration Test, SPT, é um ensaio geotécnico que permite embasar a escolha do tipo de fundação a ser utilizado em obras de construção civil. As afirmativas a seguir são corretas, EXCETO.
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Indique a alternativa que permite preencher as lacunas CORRETAMENTE
As obras chegarão logo região, mas somente daqui alguns anos os seus habitantes poderão usufruir realmente dos benefícios e estarão adaptados nova conjuntura viária. Ainda pouco tempo a região vivia da agricultura familiar e da pesca.
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Mulher de 48 anos, chega à urgência com quadro de choque refratário. Há vários meses cursa com quadro caracterizado como depressão, paulatinamente se recolhendo em casa, sendo que, na última semana, está acamada. Sem febre ou calafrios. A família não informa qualquer morbidade, exceto longa hospitalização no último parto há 21 anos quando recebeu transfusão de sangue. À admissão no CTI estava intubada, mal adaptada à ventilação mecânica, agitada, torporosa, em uso de doses elevadas de noradrenalina venosa (6 mcg/kg/minuto). Está ligeiramente hipocorada, hidratada no limiar; PA 108/62 mmHg; FC 61 bpm; poucos pelos axilares ou pubianos. Edema pouco depressível em MMII. Rx de tórax avaliado como normal, mas de má qualidade, exame de urina sem alterações. ECG eixo normal, ritmo sinusal regular, 62 bpm, sem alterações da repolarização. Considerando-se esse quadro, identifique o diagnóstico mais provável.
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Autoviolência
A palavra automóvel, uma viatura com mobilidade própria, pode ser enganosa. Tem autonomia de potência, mas não tem, pelo menos até hoje, autonomia de condução.
Quem conduz um automóvel é uma consciência. O que talvez seja mais reflexivo nesse prefixo (auto) seja justamente a característica maior da consciência: tudo que por ela é gerido regressa a ela mesma, num efeito bumerangue, impactando e determinando quem ela é.
O carro engana fazendo parecer que é uma entidade independente, detentora de uma placa própria, quando sua identidade sou eu e meu nome. Descobrimos isso quando a multa vem personalizada, momento de susto e de breve recusa em assumir-se a autoria.
O carro faz parecer que existia outro personagem que não o próprio condutor. Porém a lataria não pode ocultar o personagem e o Renavam não pode esconder a habilitação. O insulfilm não tem como mascarar o rosto e o deslocamento não tem como deixar para trás o que foi feito.
Porque fechar outro carro é como empurrar alguém no meio da rua. Porque buzinar é como chegar e gritar no ouvido do outro. Porque acelerar em direção a um pedestre é como levantar a mão em ameaça ao próximo. Porque estacionar trancando o outro é produzir um cárcere privado. Porque ultrapassar perigosamente é como sair armado.
Porque matar no trânsito, não nos enganemos, para a consciência que conhece as nossas imprudências, é sempre doloso, sempre com a intenção de matar. O auto de automóvel nos engana a todos e a maioria é pior como motorista do que como cidadão. Tem mais pecados registrados nas fiscalizações eletrônicas, e mais ainda quando elas não estão por perto, do que na vida de pedestre.
Sinal de que no carro somos outra pessoa, mais perigosa. Sinal de que nossa consciência assume que tem menos responsabilidade dentro do que fora dessa entidade.
O condutor é uma consciência e uma consciência é um bicho vestido. As sensações de anonimato e de que o pequeno espaço de nossa carroceria é privado fazem o bicho se despir como ele não faz do lado de fora. E o que vemos pela cidade são respeitáveis senhores e senhoras como bichos atrelados a um volante.
Dão vazão a violências que fora, vestidos, não dariam. Além das agressões e abusos que produzem, saem dos seus carros piores pessoas diante de suas próprias consciências. Seguem a rotina como se nada tivesse acontecido, mas trouxeram para dentro de sua casa, de sua alma, marcas de pneus.
Certa vez, um rabino estava numa carroça quando começou a subida de uma ladeira. Ele não hesitou em saltar da carroça e se pôs a andar ao lado do cavalo. O cocheiro questionou sua atitude, ao que ele explicou que na subida ficava difícil para o animal. O cocheiro reagiu: “Mas é apenas um animal... Então o senhor, um ser humano, é quem tem que fazer força e ficar cansado?”. O rabino respondeu: “Justamente por isso, como sou um ser humano, não quero me ver no futuro num litígio com um cavalo!”.
O condutor é aquele que enxerga as interações e cuida não só para fazer o seu percurso, mas também para não se ver no futuro em litígios com animais, seja na vida real ou em sua própria consciência.
BONDER, Nilton. Autoviolência. Folha de S. Paulo, 14 abr. 2013, A3. Opinião.
A alternativa em que o autor utiliza linguagem figurada é
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