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Foram encontradas 255 questões.

2983542 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFOP
Orgão: UFOP

Um recipiente cilíndrico A é interligado com outro recipiente de seção transversal retangular B, por meio de um tubo flexível de 6 mm de diâmetro interno, conforme mostra a figura. Os recipientes A e B estão parcialmente cheio de água, e o tubo flexível está completamente cheio da mesma água e sem bolhas de ar.

Enunciado 3532889-1

Após estabelecido o equilíbrio em ambos os recipientes, é sabido que os níveis nos recipientes A e B são iguais. Adiciona-se, então, um pouco de água no recipiente A. Decorrendo um intervalo maior de tempo, pode-se afirmar que:

 

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2983532 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFOP
Orgão: UFOP

Considere uma piscina cheia de água cuja massa específica é 1000 kg/m3, num local onde a aceleração da gravidade vale 9,80 m/s2. A pressão da água no fundo dessa piscina, com profundidade de 2,0 m, é igual a:

 

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2983520 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFOP
Orgão: UFOP

O Princípio de Pascal para os fluidos diz que:

 

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2983493 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFOP
Orgão: UFOP

Quanto à viscosidade dos fluidos, marque a alternativa correta.

 

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2983485 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFOP
Orgão: UFOP

Observação: Onde se fizer necessário, utilize a aceleração da gravidade igual a 9,8m/s2.

As propriedades relacionadas abaixo são consideradas propriedades físicas dos fluidos, exceto:

 

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As “poses de poder” podem te ajudar a se sentir mais confiante

A colunista Cynthia de Almeida conta como funciona essa técnica de linguagem corporal estudada pela professora de Harvard Amy Cuddy.

Sabe aquele gesto de erguer os braços para festejar uma vitória? Ou a postura de

quem se sente dona da situação, de levantar o queixo, manter a coluna ereta e colocar as

mãos na cintura? Esses e outros trejeitos, reações típicas em momentos positivos, foram

chamados de “poses de poder” pela psicóloga e professora de Harvard Amy Cuddy. O

interessante é que essas posições, mesmo se praticadas fora de contexto, por dois

minutos, são capazes de enganar o cérebro e fazer você se sentir empolgada, segura e

confiante.

Cuddy ficou mundialmente conhecida ao revelar o resultado de sua pesquisa em

um TED (série de conferências internacionais destinadas a disseminar ideias bacanas).

Seus estudos demonstraram a lógica por trás da teoria: ao levantar os braços em

comemoração, o cérebro provoca uma descarga de testosterona (hormônio da

dominância); ao mesmo tempo, restringe a produção de cortisol (hormônio do stress) e

diminui a sensação de nervosismo. Ou seja, você realmente se sente vitoriosa e menos

intimidada. A técnica tem ajudado muita gente a enfrentar acontecimentos estressantes,

como entrevistas de emprego, falas em público ou reuniões difíceis.

Pessoalmente, testei diversas vezes essa pose de mulher maravilha e aprovei!

Quem já é fã do método pode agora conhecer mais sobre as pesquisas de plasticidade

cerebral da psicóloga no livro que ela acaba de lançar no Brasil, O Poder da

Presença (Sextante, 39,90 reais). Um dos capítulos trata de um aprendizado tão simples

e eficaz quanto esse exercício de “fingir até ser verdade”: pequenos ajustes que levam a

grandes mudanças. É muito mais fácil e natural para a mente incorporar atitudes

menores, às quais Cuddy chama de autocutucões, do que se impor metas ambiciosas de

transformação.

Não dá para prometer, por exemplo, que, a partir de hoje, você vai deixar de ser

tímida e se tornar uma pessoa extrovertida. “É assim que a coisa funciona”, escreve ela.

“Em cada situação desafiadora, encorajamo-nos a nos sentir mais fortes, a transpor as

muralhas do medo. É dessa experiência que nos lembraremos quando estivermos diante

da próxima circunstância semelhante.” Segundo a psicóloga, nosso foco deve estar no

processo, e não no resultado. É o comportamento atual que mudará o futuro e, para isso,

precisamos de nanoinvestimentos, que vão, lenta e gradualmente, moldando nosso

cérebro.

