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Foram encontradas 80 questões.

2243223 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas em conformidade com o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.
 

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2243216 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Em uma das alternativas abaixo, a locução “sem que” está sendo usada com a função de expressar uma relação semântica de concessão. Identifique-a.
 

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2243144 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Em geral, os artigos científicos devem exibir declarações como:
 

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2243134 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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“A concisão e as frases curtas são desejáveis em alguns gêneros, como a notícia, o currículo, o e-mail, o bilhete etc. Já em outros gêneros, como reportagens, editoriais, artigos de opinião, essas características são vistas com flexibilidade, pois o que determina a linguagem de um texto escrito é seu leitor, a intenção pretendida pelo autor ao escrever seu texto, os efeitos de sentido que pretende criar, o gênero de que faz uso e o contexto em que o texto vai circular”. Conforme as orientações expostas no pequeno fragmento transcrito, o revisor de texto deve estar atento a que:
1) existe flexibilidade em relação às recomendações de como garantir que os textos fujam ao detalhamento de informações.
2) qualquer texto escrito está sujeito a injunções do contexto de quem o produz e da situação em que vai circular.
3) as frases curtas são uma garantia de que, independentemente do texto, está assegurada a relevância comunicativa do gênero exposto.
4) o segmento “Já em outros gêneros” antecipa ao leitor a ocorrência de uma ideia em contraste com a anterior.
Estão corretas:
 

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2243114 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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O Protocolo de Kyoto
Preocupado com as consequências do efeito estufa e do aquecimento global, um grupo de países negociou em Kyoto (Japão) um tratado internacional firmando compromissos para reduzir a emissão de gases poluentes para a atmosfera. O acordo entrou em vigor em 2004 apósa assinatura da Rússia, com validade até 2012. Os signatários do protocolo representam 55% dos países que, juntos, produzem 55% dessas emissões, condição prevista no acordo para a efetivação das medidas. Os EUA, então sob a presidência de George W. Bush (que governou entre 2001 e 2008), não ratificaram o tratado alegando que a implementação das medidas causaria impacto negativo na economia do país.
Suponhamos que estivesse em análise a forma como se promoveu a coesão nesse fragmento de reportagem. O revisor de texto chegou, corretamente, à seguinte conclusão:
 

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2243103 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Assinale a alternativa em que a concordância verbo-nominal está inteiramente conforme as normas do português padrão.
 

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2243102 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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Analise os recursos léxico-gramaticais que conferem coesão ao seguinte trecho: “Assim como acontece no plano da economia, dois Brasis coexistem na área da saúde. O primeiro, velho conhecido, é aquele da esquistossomose, da febre amarela e da subnutrição infantil, entre outras pragas do subdesenvolvimento. O segundo, para o qual ainda não se dá a devida atenção, é o do stress, do sedentarismo e da gordura.”
1) Em termos como ‘esquistossomose’, ‘febre amarela’, ‘subnutrição infantil’ há afinidade semântica, o que sinaliza entre eles um elo coesivo.
2) Há, nas expressões ‘plano da economia’ e ‘área da saúde’, um paralelismo sintático-semântico que liga dois segmentos do texto.
3) Na referência a ‘outras pragas do subdesenvolvimento’, o termo sublinhado é um ‘termo geral’ que resume referências anteriores.
4) Em “O primeiro, velho conhecido” retoma a expressão anterior ‘plano da economia’.
Estão corretos os comentários em:
 

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2243099 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
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O trabalho do revisor de texto profissional
Garantir que um documento escrito esteja claro nem sempre é óbvio. Muitas vezes, as ideias são boas, mas aparecem mal formuladas. É aí que entra o revisor de texto, para garantir a clareza das ideias expostas.
É comum a associação da imagem do revisor de texto profissional a trabalhos acadêmicos e livros, apenas. E isto não é verdadeiro, pois esta atividade está ligada à produção e à circulação de todo e qualquer tipo de documento.
Desta forma, flyers, folders, cardápios, textos farmacêuticos ou manuais têm a mesma importância, para o trabalho do revisor de texto profissional, que textos jornalísticos, teses, dissertações e monografias.
Logo, o conteúdo específico de um revisor de texto profissional sempre será aquele através de que ele trabalha no momento, e com que pode variar da produção literária ao manual técnico de uma máquina, passando pelo flyer de uma festa ou pelo fôlder de uma agência publicitária. O importante é que tudo esteja claro, interessante e de acordo com as normas da língua portuguesa.
(In: http://www.revisaodetexto.com.br/revisor_de_texto.html. Aadaptado)
Observe as palavras sublinhadas no trecho: “Garantir que um documento escrito esteja claro nem sempre é óbvio. Muitas vezes, as ideias são boas, mas aparecem mal formuladas. É aí que entra o revisor de texto, para garantir a clareza das ideias expostas.” A relação entre ‘claro’ e ‘clareza’ estabelece uma regularidade ortográfica que também está cumprida no seguinte conjunto de palavras:
 

