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Foram encontradas 175 questões.

2983624 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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A questão 18 baseia-se neste texto:

INFORMAÇÃO

Nota da Primeira Edição

Ao organizar este volume, o autor não teve em mira, propriamente, selecionar poemas pela qualidade, nem pelas fases que acaso se observem em sua carreira poética. Cuidou antes de localizar, na obra publicada, certas características, preocupações e tendências que a condicionam ou definem, em conjunto. A Antologia lhe pareceu assim mais vertebrada e, por outro lado, espelho mais fiel.

Escolhidos e agrupados os poemas sob esse critério, resultou uma Antologia que não segue a divisão por livros nem obedece a cronologia rigorosa. O texto foi distribuído em nove seções, cada uma contendo material extraído de diferentes obras, e disposto segundo uma ordem interna. (...)

Algumas poesias caberiam talvez em outra seção que não a escolhida, ou em mais de uma. A razão da escolha está na tônica da composição, ou no engano do autor. De qualquer modo, é uma arrumação, ou pretende ser.

C.D.A

Rio de Janeiro, 1962.

Carlos Drummond de Andrade, Antologia poética.

Analise as afirmativas abaixo, classificando-as como Verdadeiras (V) ou Falsas (F).

( ) Em “(...) o autor não teve em mira (...)”, a pessoa que assina o texto refere-se a si mesma como “o autor”.

( ) O uso de construções passivas constitui uma forma de evitar o emprego do pronome “eu”.

( ) Escrito na 1a pessoa do singular, o texto não manifesta, contudo, a subjetividade do autor.

( ) Podemos entender a passagem “A antologia lhe pareceu (...)” como “A antologia pareceu a C.D.A. (...)”

( ) Em “A razão da escolha está (...)”, não se pode determinar quem é o agente da escolha.

Assinale a alternativa que contém a sequência correta:

 

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2983623 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Leia o texto:

Com a chegada da chuva, a tendência é que ocorram quedas de árvores bem como o aumento do número de podas. Contudo, as chuvas dificultam o transporte das podas para o local de descarte. Sendo assim, solicitamos a todos que adiem as mesmas, evitando o acúmulo nos passeios.

Vale do Ouro informa!, dez. 2015.

Assinale a alternativa em que a expressão “as mesmas” foi corretamente substituída, sem que se comprometessem as exigências da norma culta e o sentido original do texto:

 

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2983622 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Cada uma das alternativas abaixo constitui uma diferente definição da tarefa do revisor de textos. Assinale aquela que se mostra mais coerente com os pressupostos teóricos que caracterizam a Linguística.

 

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2983621 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Leia o texto abaixo e, em seguida, analise as afirmativas referentes a ele, classificando-as como Verdadeiras (V) ou Falsas (F).

INADIPLÊNCIA

O Conselho de administração está preocupado com a inadimplência em nosso Condomínio. Muitos dos inadimplentes já se encontram na justiça e outros estão recebendo cartas de cobrança via AR. Você que se encontra inadimplente evite amolações e maiores despesas. Procure a administração que está a sua disposição para fazer um acordo de pagamento. Será muito melhor para você e ótimo para o nosso Condomínio.

Vale do Ouro informa!, dez. 2015.

( ) A oração “que se encontra inadimplente” tem função explicativa, devendo, por isso, ser precedida e seguida de vírgula.

( ) A ausência de vírgula entre a palavra “administração” e a oração “que está a sua disposição” sugere que o condomínio tem mais de uma administração.

( ) Na oração “que está a sua disposição”, a palavra “a” tem de receber acento indicativo de ocorrência de crase.

( ) A oração “para fazer um acordo de pagamento” é ambígua, pois o sujeito de “fazer" pode tanto ser “você” como “a administração”.

( ) A oração “para fazer um acordo de pagamento” é ambígua, pois pode ser tomada como adjunto de “procure” e como complemento de “disposição”.

Assinale a alternativa que contém a sequência correta.

 

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2983620 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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O parágrafo a seguir foi extraído, com modificações, da revista Piauí. As questões 13 e 14 baseiam-se nele.