Os cutucões são eficazes por diversos motivos. O principal é que exigem pouco

esforço e, portanto, têm adesão mais garantida. E, depois, como os resultados esperados

não são imediatos, não se tornam fonte de ansiedade ou frustração. O exemplo pessoal

que a autora dá é estimulante. Ela conta que costumava reagir imediatamente diante de

qualquer turbulência sem parar nem para respirar ou para raciocinar. “Quando tentava

corrigir um problema instantaneamente, daquela forma atabalhoada e nervosa, nunca

ficava satisfeita com minha ação. Não chegamos a lugar nenhum decidindo mudar tudo

exatamente agora. Vamos aos poucos, passo a passo. Aprendi que precisava me cutucar

para desacelerar e também para me fixar menos no resultado. Toda vez que me chamava

atenção, criava uma lembrança, um registro daquilo, que poderia acessar na próxima vez

que entrasse em pânico.” Hoje, Cuddy sabe que até não fazer nada já é alguma coisa. E

isso pode ser muito bom!

(http://claudia.abril.com.br/sua-vida/as-poses-de-poder-podem-te-ajudar-a-se-sentir-mais-confiante/)

De acordo com o trecho da questão 01, assinale a alternativa que contenha a mesma interpretação
 

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1422588 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Se fazer entender

É preciso ter muito cuidado com a forma com que usamos algumas palavras

Nos comunicamos o tempo todo, seja com palavras, gestos, feições ou mesmo

com movimentos corporais. A comunicação, verbal ou não verbal, é ferramenta

fundamental para interagirmos no mundo e, por isso, quando não atingimos este objetivo

de forma satisfatória logo pensamos: “O que eu disse de errado?”.

A linguagem dirige nossos pensamentos para direções bem específicas e ajudam a

criar a realidade, potencializando ou limitando nossas possibilidades. Não é o que

dizemos, mas como dizemos que faz a diferença. Albert Merabian, pioneiro da pesquisa

da linguagem corporal na década de 1950, em seu livro Silent massages, afirma que o

poder das palavras é de 7% em uma comunicação, e que a forma como as palavras são

ditas e a fisiologia do interlocutor representam, respectivamente, 38% e 55% desse poder.

Pressuposições da neurossemântica afirmam que, para se ter uma comunicação

efetiva, é preciso transformar uma ideia em ação, de modo a concretizá-la. Ou seja, fazer

acontecer as ideias, se expressar bem para se fazer entender.

Quando a habilidade de comunicação não está bem desenvolvida, seja qual for o

motivo, podemos dizer algo que será interpretado de forma totalmente diferente daquilo

que realmente tivemos intenção de transmitir. Isso pode gerar transtornos que poderiam

ser evitados com a palavra certa, na entonação de voz adequada para o ouvinte e a

situação.

O corpo é programado por meio da linguagem e dos significados que damos. Falar

com clareza e sem timidez, de forma concisa, é uma dificuldade de muitas pessoas, mas

com exercícios adequados, pensar e verbalizar bem torna-se uma ação fácil e

descomplicada.

Por exemplo, a palavra “não” existe apenas na linguagem e não na experiência,

então a frase que contém “não” traz à mente todo conteúdo para que o receptor da

mensagem possa compreendê-la. Se eu lhe pedir “não pense na cor verde”, você irá

pensar e minha comunicação terá o efeito oposto ao pretendido. Por isso, é importante

falar utilizando tom positivo o que se quer e não o que você não quer.

Ao falar de problemas ou descrições negativas de si mesmo, é imprescindível

utilizar o tempo do verbo no passado ou diga “ainda”, pois isto libera o presente. Por

exemplo, troque a frase “eu tenho dificuldade de fazer isso”, por “ainda não consegui fazer

isso”. O ainda pressupõe que vai conseguir.

Outra dica é falar das mudanças desejadas para o futuro utilizando o tempo do

verbo no presente. Por exemplo: em vez de dizer “vou conseguir”, diga “estou

conseguindo”. Substitua o “se” por “quando” e em vez de falar “se eu conseguir”, fale

“quando eu conseguir”. O “quando” pressupõe que o locutor está decidido. Outra dica é

substituir o condicional pelo presente, desta forma em vez de falar “eu gostaria de

agradecer”, diga “eu agradeço”. O verbo no presente fica mais concreto e mais forte.

