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Foram encontradas 40 questões.

294005 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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No processo de soldagem MIG e MAG, existem quatro tipos de transferência metálica: globular, por curto-circuito, por pulverização (axial e rotacional) e por arco pulsado. Marque a alternativa que está em desacordo com esses tipos de transferência metálica.

 

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294004 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Um sistema de tratamento de falhas é, essencialmente, uma estrutura formal de gerenciamento de informações sobre falhas e de ações subsequentes. As principais etapas de forma sequenciada presentes nesse sistema são:

 

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294003 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia de Materiais
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Sobre os materiais, é possível afirmar que:

I. os metais são extremamente bons condutores de eletricidade e de calor, além de serem bastante fortes, deformáveis, e respondem pelo extensivo uso em aplicações estruturais.

II. os materiais cerâmicos são tipicamente isolantes à passagem de eletricidade e de calor e são mais resistentes a altas temperaturas e ambientes rudes do que metais e polímeros.

III. o fiberglass é um tipo de material compósito no qual fibras de vidro são embutidas dentro de um material polimérico.

IV. os semicondutores tornaram possível o advento do circuito integrado que revolucionou a eletrônica e as indústrias de computadores.

Marque a alternativa correta.

 

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294002 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Sobre os sistemas de unidades e medição, é incorreto afirmar que:

 

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294001 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Diversas classificações de cavaco têm sido propostas pelos pesquisadores. Uma das mais comuns, citada tanto na literatura alemã como na americana, consiste na subdivisão em três tipos de cavacos. Assim, sobre a classificação do cavaco, é correto afirmar que:

 

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294000 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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No caso de MCI (Motores de Combustão Interna), adotou-se o termo de emissões de gases para designar os produtos considerados nocivos para o homem e o meio ambiente. A proporção desses gases ao deixarem o cilindro depende do combustível, da condição de funcionamento do motor e da qualidade da mistura. Na reação real, os produtos citados constituem cerca de 98% dos gases de escape, sendo 1% formado de O2, H2 e gases inertes e aproximadamente a 1% de gases nocivos.

Com base nessas projeções e após discussão entre especialistas, foram estabelecidas as principais legislações que limitam a emissão dos principais poluentes por motores e veículos. Existe uma desconformidade em uma das afirmativas abaixo, identifique-a.

 

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293999 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Sobre os fundamentos da usinagem dos metais, assinale a alternativa incorreta.

 

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293970 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Se fazer entender

É preciso ter muito cuidado com a forma com que usamos algumas palavras

Nos comunicamos o tempo todo, seja com palavras, gestos, feições ou mesmo

com movimentos corporais. A comunicação, verbal ou não verbal, é ferramenta

fundamental para interagirmos no mundo e, por isso, quando não atingimos este objetivo

de forma satisfatória logo pensamos: “O que eu disse de errado?”.

A linguagem dirige nossos pensamentos para direções bem específicas e ajudam a

criar a realidade, potencializando ou limitando nossas possibilidades. Não é o que

dizemos, mas como dizemos que faz a diferença. Albert Merabian, pioneiro da pesquisa

da linguagem corporal na década de 1950, em seu livro Silent massages, afirma que o

poder das palavras é de 7% em uma comunicação, e que a forma como as palavras são

ditas e a fisiologia do interlocutor representam, respectivamente, 38% e 55% desse poder.

Pressuposições da neurossemântica afirmam que, para se ter uma comunicação

efetiva, é preciso transformar uma ideia em ação, de modo a concretizá-la. Ou seja, fazer

acontecer as ideias, se expressar bem para se fazer entender.

Quando a habilidade de comunicação não está bem desenvolvida, seja qual for o

motivo, podemos dizer algo que será interpretado de forma totalmente diferente daquilo

que realmente tivemos intenção de transmitir. Isso pode gerar transtornos que poderiam

ser evitados com a palavra certa, na entonação de voz adequada para o ouvinte e a

situação.

O corpo é programado por meio da linguagem e dos significados que damos. Falar

com clareza e sem timidez, de forma concisa, é uma dificuldade de muitas pessoas, mas

com exercícios adequados, pensar e verbalizar bem torna-se uma ação fácil e

descomplicada.

Por exemplo, a palavra “não” existe apenas na linguagem e não na experiência,

então a frase que contém “não” traz à mente todo conteúdo para que o receptor da

mensagem possa compreendê-la. Se eu lhe pedir “não pense na cor verde”, você irá

pensar e minha comunicação terá o efeito oposto ao pretendido. Por isso, é importante

falar utilizando tom positivo o que se quer e não o que você não quer.

Ao falar de problemas ou descrições negativas de si mesmo, é imprescindível

utilizar o tempo do verbo no passado ou diga “ainda”, pois isto libera o presente. Por

exemplo, troque a frase “eu tenho dificuldade de fazer isso”, por “ainda não consegui fazer

isso”. O ainda pressupõe que vai conseguir.

