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Foram encontradas 30 questões.

Analise as afirmações acerca de vírus de computador:

I PowerPoint é um antivírus.

II Um computador pode ser contaminado por um vírus mediante execução de um arquivo recebido por e-mail.

III Um vírus de macro infecta somente arquivos do tipo exe.

IV Antivírus são programas desenvolvidos com o objetivo de detectar e eliminar vírus encontrados no computador.

V Um antivírus deve estar com sua base de dados sempre atualizada para detectar os vírus mais recentes.

Está correta a alternativa

 

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Assinalar com V para verdadeiro ou F para falso

( ) Adobe reader é um browser.

( ) Excel é um sistema operacional.

( ) Word é uma planilha eletrônica.

( ) Firefox é um browser.

( ) Notepad é um browser.

A sequência correta, de cima para baixo, é:

 

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Dada a planilha

Enunciado 2972715-1

Assinalar com V para verdadeiro ou F para falso

( ) O resultado da função SOMA(B1:B3) é 21.

( ) A função CONCATENAR(B1;" ";B2) retorna como resultado o número 12.

( ) A função MÉDIA(B1:B3) retorna como resultado o número 7.

( ) A função SOMASE(B1:B3;"<9") retorna como resultado o número 9.

( ) A função EXT.TEXTO(“a1”;1;2) tem como resultado o texto “jo”.

A sequência correta, de cima para baixo, é:

 

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Assinalar com V para verdadeiro ou F para falso:

( ) Monitor, disco rígido e mouse são exemplos de hardware.

( ) Um computador pode acessar a internet sem ter o Microsoft Windows instalado.

( ) O adobe reader não abre arquivos do tipo “portable document format”.

( ) Intranet é uma rede pública de computadores.

( ) Backup é uma cópia de segurança de dados.

A sequência correta, de cima para baixo, é:

 

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AVESTRUZ

Falam muito mal dos avestruzes, injustamente [A]. Seus detratores, movidos por motivos inconfessáveis, declaram que aquelas aves são de estupidez sem paralelo. Dizem que elas, ao se defrontar com um leão, enterram suas cabeças na areia [B]. Se assim eles se comportam é porque devem ser adeptos de uma antiga filosofia que afirmava que “ser é perceber”. Raciocinam os avestruzes: se não percebo o perigo, o perigo não existe para mim [C]. (Traduzindo popularmente: “Aquilo que os olhos não vêem, o coração não sente”.). Continua o pensamento dos avestruzes: “Posso, assim, me comportar como se ele não existisse, desde que continue com a cabeça enterrada na areia”. Tudo estaria bem se o leão não fosse de verdade. E o resultado é que o avestruz acaba na barriga do leão... Mas, como disse antes, eu não acredito que os avestruzes sejam assim tão estúpidos. Estupidez igual somente encontrei em exemplares da espécie Homo sapiens a que pertencemos. O que provocou essa meditação foi uma conversa que tive com o dr. Augusto Rocha, que me falou sobre o curioso comportamento de pessoas que têm hipertensão arterial e se recusam a tomar remédio. Hipertensão é doença crônica. Sem cura. Para o resto da vida. Como o diabetes. Embora não possam ser curadas, as doenças crônicas podem ser controladas. Para isso, o doente há de aceitar uma rotina diária de tomar os remédios devidos. Se isso é doença crônica, podemos dizer que todos nós somos portadores de uma enfermidade crônica que, se não for tratada rotineira e diariamente, pode levar à morte em um mês. É a fome. E o remédio diário para ela é um bom prato de comida... O fato é que ninguém se esquece de comer. Mas alguns doentes crônicos se esquecem de tomar seus medicamentos. Na verdade, não creio que seja esquecimento. Segundo Freud, todos os esquecimentos são intencionais. Os portadores de doenças crônicas se “esquecem” de tomar seus medicamentos porque eles são adeptos da filosofia dos avestruzes. Acham que, não percebendo, a coisa não existe [D]. Acham que ninguém pensa assim? [E] Tive um amigo, um homem inteligente de extraordinárias habilidades mecânicas que não ia ao médico de forma alguma. Alegava: “Não vou ao médico porque pode ser que eu tenha alguma coisa...”. Não ia ao médico para não saber. Não sabendo, ele acreditava que a doença não existia. O leão existe mesmo quando fechamos os olhos...

