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As medidas elétricas são fundamentais para estabelecer relação numérica entre grandezas elétricas e suas unidades, sendo realizadas por intermédio de instrumentos medidores que permitem a quantificação dessas grandezas. Quanto à classificação dos instrumentos de medidas elétricas é correto afirma que:
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Em todas as séries radioativas naturais, ocorre a formação de isótopos do rádio, a saber: !$ ^{223}Ra; ^{224}Ra; ^{226}Ra;\,e\,^{228}Ra !$ , cujas meias-vidas apresentam valores de 11,4 dias; 3,7 dias; 1.600 anos e 5,8 anos, respectivamente. Propriedades físicas e químicas são utilizadas como resposta aos riscos associados aos radionuclídeos no ecossistema, as quais definem critérios de prioridade nas investigações. A meia-vida física é um parâmetro essencial para maior permanência do elemento radioativo no ambiente e, consequentemente, reações físico-químicas que proporcionam mobilidade, disponibilidade e incorporação do radionuclídeo na cadeia alimentar e a possível contaminação e irradiação dos seres vivos, caracterizando os chamados efeitos tóxicos e radiológicos. A série radioativa a seguir, iniciada pelo precursor W, cuja massa foi representada por A e o número atômico por Z, forma o mais importante isótopo do rádio estudado pelos radioecologistas e o gráfico, o esquema de decaimento radioativo desse isótopo.

Série de decaimento W:
!$ {}_Z^AW \longrightarrow {}_{90}^{234}Th \longrightarrow {}_{91}^{234}P \alpha \longrightarrow {}_{92}^{234}U \longrightarrow !$
!$ {}_{90}^{234}Th \longrightarrow {}_{88}^{226}R \alpha \longrightarrow {}_{86}^{222}Rn \longrightarrow {}_{84}^{218}Po \longrightarrow !$
!$ {}_{82}^{214}Pb \longrightarrow {}_{83}^{214}Bi \longrightarrow {}_{84}^{214}Po \longrightarrow {}_{84}^{210}Pb \longrightarrow !$
!$ {}_{83}^{210}Bi \longrightarrow {}_{84}^{210}Po \longrightarrow {}_{82}^{206}Pb\,(estável) !$
Com base nas informações anteriores, analise as proposições abaixo.
1) W representa a série radioativa do !$ ^{235}U !$
2) O !$ ^{226}Ra !$ é formado após 3 emissões alfa e 2 emissões beta.
3) Apenas 1/8 da amostra de !$ ^{226}Ra !$ terá decaído em 4.800 anos.
4) A vida média do !$ ^{226}Ra !$ é de aproximadamente 2.309 anos.
5) A meia-vida do isótopo do !$ ^{226}Ra !$ é de 3.200 anos.
4) A vida média do !$ ^{226}Ra !$ é de aproximadamente 2.309 anos.
5) A meia-vida do isótopo do !$ ^{226}Ra !$ é de 3.200 anos.
Está(ão) correta(s), apenas:
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TEXTO 6

(Camargo, Jose Eduardo; Soares, l. O Brasil das placas. São Paulo: Panda Books, 2007, p.109. Adaptado)
Esse cartaz pretende convencer o público em relação a um dos grandes problemas atuais, sobretudo dos grandes centros urbanos. Como estratégia de convencimento, o autor do cartaz optou por:
1) combinar elementos verbais e não verbais, com intuito de conferir maior expressividade e poder de convencimento à sua mensagem.
2) usar a palavra ‘animal’, no sentido pejorativo, com o fim de ressaltar a ‘desumanização’ implicada na situação exposta.
3) usar o termo ‘pegada’, destoando do outro ‘animal’, que, por isso, tem sua força argumentativa atenuada, como poderia ocorrer em outro contexto.
4) representar, iconicamente, as pistas do ‘criminoso procurado’ por diferentes vestígios de sua delinquência.
5) estabelecer uma relação com outros gêneros de texto da comunicação social através de uma imagem que sugere delito e culpabilidade.
Estão corretas:
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TEXTO 3
Argumentação e cidadania
(1) Saber argumentar não é um luxo, mas uma necessidade. Não saber argumentar não seria, aliás, uma das grandes causas recorrentes da desigualdade cultural, que se sobrepõe às tradicionais desigualdades sociais e econômicas, reforçando-as? Não saber tomar a palavra para convencer não seria, no final das contas, uma das grandes causas da exclusão? Uma sociedade que não favorece, a todos os seus membros, os meios para serem cidadãos, isto é, para terem uma verdadeira competência ao tomar a palavra, seria verdadeiramente democrática?