Não saber se comunicar de forma correta e coerente pode prejudicar a mente e

as relações sociais de um indivíduo. Afinal, quem consegue ficar perto de alguém que

não sabe se comunicar? A habilidade de usar a linguagem com precisão é essencial para

sermos compreendidos e nos comunicarmos melhor. É preciso ter muito cuidado com a

forma com que usamos algumas palavras.

A linguagem pode potencializar ou limitar nossas possibilidades. Uma afirmação é

verdadeira: tudo na vida se resolve com uma boa conversa.

Raquel Couto, psicóloga organizacional e diretora da TAO (http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/opiniao/2017/01/10/interna_opiniao,195554/se-fazer-entender.shtml.)

Leia com atenção o segundo parágrafo do texto. De acordo com ele, pode-se concluir que:
 

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1422587 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Se fazer entender

É preciso ter muito cuidado com a forma com que usamos algumas palavras

Nos comunicamos o tempo todo, seja com palavras, gestos, feições ou mesmo

com movimentos corporais. A comunicação, verbal ou não verbal, é ferramenta

fundamental para interagirmos no mundo e, por isso, quando não atingimos este objetivo

de forma satisfatória logo pensamos: “O que eu disse de errado?”.

A linguagem dirige nossos pensamentos para direções bem específicas e ajudam a

criar a realidade, potencializando ou limitando nossas possibilidades. Não é o que

dizemos, mas como dizemos que faz a diferença. Albert Merabian, pioneiro da pesquisa

da linguagem corporal na década de 1950, em seu livro Silent massages, afirma que o

poder das palavras é de 7% em uma comunicação, e que a forma como as palavras são

ditas e a fisiologia do interlocutor representam, respectivamente, 38% e 55% desse poder.

Pressuposições da neurossemântica afirmam que, para se ter uma comunicação

efetiva, é preciso transformar uma ideia em ação, de modo a concretizá-la. Ou seja, fazer

acontecer as ideias, se expressar bem para se fazer entender.

Quando a habilidade de comunicação não está bem desenvolvida, seja qual for o

motivo, podemos dizer algo que será interpretado de forma totalmente diferente daquilo

que realmente tivemos intenção de transmitir. Isso pode gerar transtornos que poderiam

ser evitados com a palavra certa, na entonação de voz adequada para o ouvinte e a

situação.

O corpo é programado por meio da linguagem e dos significados que damos. Falar

com clareza e sem timidez, de forma concisa, é uma dificuldade de muitas pessoas, mas

com exercícios adequados, pensar e verbalizar bem torna-se uma ação fácil e

descomplicada.

Por exemplo, a palavra “não” existe apenas na linguagem e não na experiência,

então a frase que contém “não” traz à mente todo conteúdo para que o receptor da

mensagem possa compreendê-la. Se eu lhe pedir “não pense na cor verde”, você irá

pensar e minha comunicação terá o efeito oposto ao pretendido. Por isso, é importante

falar utilizando tom positivo o que se quer e não o que você não quer.

Ao falar de problemas ou descrições negativas de si mesmo, é imprescindível

utilizar o tempo do verbo no passado ou diga “ainda”, pois isto libera o presente. Por

exemplo, troque a frase “eu tenho dificuldade de fazer isso”, por “ainda não consegui fazer

isso”. O ainda pressupõe que vai conseguir.

Outra dica é falar das mudanças desejadas para o futuro utilizando o tempo do

verbo no presente. Por exemplo: em vez de dizer “vou conseguir”, diga “estou

conseguindo”. Substitua o “se” por “quando” e em vez de falar “se eu conseguir”, fale

“quando eu conseguir”. O “quando” pressupõe que o locutor está decidido. Outra dica é

substituir o condicional pelo presente, desta forma em vez de falar “eu gostaria de

agradecer”, diga “eu agradeço”. O verbo no presente fica mais concreto e mais forte.

