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Foram encontradas 55 questões.

3478113 Ano: 2013
Disciplina: Informática
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Em algumas plataformas, há um limite de caracteres que podem ser inseridos em determinados campos. Para facilitar a contagem, usa-se digitar o texto no Microsoft Word 2007 e utilizar um botão de comando da guia “Revisão”. Dentre as opções abaixo, assinale a alternativa que indica o botão que deve ser acionado para saber o número de palavras, caracteres, parágrafos e linhas de um documento.

 

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3478112 Ano: 2013
Disciplina: Informática
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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O secretário do departamento de Letras redigiu uma ata, salvou em formato *.docx e enviou por e-mail para a apreciação da diretoria do ICHS. No entanto, a secretária da diretoria não conseguiu abrir o arquivo e solicitou que o secretário do departamento de Letras enviasse novamente o arquivo, mas em formato *.doc.

Dentre as opções que seguem, assinale a que demonstra o procedimento correto para salvar um arquivo com extensão *. docx em formato *.doc no Microsoft Word 2007.

 

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3478111 Ano: 2013
Disciplina: Informática
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Considere esta figura de uma planilha do Microsoft Excel 2007:

Enunciado 3604984-1

Baseando-se no conteúdo dessa figura, analise as afirmativas:

I. O arquivo do Microsoft Excel “Planejamento” possui somente 1 (uma) planilha.

II. Para copiar a formatação da célula VALOR TOTAL em TOTAL DE GASTOS MENSAIS, bastou clicar no botão Enunciado 3604984-2.

III. Para inserir bordas nas células, bastou clicar em Enunciado 3604984-3.

IV. Para inserir o formato de unidade monetária (R$), bastou clicar em Enunciado 3604984-4.

Assinale a alternativa correta.

 

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3478110 Ano: 2013
Disciplina: Informática
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Considere esta figura de uma planilha do Microsoft Excel 2007:

Enunciado 3604983-1

Baseando-se no conteúdo das células dessa planilha, analise as afirmativas:

I. O resultado da fórmula =(b9*c6) é R$ 24,00.

II. O resultado da fórmula =soma(b4:b10) é R$ 40,00.

III. O resultado da fórmula =(c4/c5) é R$ 3,00.

Assinale a alternativa correta.

 

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3478109 Ano: 2013
Disciplina: Informática
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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O sistema de PAMCS (Proposta de Aquisição de Material ou Contratação de Serviços) da UFOP permite anexar arquivos para o envio dos orçamentos dos materiais a serem adquiridos pelos Departamentos. No entanto, somente podem ser enviados arquivos com, no máximo, 1 MB de tamanho e cujas extensões sejam .doc, .docx, .gif, .jpg, .jpeg, .odt, .ods, .pdf, .txt, .xls.

Enunciado 3604982-1

Assinale a alternativa que especifica corretamente os arquivos que poderiam ser anexados ao sistema de PAMCS.

 

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Texto

O que é museu? Qual é a importância do museu? Prezado candidato, leia o que diz a Wikipédia.

[O] museu é, na definição do International Council of Museums (ICOM, 2001), “uma instituição permanente, sem fins lucrativos, a serviço da sociedade e do seu desenvolvimento, aberta ao público, que adquire, conserva, investiga, difunde e expõe os testemunhos materiais do homem e de seu entorno, para educação e deleite da sociedade”.Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Museu. Acesso em: 18/7/13.

É importante também lembrar algumas das “ponderações” de Leonel Kaz, curador do Museu do Futebol, de São Paulo (O Globo, 13/5/13, p. 17, com adaptações).

1.ª Museu é lugar para se entrar de corpo inteiro, tridimensionalmente, com todos os sentidos despertos. Cada obra de arte ou objeto exposto nos convida a olhá-lo, a partilhar dele, a se entregar a ele. Esse é o caminho da educação de qualidade: permitir que a vida nos invada e que o objeto inanimado ganhe um vislumbre novo, a cada dia, em cada visita. O Grande Pinheiro, tela de Cèzanne no Masp, pode ser vista cem vezes e, a cada vez, será diferente da outra; o quadro, de certa forma, muda, porque muda o mundo e mudamos nós também.

2.ª Museu é lugar, portanto, de olhar de forma distinta para as coisas. E para os seres também. É lugar de aprender a olhar com outro olhar para o outro (que quase nunca vemos), para a escola (que pode ser, a cada dia, diferente do que é habitualmente) e para a cidade (que tanto desprezamos, porque parece não nos pertencer).