(2) A existência da retórica é largamente tributária do uso que lhe foi atribuído. Nascida em um contexto jurídico, no século V antes de Cristo, ela se estendeu rapidamente para o domínio político. Como nos lembra Pierre Oléron, a argumentação “só pode intervir se houver a aceitação prévia de que um debate seja aberto e se aquele que se propõe a defender ou a justificar uma posição tenha o direito de tomar a palavra”. O sistema democrático constitui precisamente tal contexto e, a partir de então, a história da arte oratória quase se confunde com a história política.
(3) Os antigos romanos, inventores da república, compreenderam bem o caráter capital da argumentação, pois fizeram dela o núcleo definitivo de todo o ensino e o fundamento da cidadania. Deste ponto de vista, necessitamos ainda fazer alguns esforços para sermos modernos.
(4) Mas o exercício de uma argumentação cidadã é, ao mesmo tempo, bastante desviado pelas trágicas possibilidades de manipulação da palavra e das consciências, abertas pelas técnicas de comunicação do século XX, derivadas essencialmente da parte obscura dos antigos métodos da retórica. O poder da mídia, as sutis técnicas de desinformação, o recurso maciço à publicidade tornam cada mais necessária uma reflexão sobre as condições de uma palavra argumentativa oposta à manipulação.
(Philippe Breton. A argumentação na comunicação. 2 ed. Bauru: Edusc, 2003, p. 19-21. Adaptado)
O Texto 3 assume grande relevância para a vida social das pessoas, pois:
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A linguagem politicamente correta
(1) A linguagem politicamente correta é a expressão do aparecimento na cena pública de identidades que eram reprimidas e recalcadas: mulheres, negros, homossexuais e outras minorias que eram discriminadas, ridicularizadas, desconsideradas. Pretende-se, com essa linguagem, combater o preconceito, proscrevendo-se um vocabulário que é fortemente negativo em relação a tais grupos sociais. A ideia é que, alterando-se a linguagem, mudam-se as atitudes discriminatórias.
(2) Sem dúvida nenhuma, a presença de certas palavras num determinado texto faz que ele seja racista, machista etc., criando uma imagem de que seu autor é alguém que tem preconceito contra as mulheres, os negros, os índios, os homossexuais e assim por diante. O que é preciso saber é se combater o uso de palavras ou expressões que patenteiam a discriminação é um instrumento eficaz de luta contra ela.
(3) De um lado, é verdade que usar uma linguagem não marcada por fortes conotações pejorativas é um meio de diminuir comportamentos preconceituosos ou discriminatórios. De outro lado, porém, é preciso atentar para dois aspectos. O primeiro é que o cuidado excessivo com a busca de eufemismos para designar certos grupos sociais revela a existência de preconceitos arraigados na vida social... Em segundo lugar, os defensores da linguagem politicamente correta acreditam que existam termos neutros ou objetivos, o que absolutamente não é verdade. Todas as palavras são assinaladas por uma apreciação social. Isso ocorre porque as condições de produção de discursos sobre a mulher, o negro, o homossexual etc. são aquelas de existência de fortes preconceitos em nossa formação social. Isso significa que não basta mudar a linguagem para que a discriminação deixe de existir. Entretanto, como a conotação negativa é uma questão de grau, não é irrelevante deixar de usar os termos mais fortemente identificados com atitudes racistas, machistas etc.
(4) Há, porém, duas posições de defensores da linguagem politicamente correta que contrariam a natureza do funcionamento da linguagem e que, portanto, são irrelevantes para a causa que defendem. A primeira é a crença de que a palavra isolada carrega sentido e apreciação social. Na verdade, um termo funciona num discurso e não isoladamente. Por isso, nem todos os usos do vocábulo negro com valor negativo denotam racismo. Por exemplo, dizer que há racismo na expressão “nuvens negras no horizonte do país” é um equívoco, porque o sentido conotativo de “situação preocupante”, que aparece no discurso político ou econômico, está relacionado à meteorologia, nada tendo a ver com raças ou etnias. Outra coisa que produz efeito contrário ao pretendido é o uso de eufemismos francamente cômicos, para fazer uma designação que é vista como preconceituosa: por exemplo, dizer “pessoa verticalmente prejudicada” em lugar de anão. Isso gera descrédito para os que pretendem relações mais civilizadas entre as pessoas.
