Magna Concursos

Foram encontradas 60 questões.

1743750 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Os camelos do Islã
Por Reinaldo José Lopes
Quando a gente pensa em eventos históricos, precisa sempre levar em conta um termo meio técnico, meio filosófico, sem o qual é muito fácil cometer escorregadas feias. O termo é contingência. Em outras palavras, o papel do que poderíamos chamar de coincidência ou acaso em mover as engrenagens da história, e o fato de que os eventos históricos são caóticos, quase que no sentido físico do termo: alterações minúsculas podem conduzir a efeitos gigantes.
Por que estou me saindo com essa conversa mole? Bem, porque escrevi não faz muito tempo uma reportagem para esta Folha contando como uma série de alterações climáticas ligadas a erupções de vulcões a partir do século 6º d.C. parecem ter contribuído para acabar com o mundo antigo e “criar” a Idade Média.
No texto original, acabou não cabendo um detalhe absolutamente fascinante: segundo os modelos computacionais climáticos usados pelos pesquisadores suíços que assinam o estudo, um dos efeitos do frio intenso trazido pela erupção vulcânica pode ter sido um considerável aumento da umidade — chuva, portanto — na Arábia. E daí, perguntará você?
Bom, mais chuva = mais grama para os camelos e cavalos comerem. Mais camelos e cavalos = mais poderio militar para as tribos árabes. As quais, no período de que estamos falando, tinham acabado de adotar uma nova e empolgante ideologia religiosa trazida por um certo profeta chamado Maomé — uma ideologia que estava “pronta para exportação”, digamos assim.
Aí a gente cai de novo na tal da contingência. A expansão árabe certamente não teria acontecido sem o surgimento do Islã — mas talvez não fosse viável sem aquele monte de camelos e cavalos que só nasceram graças a algumas erupções vulcânicas. Fatores assim
interagem o tempo todo, e dificilmente a gente tem clareza suficiente para entendê-los na hora em que estão ocorrendo, ou mesmo muitos séculos depois.
In: http://darwinedeus.blogfolha.uol.com.br/2016/03/08/oscamelos- do-isla/ Acesso em: 30 set. 2016.
Reconhecer os recursos de coesão de um texto é fundamental para compreender os sentidos veiculados. Acerca do emprego de tais recursos no Texto, analise as afirmativas a seguir.
1) A expressão: “Em outras palavras” (1º parágrafo) anuncia que, na sequência, o autor vai incluir uma informação nova.
2) O pronome relativo “o qual” (1º parágrafo) retoma o segmento “um termo meio técnico, meio filosófico” (1º parágrafo).
3) No trecho: “Por que estou me saindo com essa conversa mole?” (2º parágrafo), o segmento destacado, articulando-se ao parágrafo anterior, promove, também, a continuidade temática.
4) No trecho: “mais chuva = mais grama para os camelos e cavalos comerem.” (4º parágrafo), a substituição do sinal de igualdade manteria os sentidos originais de causa/consequência em: “Como houve mais chuva, houve mais grama para os camelos e cavalos comerem”.
Estão corretas:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1724874 Ano: 2016
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Considerando o Art. 22 da Lei nº 8.666/1993 (e alterações), que trata das modalidades de licitação, assinale a alternativa correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1705422 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Os camelos do Islã
Por Reinaldo José Lopes
Quando a gente pensa em eventos históricos, precisa sempre levar em conta um termo meio técnico, meio filosófico, sem o qual é muito fácil cometer escorregadas feias. O termo é contingência. Em outras palavras, o papel do que poderíamos chamar de coincidência ou acaso em mover as engrenagens da história, e o fato de que os eventos históricos são caóticos, quase que no sentido físico do termo: alterações minúsculas podem conduzir a efeitos gigantes.
Por que estou me saindo com essa conversa mole? Bem, porque escrevi não faz muito tempo uma reportagem para esta Folha contando como uma série de alterações climáticas ligadas a erupções de vulcões a partir do século 6º d.C. parecem ter contribuído para acabar com o mundo antigo e “criar” a Idade Média.
No texto original, acabou não cabendo um detalhe absolutamente fascinante: segundo os modelos computacionais climáticos usados pelos pesquisadores suíços que assinam o estudo, um dos efeitos do frio intenso trazido pela erupção vulcânica pode ter sido um considerável aumento da umidade — chuva, portanto — na Arábia. E daí, perguntará você?
Bom, mais chuva = mais grama para os camelos e cavalos comerem. Mais camelos e cavalos = mais poderio militar para as tribos árabes. As quais, no período de que estamos falando, tinham acabado de adotar uma nova e empolgante ideologia religiosa trazida por um certo profeta chamado Maomé — uma ideologia que estava “pronta para exportação”, digamos assim.
