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TEXTO 6
Enunciado 3210435-1
(Camargo, Jose Eduardo; Soares, l. O Brasil das placas. São Paulo: Panda Books, 2007, p.109. Adaptado)
Esse cartaz pretende convencer o público em relação a um dos grandes problemas atuais, sobretudo dos grandes centros urbanos. Como estratégia de convencimento, o autor do cartaz optou por:
1) combinar elementos verbais e não verbais, com intuito de conferir maior expressividade e poder de convencimento à sua mensagem.
2) usar a palavra ‘animal’, no sentido pejorativo, com o fim de ressaltar a ‘desumanização’ implicada na situação exposta.
3) usar o termo ‘pegada’, destoando do outro ‘animal’, que, por isso, tem sua força argumentativa atenuada, como poderia ocorrer em outro contexto.
4) representar, iconicamente, as pistas do ‘criminoso procurado’ por diferentes vestígios de sua delinquência.
5) estabelecer uma relação com outros gêneros de texto da comunicação social através de uma imagem que sugere delito e culpabilidade.
Estão corretas:
 

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TEXTO 3
Argumentação e cidadania
(1) Saber argumentar não é um luxo, mas uma necessidade. Não saber argumentar não seria, aliás, uma das grandes causas recorrentes da desigualdade cultural, que se sobrepõe às tradicionais desigualdades sociais e econômicas, reforçando-as? Não saber tomar a palavra para convencer não seria, no final das contas, uma das grandes causas da exclusão? Uma sociedade que não favorece, a todos os seus membros, os meios para serem cidadãos, isto é, para terem uma verdadeira competência ao tomar a palavra, seria verdadeiramente democrática?
(2) A existência da retórica é largamente tributária do uso que lhe foi atribuído. Nascida em um contexto jurídico, no século V antes de Cristo, ela se estendeu rapidamente para o domínio político. Como nos lembra Pierre Oléron, a argumentação “só pode intervir se houver a aceitação prévia de que um debate seja aberto e se aquele que se propõe a defender ou a justificar uma posição tenha o direito de tomar a palavra”. O sistema democrático constitui precisamente tal contexto e, a partir de então, a história da arte oratória quase se confunde com a história política.
(3) Os antigos romanos, inventores da república, compreenderam bem o caráter capital da argumentação, pois fizeram dela o núcleo definitivo de todo o ensino e o fundamento da cidadania. Deste ponto de vista, necessitamos ainda fazer alguns esforços para sermos modernos.
(4) Mas o exercício de uma argumentação cidadã é, ao mesmo tempo, bastante desviado pelas trágicas possibilidades de manipulação da palavra e das consciências, abertas pelas técnicas de comunicação do século XX, derivadas essencialmente da parte obscura dos antigos métodos da retórica. O poder da mídia, as sutis técnicas de desinformação, o recurso maciço à publicidade tornam cada mais necessária uma reflexão sobre as condições de uma palavra argumentativa oposta à manipulação.
(Philippe Breton. A argumentação na comunicação. 2 ed. Bauru: Edusc, 2003, p. 19-21. Adaptado)
O Texto 3 assume grande relevância para a vida social das pessoas, pois:
 

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2244165 Ano: 2015
Disciplina: Biologia
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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O controle de qualidade para metodologias de testes individuais pode concentrar-se no controle de parâmetros analíticos específicos para cada teste. Relacione as duas colunas, conforme os parâmetros analíticos e seu princípio.
1) Imprecisão
2) Inexatidão
3) Repetitividade
4) Reprodutibilidade
5) Limite de detecção
6) Especificidade
( ) Menor concentração que pode ser medida com exatidão.
( ) Avaliação da imprecisão de um sistema de medição realizada sob condições variadas (interensaio).
( ) Desvio padrão ou coeficiente de variação dos resultados de um conjunto de mediações.
( ) Capacidade de um método em determinar exclusivamente o analito.
( ) Avaliação da imprecisão de um sistema de medição realizada sob as mesmas condições (intraensaio).
( ) Diferença numérica entre a média de um conjunto de medições e o valor verdadeiro.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
 