(5) As palavras ferem e, como diz o poeta Pepe, “as lágrimas não cicatrizam”. Por isso, para criar um mundo melhor, é importante usar uma linguagem que não machuque os outros, que não revele preconceitos, que não produza discriminações. É necessário, porém, que, para ter eficácia, esse trabalho sobre a palavra respeite a natureza e o funcionamento da linguagem.
(José Luiz Fiorin. A linguagem politicamente correta. )
O êxito na compreensão do Texto 1 exige que o leitor o interprete como:
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TEXTO 3
Argumentação e cidadania
(1) Saber argumentar não é um luxo, mas uma necessidade. Não saber argumentar não seria, aliás, uma das grandes causas recorrentes da desigualdade cultural, que se sobrepõe às tradicionais desigualdades sociais e econômicas, reforçando-as? Não saber tomar a palavra para convencer não seria, no final das contas, uma das grandes causas da exclusão? Uma sociedade que não favorece, a todos os seus membros, os meios para serem cidadãos, isto é, para terem uma verdadeira competência ao tomar a palavra, seria verdadeiramente democrática?
(2) A existência da retórica é largamente tributária do uso que lhe foi atribuído. Nascida em um contexto jurídico, no século V antes de Cristo, ela se estendeu rapidamente para o domínio político. Como nos lembra Pierre Oléron, a argumentação “só pode intervir se houver a aceitação prévia de que um debate seja aberto e se aquele que se propõe a defender ou a justificar uma posição tenha o direito de tomar a palavra”. O sistema democrático constitui precisamente tal contexto e, a partir de então, a história da arte oratória quase se confunde com a história política.
(3) Os antigos romanos, inventores da república, compreenderam bem o caráter capital da argumentação, pois fizeram dela o núcleo definitivo de todo o ensino e o fundamento da cidadania. Deste ponto de vista, necessitamos ainda fazer alguns esforços para sermos modernos.
(4) Mas o exercício de uma argumentação cidadã é, ao mesmo tempo, bastante desviado pelas trágicas possibilidades de manipulação da palavra e das consciências, abertas pelas técnicas de comunicação do século XX, derivadas essencialmente da parte obscura dos antigos métodos da retórica. O poder da mídia, as sutis técnicas de desinformação, o recurso maciço à publicidade tornam cada mais necessária uma reflexão sobre as condições de uma palavra argumentativa oposta à manipulação.
(Philippe Breton. A argumentação na comunicação. 2 ed. Bauru: Edusc, 2003, p. 19-21. Adaptado)
Identifique a alternativa em que aparece uma expressão que tem uma função gramatical claramente explicativa.
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Em 1924, Luis de Broglie propôs a teoria de que a matéria apresentava características tanto ondulatórias como corpusculares, baseando-se nos estudos de Albert Einstein, que estabeleceu uma das principais equações da Física, indispensável nos estudos de relatividade e que relaciona a energia !$ (E) !$ com a massa !$ (M) !$ , e em Max Planck, cuja teoria trata do comportamento ondulatório da luz. Partindo dessas observações, de Broglie determinou dedutivamente uma equação para o comprimento de onda !$ ( \lambda) !$ de uma partícula de massa e velocidade "v ". Assinale a alternativa que apresenta a equação correta para o comprimento de onda de de Broglie. As simbologias não apresentadas no texto e dispostas nas alternativas são classificadas como: !$ h: !$ constante de Planck; !$ K: !$ constante de propagação e !$ f !$ ou !$ f_0 !$: frequência.
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A exposição é uma grandeza dosimétrica operacional usada e difundida na área de proteção radiológica, para avaliar, de forma indireta, os níveis de radiação de um determinado meio. Sobre a grandeza exposição, analise as proposições abaixo.
1) A exposição pode ser calculada para qualquer tipo de radiação.
2) Limita-se o uso da exposição para radiações eletromagnéticas do tipo gama e raios-X.
3) A exposição é definida pela dose absorvida, tendo como unidade de medida o Sievert.