1 Quando Joseval Peixoto começou a trabalhar na Pan, a emissora ainda era conhecida pelo nome

2 de batismo, Rádio Panamericana, oficializado em decreto de Getúlio Vargas, de 1942. A rádio,

3 porém, só entrou no ar às 18 horas do dia 3 de maio de 1944, ao som da Quinta Sinfonia de

4 Beethoven, conforme consta do livro JP: 50 anos, do jornalista e poeta Álvaro Alves de Faria.

5 Seis meses depois da estreia, o advogado, o empresário e o futuro dirigente do São Paulo

6 Futebol Clube, Paulo Machado de Carvalho, comprou a emissora dos primeiros donos, entre os

7 quais o autor e diretor Oduvaldo Vianna (pai do dramaturgo Vianinha).

Piauí, jul. 2015.

Na expressão “o advogado, o empresário e o futuro dirigente do São Paulo Futebol Clube” (linhas 5 e 6), observa-se uma repetição do artigo definido “o”.

Assinale a alternativa que avalia corretamente essa repetição:

 

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2983619 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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O parágrafo a seguir foi extraído, com modificações, da revista Piauí. As questões 13 e 14 baseiam-se nele.


1 Quando Joseval Peixoto começou a trabalhar na Pan, a emissora ainda era conhecida pelo nome

2 de batismo, Rádio Panamericana, oficializado em decreto de Getúlio Vargas, de 1942. A rádio,

3 porém, só entrou no ar às 18 horas do dia 3 de maio de 1944, ao som da Quinta Sinfonia de

4 Beethoven, conforme consta do livro JP: 50 anos, do jornalista e poeta Álvaro Alves de Faria.

5 Seis meses depois da estreia, o advogado, o empresário e o futuro dirigente do São Paulo

6 Futebol Clube, Paulo Machado de Carvalho, comprou a emissora dos primeiros donos, entre os

7 quais o autor e diretor Oduvaldo Vianna (pai do dramaturgo Vianinha).

Piauí, jul. 2015.

É conveniente destacar, por meio de itálico ou negrito, as seguintes expressões:

 

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2983618 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Assinale a alternativa em que a passagem citada não é condizente com a noção saussuriana de língua.

Ferdinand de Saussure, Curso de Linguística Geral.

 

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2983617 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Leia o texto. Os objetivos desta disciplina são os seguintes:

1. fornecer conceitos de gestão de passivos de curto prazo,

2. elencar os fatores determinantes da necessidade de captação de recursos,

3. apresentar alternativas de financiamento,

4. entender a formação do custo de financiamento de curto prazo,

5. evidenciar os riscos envolvidos em operações de financiamento de curto prazo.

Os objetivos listados não são semanticamente paralelos, pois diferem quanto

 

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1428178 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Um ano de leitores

O setor editorial e toda a cadeia produtiva do livro no Brasil precisam, especialmente neste momento de grave crise econômica, multiplicar e somar esforços para ampliar os índices de leitura no país, independentemente das políticas promovidas pelo governo.

Por mais que elas sejam importantes, responsabilidades constitucionais do Estado para a educação e a cultura da população, nossas estatísticas de produção e vendas não podem variar de modo tão intenso em decorrência das oscilações das verbas governamentais.

Isso ficou muito evidente no ano passado, quando o ajuste fiscal da União impôs reduções orçamentárias em todas as áreas da administração pública.

O contingenciamento de recursos do Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE) e do Plano Nacional de Alfabetização e Cidadania (Pnac) teve grande impacto no mercado editorial: queda de faturamento superior a R$ 200 milhões, o que representa uma redução de 12% em relação a 2014.

Uma quebra dessa proporção atinge editoras, autores e profissionais do setor, gráficas e toda a cadeia produtiva do livro. As compras feitas pelo Poder Público chegam a corresponder a até 36% do orçamento das editoras em alguns anos.

Certamente é importante que os programas governamentais de aquisição de livros sejam mantidos e ampliados, em especial por seu caráter inclusivo e por uma questão de justiça social, num Brasil onde ainda há imensas disparidades na distribuição de renda.

No entanto, é necessário que o segmento privado do mercado seja cada vez mais dinâmico e capaz de garantir autonomia econômico-financeira à cadeia produtiva.

Em 2014, segundo a pesquisa Produção e Vendas do Mercado Editorial Brasileiro, realizada pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), foram comercializados em livrarias, sites de editoras, porta a porta e outros pontos do varejo 277,3 milhões de exemplares.

Considerando que o índice de leitura dos brasileiros é de apenas 1,7 livro/ano, há potencial para o aumento das vendas no segmento privado do país.

