Magna Concursos

Foram encontradas 255 questões.

293979 Ano: 2017
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
Provas:

Considere as contas contábeis a seguir:

I. Transferências Correntes

II. Transferências de Capital

III. Transferências Recebidas

IV. Transferências Concedidas

Quais delas figuram no Balanço Orcamentário?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
293978 Ano: 2017
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
Provas:

“Princípio básico da atividade da Administração Pública no regime democrático previsto no caput do art. 37 da Magna Carta de 1988. Justifica-se especialmente pelo fato de o orçamento ser fixado em lei, sendo esta a que autoriza aos Poderes a execução de suas despesas.” A citação se refere a que princípio orçamentário?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
293976 Ano: 2017
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
Provas:

Qual dos itens abaixo é classificado como Receita de Capital?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
293975 Ano: 2017
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
Provas:

O § 8º do art. 165 da Constituição Federal estabelece que “a LOA não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa. Ressalvam-se dessa proibição a autorização para abertura de crédito suplementar e a contratação de operações de crédito, nos termos da lei”. A descrição anterior se refere a qual princípio orçamentário?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
293974 Ano: 2017
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
Provas:

“Transferência de valores para a conta específica do Tesouro, responsável pela administração e controle da arrecadação e programação financeira, observando-se o princípio da unidade de tesouraria ou de caixa, conforme determina o art. 56 da Lei nº 4.320, de 1964.” Essa descrição caracteriza qual etapa da Receita Orçamentária?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
293973 Ano: 2017
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
Provas:

São princípios orçamentários, exceto:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
293972 Ano: 2017
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
Provas:

São itens classificados como Receita Corrente, exceto:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

As “poses de poder” podem te ajudar a se sentir mais confiante

A colunista Cynthia de Almeida conta como funciona essa técnica de linguagem corporal estudada pela professora de Harvard Amy Cuddy.

Sabe aquele gesto de erguer os braços para festejar uma vitória? Ou a postura de

quem se sente dona da situação, de levantar o queixo, manter a coluna ereta e colocar as

mãos na cintura? Esses e outros trejeitos, reações típicas em momentos positivos, foram

chamados de “poses de poder” pela psicóloga e professora de Harvard Amy Cuddy. O

interessante é que essas posições, mesmo se praticadas fora de contexto, por dois

minutos, são capazes de enganar o cérebro e fazer você se sentir empolgada, segura e

confiante.

Cuddy ficou mundialmente conhecida ao revelar o resultado de sua pesquisa em

um TED (série de conferências internacionais destinadas a disseminar ideias bacanas).

Seus estudos demonstraram a lógica por trás da teoria: ao levantar os braços em

comemoração, o cérebro provoca uma descarga de testosterona (hormônio da

dominância); ao mesmo tempo, restringe a produção de cortisol (hormônio do stress) e

diminui a sensação de nervosismo. Ou seja, você realmente se sente vitoriosa e menos

intimidada. A técnica tem ajudado muita gente a enfrentar acontecimentos estressantes,

como entrevistas de emprego, falas em público ou reuniões difíceis.

Pessoalmente, testei diversas vezes essa pose de mulher maravilha e aprovei!

Quem já é fã do método pode agora conhecer mais sobre as pesquisas de plasticidade

cerebral da psicóloga no livro que ela acaba de lançar no Brasil, O Poder da

Presença (Sextante, 39,90 reais). Um dos capítulos trata de um aprendizado tão simples

e eficaz quanto esse exercício de “fingir até ser verdade”: pequenos ajustes que levam a

grandes mudanças. É muito mais fácil e natural para a mente incorporar atitudes

menores, às quais Cuddy chama de autocutucões, do que se impor metas ambiciosas de

transformação.

Não dá para prometer, por exemplo, que, a partir de hoje, você vai deixar de ser

tímida e se tornar uma pessoa extrovertida. “É assim que a coisa funciona”, escreve ela.

“Em cada situação desafiadora, encorajamo-nos a nos sentir mais fortes, a transpor as

muralhas do medo. É dessa experiência que nos lembraremos quando estivermos diante

da próxima circunstância semelhante.” Segundo a psicóloga, nosso foco deve estar no

processo, e não no resultado. É o comportamento atual que mudará o futuro e, para isso,

precisamos de nanoinvestimentos, que vão, lenta e gradualmente, moldando nosso

cérebro.

Os cutucões são eficazes por diversos motivos. O principal é que exigem pouco

esforço e, portanto, têm adesão mais garantida. E, depois, como os resultados esperados

não são imediatos, não se tornam fonte de ansiedade ou frustração. O exemplo pessoal

que a autora dá é estimulante. Ela conta que costumava reagir imediatamente diante de

qualquer turbulência sem parar nem para respirar ou para raciocinar. “Quando tentava

corrigir um problema instantaneamente, daquela forma atabalhoada e nervosa, nunca

ficava satisfeita com minha ação. Não chegamos a lugar nenhum decidindo mudar tudo

exatamente agora. Vamos aos poucos, passo a passo. Aprendi que precisava me cutucar

para desacelerar e também para me fixar menos no resultado. Toda vez que me chamava

atenção, criava uma lembrança, um registro daquilo, que poderia acessar na próxima vez

que entrasse em pânico.” Hoje, Cuddy sabe que até não fazer nada já é alguma coisa. E

isso pode ser muito bom!