3.ª Museu é lugar onde a cidade (a história) se reconta. Rebrota. Onde ela nos faz crer que, para além do mero contorno do corpo, existimos. Criamos uma identificação com aqueles fatos e pessoas que ali estão, que nos antecederam em ideias, pensamentos e sentimentos. Que ajudaram a criar “o imaginário daquilo que imaginamos que somos”, como definiu o poeta Ferreira Gullar. É dentro da plenitude deste imaginário que o Museu nos reaviva a memória e o fulgor da boa aula. Criamos uma identificação com aqueles fatos e pessoas que ali estão, que nos antecederam em ideias, pensamentos e sentimentos.

4.º Museu é lugar de entrar e dizer: é nosso! Museus são lugares de coleções, e as cidades, também. Cidades são escolas do olhar, pois nos permitem colecionar tudo de nossa vida: os dias que passam, a família que reunimos, os amigos que temos e ainda os bueiros da rua e as janelas que vislumbramos em nosso caminho diário (elas falam de épocas diferentes, narram histórias distintas). A cidade é a história.

5.º Museu é o lugar do mérito, onde peças e imagens entraram porque mereceram entrar, porque foram, em algum momento, singulares. Elas estão ali para nos apontar que cada qual que as visita pode ter sua singularidade, e que ninguém precisa ser prisioneiro dos preconceitos do mundo. Museu é onde a cultura aponta à educação que tanto um como o outro foram feitos para reinventar o modo de ver as coisas.

6.º Museu é lugar para se abandonar a parafernália eletrônica, os iPads, iPhones e Ai-ais e permitir que obras e imagens que lá se encontram repercutam em nós. Num museu somos nós os capturados pelos objetos, somos nós o verdadeiro conteúdo de cada museu, com a capacidade de transformar e sermos transformados pelo que nos cerca.

7.º Museu é ainda lugar de coleções (embora a internet seja, hoje, o maior museu do mundo). Assim, o museu não é mais apenas um espaço físico, assim como a escola não o é. A cidade toda é uma grande escola. O museu é uma de suas salas de aula.

As “ponderações” permitem resposta para esta pergunta:

 

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Texto

O que é museu? Qual é a importância do museu? Prezado candidato, leia o que diz a Wikipédia.

[O] museu é, na definição do International Council of Museums (ICOM, 2001), “uma instituição permanente, sem fins lucrativos, a serviço da sociedade e do seu desenvolvimento, aberta ao público, que adquire, conserva, investiga, difunde e expõe os testemunhos materiais do homem e de seu entorno, para educação e deleite da sociedade”.Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Museu. Acesso em: 18/7/13.

É importante também lembrar algumas das “ponderações” de Leonel Kaz, curador do Museu do Futebol, de São Paulo (O Globo, 13/5/13, p. 17, com adaptações).

1.ª Museu é lugar para se entrar de corpo inteiro, tridimensionalmente, com todos os sentidos despertos. Cada obra de arte ou objeto exposto nos convida a olhá-lo, a partilhar dele, a se entregar a ele. Esse é o caminho da educação de qualidade: permitir que a vida nos invada e que o objeto inanimado ganhe um vislumbre novo, a cada dia, em cada visita. O Grande Pinheiro, tela de Cèzanne no Masp, pode ser vista cem vezes e, a cada vez, será diferente da outra; o quadro, de certa forma, muda, porque muda o mundo e mudamos nós também.

2.ª Museu é lugar, portanto, de olhar de forma distinta para as coisas. E para os seres também. É lugar de aprender a olhar com outro olhar para o outro (que quase nunca vemos), para a escola (que pode ser, a cada dia, diferente do que é habitualmente) e para a cidade (que tanto desprezamos, porque parece não nos pertencer).

3.ª Museu é lugar onde a cidade (a história) se reconta. Rebrota. Onde ela nos faz crer que, para além do mero contorno do corpo, existimos. Criamos uma identificação com aqueles fatos e pessoas que ali estão, que nos antecederam em ideias, pensamentos e sentimentos. Que ajudaram a criar “o imaginário daquilo que imaginamos que somos”, como definiu o poeta Ferreira Gullar. É dentro da plenitude deste imaginário que o Museu nos reaviva a memória e o fulgor da boa aula. Criamos uma identificação com aqueles fatos e pessoas que ali estão, que nos antecederam em ideias, pensamentos e sentimentos.