Não saber se comunicar de forma correta e coerente pode prejudicar a mente e

as relações sociais de um indivíduo. Afinal, quem consegue ficar perto de alguém que

não sabe se comunicar? A habilidade de usar a linguagem com precisão é essencial para

sermos compreendidos e nos comunicarmos melhor. É preciso ter muito cuidado com a

forma com que usamos algumas palavras.

A linguagem pode potencializar ou limitar nossas possibilidades. Uma afirmação é

verdadeira: tudo na vida se resolve com uma boa conversa.

Raquel Couto, psicóloga organizacional e diretora da TAO (http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/opiniao/2017/01/10/interna_opiniao,195554/se-fazer-entender.shtml.)

De acordo com o terceiro parágrafo do texto, só não se pode concluir que:
 

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1422447 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Se fazer entender

É preciso ter muito cuidado com a forma com que usamos algumas palavras

Nos comunicamos o tempo todo, seja com palavras, gestos, feições ou mesmo

com movimentos corporais. A comunicação, verbal ou não verbal, é ferramenta

fundamental para interagirmos no mundo e, por isso, quando não atingimos este objetivo

de forma satisfatória logo pensamos: “O que eu disse de errado?”.

A linguagem dirige nossos pensamentos para direções bem específicas e ajudam a

criar a realidade, potencializando ou limitando nossas possibilidades. Não é o que

dizemos, mas como dizemos que faz a diferença. Albert Merabian, pioneiro da pesquisa

da linguagem corporal na década de 1950, em seu livro Silent massages, afirma que o

poder das palavras é de 7% em uma comunicação, e que a forma como as palavras são

ditas e a fisiologia do interlocutor representam, respectivamente, 38% e 55% desse poder.

Pressuposições da neurossemântica afirmam que, para se ter uma comunicação

efetiva, é preciso transformar uma ideia em ação, de modo a concretizá-la. Ou seja, fazer

acontecer as ideias, se expressar bem para se fazer entender.

Quando a habilidade de comunicação não está bem desenvolvida, seja qual for o

motivo, podemos dizer algo que será interpretado de forma totalmente diferente daquilo

que realmente tivemos intenção de transmitir. Isso pode gerar transtornos que poderiam

ser evitados com a palavra certa, na entonação de voz adequada para o ouvinte e a

situação.

O corpo é programado por meio da linguagem e dos significados que damos. Falar

com clareza e sem timidez, de forma concisa, é uma dificuldade de muitas pessoas, mas

com exercícios adequados, pensar e verbalizar bem torna-se uma ação fácil e

descomplicada.

Por exemplo, a palavra “não” existe apenas na linguagem e não na experiência,

então a frase que contém “não” traz à mente todo conteúdo para que o receptor da

mensagem possa compreendê-la. Se eu lhe pedir “não pense na cor verde”, você irá

pensar e minha comunicação terá o efeito oposto ao pretendido. Por isso, é importante

falar utilizando tom positivo o que se quer e não o que você não quer.

Ao falar de problemas ou descrições negativas de si mesmo, é imprescindível

utilizar o tempo do verbo no passado ou diga “ainda”, pois isto libera o presente. Por

exemplo, troque a frase “eu tenho dificuldade de fazer isso”, por “ainda não consegui fazer

isso”. O ainda pressupõe que vai conseguir.

Outra dica é falar das mudanças desejadas para o futuro utilizando o tempo do

verbo no presente. Por exemplo: em vez de dizer “vou conseguir”, diga “estou

conseguindo”. Substitua o “se” por “quando” e em vez de falar “se eu conseguir”, fale

“quando eu conseguir”. O “quando” pressupõe que o locutor está decidido. Outra dica é

substituir o condicional pelo presente, desta forma em vez de falar “eu gostaria de

agradecer”, diga “eu agradeço”. O verbo no presente fica mais concreto e mais forte.

Não saber se comunicar de forma correta e coerente pode prejudicar a mente e

as relações sociais de um indivíduo. Afinal, quem consegue ficar perto de alguém que

não sabe se comunicar? A habilidade de usar a linguagem com precisão é essencial para

sermos compreendidos e nos comunicarmos melhor. É preciso ter muito cuidado com a

forma com que usamos algumas palavras.