Aí a gente cai de novo na tal da contingência. A expansão árabe certamente não teria acontecido sem o surgimento do Islã — mas talvez não fosse viável sem aquele monte de camelos e cavalos que só nasceram graças a algumas erupções vulcânicas. Fatores assim
interagem o tempo todo, e dificilmente a gente tem clareza suficiente para entendê-los na hora em que estão ocorrendo, ou mesmo muitos séculos depois.
In: http://darwinedeus.blogfolha.uol.com.br/2016/03/08/oscamelos- do-isla/ Acesso em: 30 set. 2016.
Considerando, ainda, outros recursos expressivos que concorrem para a compreensão do Texto, analise as afirmativas a seguir.
1) No trecho: “alterações minúsculas podem conduzir a efeitos gigantes” (1º parágrafo), a seleção vocabular conseguiu criar um expressivo efeito de contraste.
2) No trecho: “um dos efeitos do frio intenso (...) pode ter sido um considerável aumento da umidade — chuva, portanto — na Arábia.”, o segmento entre travessões introduz uma ideia de comparação.
3) Em: “Mais camelos e cavalos = mais poderio militar para as tribos árabes. As quais, no período (...)”, a opção de iniciar novo período por um pronome relativo (destacado) promoveu uma desarticulação que comprometeu a compreensão.
4) No trecho: “uma ideologia que estava ‘pronta para exportação.’, digamos assim” (4º parágrafo), o autor alude com certa ironia a um conhecimento partilhado com o leitor.
Estão corretas, apenas:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1688694 Ano: 2016
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
De acordo com o Art 18º da Lei nº 9.784/1999, é impedido de atuar em processo administrativo o servidor ou autoridade que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1670633 Ano: 2016
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
De acordo com a Lei nº 8.666/1993 (e alterações), é correto afirmar que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1636652 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
As medidas do comprimento e da altura de uma folha retangular, em mm, são números naturais. Se a área da folha mede 12 cm2, qual das medidas a seguir pode ser o perímetro da folha? Obs.: A área da folha retangular é dada pelo produto entre o comprimento e a largura da folha, ambos medidos na mesma unidade de comprimento. O perímetro da folha é a soma das medidas dos seus lados.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1635347 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Os camelos do Islã
Por Reinaldo José Lopes
Quando a gente pensa em eventos históricos, precisa sempre levar em conta um termo meio técnico, meio filosófico, sem o qual é muito fácil cometer escorregadas feias. O termo é contingência. Em outras palavras, o papel do que poderíamos chamar de coincidência ou acaso em mover as engrenagens da história, e o fato de que os eventos históricos são caóticos, quase que no sentido físico do termo: alterações minúsculas podem conduzir a efeitos gigantes.
Por que estou me saindo com essa conversa mole? Bem, porque escrevi não faz muito tempo uma reportagem para esta Folha contando como uma série de alterações climáticas ligadas a erupções de vulcões a partir do século 6º d.C. parecem ter contribuído para acabar com o mundo antigo e “criar” a Idade Média.
No texto original, acabou não cabendo um detalhe absolutamente fascinante: segundo os modelos computacionais climáticos usados pelos pesquisadores suíços que assinam o estudo, um dos efeitos do frio intenso trazido pela erupção vulcânica pode ter sido um considerável aumento da umidade — chuva, portanto — na Arábia. E daí, perguntará você?
Bom, mais chuva = mais grama para os camelos e cavalos comerem. Mais camelos e cavalos = mais poderio militar para as tribos árabes. As quais, no período de que estamos falando, tinham acabado de adotar uma nova e empolgante ideologia religiosa trazida por um certo profeta chamado Maomé — uma ideologia que estava “pronta para exportação”, digamos assim.
Aí a gente cai de novo na tal da contingência. A expansão árabe certamente não teria acontecido sem o surgimento do Islã — mas talvez não fosse viável sem aquele monte de camelos e cavalos que só nasceram graças a algumas erupções vulcânicas. Fatores assim
interagem o tempo todo, e dificilmente a gente tem clareza suficiente para entendê-los na hora em que estão ocorrendo, ou mesmo muitos séculos depois.
In: http://darwinedeus.blogfolha.uol.com.br/2016/03/08/oscamelos- do-isla/ Acesso em: 30 set. 2016.