4.º Museu é lugar de entrar e dizer: é nosso! Museus são lugares de coleções, e as cidades, também. Cidades são escolas do olhar, pois nos permitem colecionar tudo de nossa vida: os dias que passam, a família que reunimos, os amigos que temos e ainda os bueiros da rua e as janelas que vislumbramos em nosso caminho diário (elas falam de épocas diferentes, narram histórias distintas). A cidade é a história.

5.º Museu é o lugar do mérito, onde peças e imagens entraram porque mereceram entrar, porque foram, em algum momento, singulares. Elas estão ali para nos apontar que cada qual que as visita pode ter sua singularidade, e que ninguém precisa ser prisioneiro dos preconceitos do mundo. Museu é onde a cultura aponta à educação que tanto um como o outro foram feitos para reinventar o modo de ver as coisas.

6.º Museu é lugar para se abandonar a parafernália eletrônica, os iPads, iPhones e Ai-ais e permitir que obras e imagens que lá se encontram repercutam em nós. Num museu somos nós os capturados pelos objetos, somos nós o verdadeiro conteúdo de cada museu, com a capacidade de transformar e sermos transformados pelo que nos cerca.

7.º Museu é ainda lugar de coleções (embora a internet seja, hoje, o maior museu do mundo). Assim, o museu não é mais apenas um espaço físico, assim como a escola não o é. A cidade toda é uma grande escola. O museu é uma de suas salas de aula.

Foram destacados quatro fragmentos do texto. Para cada fragmento foi feito um comentário que associa motivos e conclusões, sendo, porém, coerente apenas este:

 

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Texto

O que é museu? Qual é a importância do museu? Prezado candidato, leia o que diz a Wikipédia.

[O] museu é, na definição do International Council of Museums (ICOM, 2001), “uma instituição permanente, sem fins lucrativos, a serviço da sociedade e do seu desenvolvimento, aberta ao público, que adquire, conserva, investiga, difunde e expõe os testemunhos materiais do homem e de seu entorno, para educação e deleite da sociedade”.Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Museu. Acesso em: 18/7/13.

É importante também lembrar algumas das “ponderações” de Leonel Kaz, curador do Museu do Futebol, de São Paulo (O Globo, 13/5/13, p. 17, com adaptações).

1.ª Museu é lugar para se entrar de corpo inteiro, tridimensionalmente, com todos os sentidos despertos. Cada obra de arte ou objeto exposto nos convida a olhá-lo, a partilhar dele, a se entregar a ele. Esse é o caminho da educação de qualidade: permitir que a vida nos invada e que o objeto inanimado ganhe um vislumbre novo, a cada dia, em cada visita. O Grande Pinheiro, tela de Cèzanne no Masp, pode ser vista cem vezes e, a cada vez, será diferente da outra; o quadro, de certa forma, muda, porque muda o mundo e mudamos nós também.

2.ª Museu é lugar, portanto, de olhar de forma distinta para as coisas. E para os seres também. É lugar de aprender a olhar com outro olhar para o outro (que quase nunca vemos), para a escola (que pode ser, a cada dia, diferente do que é habitualmente) e para a cidade (que tanto desprezamos, porque parece não nos pertencer).

3.ª Museu é lugar onde a cidade (a história) se reconta. Rebrota. Onde ela nos faz crer que, para além do mero contorno do corpo, existimos. Criamos uma identificação com aqueles fatos e pessoas que ali estão, que nos antecederam em ideias, pensamentos e sentimentos. Que ajudaram a criar “o imaginário daquilo que imaginamos que somos”, como definiu o poeta Ferreira Gullar. É dentro da plenitude deste imaginário que o Museu nos reaviva a memória e o fulgor da boa aula. Criamos uma identificação com aqueles fatos e pessoas que ali estão, que nos antecederam em ideias, pensamentos e sentimentos.

4.º Museu é lugar de entrar e dizer: é nosso! Museus são lugares de coleções, e as cidades, também. Cidades são escolas do olhar, pois nos permitem colecionar tudo de nossa vida: os dias que passam, a família que reunimos, os amigos que temos e ainda os bueiros da rua e as janelas que vislumbramos em nosso caminho diário (elas falam de épocas diferentes, narram histórias distintas). A cidade é a história.