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2244164 Ano: 2015
Disciplina: Biologia
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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A eletroforese de proteínas séricas (EPS) é um método simples, que permite separar proteínas do plasma humano em frações. Ela é importante para a investigação e o diagnóstico de diversas doenças. Após a separação, as frações são quantificadas por densitometria ou eluição, gerando um gráfico no qual as bandas podem ser comparadas, possibilitando melhor evidência de alguma anormalidade. Para conseguir interpretar bem o resultado de uma EPS, é necessário conhecer o significado de cada banda das frações proteicas. O perfil eletroforético indicado no esquema é ilustrativo de:
Enunciado 3208326-1
 

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2244091 Ano: 2015
Disciplina: Biologia
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Fluidos para exames laboratoriais são coletados por punção aspirativa das respectivas cavidades. Esses procedimentos de aspiração são referidos como toracocentese (pleural), pericardiocentese (pericárdio) e paracentese (peritônio). Para o estudo citológico desses fluidos, é correto afirmar que:
 

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A linguagem politicamente correta
(1) A linguagem politicamente correta é a expressão do aparecimento na cena pública de identidades que eram reprimidas e recalcadas: mulheres, negros, homossexuais e outras minorias que eram discriminadas, ridicularizadas, desconsideradas. Pretende-se, com essa linguagem, combater o preconceito, proscrevendo-se um vocabulário que é fortemente negativo em relação a tais grupos sociais. A ideia é que, alterando-se a linguagem, mudam-se as atitudes discriminatórias.
(2) Sem dúvida nenhuma, a presença de certas palavras num determinado texto faz que ele seja racista, machista etc., criando uma imagem de que seu autor é alguém que tem preconceito contra as mulheres, os negros, os índios, os homossexuais e assim por diante. O que é preciso saber é se combater o uso de palavras ou expressões que patenteiam a discriminação é um instrumento eficaz de luta contra ela.
(3) De um lado, é verdade que usar uma linguagem não marcada por fortes conotações pejorativas é um meio de diminuir comportamentos preconceituosos ou discriminatórios. De outro lado, porém, é preciso atentar para dois aspectos. O primeiro é que o cuidado excessivo com a busca de eufemismos para designar certos grupos sociais revela a existência de preconceitos arraigados na vida social... Em segundo lugar, os defensores da linguagem politicamente correta acreditam que existam termos neutros ou objetivos, o que absolutamente não é verdade. Todas as palavras são assinaladas por uma apreciação social. Isso ocorre porque as condições de produção de discursos sobre a mulher, o negro, o homossexual etc. são aquelas de existência de fortes preconceitos em nossa formação social. Isso significa que não basta mudar a linguagem para que a discriminação deixe de existir. Entretanto, como a conotação negativa é uma questão de grau, não é irrelevante deixar de usar os termos mais fortemente identificados com atitudes racistas, machistas etc.
(4) Há, porém, duas posições de defensores da linguagem politicamente correta que contrariam a natureza do funcionamento da linguagem e que, portanto, são irrelevantes para a causa que defendem. A primeira é a crença de que a palavra isolada carrega sentido e apreciação social. Na verdade, um termo funciona num discurso e não isoladamente. Por isso, nem todos os usos do vocábulo negro com valor negativo denotam racismo. Por exemplo, dizer que há racismo na expressão “nuvens negras no horizonte do país” é um equívoco, porque o sentido conotativo de “situação preocupante”, que aparece no discurso político ou econômico, está relacionado à meteorologia, nada tendo a ver com raças ou etnias. Outra coisa que produz efeito contrário ao pretendido é o uso de eufemismos francamente cômicos, para fazer uma designação que é vista como preconceituosa: por exemplo, dizer “pessoa verticalmente prejudicada” em lugar de anão. Isso gera descrédito para os que pretendem relações mais civilizadas entre as pessoas.
(5) As palavras ferem e, como diz o poeta Pepe, “as lágrimas não cicatrizam”. Por isso, para criar um mundo melhor, é importante usar uma linguagem que não machuque os outros, que não revele preconceitos, que não produza discriminações. É necessário, porém, que, para ter eficácia, esse trabalho sobre a palavra respeite a natureza e o funcionamento da linguagem.
(José Luiz Fiorin. A linguagem politicamente correta. )
O êxito na compreensão do Texto 1 exige que o leitor o interprete como:
 

