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Observe a forma como está marcado o plural dos substantivos seguintes. Identifique a alternativa em que todas as formas estão corretamente pluralizadas.
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Olhando-se objetivamente para as produções verbais, é possível perceber que os elementos que compõem os enunciados mantêm relações de sentido que extrapolam a relação unicamente sintática entre os vocábulos que constituem as frases. O estudo dessa relação se dá no âmbito da gramática do texto e permite observar dois tipos de “coesão” entre as unidades linguísticas: a referencial e a sequencial. Nas alternativas abaixo, há apenas uma em que os termos sublinhados não correspondem a elementos da progressão referencial anafórica. Identifique-a.
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Considere o enunciado dirigido por uma criança à sua mãe: “Mãe, eu preciso desengordar!”. O emprego da forma verbal sublinhada revela que a criança:
1) ainda não sistematizou certas irregularidades da língua, mas já apreendeu alguns conceitos os quais utiliza para se comunicar com eficiência.
2) formula um uso agramatical, isto é, que não existe na língua portuguesa, e que evidencia que ela ainda não está apta a comunicar-se com segurança.
3) não domina as estruturas gramaticais formuladas pela gramática normativa, isto é, aquelas relativas à norma culta, o que dificulta a compreensão do enunciado.
4) propõe um uso que parte de estruturas já conhecidas da língua, indicando o domínio de um conhecimento linguístico intuitivo, isto é, de uma gramática internalizada.
Estão corretas, apenas:
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A charge é um gênero textual que, em geral, exerce com bastante clareza uma determinada função comunicativa, revelando, assim, uma forma de produção típica e, por outro lado, estabilizando as estratégias, também típicas, de leitura. Considerando esse princípio, assinale a alternativa que corresponde à função predominante na exposição da charge ilustrada a seguir.

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Em apenas uma alternativa a regência verbal ocorreu conforme os padrões da norma padrão. Identifique-a.
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Leia o trecho abaixo e, em seguida, assinale a alternativa que não corresponde ao sentido do texto e às inferências cabíveis ao plano da enunciação.
“A partir do final da década de 80 e início da década de 90 [do século XX], como nos mostra Soares (1998), passamos a adotar uma concepção de língua como discurso, pautados nos movimentos das ciências do domínio da linguagem como a Linguística, a Psicolinguística, a Linguística Textual, a Pragmática, a Análise do Discurso, cujas mudanças no nosso modo de ver a língua nos possibilitaram pensar um currículo para o ensino de Língua Portuguesa que vislumbrasse a linguagem como instrumento de inserção social e como constituinte de identidades sociais.
[...]
Muitas são as necessidades de uma sociedade que vivencia intensas mudanças, e a Escola é parte também desse mundo em permanente transformação. Nada mais justo do que todos os atores sociais que fabricam o cotidiano da escola reclamarem por condições materiais efetivas ao sucesso escolar, sobretudo pelo subsídio das novas tecnologias de ensino. Mas de nada adianta, para nós professores e professoras de Língua Portuguesa, dotar nossas escolas de bens tecnológicos da sociedade da informação, se não avançarmos em relação às nossas concepções, se continuarmos presos à visão da gramática tradicional alheios à diversidade linguística do nosso povo, se permanecermos apáticos diante da importância da leitura das produções culturais hodiernas, verbais e não verbais, de nossos escritores e artistas eruditos e populares.”
(LUCIANO, D. T.; BARBOSA, M. L. Metodologia I.
In: LUCIANO D. T. & PIRES, C. L. (orgs.) Dimensão Transdisciplinar na Formação do professor. Recife: Ed. da UFPE, 2011. (p.332-333).
Analise o seguinte trecho, fragmento do texto anterior: “Mas de nada adianta, para nós professores e professoras de Língua Portuguesa, dotar nossas escolas de bens tecnológicos da sociedade da informação, se não avançarmos em relação às nossas concepções, se continuarmos presos à visão da gramática tradicional alheios à diversidade linguística do nosso povo, se permanecermos apáticos diante da importância da leitura das produções culturais hodiernas, verbais e não verbais, de nossos escritores e artistas eruditos e populares”. Nesse trecho, em relação aos profissionais que lidam com o estudo da língua, se prioriza, explicitamente, a defesa:
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O trabalho do revisor de texto profissional
Garantir que um documento escrito esteja claro nem sempre é óbvio. Muitas vezes, as ideias são boas, mas aparecem mal formuladas. É aí que entra o revisor de texto, para garantir a clareza das ideias expostas.
É comum a associação da imagem do revisor de texto profissional a trabalhos acadêmicos e livros, apenas. E isto não é verdadeiro, pois esta atividade está ligada à produção e à circulação de todo e qualquer tipo de documento.
Desta forma, flyers, folders, cardápios, textos farmacêuticos ou manuais têm a mesma importância, para o trabalho do revisor de texto profissional, que textos jornalísticos, teses, dissertações e monografias.
Logo, o conteúdo específico de um revisor de texto profissional sempre será aquele através de que ele trabalha no momento, e com que pode variar da produção literária ao manual técnico de uma máquina, passando pelo flyer de uma festa ou pelo fôlder de uma agência publicitária. O importante é que tudo esteja claro, interessante e de acordo com as normas da língua portuguesa.
(In: http://www.revisaodetexto.com.br/revisor_de_texto.html. Aadaptado)
Observe o trecho seguinte: “o conteúdo específico de um revisor de texto profissional sempre será aquele através de que ele trabalha no momento, e com que pode variar da produção literária ao manual técnico”. A fim de cumprir os princípios da coerência e da coesão textuais, um revisor de texto alteraria as formas sublinhadas no último parágrafo por outras mais adequadas, que seriam, respectivamente:
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TEXTO 3
Argumentação e cidadania
(1) Saber argumentar não é um luxo, mas uma necessidade. Não saber argumentar não seria, aliás, uma das grandes causas recorrentes da desigualdade cultural, que se sobrepõe às tradicionais desigualdades sociais e econômicas, reforçando-as? Não saber tomar a palavra para convencer não seria, no final das contas, uma das grandes causas da exclusão? Uma sociedade que não favorece, a todos os seus membros, os meios para serem cidadãos, isto é, para terem uma verdadeira competência ao tomar a palavra, seria verdadeiramente democrática?
(2) A existência da retórica é largamente tributária do uso que lhe foi atribuído. Nascida em um contexto jurídico, no século V antes de Cristo, ela se estendeu rapidamente para o domínio político. Como nos lembra Pierre Oléron, a argumentação “só pode intervir se houver a aceitação prévia de que um debate seja aberto e se aquele que se propõe a defender ou a justificar uma posição tenha o direito de tomar a palavra”. O sistema democrático constitui precisamente tal contexto e, a partir de então, a história da arte oratória quase se confunde com a história política.
(3) Os antigos romanos, inventores da república, compreenderam bem o caráter capital da argumentação, pois fizeram dela o núcleo definitivo de todo o ensino e o fundamento da cidadania. Deste ponto de vista, necessitamos ainda fazer alguns esforços para sermos modernos.
(4) Mas o exercício de uma argumentação cidadã é, ao mesmo tempo, bastante desviado pelas trágicas possibilidades de manipulação da palavra e das consciências, abertas pelas técnicas de comunicação do século XX, derivadas essencialmente da parte obscura dos antigos métodos da retórica. O poder da mídia, as sutis técnicas de desinformação, o recurso maciço à publicidade tornam cada mais necessária uma reflexão sobre as condições de uma palavra argumentativa oposta à manipulação.
(Philippe Breton. A argumentação na comunicação. 2 ed. Bauru: Edusc, 2003, p. 19-21. Adaptado)
Do ponto de vista da regência verbal, analise o seguinte fragmento: “A existência da retórica é largamente tributária do uso que lhe foi atribuído”. Também estaria de acordo com a norma padrão a seguinte formulação:
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TEXTO 2
O hipertexto
(1) Uma sociedade grafocêntrica, na qual o texto escrito está presente em várias situações sociais e cumpre papel significativo, exige dos falantes um grau cada vez maior de letramento, ou seja, de condições para participação efetiva nas práticas sociais que envolvem a escrita. Na chamada “era digital”, o conceito de escrita se expandiu e não diz mais respeito apenas ao texto impresso. É necessário saber se relacionar com a escrita nas diversas mídias em que ela se faz presente. Em muitas delas, um tipo especial de texto circula: o hipertexto.
(2) Por hipertexto entende-se o texto disponibilizado em espaço virtual que possibilita uma leitura não linear em função de sua organização em blocos de conteúdo que se conectam por nós ou elos hipertextuais (também conhecidos como links). A rigor, as habilidades mobilizadas para produzir ou ler um hipertexto são as mesmas que se utilizam para a leitura ou escrita de um texto convencional . No entanto, o hipertexto torna mais evidentes alguns desses processos, como o percurso realizado durante o planejamento e a elaboração do texto e a construção de sentidos pelo leitor.
(3) Um texto escrito convencionalmente é a materialização de um processo de interação discursiva que exige do seu produtor atividades como pesquisa, seleção e articulação de dados e opiniões. Embora esse texto possa contar com alguns indícios desse processo de elaboração (como a hierarquização por meio de títulos e subtítulos, notas de rodapé, divisão em capítulos etc.), o hipertexto torna esse percurso mais evidente. Ele demanda de seu autor, desde o início, o desenho de um mapa de leitura, no qual se estabelece uma clara hierarquia entre informações centrais e secundárias, possibilidades de percursos distintos entre os blocos de conteúdo, conexões com textos externos, palavras-chave, para servir de elos hipertextuais, entre outros. Diante de um hipertexto, o leitor tem mais liberdade para escolher dentre os caminhos oferecidos pelo autor, em que aspectos aprofundar sua leitura, que blocos de conteúdo ignorar ou retomar, que sugestões de conexão externa acatar. Todas essas possibilidades, embora já estivessem colocadas pelo texto convencional, ampliam-se com o hipertexto.
(Ricardo Gonçalves Barreto. Português, 3º. Ano Ensino Médio. Ser protagonista. São Paulo: Edições SM. 2010, p. 356).
Observe o trecho seguinte: “A rigor, as habilidades mobilizadas para produzir ou ler um hipertexto são as mesmas que se utilizam para a leitura ou escrita de um texto convencional. No entanto, o hipertexto torna mais evidentes alguns desses processos, como o percurso realizado durante o planejamento e a elaboração do texto e a construção de sentidos pelo leitor.” A expressão sublinhada:
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Conforme o ponto de vista científico defendido por Bakhtin e muitos de seus seguidores, os gêneros textuais são: a) “ações sócio-históricas; b) ações de linguagem relativamente estáveis”. Admitir esses princípios implica admitir que os gêneros textuais:
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