5.º Museu é o lugar do mérito, onde peças e imagens entraram porque mereceram entrar, porque foram, em algum momento, singulares. Elas estão ali para nos apontar que cada qual que as visita pode ter sua singularidade, e que ninguém precisa ser prisioneiro dos preconceitos do mundo. Museu é onde a cultura aponta à educação que tanto um como o outro foram feitos para reinventar o modo de ver as coisas.

6.º Museu é lugar para se abandonar a parafernália eletrônica, os iPads, iPhones e Ai-ais e permitir que obras e imagens que lá se encontram repercutam em nós. Num museu somos nós os capturados pelos objetos, somos nós o verdadeiro conteúdo de cada museu, com a capacidade de transformar e sermos transformados pelo que nos cerca.

7.º Museu é ainda lugar de coleções (embora a internet seja, hoje, o maior museu do mundo). Assim, o museu não é mais apenas um espaço físico, assim como a escola não o é. A cidade toda é uma grande escola. O museu é uma de suas salas de aula.

“Assim, o museu não é mais apenas um espaço físico, assim como a escola não o é.”

Com referência a essa visão de museu e escola e com as outras “ponderações”, é coerente este estabelecimento de condição:

 

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O que é museu? Qual é a importância do museu? Prezado candidato, leia o que diz a Wikipédia.

[O] museu é, na definição do International Council of Museums (ICOM, 2001), “uma instituição permanente, sem fins lucrativos, a serviço da sociedade e do seu desenvolvimento, aberta ao público, que adquire, conserva, investiga, difunde e expõe os testemunhos materiais do homem e de seu entorno, para educação e deleite da sociedade”.Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Museu. Acesso em: 18/7/13.

É importante também lembrar algumas das “ponderações” de Leonel Kaz, curador do Museu do Futebol, de São Paulo (O Globo, 13/5/13, p. 17, com adaptações).

1.ª Museu é lugar para se entrar de corpo inteiro, tridimensionalmente, com todos os sentidos despertos. Cada obra de arte ou objeto exposto nos convida a olhá-lo, a partilhar dele, a se entregar a ele. Esse é o caminho da educação de qualidade: permitir que a vida nos invada e que o objeto inanimado ganhe um vislumbre novo, a cada dia, em cada visita. O Grande Pinheiro, tela de Cèzanne no Masp, pode ser vista cem vezes e, a cada vez, será diferente da outra; o quadro, de certa forma, muda, porque muda o mundo e mudamos nós também.

2.ª Museu é lugar, portanto, de olhar de forma distinta para as coisas. E para os seres também. É lugar de aprender a olhar com outro olhar para o outro (que quase nunca vemos), para a escola (que pode ser, a cada dia, diferente do que é habitualmente) e para a cidade (que tanto desprezamos, porque parece não nos pertencer).

3.ª Museu é lugar onde a cidade (a história) se reconta. Rebrota. Onde ela nos faz crer que, para além do mero contorno do corpo, existimos. Criamos uma identificação com aqueles fatos e pessoas que ali estão, que nos antecederam em ideias, pensamentos e sentimentos. Que ajudaram a criar “o imaginário daquilo que imaginamos que somos”, como definiu o poeta Ferreira Gullar. É dentro da plenitude deste imaginário que o Museu nos reaviva a memória e o fulgor da boa aula. Criamos uma identificação com aqueles fatos e pessoas que ali estão, que nos antecederam em ideias, pensamentos e sentimentos.

4.º Museu é lugar de entrar e dizer: é nosso! Museus são lugares de coleções, e as cidades, também. Cidades são escolas do olhar, pois nos permitem colecionar tudo de nossa vida: os dias que passam, a família que reunimos, os amigos que temos e ainda os bueiros da rua e as janelas que vislumbramos em nosso caminho diário (elas falam de épocas diferentes, narram histórias distintas). A cidade é a história.

5.º Museu é o lugar do mérito, onde peças e imagens entraram porque mereceram entrar, porque foram, em algum momento, singulares. Elas estão ali para nos apontar que cada qual que as visita pode ter sua singularidade, e que ninguém precisa ser prisioneiro dos preconceitos do mundo. Museu é onde a cultura aponta à educação que tanto um como o outro foram feitos para reinventar o modo de ver as coisas.

6.º Museu é lugar para se abandonar a parafernália eletrônica, os iPads, iPhones e Ai-ais e permitir que obras e imagens que lá se encontram repercutam em nós. Num museu somos nós os capturados pelos objetos, somos nós o verdadeiro conteúdo de cada museu, com a capacidade de transformar e sermos transformados pelo que nos cerca.