4) O ar é o meio que limita o uso e a aplicação da grandeza exposição.
5) A exposição representa a medida do fluxo de fótons e está relacionada com a razão entre a energia média da radiação eletromagnética por unidade de massa.
Está(ão) correta(s), apenas:
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A equação a seguir, expressa o conjunto de átomos radioativos que são formados pelas sucessivas desintegrações alfa e beta, caracterizando as chamadas transmutações dos núcleos instáveis a partir do precursor até a formação do isótopo estável do chumbo.
!$ Série\,w: {}_{90}^{232}Th \longrightarrow x \alpha + y \beta + {}_{82}^{208}Pb !$
Nesta equação, indique a alternativa que apresenta a classificação correta da referida série, e o número de partículas alfa e beta, aqui representadas por x e y.
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A linguagem politicamente correta
(1) A linguagem politicamente correta é a expressão do aparecimento na cena pública de identidades que eram reprimidas e recalcadas: mulheres, negros, homossexuais e outras minorias que eram discriminadas, ridicularizadas, desconsideradas. Pretende-se, com essa linguagem, combater o preconceito, proscrevendo-se um vocabulário que é fortemente negativo em relação a tais grupos sociais. A ideia é que, alterando-se a linguagem, mudam-se as atitudes discriminatórias.
(2) Sem dúvida nenhuma, a presença de certas palavras num determinado texto faz que ele seja racista, machista etc., criando uma imagem de que seu autor é alguém que tem preconceito contra as mulheres, os negros, os índios, os homossexuais e assim por diante. O que é preciso saber é se combater o uso de palavras ou expressões que patenteiam a discriminação é um instrumento eficaz de luta contra ela.
(3) De um lado, é verdade que usar uma linguagem não marcada por fortes conotações pejorativas é um meio de diminuir comportamentos preconceituosos ou discriminatórios. De outro lado, porém, é preciso atentar para dois aspectos. O primeiro é que o cuidado excessivo com a busca de eufemismos para designar certos grupos sociais revela a existência de preconceitos arraigados na vida social... Em segundo lugar, os defensores da linguagem politicamente correta acreditam que existam termos neutros ou objetivos, o que absolutamente não é verdade. Todas as palavras são assinaladas por uma apreciação social. Isso ocorre porque as condições de produção de discursos sobre a mulher, o negro, o homossexual etc. são aquelas de existência de fortes preconceitos em nossa formação social. Isso significa que não basta mudar a linguagem para que a discriminação deixe de existir. Entretanto, como a conotação negativa é uma questão de grau, não é irrelevante deixar de usar os termos mais fortemente identificados com atitudes racistas, machistas etc.
(4) Há, porém, duas posições de defensores da linguagem politicamente correta que contrariam a natureza do funcionamento da linguagem e que, portanto, são irrelevantes para a causa que defendem. A primeira é a crença de que a palavra isolada carrega sentido e apreciação social. Na verdade, um termo funciona num discurso e não isoladamente. Por isso, nem todos os usos do vocábulo negro com valor negativo denotam racismo. Por exemplo, dizer que há racismo na expressão “nuvens negras no horizonte do país” é um equívoco, porque o sentido conotativo de “situação preocupante”, que aparece no discurso político ou econômico, está relacionado à meteorologia, nada tendo a ver com raças ou etnias. Outra coisa que produz efeito contrário ao pretendido é o uso de eufemismos francamente cômicos, para fazer uma designação que é vista como preconceituosa: por exemplo, dizer “pessoa verticalmente prejudicada” em lugar de anão. Isso gera descrédito para os que pretendem relações mais civilizadas entre as pessoas.
(5) As palavras ferem e, como diz o poeta Pepe, “as lágrimas não cicatrizam”. Por isso, para criar um mundo melhor, é importante usar uma linguagem que não machuque os outros, que não revele preconceitos, que não produza discriminações. É necessário, porém, que, para ter eficácia, esse trabalho sobre a palavra respeite a natureza e o funcionamento da linguagem.
(José Luiz Fiorin. A linguagem politicamente correta. )
Façamos a releitura do terceiro parágrafo do Texto 1 e observemos alguns trechos que, por uma razão ou outra, ganharam evidência. Analise a seguir os comentários que são feitos acerca de cada um. Identifique a alternativa em que esse comentário não tem consistência teórica.
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