(http://claudia.abril.com.br/sua-vida/as-poses-de-poder-podem-te-ajudar-a-se-sentir-mais-confiante/)

Leia com atenção o excerto a seguir, observando o primeiro parágrafo do qual foi extraído.

“O interessante é que essas posições, mesmo se praticadas fora de contexto, por dois minutos, são capazes de enganar o cérebro e fazer você se sentir empolgada, segura e confiante.”

Das frases apresentadas, assinale aquela em que o pronome demonstrativo foi empregado nas mesmas condições, segundo a norma culta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
293970 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
Provas:

Se fazer entender

É preciso ter muito cuidado com a forma com que usamos algumas palavras

Nos comunicamos o tempo todo, seja com palavras, gestos, feições ou mesmo

com movimentos corporais. A comunicação, verbal ou não verbal, é ferramenta

fundamental para interagirmos no mundo e, por isso, quando não atingimos este objetivo

de forma satisfatória logo pensamos: “O que eu disse de errado?”.

A linguagem dirige nossos pensamentos para direções bem específicas e ajudam a

criar a realidade, potencializando ou limitando nossas possibilidades. Não é o que

dizemos, mas como dizemos que faz a diferença. Albert Merabian, pioneiro da pesquisa

da linguagem corporal na década de 1950, em seu livro Silent massages, afirma que o

poder das palavras é de 7% em uma comunicação, e que a forma como as palavras são

ditas e a fisiologia do interlocutor representam, respectivamente, 38% e 55% desse poder.

Pressuposições da neurossemântica afirmam que, para se ter uma comunicação

efetiva, é preciso transformar uma ideia em ação, de modo a concretizá-la. Ou seja, fazer

acontecer as ideias, se expressar bem para se fazer entender.

Quando a habilidade de comunicação não está bem desenvolvida, seja qual for o

motivo, podemos dizer algo que será interpretado de forma totalmente diferente daquilo

que realmente tivemos intenção de transmitir. Isso pode gerar transtornos que poderiam

ser evitados com a palavra certa, na entonação de voz adequada para o ouvinte e a

situação.

O corpo é programado por meio da linguagem e dos significados que damos. Falar

com clareza e sem timidez, de forma concisa, é uma dificuldade de muitas pessoas, mas

com exercícios adequados, pensar e verbalizar bem torna-se uma ação fácil e

descomplicada.

Por exemplo, a palavra “não” existe apenas na linguagem e não na experiência,

então a frase que contém “não” traz à mente todo conteúdo para que o receptor da

mensagem possa compreendê-la. Se eu lhe pedir “não pense na cor verde”, você irá

pensar e minha comunicação terá o efeito oposto ao pretendido. Por isso, é importante

falar utilizando tom positivo o que se quer e não o que você não quer.

Ao falar de problemas ou descrições negativas de si mesmo, é imprescindível

utilizar o tempo do verbo no passado ou diga “ainda”, pois isto libera o presente. Por

exemplo, troque a frase “eu tenho dificuldade de fazer isso”, por “ainda não consegui fazer

isso”. O ainda pressupõe que vai conseguir.

Outra dica é falar das mudanças desejadas para o futuro utilizando o tempo do

verbo no presente. Por exemplo: em vez de dizer “vou conseguir”, diga “estou

conseguindo”. Substitua o “se” por “quando” e em vez de falar “se eu conseguir”, fale

“quando eu conseguir”. O “quando” pressupõe que o locutor está decidido. Outra dica é

substituir o condicional pelo presente, desta forma em vez de falar “eu gostaria de

agradecer”, diga “eu agradeço”. O verbo no presente fica mais concreto e mais forte.

Não saber se comunicar de forma correta e coerente pode prejudicar a mente e

as relações sociais de um indivíduo. Afinal, quem consegue ficar perto de alguém que

não sabe se comunicar? A habilidade de usar a linguagem com precisão é essencial para

sermos compreendidos e nos comunicarmos melhor. É preciso ter muito cuidado com a

forma com que usamos algumas palavras.

A linguagem pode potencializar ou limitar nossas possibilidades. Uma afirmação é

verdadeira: tudo na vida se resolve com uma boa conversa.

Raquel Couto, psicóloga organizacional e diretora da TAO (http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/opiniao/2017/01/10/interna_opiniao,195554/se-fazer-entender.shtml.)