Outra dica é falar das mudanças desejadas para o futuro utilizando o tempo do

verbo no presente. Por exemplo: em vez de dizer “vou conseguir”, diga “estou

conseguindo”. Substitua o “se” por “quando” e em vez de falar “se eu conseguir”, fale

“quando eu conseguir”. O “quando” pressupõe que o locutor está decidido. Outra dica é

substituir o condicional pelo presente, desta forma em vez de falar “eu gostaria de

agradecer”, diga “eu agradeço”. O verbo no presente fica mais concreto e mais forte.

Não saber se comunicar de forma correta e coerente pode prejudicar a mente e

as relações sociais de um indivíduo. Afinal, quem consegue ficar perto de alguém que

não sabe se comunicar? A habilidade de usar a linguagem com precisão é essencial para

sermos compreendidos e nos comunicarmos melhor. É preciso ter muito cuidado com a

forma com que usamos algumas palavras.

A linguagem pode potencializar ou limitar nossas possibilidades. Uma afirmação é

verdadeira: tudo na vida se resolve com uma boa conversa.

Raquel Couto, psicóloga organizacional e diretora da TAO (http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/opiniao/2017/01/10/interna_opiniao,195554/se-fazer-entender.shtml.)

Ainda de acordo com o sexto parágrafo: “... a palavra ‘não’ existe apenas na linguagem e não na experiência...”, substituindo “não” por “negativas”, como ficaria a frase se for reescrita de acordo com o padrão culto da língua?
 

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293969 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Se fazer entender

É preciso ter muito cuidado com a forma com que usamos algumas palavras

Nos comunicamos o tempo todo, seja com palavras, gestos, feições ou mesmo

com movimentos corporais. A comunicação, verbal ou não verbal, é ferramenta

fundamental para interagirmos no mundo e, por isso, quando não atingimos este objetivo

de forma satisfatória logo pensamos: “O que eu disse de errado?”.

A linguagem dirige nossos pensamentos para direções bem específicas e ajudam a

criar a realidade, potencializando ou limitando nossas possibilidades. Não é o que

dizemos, mas como dizemos que faz a diferença. Albert Merabian, pioneiro da pesquisa

da linguagem corporal na década de 1950, em seu livro Silent massages, afirma que o

poder das palavras é de 7% em uma comunicação, e que a forma como as palavras são

ditas e a fisiologia do interlocutor representam, respectivamente, 38% e 55% desse poder.

Pressuposições da neurossemântica afirmam que, para se ter uma comunicação

efetiva, é preciso transformar uma ideia em ação, de modo a concretizá-la. Ou seja, fazer

acontecer as ideias, se expressar bem para se fazer entender.

Quando a habilidade de comunicação não está bem desenvolvida, seja qual for o

motivo, podemos dizer algo que será interpretado de forma totalmente diferente daquilo

que realmente tivemos intenção de transmitir. Isso pode gerar transtornos que poderiam

ser evitados com a palavra certa, na entonação de voz adequada para o ouvinte e a

situação.

O corpo é programado por meio da linguagem e dos significados que damos. Falar

com clareza e sem timidez, de forma concisa, é uma dificuldade de muitas pessoas, mas

com exercícios adequados, pensar e verbalizar bem torna-se uma ação fácil e

descomplicada.

Por exemplo, a palavra “não” existe apenas na linguagem e não na experiência,

então a frase que contém “não” traz à mente todo conteúdo para que o receptor da

mensagem possa compreendê-la. Se eu lhe pedir “não pense na cor verde”, você irá

pensar e minha comunicação terá o efeito oposto ao pretendido. Por isso, é importante

falar utilizando tom positivo o que se quer e não o que você não quer.

Ao falar de problemas ou descrições negativas de si mesmo, é imprescindível

utilizar o tempo do verbo no passado ou diga “ainda”, pois isto libera o presente. Por

exemplo, troque a frase “eu tenho dificuldade de fazer isso”, por “ainda não consegui fazer

isso”. O ainda pressupõe que vai conseguir.

Outra dica é falar das mudanças desejadas para o futuro utilizando o tempo do

verbo no presente. Por exemplo: em vez de dizer “vou conseguir”, diga “estou

conseguindo”. Substitua o “se” por “quando” e em vez de falar “se eu conseguir”, fale

“quando eu conseguir”. O “quando” pressupõe que o locutor está decidido. Outra dica é

substituir o condicional pelo presente, desta forma em vez de falar “eu gostaria de

agradecer”, diga “eu agradeço”. O verbo no presente fica mais concreto e mais forte.

Não saber se comunicar de forma correta e coerente pode prejudicar a mente e

as relações sociais de um indivíduo. Afinal, quem consegue ficar perto de alguém que

não sabe se comunicar? A habilidade de usar a linguagem com precisão é essencial para

sermos compreendidos e nos comunicarmos melhor. É preciso ter muito cuidado com a

forma com que usamos algumas palavras.

A linguagem pode potencializar ou limitar nossas possibilidades. Uma afirmação é

verdadeira: tudo na vida se resolve com uma boa conversa.

Raquel Couto, psicóloga organizacional e diretora da TAO (http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/opiniao/2017/01/10/interna_opiniao,195554/se-fazer-entender.shtml.)