Rubem Alves

O enunciado em que o autor utiliza a terceira pessoa do plural para se referir ao leitor do texto é

 

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AVESTRUZ

Falam muito mal dos avestruzes, injustamente. Seus detratores, movidos por motivos inconfessáveis, declaram que aquelas aves são de estupidez sem paralelo. Dizem que elas, ao se defrontar com um leão, enterram suas cabeças na areia. Se assim eles se comportam é porque devem ser adeptos de uma antiga filosofia que afirmava que “ser é perceber”. Raciocinam os avestruzes: se não percebo o perigo, o perigo não existe para mim. (Traduzindo popularmente: “Aquilo que os olhos não vêem, o coração não sente”.). Continua o pensamento dos avestruzes: “Posso, assim, me comportar como se ele não existisse, desde que continue com a cabeça enterrada na areia”. Tudo estaria bem se o leão não fosse de verdade. E o resultado é que o avestruz acaba na barriga do leão... Mas, como disse antes, eu não acredito que os avestruzes sejam assim tão estúpidos. Estupidez igual somente encontrei em exemplares da espécie Homo sapiens a que pertencemos [I]. O que provocou essa meditação foi uma conversa que tive com o dr. Augusto Rocha, que me falou sobre o curioso comportamento de pessoas que têm hipertensão arterial e se recusam a tomar remédio. Hipertensão é doença crônica. Sem cura [II]. Para o resto da vida. Como o diabetes. Embora não possam ser curadas, as doenças crônicas podem ser controladas. Para isso, o doente há de aceitar uma rotina diária de tomar os remédios devidos. Se isso é doença crônica, podemos dizer que todos nós somos portadores de uma enfermidade crônica que, se não for tratada rotineira e diariamente, pode levar à morte em um mês. É a fome [III]. E o remédio diário para ela é um bom prato de comida... O fato é que ninguém se esquece de comer. Mas alguns doentes crônicos se esquecem de tomar seus medicamentos. Na verdade, não creio que seja esquecimento. Segundo Freud, todos os esquecimentos são intencionais. Os portadores de doenças crônicas se “esquecem” de tomar seus medicamentos porque eles são adeptos da filosofia dos avestruzes [IV]. Acham que, não percebendo, a coisa não existe. Acham que ninguém pensa assim? Tive um amigo, um homem inteligente de extraordinárias habilidades mecânicas que não ia ao médico de forma alguma. Alegava: “Não vou ao médico porque pode ser que eu tenha alguma coisa...”. Não ia ao médico para não saber. Não sabendo, ele acreditava que a doença não existia. O leão existe mesmo quando fechamos os olhos...

Rubem Alves

Considere a articulação sintática dos enunciados em cada um dos itens abaixo.

I “Mas, como disse antes, eu não acredito que os avestruzes sejam assim tão estúpidos. Estupidez igual somente encontrei em exemplares da espécie Homo sapiens a que pertencemos.”;

II “Hipertensão é doença crônica. Sem cura.”;

III “Se isso é doença crônica, podemos dizer que todos nós somos portadores de uma enfermidade crônica que, se não for tratada rotineira e diariamente, pode levar à morte em um mês. É a fome.”;

IV “Segundo Freud, todos os esquecimentos são intencionais. Os portadores de doenças crônicas se ‘esquecem’ de tomar seus medicamentos porque eles são adeptos da filosofia dos avestruzes.”.

