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Revisão da Lei de Cotas em meio à campanha eleitoral é risco de retrocesso, avaliam parlamentares
Prestes a completar dez anos, a lei que garante o acesso de estudantes da rede pública às instituições federais de ensino superior deve passar por revisão até agosto deste ano. O prazo é previsto na própria legislação, sancionada em 2012 pela então presidente Dilma Rousseff.
Mas parlamentares defensores da lei têm receio de que o debate em meio à campanha eleitoral deste ano provoque "retrocesso" na lei e defendem o adiamento da revisão.
Popularmente conhecida como Lei de Cotas, o texto – que também assegura reserva de vagas a pessoas pretas, pardas, indígenas e com deficiência – é alvo de projetos no Congresso Nacional que limitam o alcance das medidas.
Inicialmente, ao ser sancionada em 2012, a lei previa que caberia ao Executivo a iniciativa de revisão. No entanto, em 2016, o artigo foi modificado, e a lei passou a estabelecer somente que há necessidade de revisão em dez anos, sem determinar a qual instância caberá fazer a revisão.
Coordenador de uma comissão especial sobre o tema na Frente Parlamentar Mista da Educação, o deputado Bira do Pindaré (PSB-MA) diz que, com a proximidade do debate eleitoral, há um temor de que as propostas contrárias às cotas raciais prosperem e ganhem mais apoio.
Em 2020, o Ministério da Educação tentou acabar com incentivos às cotas na pós-graduação, mas a portaria acabou revogada.
Em 2018, durante a campanha à Presidência, Bolsonaro chegou a classificar a política de cotas como "equivocada" e "coitadismo”. Após eleito, no entanto, não voltou a falar do tema.
O debate sobre a validade das regras atuais da Lei de Cotas pode ultrapassar o próprio Congresso.
Como a lei não define com clareza o processo de revisão, há possibilidade de o tema ir parar no Supremo Tribunal Federal.
Procurado, o Ministério da Educação não quis comentar o tema até a publicação desta reportagem.
Disponível em https://g1.globo.com/politica/noticia/2022/01/29/revisao-da-lei-de-cotas-em-meio-a-campanha-eleitoral-e-risco-de-retrocessoreceiam- parlamentares.ghtml Publicado e Acessado em 29/01/2022 Texto Adaptado
A regência de “acesso” se justifica por se tratar de um
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Revisão da Lei de Cotas em meio à campanha eleitoral é risco de retrocesso, avaliam parlamentares
Prestes a completar dez anos, a lei que garante o acesso de estudantes da rede pública às instituições federais de ensino superior deve passar por revisão até agosto deste ano. O prazo é previsto na própria legislação, sancionada em 2012 pela então presidente Dilma Rousseff.
Mas parlamentares defensores da lei têm receio de que o debate em meio à campanha eleitoral deste ano provoque "retrocesso" na lei e defendem o adiamento da revisão.
Popularmente conhecida como Lei de Cotas, o texto – que também assegura reserva de vagas a pessoas pretas, pardas, indígenas e com deficiência – é alvo de projetos no Congresso Nacional que limitam o alcance das medidas.
Inicialmente, ao ser sancionada em 2012, a lei previa que caberia ao Executivo a iniciativa de revisão. No entanto, em 2016, o artigo foi modificado, e a lei passou a estabelecer somente que há necessidade de revisão em dez anos, sem determinar a qual instância caberá fazer a revisão.
Coordenador de uma comissão especial sobre o tema na Frente Parlamentar Mista da Educação, o deputado Bira do Pindaré (PSB-MA) diz que, com a proximidade do debate eleitoral, há um temor de que as propostas contrárias às cotas raciais prosperem e ganhem mais apoio.
Em 2020, o Ministério da Educação tentou acabar com incentivos às cotas na pós-graduação, mas a portaria acabou revogada.
Em 2018, durante a campanha à Presidência, Bolsonaro chegou a classificar a política de cotas como "equivocada" e "coitadismo”. Após eleito, no entanto, não voltou a falar do tema.
O debate sobre a validade das regras atuais da Lei de Cotas pode ultrapassar o próprio Congresso.
Como a lei não define com clareza o processo de revisão, há possibilidade de o tema ir parar no Supremo Tribunal Federal.
Procurado, o Ministério da Educação não quis comentar o tema até a publicação desta reportagem.
Disponível em https://g1.globo.com/politica/noticia/2022/01/29/revisao-da-lei-de-cotas-em-meio-a-campanha-eleitoral-e-risco-de-retrocessoreceiam- parlamentares.ghtml Publicado e Acessado em 29/01/2022 Texto Adaptado
Segundo o texto, a Lei de Cotas será revisada
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Revisão da Lei de Cotas em meio à campanha eleitoral é risco de retrocesso, avaliam parlamentares
Prestes a completar dez anos, a lei que garante o acesso de estudantes da rede pública às instituições federais de ensino superior deve passar por revisão até agosto deste ano. O prazo é previsto na própria legislação, sancionada em 2012 pela então presidente Dilma Rousseff.
Mas parlamentares defensores da lei têm receio de que o debate em meio à campanha eleitoral deste ano provoque "retrocesso" na lei e defendem o adiamento da revisão.
Popularmente conhecida como Lei de Cotas, o texto – que também assegura reserva de vagas a pessoas pretas, pardas, indígenas e com deficiência – é alvo de projetos no Congresso Nacional que limitam o alcance das medidas.
Inicialmente, ao ser sancionada em 2012, a lei previa que caberia ao Executivo a iniciativa de revisão. No entanto, em 2016, o artigo foi modificado, e a lei passou a estabelecer somente que há necessidade de revisão em dez anos, sem determinar a qual instância caberá fazer a revisão.
Coordenador de uma comissão especial sobre o tema na Frente Parlamentar Mista da Educação, o deputado Bira do Pindaré (PSB-MA) diz que, com a proximidade do debate eleitoral, há um temor de que as propostas contrárias às cotas raciais prosperem e ganhem mais apoio.
Em 2020, o Ministério da Educação tentou acabar com incentivos às cotas na pós-graduação, mas a portaria acabou revogada.
Em 2018, durante a campanha à Presidência, Bolsonaro chegou a classificar a política de cotas como "equivocada" e "coitadismo”. Após eleito, no entanto, não voltou a falar do tema.
O debate sobre a validade das regras atuais da Lei de Cotas pode ultrapassar o próprio Congresso.
Como a lei não define com clareza o processo de revisão, há possibilidade de o tema ir parar no Supremo Tribunal Federal.
Procurado, o Ministério da Educação não quis comentar o tema até a publicação desta reportagem.
Disponível em https://g1.globo.com/politica/noticia/2022/01/29/revisao-da-lei-de-cotas-em-meio-a-campanha-eleitoral-e-risco-de-retrocessoreceiam- parlamentares.ghtml Publicado e Acessado em 29/01/2022 Texto Adaptado
A partir do texto, é possível inferir que o debate sobre a Lei de Cotas
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Revisão da Lei de Cotas em meio à campanha eleitoral é risco de retrocesso, avaliam parlamentares
Prestes a completar dez anos, a lei que garante o acesso de estudantes da rede pública às instituições federais de ensino superior deve passar por revisão até agosto deste ano. O prazo é previsto na própria legislação, sancionada em 2012 pela então presidente Dilma Rousseff.
Mas parlamentares defensores da lei têm receio de que o debate em meio à campanha eleitoral deste ano provoque "retrocesso" na lei e defendem o adiamento da revisão.
Popularmente conhecida como Lei de Cotas, o texto – que também assegura reserva de vagas a pessoas pretas, pardas, indígenas e com deficiência – é alvo de projetos no Congresso Nacional que limitam o alcance das medidas.
Inicialmente, ao ser sancionada em 2012, a lei previa que caberia ao Executivo a iniciativa de revisão. No entanto, em 2016, o artigo foi modificado, e a lei passou a estabelecer somente que há necessidade de revisão em dez anos, sem determinar a qual instância caberá fazer a revisão.
Coordenador de uma comissão especial sobre o tema na Frente Parlamentar Mista da Educação, o deputado Bira do Pindaré (PSB-MA) diz que, com a proximidade do debate eleitoral, há um temor de que as propostas contrárias às cotas raciais prosperem e ganhem mais apoio.
Em 2020, o Ministério da Educação tentou acabar com incentivos às cotas na pós-graduação, mas a portaria acabou revogada.
Em 2018, durante a campanha à Presidência, Bolsonaro chegou a classificar a política de cotas como "equivocada" e "coitadismo”. Após eleito, no entanto, não voltou a falar do tema.
O debate sobre a validade das regras atuais da Lei de Cotas pode ultrapassar o próprio Congresso.
Como a lei não define com clareza o processo de revisão, há possibilidade de o tema ir parar no Supremo Tribunal Federal.
Procurado, o Ministério da Educação não quis comentar o tema até a publicação desta reportagem.
Disponível em https://g1.globo.com/politica/noticia/2022/01/29/revisao-da-lei-de-cotas-em-meio-a-campanha-eleitoral-e-risco-de-retrocessoreceiam- parlamentares.ghtml Publicado e Acessado em 29/01/2022 Texto Adaptado
De acordo com o texto em 2022, a Lei de Cotas será
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- Fundamentos de ProgramaçãoAlgoritmosAlgoritmos de Ordenação
- Fundamentos de ProgramaçãoEstruturas de Repetição
- Fundamentos de ProgramaçãoLógica de Programação
- Fundamentos de ProgramaçãoVariáveis
As principais funções do programa abaixo são
from random import random
a = [0] * 10
b = [None] * 10
for i in range(10):
a[i] = random()
print(a[i])
for i in range(10):
b[i] = int(100 * a[i])
c = sorted(b)
print(c)
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Analise o código em Shell Script abaixo.
if [ $# -eq 2 ]; then
cd $1
for j in *
do
diff -i $j ../$2/$j
done
else
echo “Erro”
fi
A função do programa acima é
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Tendo como base a ITIL V3, o elemento utilizado como o núcleo do ciclo de vida de serviço é
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- Modelo OSIModelo OSI: Camada de Aplicação
- TCP/IPConceitos e Especificações do IP
- Transmissão de DadosTransmissão de Multimídia, Streaming e VozSIP: Session Initiation Protocol
- Transmissão de DadosTransmissão de Multimídia, Streaming e VozVoIP: Voice over IP
Em relação ao protocolo SIP, analise as assertivas abaixo.
I. Não permite que os participantes de uma chamada tomem decisão sobre a forma de decodificação de mídia.
II. Possui mecanismo de gerenciamento de chamadas que permite, por exemplo, a adição de novos fluxos de mídia durante a chamada.
III. O protocolo SIP atua na camada de aplicação do modelo OSI.
IV. Utiliza redes baseadas em endereços IP.
É correto afirmar:
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- TCP/IPUDP: User Datagram Protocol
- Transmissão de DadosTransmissão de Multimídia, Streaming e VozVoIP: Voice over IP
Por padrão, o protocolo de transporte que a transmissão de voz em redes de computadores com endereçamento IP utiliza é
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Dentre as opções abaixo, o conjunto de ferramentas utilizado como planilha eletrônica é
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Caderno Container