A linguagem pode potencializar ou limitar nossas possibilidades. Uma afirmação é

verdadeira: tudo na vida se resolve com uma boa conversa.

Raquel Couto, psicóloga organizacional e diretora da TAO (http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/opiniao/2017/01/10/interna_opiniao,195554/se-fazer-entender.shtml.)

Para o quarto parágrafo, está correta a seguinte interpretação:
 

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1422446 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
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Se fazer entender

É preciso ter muito cuidado com a forma com que usamos algumas palavras

Nos comunicamos o tempo todo, seja com palavras, gestos, feições ou mesmo

com movimentos corporais. A comunicação, verbal ou não verbal, é ferramenta

fundamental para interagirmos no mundo e, por isso, quando não atingimos este objetivo

de forma satisfatória logo pensamos: “O que eu disse de errado?”.

A linguagem dirige nossos pensamentos para direções bem específicas e ajudam a

criar a realidade, potencializando ou limitando nossas possibilidades. Não é o que

dizemos, mas como dizemos que faz a diferença. Albert Merabian, pioneiro da pesquisa

da linguagem corporal na década de 1950, em seu livro Silent massages, afirma que o

poder das palavras é de 7% em uma comunicação, e que a forma como as palavras são

ditas e a fisiologia do interlocutor representam, respectivamente, 38% e 55% desse poder.

Pressuposições da neurossemântica afirmam que, para se ter uma comunicação

efetiva, é preciso transformar uma ideia em ação, de modo a concretizá-la. Ou seja, fazer

acontecer as ideias, se expressar bem para se fazer entender.

Quando a habilidade de comunicação não está bem desenvolvida, seja qual for o

motivo, podemos dizer algo que será interpretado de forma totalmente diferente daquilo

que realmente tivemos intenção de transmitir. Isso pode gerar transtornos que poderiam

ser evitados com a palavra certa, na entonação de voz adequada para o ouvinte e a

situação.

O corpo é programado por meio da linguagem e dos significados que damos. Falar

com clareza e sem timidez, de forma concisa, é uma dificuldade de muitas pessoas, mas

com exercícios adequados, pensar e verbalizar bem torna-se uma ação fácil e

descomplicada.

Por exemplo, a palavra “não” existe apenas na linguagem e não na experiência,

então a frase que contém “não” traz à mente todo conteúdo para que o receptor da

mensagem possa compreendê-la. Se eu lhe pedir “não pense na cor verde”, você irá

pensar e minha comunicação terá o efeito oposto ao pretendido. Por isso, é importante

falar utilizando tom positivo o que se quer e não o que você não quer.

Ao falar de problemas ou descrições negativas de si mesmo, é imprescindível

utilizar o tempo do verbo no passado ou diga “ainda”, pois isto libera o presente. Por

exemplo, troque a frase “eu tenho dificuldade de fazer isso”, por “ainda não consegui fazer

isso”. O ainda pressupõe que vai conseguir.

Outra dica é falar das mudanças desejadas para o futuro utilizando o tempo do

verbo no presente. Por exemplo: em vez de dizer “vou conseguir”, diga “estou

conseguindo”. Substitua o “se” por “quando” e em vez de falar “se eu conseguir”, fale

“quando eu conseguir”. O “quando” pressupõe que o locutor está decidido. Outra dica é

substituir o condicional pelo presente, desta forma em vez de falar “eu gostaria de

agradecer”, diga “eu agradeço”. O verbo no presente fica mais concreto e mais forte.

Não saber se comunicar de forma correta e coerente pode prejudicar a mente e

as relações sociais de um indivíduo. Afinal, quem consegue ficar perto de alguém que

não sabe se comunicar? A habilidade de usar a linguagem com precisão é essencial para

sermos compreendidos e nos comunicarmos melhor. É preciso ter muito cuidado com a

forma com que usamos algumas palavras.

A linguagem pode potencializar ou limitar nossas possibilidades. Uma afirmação é

verdadeira: tudo na vida se resolve com uma boa conversa.

Raquel Couto, psicóloga organizacional e diretora da TAO (http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/opiniao/2017/01/10/interna_opiniao,195554/se-fazer-entender.shtml.)

De acordo com o quinto parágrafo,
 

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