É correto afirmar que é possível substituir o ponto, que marca a fronteira entre os enunciados, por dois pontos em

 

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AVESTRUZ

Falam muito mal dos avestruzes, injustamente. Seus detratores, movidos por motivos inconfessáveis, declaram que aquelas aves são de estupidez sem paralelo. Dizem que elas, ao se defrontar com um leão, enterram suas cabeças na areia. Se assim eles se comportam é porque devem ser adeptos de uma antiga filosofia que afirmava que “ser é perceber”. Raciocinam os avestruzes: se não percebo o perigo, o perigo não existe para mim. (Traduzindo popularmente: “Aquilo que os olhos não vêem, o coração não sente”.). Continua o pensamento dos avestruzes: “Posso, assim, me comportar como se ele não existisse, desde que continue com a cabeça enterrada na areia”. Tudo estaria bem se o leão não fosse de verdade. E o resultado é que o avestruz acaba na barriga do leão... Mas, como disse antes, eu não acredito que os avestruzes sejam assim tão estúpidos. Estupidez igual somente encontrei em exemplares da espécie Homo sapiens a que pertencemos. O que provocou essa meditação foi uma conversa que tive com o dr. Augusto Rocha, que me falou sobre o curioso comportamento de pessoas que têm hipertensão arterial e se recusam a tomar remédio. Hipertensão é doença crônica. Sem cura. Para o resto da vida. Como o diabetes. Embora não possam ser curadas, as doenças crônicas podem ser controladas. Para isso, o doente há de aceitar uma rotina diária de tomar os remédios devidos. Se isso é doença crônica, podemos dizer que todos nós somos portadores de uma enfermidade crônica que, se não for tratada rotineira e diariamente, pode levar à morte em um mês. É a fome. E o remédio diário para ela é um bom prato de comida... O fato é que ninguém se esquece de comer. Mas alguns doentes crônicos se esquecem de tomar seus medicamentos. Na verdade, não creio que seja esquecimento. Segundo Freud, todos os esquecimentos são intencionais. Os portadores de doenças crônicas se “esquecem” de tomar seus medicamentos porque eles são adeptos da filosofia dos avestruzes. Acham que, não percebendo, a coisa não existe. Acham que ninguém pensa assim? Tive um amigo, um homem inteligente de extraordinárias habilidades mecânicas que não ia ao médico de forma alguma. Alegava: “Não vou ao médico porque pode ser que eu tenha alguma coisa...”. Não ia ao médico para não saber. Não sabendo, ele acreditava que a doença não existia. O leão existe mesmo quando fechamos os olhos...

Rubem Alves

Considere os trechos

“Seus detratores, movidos por motivos inconfessáveis, declaram que aquelas aves são de estupidez sem paralelo.”

“Estupidez igual somente encontrei em exemplares da espécie Homo sapiens a que pertencemos.”

O segundo trecho, em relação ao primeiro, expressa

 

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AVESTRUZ

Falam muito mal dos avestruzes, injustamente. Seus detratores, movidos por motivos inconfessáveis, declaram que aquelas aves são de estupidez sem paralelo. Dizem que elas, ao se defrontar com um leão, enterram suas cabeças na areia. Se assim eles se comportam é porque devem ser adeptos de uma antiga filosofia que afirmava que “ser é perceber”. Raciocinam os avestruzes: se não percebo o perigo, o perigo não existe para mim. (Traduzindo popularmente: “Aquilo que os olhos não vêem, o coração não sente”.). Continua o pensamento dos avestruzes: “Posso, assim, me comportar como se ele não existisse, desde que continue com a cabeça enterrada na areia”. Tudo estaria bem se o leão não fosse de verdade. E o resultado é que o avestruz acaba na barriga do leão... Mas, como disse antes, eu não acredito que os avestruzes sejam assim tão estúpidos. Estupidez igual somente encontrei em exemplares da espécie Homo sapiens a que pertencemos. O que provocou essa meditação foi uma conversa que tive com o dr. Augusto Rocha, que me falou sobre o curioso comportamento de pessoas que têm hipertensão arterial e se recusam a tomar remédio. Hipertensão é doença crônica. Sem cura. Para o resto da vida. Como o diabetes. Embora não possam ser curadas, as doenças crônicas podem ser controladas. Para isso, o doente há de aceitar uma rotina diária de tomar os remédios devidos. Se isso é doença crônica, podemos dizer que todos nós somos portadores de uma enfermidade crônica que, se não for tratada rotineira e diariamente, pode levar à morte em um mês. É a fome. E o remédio diário para ela é um bom prato de comida... O fato é que ninguém se esquece de comer. Mas alguns doentes crônicos se esquecem de tomar seus medicamentos. Na verdade, não creio que seja esquecimento. Segundo Freud, todos os esquecimentos são intencionais. Os portadores de doenças crônicas se “esquecem” de tomar seus medicamentos porque eles são adeptos da filosofia dos avestruzes. Acham que, não percebendo, a coisa não existe. Acham que ninguém pensa assim? Tive um amigo, um homem inteligente de extraordinárias habilidades mecânicas que não ia ao médico de forma alguma. Alegava: “Não vou ao médico porque pode ser que eu tenha alguma coisa...”. Não ia ao médico para não saber. Não sabendo, ele acreditava que a doença não existia. O leão existe mesmo quando fechamos os olhos...