Assim, é preciso imenso esforço de todo o mercado para que os 88 milhões de leitores do país, segundo pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, leiam mais neste ano que começa. Também precisamos formar novos leitores.

Tais metas, se cumpridas com êxito, serão um grande estímulo para toda a cadeia produtiva e demonstrarão que podemos e devemos ser mais proativos no desenvolvimento de nosso mercado, cuja pujança também se reflete no progresso nacional, pois este é inviável sem a disseminação do conhecimento e da cultura.

Editoras, livrarias, distribuidores e canais de venda porta a porta, unidos sob a representatividade de suas entidades de classe, precisam adotar firme atitude propositiva voltada ao fomento do mercado privado e à promoção do livro.

A despeito da grave crise nacional, vamos arregaçar as mangas e trabalhar muito para que 2016 seja um ano de leitores.

(LUÍS ANTONIO TORELLI, 64, é presidente da CBL – Câmara Brasileira do Livro 07/01/2016 02h00 http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2016/01/1726679-um-ano-de-leitores.shtml Acesso em 12/01/2016.)

De acordo com o texto,
 

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1428177 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Um ano de leitores

O setor editorial e toda a cadeia produtiva do livro no Brasil precisam, especialmente neste momento de grave crise econômica, multiplicar e somar esforços para ampliar os índices de leitura no país, independentemente das políticas promovidas pelo governo.

Por mais que elas sejam importantes, responsabilidades constitucionais do Estado para a educação e a cultura da população, nossas estatísticas de produção e vendas não podem variar de modo tão intenso em decorrência das oscilações das verbas governamentais.

Isso ficou muito evidente no ano passado, quando o ajuste fiscal da União impôs reduções orçamentárias em todas as áreas da administração pública.

O contingenciamento de recursos do Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE) e do Plano Nacional de Alfabetização e Cidadania (Pnac) teve grande impacto no mercado editorial: queda de faturamento superior a R$ 200 milhões, o que representa uma redução de 12% em relação a 2014.

Uma quebra dessa proporção atinge editoras, autores e profissionais do setor, gráficas e toda a cadeia produtiva do livro. As compras feitas pelo Poder Público chegam a corresponder a até 36% do orçamento das editoras em alguns anos.

Certamente é importante que os programas governamentais de aquisição de livros sejam mantidos e ampliados, em especial por seu caráter inclusivo e por uma questão de justiça social, num Brasil onde ainda há imensas disparidades na distribuição de renda.

No entanto, é necessário que o segmento privado do mercado seja cada vez mais dinâmico e capaz de garantir autonomia econômico-financeira à cadeia produtiva.

Em 2014, segundo a pesquisa Produção e Vendas do Mercado Editorial Brasileiro, realizada pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), foram comercializados em livrarias, sites de editoras, porta a porta e outros pontos do varejo 277,3 milhões de exemplares.

Considerando que o índice de leitura dos brasileiros é de apenas 1,7 livro/ano, há potencial para o aumento das vendas no segmento privado do país.

Assim, é preciso imenso esforço de todo o mercado para que os 88 milhões de leitores do país, segundo pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, leiam mais neste ano que começa. Também precisamos formar novos leitores.

Tais metas, se cumpridas com êxito, serão um grande estímulo para toda a cadeia produtiva e demonstrarão que podemos e devemos ser mais proativos no desenvolvimento de nosso mercado, cuja pujança também se reflete no progresso nacional, pois este é inviável sem a disseminação do conhecimento e da cultura.

Editoras, livrarias, distribuidores e canais de venda porta a porta, unidos sob a representatividade de suas entidades de classe, precisam adotar firme atitude propositiva voltada ao fomento do mercado privado e à promoção do livro.

A despeito da grave crise nacional, vamos arregaçar as mangas e trabalhar muito para que 2016 seja um ano de leitores.

(LUÍS ANTONIO TORELLI, 64, é presidente da CBL – Câmara Brasileira do Livro 07/01/2016 02h00 http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2016/01/1726679-um-ano-de-leitores.shtml Acesso em 12/01/2016.)

De acordo com o texto,

“Considerando que o índice de leitura dos brasileiros é de apenas 1,7 livro/ano, há potencial para o aumento das vendas no segmento privado do país.”

Para chegar a essa conclusão, o autor do texto baseou-se

 

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