"Todas as variedades linguísticas são estruturadas e correspondem a sistemas e subsistemas adequados às necessidades de seus usuários. Mas o fato de estar a língua fortemente ligada à estrutura social e aos sistemas de valores da sociedade conduz a uma avaliação distinta das características das suas diversas modalidades regionais, sociais e estilísticas. A língua padrão, por exemplo, embora seja uma entre as muitas variedades de um idioma, é sempre a mais prestigiosa, porque atua como modelo, como norma, como ideal linguístico de uma comunidade. Do valor normativo decorre a sua função coercitiva sobre as outras variedades, com o que se torna uma ponderável força contrária à variação."

(CUNHA, Celso; CINTRA, Lindley. Nova gramática do português contemporâneo. 6.ed. São Paulo: Saraiva, 2013.)

De acordo com o texto, não é exemplo passível de coerção da variedade padrão da língua

 

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293964 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Se fazer entender

É preciso ter muito cuidado com a forma com que usamos algumas palavras

Nos comunicamos o tempo todo, seja com palavras, gestos, feições ou mesmo

com movimentos corporais. A comunicação, verbal ou não verbal, é ferramenta

fundamental para interagirmos no mundo e, por isso, quando não atingimos este objetivo

de forma satisfatória logo pensamos: “O que eu disse de errado?”.

A linguagem dirige nossos pensamentos para direções bem específicas e ajudam a

criar a realidade, potencializando ou limitando nossas possibilidades. Não é o que

dizemos, mas como dizemos que faz a diferença. Albert Merabian, pioneiro da pesquisa

da linguagem corporal na década de 1950, em seu livro Silent massages, afirma que o

poder das palavras é de 7% em uma comunicação, e que a forma como as palavras são

ditas e a fisiologia do interlocutor representam, respectivamente, 38% e 55% desse poder.

Pressuposições da neurossemântica afirmam que, para se ter uma comunicação

efetiva, é preciso transformar uma ideia em ação, de modo a concretizá-la. Ou seja, fazer

acontecer as ideias, se expressar bem para se fazer entender.

Quando a habilidade de comunicação não está bem desenvolvida, seja qual for o

motivo, podemos dizer algo que será interpretado de forma totalmente diferente daquilo

que realmente tivemos intenção de transmitir. Isso pode gerar transtornos que poderiam

ser evitados com a palavra certa, na entonação de voz adequada para o ouvinte e a

situação.

O corpo é programado por meio da linguagem e dos significados que damos. Falar

com clareza e sem timidez, de forma concisa, é uma dificuldade de muitas pessoas, mas

com exercícios adequados, pensar e verbalizar bem torna-se uma ação fácil e

descomplicada.

Por exemplo, a palavra “não” existe apenas na linguagem e não na experiência,

então a frase que contém “não” traz à mente todo conteúdo para que o receptor da

mensagem possa compreendê-la. Se eu lhe pedir “não pense na cor verde”, você irá

pensar e minha comunicação terá o efeito oposto ao pretendido. Por isso, é importante

falar utilizando tom positivo o que se quer e não o que você não quer.

Ao falar de problemas ou descrições negativas de si mesmo, é imprescindível

utilizar o tempo do verbo no passado ou diga “ainda”, pois isto libera o presente. Por

exemplo, troque a frase “eu tenho dificuldade de fazer isso”, por “ainda não consegui fazer

isso”. O ainda pressupõe que vai conseguir.

Outra dica é falar das mudanças desejadas para o futuro utilizando o tempo do

verbo no presente. Por exemplo: em vez de dizer “vou conseguir”, diga “estou

conseguindo”. Substitua o “se” por “quando” e em vez de falar “se eu conseguir”, fale

“quando eu conseguir”. O “quando” pressupõe que o locutor está decidido. Outra dica é

substituir o condicional pelo presente, desta forma em vez de falar “eu gostaria de

agradecer”, diga “eu agradeço”. O verbo no presente fica mais concreto e mais forte.

Não saber se comunicar de forma correta e coerente pode prejudicar a mente e

as relações sociais de um indivíduo. Afinal, quem consegue ficar perto de alguém que

não sabe se comunicar? A habilidade de usar a linguagem com precisão é essencial para

sermos compreendidos e nos comunicarmos melhor. É preciso ter muito cuidado com a

forma com que usamos algumas palavras.

A linguagem pode potencializar ou limitar nossas possibilidades. Uma afirmação é

verdadeira: tudo na vida se resolve com uma boa conversa.

Raquel Couto, psicóloga organizacional e diretora da TAO (http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/opiniao/2017/01/10/interna_opiniao,195554/se-fazer-entender.shtml.)

Observe com atenção o excerto do nono parágrafo a seguir.

“Não saber se comunicar de forma correta e coerente pode prejudicar a mente e as relações sociais de um indivíduo. Afinal, quem consegue ficar perto de alguém que não sabe se comunicar? A habilidade de usar a linguagem com precisão é essencial para sermos compreendidos e nos comunicarmos melhor. É preciso ter muito cuidado com a forma com que usamos algumas palavras.”

Assinale a opção de reescrita contraria a variedade padrão da língua.

 

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