Rubem Alves

Considerando-se a argumentação do autor, a filosofia “ser é perceber” implica não perceber um problema significa, desse ponto de vista, que

 

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AVESTRUZ

Falam muito mal dos avestruzes, injustamente. Seus detratores, movidos por motivos inconfessáveis, declaram que aquelas aves são de estupidez sem paralelo. Dizem que elas, ao se defrontar com um leão, enterram suas cabeças na areia. Se assim eles se comportam é porque devem ser adeptos de uma antiga filosofia que afirmava que “ser é perceber”. Raciocinam os avestruzes: se não percebo o perigo, o perigo não existe para mim. (Traduzindo popularmente: “Aquilo que os olhos não vêem, o coração não sente”.). Continua o pensamento dos avestruzes: “Posso, assim, me comportar como se ele não existisse, desde que continue com a cabeça enterrada na areia”. Tudo estaria bem se o leão não fosse de verdade. E o resultado é que o avestruz acaba na barriga do leão... Mas, como disse antes, eu não acredito que os avestruzes sejam assim tão estúpidos. Estupidez igual somente encontrei em exemplares da espécie Homo sapiens a que pertencemos. O que provocou essa meditação foi uma conversa que tive com o dr. Augusto Rocha, que me falou sobre o curioso comportamento de pessoas que têm hipertensão arterial e se recusam a tomar remédio. Hipertensão é doença crônica. Sem cura. Para o resto da vida. Como o diabetes. Embora não possam ser curadas, as doenças crônicas podem ser controladas. Para isso, o doente há de aceitar uma rotina diária de tomar os remédios devidos. Se isso é doença crônica, podemos dizer que todos nós somos portadores de uma enfermidade crônica que, se não for tratada rotineira e diariamente, pode levar à morte em um mês. É a fome. E o remédio diário para ela é um bom prato de comida... O fato é que ninguém se esquece de comer. Mas alguns doentes crônicos se esquecem de tomar seus medicamentos. Na verdade, não creio que seja esquecimento. Segundo Freud, todos os esquecimentos são intencionais. Os portadores de doenças crônicas se “esquecem” de tomar seus medicamentos porque eles são adeptos da filosofia dos avestruzes. Acham que, não percebendo, a coisa não existe. Acham que ninguém pensa assim? Tive um amigo, um homem inteligente de extraordinárias habilidades mecânicas que não ia ao médico de forma alguma. Alegava: “Não vou ao médico porque pode ser que eu tenha alguma coisa...”. Não ia ao médico para não saber. Não sabendo, ele acreditava que a doença não existia. O leão existe mesmo quando fechamos os olhos...

Rubem Alves

Rubem Alves estabelece a comparação entre os avestruzes e os homens para

 

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O Decreto nº 5.378, de 23 de fevereiro de 2005, institui o Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização – GESPÚBLICA – o Comitê Gestor do Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização, e dá outras providências. O GESPÚBLICA deverá contemplar a formulação e a implementação de medidas integradas em agenda de transformações da gestão, necessárias à promoção dos resultados preconizados no plano plurianual, à consolidação da administração pública profissional voltada ao interesse do cidadão e à aplicação de instrumentos e abordagens gerenciais. Com base no que a Lei preceitua, assinale a alternativa correta:

Questão Anulada e Desatualizada

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