Sobre o emprego de alguns sinais de pontuação no Texto, assinale a alternativa correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1629164 Ano: 2016
Disciplina: Administração Pública
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Em 2009, a Secretaria de Gestão do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão lançou a primeira edição do Guia Referencial para Medição de Desempenho na Administração Pública. Um referencial metodológico que permitirá a governos (federal, estaduais e municipais), áreas ou domínios de políticas públicas, conjuntos de organizações, organizações públicas e suas unidades definirem e mensurarem seu desempenho – assumindo-se que este é um primeiro e decisivo passo para a gestão do desempenho, possibilitando, em bases metodologicamente análogas, sua pactuação, avaliação, divulgação em momentos posteriores. Neste guia, publicado pelo Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização – GESPÚBLICA, é apresentado o Modelo da Cadeia de Valor e dos 6Es do Desempenho, que é composto pelas dimensões de esforço e de resultado, desdobradas em outras dimensões do desempenho. As dimensões de esforço são economicidade, execução e excelência; e as dimensões de resultado são eficiência, eficácia e efetividade. Esta combinação dos elementos da cadeia de valor com as dimensões do desempenho permite, portanto, identificar seis categorias básicas de indicadores de desempenho, como se pode ver na figura abaixo:
Enunciado 1629164-1
O Modelo da Cadeia de Valor e dos 6Es do Desempenho estabelece também uma relação entre os elementos que compõem a cadeia de valor e sua contribuição para os resultados finais. As seis categorias de indicadores estão relacionados a algum dos elementos da cadeia de valor, que representa a atuação da ação pública desde a obtenção dos recursos até a geração dos impactos provenientes dos produtos/serviços. Os elementos da cadeia de valor são: 1) Insumos (inputs); 2) Processos/Projetos (ações); 3) Produtos/serviços (outputs) 4) Impactos (outcomes). Estas relações podem ser representadas por algumas perguntas que os indicadores associados procuram responder:
Elementos da cadeia de valor
Insumos
(inputs)
Processos/Projetos
(ações)
Produtos/serviços
(outputs)
Impactos
(outcomes)
Considerando os elementos da cadeia de valor mostrados no quadro acima, assinale a alternativa que define as perguntas adequadas para o elemento “Impactos”:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1628512 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Em uma papelaria, os preços de cartuchos de tinta de impressora são os seguintes:
Cartucho de tinta Preço em Reais
Preta R$ 65,30
Colorida R$ 84,60
Júnior tem R$ 618,90 e comprou três cartuchos de tinta preta. Quantos cartuchos de tinta colorida ele pode comprar com o que sobrou?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1575046 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Os camelos do Islã
Por Reinaldo José Lopes
Quando a gente pensa em eventos históricos, precisa sempre levar em conta um termo meio técnico, meio filosófico, sem o qual é muito fácil cometer escorregadas feias. O termo é contingência. Em outras palavras, o papel do que poderíamos chamar de coincidência ou acaso em mover as engrenagens da história, e o fato de que os eventos históricos são caóticos, quase que no sentido físico do termo: alterações minúsculas podem conduzir a efeitos gigantes.
Por que estou me saindo com essa conversa mole? Bem, porque escrevi não faz muito tempo uma reportagem para esta Folha contando como uma série de alterações climáticas ligadas a erupções de vulcões a partir do século 6º d.C. parecem ter contribuído para acabar com o mundo antigo e “criar” a Idade Média.
No texto original, acabou não cabendo um detalhe absolutamente fascinante: segundo os modelos computacionais climáticos usados pelos pesquisadores suíços que assinam o estudo, um dos efeitos do frio intenso trazido pela erupção vulcânica pode ter sido um considerável aumento da umidade — chuva, portanto — na Arábia. E daí, perguntará você?
Bom, mais chuva = mais grama para os camelos e cavalos comerem. Mais camelos e cavalos = mais poderio militar para as tribos árabes. As quais, no período de que estamos falando, tinham acabado de adotar uma nova e empolgante ideologia religiosa trazida por um certo profeta chamado Maomé — uma ideologia que estava “pronta para exportação”, digamos assim.
Aí a gente cai de novo na tal da contingência. A expansão árabe certamente não teria acontecido sem o surgimento do Islã — mas talvez não fosse viável sem aquele monte de camelos e cavalos que só nasceram graças a algumas erupções vulcânicas. Fatores assim
interagem o tempo todo, e dificilmente a gente tem clareza suficiente para entendê-los na hora em que estão ocorrendo, ou mesmo muitos séculos depois.
In: http://darwinedeus.blogfolha.uol.com.br/2016/03/08/oscamelos- do-isla/ Acesso em: 30 set. 2016.
Para compreender os sentidos de um texto, o leitor precisa estabelecer suas relações de sentido. Assinale a alternativa em que o segmento destacado com aspas duplas está coerentemente interpretado, tendo em vista o Texto.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas