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Foram encontradas 60 questões.

2244402 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Um apartamento foi colocado à venda com desconto de 15% sobre seu preço original. Depois de um mês, como o apartamento não foi vendido, o corretor decidiu dar um novo desconto de 8% sobre o preço anterior, e o preço resultante do apartamento foi de R$ 391.000,00. Qual era o preço original do apartamento?
 

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2244401 Ano: 2015
Disciplina: Estatística
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Em um exame, a média dos estudantes de uma turma foi 6,5. A média dos estudantes com nota inferior a 6,5 foi 5,5, e a média dos estudantes com nota igual ou superior a 6,5 foi 7,0. Se a turma era composta por 60 estudantes, quantos estudantes tiveram nota inferior a 6,5?
 

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2244400 Ano: 2015
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Acrescido de juros simples pelo prazo de cinco meses, um capital aplicado resultou num montante de R$ 18.900,00. O mesmo capital, acrescentado de juros simples pelo prazo de oito meses, aplicado à mesma taxa que o anterior, resultou num montante de R$ 19.440,00. Qual a taxa anual de juros?
 

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2244399 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Em uma loja de eletrodomésticos, no início de determinado mês, o número de aparelhos de TV estava para o número de computadores assim como 4 : 5. No final do mês, depois que 160 TVs e 220 computadores foram vendidos, os números de TVs e computadores remanescentes na loja ficaram iguais. Quantos eram os computadores na loja, no início do mês?
 

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2244398 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Usando 42 linhas por página e 78 caracteres (ou espaços) em cada linha, um texto ocupa 54 páginas. Para melhorar a legibilidade do texto, diminuiu-se para 26 o número de linhas por página e para 63 o número de caracteres (ou espaços) por linha. Qual será o número de páginas ocupadas pelo texto na nova configuração?
 

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2244397 Ano: 2015
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Um banco cobra juros compostos e mensais para dívidas não pagas no cheque especial. Se uma dívida não paga de R$ 600,00, no cheque especial, se transforma em um débito de R$ 1.884,00, em um período de um ano, qual a taxa mensal de juros do cheque especial? Dado: use a aproximação 3,14 1/12≈ 1,10.
 

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2244396 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
TEXTO 2
O que é trabalho escravo
A assinatura da Lei Áurea, em 13 de maio de 1888, representou o fim do direito de propriedade de uma pessoa sobre a outra, acabando com a possibilidade de alguém possuir legalmente um escravo no Brasil. No entanto, persistiram situações que mantêm o trabalhador sem possibilidade de se desligar de seus patrões.
Há fazendeiros que, a fim de derrubar matas nativas para formação de pastos, produzir carvão para a indústria siderúrgica, preparar o solo para plantio de sementes, entre outras atividades agropecuárias, contratam mão de obra utilizando os ‘contratadores de empreitada’, os chamados “gatos”. Eles aliciam os trabalhadores, servindo de fachada para que os fazendeiros não sejam responsabilizados pelo crime.
Trabalho escravo se configura pelo trabalho degradante aliado ao cerceamento da liberdade. Este segundo fator nem sempre é visível, uma vez que não mais se utilizam correntes para prender o homem à terra, mas sim ameaças físicas, terror psicológico ou mesmo as grandes distâncias que separam a propriedade da cidade mais próxima.
(Disponível em: WWW.reporterbrasil.org.br/conteudo.php?id=4. Acesso em 15 de agosto de 2012. Fragmento).
Observe o trecho: “Há fazendeiros que, a fim de derrubar matas nativas para formação de pastos, produzir carvão para a indústria siderúrgica, preparar o solo para plantio de sementes, entre outras atividades agropecuárias, contratam mão de obra utilizando os ‘contratadores de empreitada’, os chamados gatos”. Analise os comentários feitos a seguir a propósito de elementos sintático-semânticos de sua composição.
1) “Há fazendeiros que, a fim de derrubar matas nativas para formação de pastos (...), entre outras atividades agropecuárias, contratam mão de obra...” (O segmento sublinhado indica o objetivo pretendido pelos fazendeiros na contratação da mão de obra).
2) O adjetivo em ‘matas nativas’ também pode ser aplicado a ‘falantes’, como em ‘falantes nativos’, por oposição a ‘falantes estrangeiros’.
3) As expressões ‘a fim de’ e ‘afim de’ têm o mesmo sentido e são usadas em contextos sintáticos semelhantes.
4) Em: “fazendeiros (...) contratam mão de obra utilizando os ‘contratadores de empreitada’, os chamados gatos”, o termo sublinhado é oriundo da ‘gíria’ comum ao universo em questão.
Estão corretas:
 

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2244395 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
TEXTO 2
O que é trabalho escravo
A assinatura da Lei Áurea, em 13 de maio de 1888, representou o fim do direito de propriedade de uma pessoa sobre a outra, acabando com a possibilidade de alguém possuir legalmente um escravo no Brasil. No entanto, persistiram situações que mantêm o trabalhador sem possibilidade de se desligar de seus patrões.
Há fazendeiros que, a fim de derrubar matas nativas para formação de pastos, produzir carvão para a indústria siderúrgica, preparar o solo para plantio de sementes, entre outras atividades agropecuárias, contratam mão de obra utilizando os ‘contratadores de empreitada’, os chamados “gatos”. Eles aliciam os trabalhadores, servindo de fachada para que os fazendeiros não sejam responsabilizados pelo crime.
Trabalho escravo se configura pelo trabalho degradante aliado ao cerceamento da liberdade. Este segundo fator nem sempre é visível, uma vez que não mais se utilizam correntes para prender o homem à terra, mas sim ameaças físicas, terror psicológico ou mesmo as grandes distâncias que separam a propriedade da cidade mais próxima.
(Disponível em: WWW.reporterbrasil.org.br/conteudo.php?id=4. Acesso em 15 de agosto de 2012. Fragmento).
Considerando as relações léxico-gramaticais de sentido entre expressões constantes no Texto 2, podemos afirmar que:
 

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2244394 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
TEXTO 1
Palavras emprestadas
A leitora Mafalda, sob o título “Sugestão de crônica”, mandou-me um e-mail protestando contra a invasão de expressões estrangeiras no dia a dia do brasileiro. Enviou até fotos de vitrines dos arredores de sua casa na região da Rua Oscar Freire.
Visionária, a leitora sonhava que eu pudesse contribuir para “mudar o uso do inglês nas ruas”, motivar algum político “a comprar essa briga” e dizia ser isso uma questão de patriotismo. Não acha?
Não acho, leitora, leitores. Com jeito vou tentar explicar.
Quando me alfabetizei, em 1943, havia cerca de 40.000 palavras dicionarizadas no português, segundo Domício Proença Filho, da Academia Brasileira de Letras. Hoje, são mais de 400.000; alguns filólogos estimam em 600.000. Ora, leitora, de onde brotaram tantas palavras? Dos novos hábitos da população, das inovações tecnológicas, das migrações, das gírias, dos estrangeirismos.
Já vê, cara Mafalda, que a consequência dos estrangeirismos não é o empobrecimento da língua, e sim o seu enriquecimento. Nós nos irritamos com os abusos, sim, como acontece com qualquer outro abuso.
A questão do estrangeirismo se aclara com a pergunta: com quem a pessoa quer se comunicar? Se usa palavras que muitas pessoas não entendem, não vai se comunicar com elas. Mesmo usando só o português. No caso das frases em inglês na Rua Oscar Freire, aqueles comerciantes não estão querendo se comunicar com quem não as entende.
Existe quem use a expressão estrangeira por pedantismo, quando há termo equivalente brasileiro. Mas por que impedir alguém de ser pedante? É um direito dele. Há quem use por ser modismo, mas por que ir contra a moda? Ela passa.
Na maioria dos casos, usa-se o estrangeirismo por necessidade. Há palavras estrangeiras inevitáveis, porque designam coisas novas com mais exatidão e rapidez: air bag, shopping center, e-mail, flash, slide, outdoor, marketing, videogame e milhares de outras.
Centenas delas ficaram bem à vontade quando aportuguesadas: uísque, futebol, lanchonete, gol, chique, garçom, sanduíche – e por aí vai. Muitas ficaram bem bacaninhas no nosso dia a dia, mesmo usadas do jeito que chegaram: jeans, show, shopping, topless, manicure, vitrine...
Ou seja, o povo falante há de peneirar o que merece permanência.
(Ivan Ângelo. Revista Veja. São Paulo: Abril, 25 mai. 2011. Adaptado.)
Para a compreensão dos sentidos do texto, além do vocabulário, são muito importantes certos recursos gramaticais. Observe, nas alternativas seguintes, os comentários que são feitos e identifique aquela em que o comentário está corretamente formulado.
 

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2244393 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
TEXTO 1
Palavras emprestadas
A leitora Mafalda, sob o título “Sugestão de crônica”, mandou-me um e-mail protestando contra a invasão de expressões estrangeiras no dia a dia do brasileiro. Enviou até fotos de vitrines dos arredores de sua casa na região da Rua Oscar Freire.
Visionária, a leitora sonhava que eu pudesse contribuir para “mudar o uso do inglês nas ruas”, motivar algum político “a comprar essa briga” e dizia ser isso uma questão de patriotismo. Não acha?
Não acho, leitora, leitores. Com jeito vou tentar explicar.
Quando me alfabetizei, em 1943, havia cerca de 40.000 palavras dicionarizadas no português, segundo Domício Proença Filho, da Academia Brasileira de Letras. Hoje, são mais de 400.000; alguns filólogos estimam em 600.000. Ora, leitora, de onde brotaram tantas palavras? Dos novos hábitos da população, das inovações tecnológicas, das migrações, das gírias, dos estrangeirismos.
Já vê, cara Mafalda, que a consequência dos estrangeirismos não é o empobrecimento da língua, e sim o seu enriquecimento. Nós nos irritamos com os abusos, sim, como acontece com qualquer outro abuso.
A questão do estrangeirismo se aclara com a pergunta: com quem a pessoa quer se comunicar? Se usa palavras que muitas pessoas não entendem, não vai se comunicar com elas. Mesmo usando só o português. No caso das frases em inglês na Rua Oscar Freire, aqueles comerciantes não estão querendo se comunicar com quem não as entende.
Existe quem use a expressão estrangeira por pedantismo, quando há termo equivalente brasileiro. Mas por que impedir alguém de ser pedante? É um direito dele. Há quem use por ser modismo, mas por que ir contra a moda? Ela passa.
Na maioria dos casos, usa-se o estrangeirismo por necessidade. Há palavras estrangeiras inevitáveis, porque designam coisas novas com mais exatidão e rapidez: air bag, shopping center, e-mail, flash, slide, outdoor, marketing, videogame e milhares de outras.
Centenas delas ficaram bem à vontade quando aportuguesadas: uísque, futebol, lanchonete, gol, chique, garçom, sanduíche – e por aí vai. Muitas ficaram bem bacaninhas no nosso dia a dia, mesmo usadas do jeito que chegaram: jeans, show, shopping, topless, manicure, vitrine...
Ou seja, o povo falante há de peneirar o que merece permanência.
(Ivan Ângelo. Revista Veja. São Paulo: Abril, 25 mai. 2011. Adaptado.)
O Texto 1, no desenvolvimento global de seu tema, pretende :
 

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