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O herpes genital é a IST ulcerativa mais frequente. Sobre a infecção pelo HSV, analise as afirmativas a seguir.
I – No caso de manifestações severas com lesões mais extensas, pensar na coexistência de infecção pelo HIV, quando se recomenda tratamento injetável com aciclovir, via venosa.
II – No 1º episódio de herpes genital, iniciar o tratamento o mais precocemente possível, com terapia sistêmica (oral) com aciclovir ou valaciclovir ou famciclovir, pode levar à cura definitiva.
III – Nas recidivas, o tratamento deve ser iniciado ao aparecimento dos primeiros pródromos (aumento de sensibilidade, ardor, dor, prurido) com terapia sistêmica (oral) com aciclovir ou valaciclovir ou famciclovir.
IV – O citodiagnóstico de Tzank é patognomônico de herpes genital.
Estão corretas
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O período menstrual é evento importante na rotina das mulheres. O sangramento uterino anormal (SUA), por sua vez, pode alterar, de forma significativa, a percepção de saúde e a qualidade de vida femininas. A respeito das condições causais de SUA, analise as afirmativas a seguir.
I. O leiomioma e a adenomiose destacam-se entre as anomalias uterinas do tipo estrutural causadoras de SUA.
II. A disfunção ovulatória da adolescência é causa de SUA, tipicamente ocasionada pelo excesso de progesterona.
III. A coexistência de leiomioma e adenomiose é rara.
IV. O sinal de Dionisi pode ser encontrado na histerossalpingografia de paciente com adenomiose.
Estão corretas
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Mulher de 70 anos de idade, G4 P4, sem comorbidades, refere ter apresentado pequeno sangramento pela vagina, há uma semana. Ao exame físico, vagina, colo do útero e corpo uterino estão normais para a idade. O diagnóstico mais provável é de
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Quanto ao PROTOCOLO CLÍNICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS do HIV do Ministério da Saúde (2019), analise as afirmativas a seguir.
I – No Brasil, está recomendada a TARV para todas as pessoas vivendo com HIV/aids, independentemente do seu estágio clínico ou imunológico.
II – O esquema preferencial para gestantes em início de tratamento deve ser Tenofovir, Lamivudina e Raltegravir.
III – A TARV deve ser mantida após o parto, independentemente da contagem de LT-CD4+ e dos sinais e sintomas clínicos da mulher.
IV – É contraindicado o uso de Abacavir na gravidez.
Estão corretas
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Quartigesta, tercípara, 34 anos de idade, 11 semanas de gestação pela DUM, ciclos regulares, procura pronto atendimento com queixa de sangramento vaginal, em moderada intensidade, de início súbito, náuseas e vômitos e cólicas discretas. Relata que ainda não iniciou o acompanhamento pré-natal. Ao exame físico: regular estado geral, hipocorada, hidratada, afebril, PA: 120x80 mmHg, FC=98 bpm, altura uterina: 14 cm, BCF inaudível, dinâmica uterina ausente, exame especular com sangramento pelo colo uterino, OE fechado. O diagnóstico provável e a conduta adequada são
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Quanto às patologias que causam sangramento na primeira metade da gestação, analise as afirmativas a seguir.
I - O cariótipo mais frequente da mola completa é o 46 XX.
II - As gestantes com mola hidatiforme devem ter acompanhamento com dosagem de gonadotrofina coriônica (βHCG) mensal após o esvaziamento uterino.
III- A causa mais frequente de abortamento de repetição no primeiro trimestre é a incompetência istmocervical. IV-O uso de contraceptivo de emergência com levonorgestrel é considerado fator de risco para prenhez ectópica.
Estão corretas
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As hemorragias no período gravídico-puerperal são importantes causas de mortalidade materna. Quanto às patologias que causam hemorragias na segunda metade da gestação, analise as afirmativas seguintes.
I - A rotura de vasa praevia pode acontecer em placentas bilobadas.
II -O sinal de Clarck é característico de rotura uterina iminente.
III- O DPP pode ocorrer de forma assintomática.
IV- Na rotura de seio marginal, o sangramento é de origem fetal.
Estão corretas
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Multípara, 38 anos de idade, 2 partos normais e uma cesárea, com IG de 33 semanas, queixa de perda de sangue via vaginal há duas horas. Nega dor e relata dois episódios anteriores de sangramento em pequena quantidade. AU= 32 cm. Ausência de dinâmica uterina. Tônus uterino normal. BCF= 140 bpm. A hipótese diagnóstica e principal complicação associada são, respectivamente,
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Paciente em amenorreia de 7 semanas, com exame de beta HCG positivo, realizou ultrassonografia que mostrou massa tubária à esquerda e ausência de saco gestacional intrauterino. O tratamento com metotrexate está indicado se houver
I – embrião vivo.
II- estabilidade hemodinâmica.
III- beta HCG maior que 10.000.
IV- massa anexial até 4 cm.
Estão corretas
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Primigesta de 19 anos, 34 semanas de idade gestacional, dá entrada na maternidade queixando-se de cefaleia, alteração da visão e dor epigástrica. Ao exame físico: PA=170x110 mmHg, AU= 30 cm, BCF 136 bpm, ausência de dinâmica uterina, útero com tônus normal, colo grosso, posterior, fechado. A conduta é
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