Ainda de acordo com o sexto parágrafo: “... a palavra ‘não’ existe apenas na linguagem e não na experiência...”, substituindo “não” por “negativas”, como ficaria a frase se for reescrita de acordo com o padrão culto da língua?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
293969 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFOP
Orgão: UFOP
Provas:

Se fazer entender

É preciso ter muito cuidado com a forma com que usamos algumas palavras

Nos comunicamos o tempo todo, seja com palavras, gestos, feições ou mesmo

com movimentos corporais. A comunicação, verbal ou não verbal, é ferramenta

fundamental para interagirmos no mundo e, por isso, quando não atingimos este objetivo

de forma satisfatória logo pensamos: “O que eu disse de errado?”.

A linguagem dirige nossos pensamentos para direções bem específicas e ajudam a

criar a realidade, potencializando ou limitando nossas possibilidades. Não é o que

dizemos, mas como dizemos que faz a diferença. Albert Merabian, pioneiro da pesquisa

da linguagem corporal na década de 1950, em seu livro Silent massages, afirma que o

poder das palavras é de 7% em uma comunicação, e que a forma como as palavras são

ditas e a fisiologia do interlocutor representam, respectivamente, 38% e 55% desse poder.

Pressuposições da neurossemântica afirmam que, para se ter uma comunicação

efetiva, é preciso transformar uma ideia em ação, de modo a concretizá-la. Ou seja, fazer

acontecer as ideias, se expressar bem para se fazer entender.

Quando a habilidade de comunicação não está bem desenvolvida, seja qual for o

motivo, podemos dizer algo que será interpretado de forma totalmente diferente daquilo

que realmente tivemos intenção de transmitir. Isso pode gerar transtornos que poderiam

ser evitados com a palavra certa, na entonação de voz adequada para o ouvinte e a

situação.

O corpo é programado por meio da linguagem e dos significados que damos. Falar

com clareza e sem timidez, de forma concisa, é uma dificuldade de muitas pessoas, mas

com exercícios adequados, pensar e verbalizar bem torna-se uma ação fácil e

descomplicada.

Por exemplo, a palavra “não” existe apenas na linguagem e não na experiência,

então a frase que contém “não” traz à mente todo conteúdo para que o receptor da

mensagem possa compreendê-la. Se eu lhe pedir “não pense na cor verde”, você irá

pensar e minha comunicação terá o efeito oposto ao pretendido. Por isso, é importante

falar utilizando tom positivo o que se quer e não o que você não quer.

Ao falar de problemas ou descrições negativas de si mesmo, é imprescindível

utilizar o tempo do verbo no passado ou diga “ainda”, pois isto libera o presente. Por

exemplo, troque a frase “eu tenho dificuldade de fazer isso”, por “ainda não consegui fazer

isso”. O ainda pressupõe que vai conseguir.

Outra dica é falar das mudanças desejadas para o futuro utilizando o tempo do

verbo no presente. Por exemplo: em vez de dizer “vou conseguir”, diga “estou

conseguindo”. Substitua o “se” por “quando” e em vez de falar “se eu conseguir”, fale

“quando eu conseguir”. O “quando” pressupõe que o locutor está decidido. Outra dica é

substituir o condicional pelo presente, desta forma em vez de falar “eu gostaria de

agradecer”, diga “eu agradeço”. O verbo no presente fica mais concreto e mais forte.

Não saber se comunicar de forma correta e coerente pode prejudicar a mente e

as relações sociais de um indivíduo. Afinal, quem consegue ficar perto de alguém que

não sabe se comunicar? A habilidade de usar a linguagem com precisão é essencial para

sermos compreendidos e nos comunicarmos melhor. É preciso ter muito cuidado com a

forma com que usamos algumas palavras.

A linguagem pode potencializar ou limitar nossas possibilidades. Uma afirmação é

verdadeira: tudo na vida se resolve com uma boa conversa.

Raquel Couto, psicóloga organizacional e diretora da TAO (http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/opiniao/2017/01/10/interna_opiniao,195554/se-fazer-entender.shtml.)

"Todas as variedades linguísticas são estruturadas e correspondem a sistemas e subsistemas adequados às necessidades de seus usuários. Mas o fato de estar a língua fortemente ligada à estrutura social e aos sistemas de valores da sociedade conduz a uma avaliação distinta das características das suas diversas modalidades regionais, sociais e estilísticas. A língua padrão, por exemplo, embora seja uma entre as muitas variedades de um idioma, é sempre a mais prestigiosa, porque atua como modelo, como norma, como ideal linguístico de uma comunidade. Do valor normativo decorre a sua função coercitiva sobre as outras variedades, com o que se torna uma ponderável força contrária à variação."

(CUNHA, Celso; CINTRA, Lindley. Nova gramática do português contemporâneo. 6.ed. São Paulo: Saraiva, 2013.)

De acordo com o texto, não é exemplo passível de coerção da variedade padrão da língua

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas