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Foram encontradas 80 questões.

2243054 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Química
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Para testar uma balança, um técnico utilizou um peso de calibração com massa igual a 1,0000g. Ao colocar o peso quatro vezes na balança, foram feitas as seguintes leituras: 1,1100g, 1,1100g, 1,1100g e finalmente 1,1100g. De acordo com as quatro leituras idênticas, é possível afirmar que a característica positiva que se destaca nesta balança é:
 

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TEXTO 3
Argumentação e cidadania
(1) Saber argumentar não é um luxo, mas uma necessidade. Não saber argumentar não seria, aliás, uma das grandes causas recorrentes da desigualdade cultural, que se sobrepõe às tradicionais desigualdades sociais e econômicas, reforçando-as? Não saber tomar a palavra para convencer não seria, no final das contas, uma das grandes causas da exclusão? Uma sociedade que não favorece, a todos os seus membros, os meios para serem cidadãos, isto é, para terem uma verdadeira competência ao tomar a palavra, seria verdadeiramente democrática?
(2) A existência da retórica é largamente tributária do uso que lhe foi atribuído. Nascida em um contexto jurídico, no século V antes de Cristo, ela se estendeu rapidamente para o domínio político. Como nos lembra Pierre Oléron, a argumentação “só pode intervir se houver a aceitação prévia de que um debate seja aberto e se aquele que se propõe a defender ou a justificar uma posição tenha o direito de tomar a palavra”. O sistema democrático constitui precisamente tal contexto e, a partir de então, a história da arte oratória quase se confunde com a história política.
(3) Os antigos romanos, inventores da república, compreenderam bem o caráter capital da argumentação, pois fizeram dela o núcleo definitivo de todo o ensino e o fundamento da cidadania. Deste ponto de vista, necessitamos ainda fazer alguns esforços para sermos modernos.
(4) Mas o exercício de uma argumentação cidadã é, ao mesmo tempo, bastante desviado pelas trágicas possibilidades de manipulação da palavra e das consciências, abertas pelas técnicas de comunicação do século XX, derivadas essencialmente da parte obscura dos antigos métodos da retórica. O poder da mídia, as sutis técnicas de desinformação, o recurso maciço à publicidade tornam cada mais necessária uma reflexão sobre as condições de uma palavra argumentativa oposta à manipulação.
(Philippe Breton. A argumentação na comunicação. 2 ed. Bauru: Edusc, 2003, p. 19-21. Adaptado)
O primeiro parágrafo do Texto 3 apresenta uma sucessão de interrogações, que têm como função:
 

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2242980 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Química
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Na tentativa de determinar o princípio ativo de um comprimido analgésico, um químico realizou diversos procedimentos. Triturou o comprimido e adicionou diclorometano sob agitação. Após remoção dos resíduos sólidos através de filtragem, o diclorometano foi evaporado, e um pó branco foi obtido e caracterizado como paracetamol. Considerando a utilização do diclorometano neste processo, indique a alternativa correta.
 

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TEXTO 2
O hipertexto
(1) Uma sociedade grafocêntrica, na qual o texto escrito está presente em várias situações sociais e cumpre papel significativo, exige dos falantes um grau cada vez maior de letramento, ou seja, de condições para participação efetiva nas práticas sociais que envolvem a escrita. Na chamada “era digital”, o conceito de escrita se expandiu e não diz mais respeito apenas ao texto impresso. É necessário saber se relacionar com a escrita nas diversas mídias em que ela se faz presente. Em muitas delas, um tipo especial de texto circula: o hipertexto.
(2) Por hipertexto entende-se o texto disponibilizado em espaço virtual que possibilita uma leitura não linear em função de sua organização em blocos de conteúdo que se conectam por nós ou elos hipertextuais (também conhecidos como links). A rigor, as habilidades mobilizadas para produzir ou ler um hipertexto são as mesmas que se utilizam para a leitura ou escrita de um texto convencional . No entanto, o hipertexto torna mais evidentes alguns desses processos, como o percurso realizado durante o planejamento e a elaboração do texto e a construção de sentidos pelo leitor.
(3) Um texto escrito convencionalmente é a materialização de um processo de interação discursiva que exige do seu produtor atividades como pesquisa, seleção e articulação de dados e opiniões. Embora esse texto possa contar com alguns indícios desse processo de elaboração (como a hierarquização por meio de títulos e subtítulos, notas de rodapé, divisão em capítulos etc.), o hipertexto torna esse percurso mais evidente. Ele demanda de seu autor, desde o início, o desenho de um mapa de leitura, no qual se estabelece uma clara hierarquia entre informações centrais e secundárias, possibilidades de percursos distintos entre os blocos de conteúdo, conexões com textos externos, palavras-chave, para servir de elos hipertextuais, entre outros. Diante de um hipertexto, o leitor tem mais liberdade para escolher dentre os caminhos oferecidos pelo autor, em que aspectos aprofundar sua leitura, que blocos de conteúdo ignorar ou retomar, que sugestões de conexão externa acatar. Todas essas possibilidades, embora já estivessem colocadas pelo texto convencional, ampliam-se com o hipertexto.
(Ricardo Gonçalves Barreto. Português, 3º. Ano Ensino Médio. Ser protagonista. São Paulo: Edições SM. 2010, p. 356).
Do ponto de vista da concordância verbal, segundo a norma padrão do português contemporâneo, está correta a seguinte alternativa:
 

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2242976 Ano: 2015
Disciplina: Química
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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é uma diborana que já foi considerada como possível combustível para foguetes. Sua reação de combustão é descrita abaixo:
!$ { \Large { B_2 H_6(g) + 3O_2(l) \longrightarrow 2 HBO_2(g) + 2H_2O(l)}} !$
Calcule o volume de !$ CBO_2 !$ obtido a partir de 14g da diborana a 1 atm e !$ 27^\circ C !$. Considere o rendimento de 90%.
Dados: !$ B =11\,g/mol; H=1\,g/mol;\,R = 0,082\,atmLK^{-1}mol^{-1} !$
 

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TEXTO 3
Argumentação e cidadania
(1) Saber argumentar não é um luxo, mas uma necessidade. Não saber argumentar não seria, aliás, uma das grandes causas recorrentes da desigualdade cultural, que se sobrepõe às tradicionais desigualdades sociais e econômicas, reforçando-as? Não saber tomar a palavra para convencer não seria, no final das contas, uma das grandes causas da exclusão? Uma sociedade que não favorece, a todos os seus membros, os meios para serem cidadãos, isto é, para terem uma verdadeira competência ao tomar a palavra, seria verdadeiramente democrática?
(2) A existência da retórica é largamente tributária do uso que lhe foi atribuído. Nascida em um contexto jurídico, no século V antes de Cristo, ela se estendeu rapidamente para o domínio político. Como nos lembra Pierre Oléron, a argumentação “só pode intervir se houver a aceitação prévia de que um debate seja aberto e se aquele que se propõe a defender ou a justificar uma posição tenha o direito de tomar a palavra”. O sistema democrático constitui precisamente tal contexto e, a partir de então, a história da arte oratória quase se confunde com a história política.
(3) Os antigos romanos, inventores da república, compreenderam bem o caráter capital da argumentação, pois fizeram dela o núcleo definitivo de todo o ensino e o fundamento da cidadania. Deste ponto de vista, necessitamos ainda fazer alguns esforços para sermos modernos.
(4) Mas o exercício de uma argumentação cidadã é, ao mesmo tempo, bastante desviado pelas trágicas possibilidades de manipulação da palavra e das consciências, abertas pelas técnicas de comunicação do século XX, derivadas essencialmente da parte obscura dos antigos métodos da retórica. O poder da mídia, as sutis técnicas de desinformação, o recurso maciço à publicidade tornam cada mais necessária uma reflexão sobre as condições de uma palavra argumentativa oposta à manipulação.
(Philippe Breton. A argumentação na comunicação. 2 ed. Bauru: Edusc, 2003, p. 19-21. Adaptado)
Analise o seguinte trecho: “O poder da mídia, as sutis técnicas de desinformação, o recurso maciço à publicidade tornam cada mais necessária uma reflexão sobre as condições de uma palavra argumentativa oposta à manipulação.” Nele, o autor:
 

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2242953 Ano: 2015
Disciplina: Química
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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O uso de indicadores é muito importante nas titulações de neutralização. É importante selecionar um indicador que possua faixa de mudança de cor compatível com o pH do ponto de equivalência da reação de neutralização de interesse. Observe a tabela abaixo:
Indicador
Faixa de pH da mudança de
cor
Transição de cor (com aumento
de pH)
alaranjado de metila 3,2-4,4 vermelho para amarelo
azul de bromofenol 3,0-4,6 amarelo para azul
vermelho de metila 4,8-6,0 vermelho para amarelo
fenolftaleína 8,2-10,0 incolor para rosa
alizarina 11,0-12,4 vermelho para violeta
A !$ 25^\circ !$ , deseja-se titular 10 mL de uma solução 0,048M de ácido benzoico !$ (ka = 6,0 x 10^{-5} !$ , utilizando-se solução padrão 0,048M de !$ NaOH !$ . Neste caso, o pH do ponto de equivalência da titulação fica dentro do intervalo de viragem de qual indicador? Dados: !$ 2 = 0,3;\,Kw=10{ -14} !$
 