7.º Museu é ainda lugar de coleções (embora a internet seja, hoje, o maior museu do mundo). Assim, o museu não é mais apenas um espaço físico, assim como a escola não o é. A cidade toda é uma grande escola. O museu é uma de suas salas de aula.

As ponderações, palavra usada pelo próprio Leonel Kaz para discutir “o lugar dos museus na educação”, são:

 

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O que é museu? Qual é a importância do museu? Prezado candidato, leia o que diz a Wikipédia.

[O] museu é, na definição do International Council of Museums (ICOM, 2001), “uma instituição permanente, sem fins lucrativos, a serviço da sociedade e do seu desenvolvimento, aberta ao público, que adquire, conserva, investiga, difunde e expõe os testemunhos materiais do homem e de seu entorno, para educação e deleite da sociedade”.Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Museu. Acesso em: 18/7/13.

É importante também lembrar algumas das “ponderações” de Leonel Kaz, curador do Museu do Futebol, de São Paulo (O Globo, 13/5/13, p. 17, com adaptações).

1.ª Museu é lugar para se entrar de corpo inteiro, tridimensionalmente, com todos os sentidos despertos. Cada obra de arte ou objeto exposto nos convida a olhá-lo, a partilhar dele, a se entregar a ele. Esse é o caminho da educação de qualidade: permitir que a vida nos invada e que o objeto inanimado ganhe um vislumbre novo, a cada dia, em cada visita. O Grande Pinheiro, tela de Cèzanne no Masp, pode ser vista cem vezes e, a cada vez, será diferente da outra; o quadro, de certa forma, muda, porque muda o mundo e mudamos nós também.

2.ª Museu é lugar, portanto, de olhar de forma distinta para as coisas. E para os seres também. É lugar de aprender a olhar com outro olhar para o outro (que quase nunca vemos), para a escola (que pode ser, a cada dia, diferente do que é habitualmente) e para a cidade (que tanto desprezamos, porque parece não nos pertencer).

3.ª Museu é lugar onde a cidade (a história) se reconta. Rebrota. Onde ela nos faz crer que, para além do mero contorno do corpo, existimos. Criamos uma identificação com aqueles fatos e pessoas que ali estão, que nos antecederam em ideias, pensamentos e sentimentos. Que ajudaram a criar “o imaginário daquilo que imaginamos que somos”, como definiu o poeta Ferreira Gullar. É dentro da plenitude deste imaginário que o Museu nos reaviva a memória e o fulgor da boa aula. Criamos uma identificação com aqueles fatos e pessoas que ali estão, que nos antecederam em ideias, pensamentos e sentimentos.

4.º Museu é lugar de entrar e dizer: é nosso! Museus são lugares de coleções, e as cidades, também. Cidades são escolas do olhar, pois nos permitem colecionar tudo de nossa vida: os dias que passam, a família que reunimos, os amigos que temos e ainda os bueiros da rua e as janelas que vislumbramos em nosso caminho diário (elas falam de épocas diferentes, narram histórias distintas). A cidade é a história.

5.º Museu é o lugar do mérito, onde peças e imagens entraram porque mereceram entrar, porque foram, em algum momento, singulares. Elas estão ali para nos apontar que cada qual que as visita pode ter sua singularidade, e que ninguém precisa ser prisioneiro dos preconceitos do mundo. Museu é onde a cultura aponta à educação que tanto um como o outro foram feitos para reinventar o modo de ver as coisas.

6.º Museu é lugar para se abandonar a parafernália eletrônica, os iPads, iPhones e Ai-ais e permitir que obras e imagens que lá se encontram repercutam em nós. Num museu somos nós os capturados pelos objetos, somos nós o verdadeiro conteúdo de cada museu, com a capacidade de transformar e sermos transformados pelo que nos cerca.

7.º Museu é ainda lugar de coleções (embora a internet seja, hoje, o maior museu do mundo). Assim, o museu não é mais apenas um espaço físico, assim como a escola não o é. A cidade toda é uma grande escola. O museu é uma de suas salas de aula.

“É lugar de aprender a olhar com outro olhar para o outro (que quase nunca vemos), para a escola (que pode ser, a cada dia, diferente do que é habitualmente) e para a cidade (que tanto desprezamos, porque parece não nos pertencer)”. (Nós? Quem?)

A frase destacada, chamando a atenção para a múltipla atuação do museu, revela o emprego do pronome nós com o valor que apresenta nesta situação:

 

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