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TEXTO 3
Argumentação e cidadania
(1) Saber argumentar não é um luxo, mas uma necessidade. Não saber argumentar não seria, aliás, uma das grandes causas recorrentes da desigualdade cultural, que se sobrepõe às tradicionais desigualdades sociais e econômicas, reforçando-as? Não saber tomar a palavra para convencer não seria, no final das contas, uma das grandes causas da exclusão? Uma sociedade que não favorece, a todos os seus membros, os meios para serem cidadãos, isto é, para terem uma verdadeira competência ao tomar a palavra, seria verdadeiramente democrática?
(2) A existência da retórica é largamente tributária do uso que lhe foi atribuído. Nascida em um contexto jurídico, no século V antes de Cristo, ela se estendeu rapidamente para o domínio político. Como nos lembra Pierre Oléron, a argumentação “só pode intervir se houver a aceitação prévia de que um debate seja aberto e se aquele que se propõe a defender ou a justificar uma posição tenha o direito de tomar a palavra”. O sistema democrático constitui precisamente tal contexto e, a partir de então, a história da arte oratória quase se confunde com a história política.
(3) Os antigos romanos, inventores da república, compreenderam bem o caráter capital da argumentação, pois fizeram dela o núcleo definitivo de todo o ensino e o fundamento da cidadania. Deste ponto de vista, necessitamos ainda fazer alguns esforços para sermos modernos.
(4) Mas o exercício de uma argumentação cidadã é, ao mesmo tempo, bastante desviado pelas trágicas possibilidades de manipulação da palavra e das consciências, abertas pelas técnicas de comunicação do século XX, derivadas essencialmente da parte obscura dos antigos métodos da retórica. O poder da mídia, as sutis técnicas de desinformação, o recurso maciço à publicidade tornam cada mais necessária uma reflexão sobre as condições de uma palavra argumentativa oposta à manipulação.
(Philippe Breton. A argumentação na comunicação. 2 ed. Bauru: Edusc, 2003, p. 19-21. Adaptado)
Identifique a alternativa em que aparece uma expressão que tem uma função gramatical claramente explicativa.
 

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2244051 Ano: 2015
Disciplina: Biologia
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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A infecção por Enterobius vermicularis é mais bem diagnosticada por qual dos seguintes meios?
 

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2244041 Ano: 2015
Disciplina: Biologia
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Vários testes de bioquímica, imunologia, hormônios e microbiologia podem ser realizados pelo método de ELISA, como por exemplo, HIV, HBsAg (hepatite C), PSA, ferritina, etc. A figura abaixo ilustra qual variedade do método ELISA?
Enunciado 3057616-1
 

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2244033 Ano: 2015
Disciplina: Biologia
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Eletrólitos são componentes essenciais encontrados em várias concentrações, dependendo se estão dentro ou fora das células. Os líquidos e eletrólitos sofrem contínuos deslocamentos entre estes compartimentos, bem como no interior de cada um deles durante as várias atividades que ocorrem na homeostasia, no metabolismo celular e na função orgânica. Estas alterações podem, de certo modo, ser monitorizadas em decorrência de seus efeitos sobre determinados parâmetros mensuráveis, incluindo pH e a concentração de certos íons no sangue. O quadro abaixo ilustra a composição do plasma, do líquido intersticial e do líquido intracelular em relação aos seus cátions e ânions.
Plasma L. INTERSTICIAL L.INTRACELULAR
Substância Cátions Anions Cátions Anions Cátions Anions
Sódio (Na+) 142 - 147 - 15 -
Potássio (K+) 5 - 4 - 150 -
Cálcio (Ca++) 5 - 2,5 - 2 -
Magnésio (Mg++) 2 - 1 - 27 -
Cloro (Cl-) - 105 - 114 - 1
Bicarbonato (HCO3-) - 24 - 30 - 10
Fosfato (PO4) - 2 - 2 - 100
Sulfato (SO4) - 1 - 1 - 20
Ácidos orgânicos- - 6 - 7,5 - -
Proteínas- - 16 - - - 63
Total 154 154 154,5 154,5 194 194
Sobre a interpretação laboratorial da análise de alguns eletrólitos, assinale a alternativa incorreta.
 

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