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2242948 Ano: 2015
Disciplina: Química
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Uma solução possui íons !$ Ba^{2+} !$ na concentração de !$ 0,02\,mol/L !$. Calcule a concentração mínima de íons !$ F^- !$ necessária para iniciar a precipitação de !$ BaF_2 !$ Dado:!$ Kps\,BaF_2 = 2 x 10^{-6} !$
 

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A linguagem politicamente correta
(1) A linguagem politicamente correta é a expressão do aparecimento na cena pública de identidades que eram reprimidas e recalcadas: mulheres, negros, homossexuais e outras minorias que eram discriminadas, ridicularizadas, desconsideradas. Pretende-se, com essa linguagem, combater o preconceito, proscrevendo-se um vocabulário que é fortemente negativo em relação a tais grupos sociais. A ideia é que, alterando-se a linguagem, mudam-se as atitudes discriminatórias.
(2) Sem dúvida nenhuma, a presença de certas palavras num determinado texto faz que ele seja racista, machista etc., criando uma imagem de que seu autor é alguém que tem preconceito contra as mulheres, os negros, os índios, os homossexuais e assim por diante. O que é preciso saber é se combater o uso de palavras ou expressões que patenteiam a discriminação é um instrumento eficaz de luta contra ela.
(3) De um lado, é verdade que usar uma linguagem não marcada por fortes conotações pejorativas é um meio de diminuir comportamentos preconceituosos ou discriminatórios. De outro lado, porém, é preciso atentar para dois aspectos. O primeiro é que o cuidado excessivo com a busca de eufemismos para designar certos grupos sociais revela a existência de preconceitos arraigados na vida social... Em segundo lugar, os defensores da linguagem politicamente correta acreditam que existam termos neutros ou objetivos, o que absolutamente não é verdade. Todas as palavras são assinaladas por uma apreciação social. Isso ocorre porque as condições de produção de discursos sobre a mulher, o negro, o homossexual etc. são aquelas de existência de fortes preconceitos em nossa formação social. Isso significa que não basta mudar a linguagem para que a discriminação deixe de existir. Entretanto, como a conotação negativa é uma questão de grau, não é irrelevante deixar de usar os termos mais fortemente identificados com atitudes racistas, machistas etc.
(4) Há, porém, duas posições de defensores da linguagem politicamente correta que contrariam a natureza do funcionamento da linguagem e que, portanto, são irrelevantes para a causa que defendem. A primeira é a crença de que a palavra isolada carrega sentido e apreciação social. Na verdade, um termo funciona num discurso e não isoladamente. Por isso, nem todos os usos do vocábulo negro com valor negativo denotam racismo. Por exemplo, dizer que há racismo na expressão “nuvens negras no horizonte do país” é um equívoco, porque o sentido conotativo de “situação preocupante”, que aparece no discurso político ou econômico, está relacionado à meteorologia, nada tendo a ver com raças ou etnias. Outra coisa que produz efeito contrário ao pretendido é o uso de eufemismos francamente cômicos, para fazer uma designação que é vista como preconceituosa: por exemplo, dizer “pessoa verticalmente prejudicada” em lugar de anão. Isso gera descrédito para os que pretendem relações mais civilizadas entre as pessoas.
(5) As palavras ferem e, como diz o poeta Pepe, “as lágrimas não cicatrizam”. Por isso, para criar um mundo melhor, é importante usar uma linguagem que não machuque os outros, que não revele preconceitos, que não produza discriminações. É necessário, porém, que, para ter eficácia, esse trabalho sobre a palavra respeite a natureza e o funcionamento da linguagem.
(José Luiz Fiorin. A linguagem politicamente correta. )
Conforme o autor do Texto 1, o pressuposto que fundamenta a proposta da ‘linguagem politicamente correta’ é o seguinte:
 

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2242914 Ano: 2015
Disciplina: Química
Banca: COVEST-COPSET
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O flúor possui número atômico igual a 9. Com base no diagrama representado abaixo, e considerando a espécie diatômica !$ F_2^{-1} !$, são feitas as seguintes afirmações:
Enunciado 2600604-1
1) A configuração dos elétrons é: !$ \sigma_{2S}^{2}\,\, \sigma_{2S}^{*2}\,\,\sigma_{2p}^{2} !$
2) A ordem da ligação é ½ .
3) Esta espécie é paramagnética.
Está(ão) correta(s):
 

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