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TEXTO 3
Argumentação e cidadania
(1) Saber argumentar não é um luxo, mas uma necessidade. Não saber argumentar não seria, aliás, uma das grandes causas recorrentes da desigualdade cultural, que se sobrepõe às tradicionais desigualdades sociais e econômicas, reforçando-as? Não saber tomar a palavra para convencer não seria, no final das contas, uma das grandes causas da exclusão? Uma sociedade que não favorece, a todos os seus membros, os meios para serem cidadãos, isto é, para terem uma verdadeira competência ao tomar a palavra, seria verdadeiramente democrática?
(2) A existência da retórica é largamente tributária do uso que lhe foi atribuído. Nascida em um contexto jurídico, no século V antes de Cristo, ela se estendeu rapidamente para o domínio político. Como nos lembra Pierre Oléron, a argumentação “só pode intervir se houver a aceitação prévia de que um debate seja aberto e se aquele que se propõe a defender ou a justificar uma posição tenha o direito de tomar a palavra”. O sistema democrático constitui precisamente tal contexto e, a partir de então, a história da arte oratória quase se confunde com a história política.
(3) Os antigos romanos, inventores da república, compreenderam bem o caráter capital da argumentação, pois fizeram dela o núcleo definitivo de todo o ensino e o fundamento da cidadania. Deste ponto de vista, necessitamos ainda fazer alguns esforços para sermos modernos.
(4) Mas o exercício de uma argumentação cidadã é, ao mesmo tempo, bastante desviado pelas trágicas possibilidades de manipulação da palavra e das consciências, abertas pelas técnicas de comunicação do século XX, derivadas essencialmente da parte obscura dos antigos métodos da retórica. O poder da mídia, as sutis técnicas de desinformação, o recurso maciço à publicidade tornam cada mais necessária uma reflexão sobre as condições de uma palavra argumentativa oposta à manipulação.
(Philippe Breton. A argumentação na comunicação. 2 ed. Bauru: Edusc, 2003, p. 19-21. Adaptado)
No texto 3, consta o seguinte fragmento: “Como nos lembra Pierre Oléron, a argumentação “só pode intervir se houver a aceitação prévia de que um debate seja aberto”. O verbo sublinhado também estaria flexionado conforme a norma padrão na alternativa:
 

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A linguagem politicamente correta
(1) A linguagem politicamente correta é a expressão do aparecimento na cena pública de identidades que eram reprimidas e recalcadas: mulheres, negros, homossexuais e outras minorias que eram discriminadas, ridicularizadas, desconsideradas. Pretende-se, com essa linguagem, combater o preconceito, proscrevendo-se um vocabulário que é fortemente negativo em relação a tais grupos sociais. A ideia é que, alterando-se a linguagem, mudam-se as atitudes discriminatórias.
(2) Sem dúvida nenhuma, a presença de certas palavras num determinado texto faz que ele seja racista, machista etc., criando uma imagem de que seu autor é alguém que tem preconceito contra as mulheres, os negros, os índios, os homossexuais e assim por diante. O que é preciso saber é se combater o uso de palavras ou expressões que patenteiam a discriminação é um instrumento eficaz de luta contra ela.
(3) De um lado, é verdade que usar uma linguagem não marcada por fortes conotações pejorativas é um meio de diminuir comportamentos preconceituosos ou discriminatórios. De outro lado, porém, é preciso atentar para dois aspectos. O primeiro é que o cuidado excessivo com a busca de eufemismos para designar certos grupos sociais revela a existência de preconceitos arraigados na vida social... Em segundo lugar, os defensores da linguagem politicamente correta acreditam que existam termos neutros ou objetivos, o que absolutamente não é verdade. Todas as palavras são assinaladas por uma apreciação social. Isso ocorre porque as condições de produção de discursos sobre a mulher, o negro, o homossexual etc. são aquelas de existência de fortes preconceitos em nossa formação social. Isso significa que não basta mudar a linguagem para que a discriminação deixe de existir. Entretanto, como a conotação negativa é uma questão de grau, não é irrelevante deixar de usar os termos mais fortemente identificados com atitudes racistas, machistas etc.
(4) Há, porém, duas posições de defensores da linguagem politicamente correta que contrariam a natureza do funcionamento da linguagem e que, portanto, são irrelevantes para a causa que defendem. A primeira é a crença de que a palavra isolada carrega sentido e apreciação social. Na verdade, um termo funciona num discurso e não isoladamente. Por isso, nem todos os usos do vocábulo negro com valor negativo denotam racismo. Por exemplo, dizer que há racismo na expressão “nuvens negras no horizonte do país” é um equívoco, porque o sentido conotativo de “situação preocupante”, que aparece no discurso político ou econômico, está relacionado à meteorologia, nada tendo a ver com raças ou etnias. Outra coisa que produz efeito contrário ao pretendido é o uso de eufemismos francamente cômicos, para fazer uma designação que é vista como preconceituosa: por exemplo, dizer “pessoa verticalmente prejudicada” em lugar de anão. Isso gera descrédito para os que pretendem relações mais civilizadas entre as pessoas.
(5) As palavras ferem e, como diz o poeta Pepe, “as lágrimas não cicatrizam”. Por isso, para criar um mundo melhor, é importante usar uma linguagem que não machuque os outros, que não revele preconceitos, que não produza discriminações. É necessário, porém, que, para ter eficácia, esse trabalho sobre a palavra respeite a natureza e o funcionamento da linguagem.
(José Luiz Fiorin. A linguagem politicamente correta. )
O Texto 1, em seu desenvolvimento global, pretende :
 

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