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As áreas hospitalares são classificadas por meio de risco potencial para transmissão de infecção.
Leia as sentenças e analise as proposições a seguir.
1) A área crítica é aquela que apresenta alto risco de transmissão de doenças infecciosas por conta da realização de procedimentos invasivos ou manuseio de equipamentos contaminados. Podemos considerar como áreas críticas: UTI, laboratório de patologia clínica, unidade de queimados, banco de sangue, área de lavanderia e farmácia.
2) A área semicrítica é aquela que possui um menor risco de transmissão de agentes infecciosos, mas que, mesmo assim, precisa de todo o cuidado para que não haja contaminação. Podemos considerar como áreas semicríticas: recepção, almoxarifado, elevadores, administração, raio-X, ultrassom e área de tomografia.
3) A área não crítica é aquela em que não existe nenhum risco de transmissão de doenças e não existe a presença de pacientes contaminados, tais como, enfermaria, ambulatório, farmácia de medicamentos e banheiros.
Está(ão) correta(s):
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A adequada higienização das mãos contribui para prevenir e controlar infecções relacionadas à assistência à saúde. Assim, os profissionais devem higienizar as mãos sempre que necessário e de forma eficaz.
Sobre a higiene das mãos, é correto afirmar que
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Uma das atribuições da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar é o controle sobre a disseminação de infecção cruzada nesse ambiente. Existem quatro diferentes métodos de isolamento hospitalar e são os agentes infecciosos confirmados ou suspeitos que os definem.
Sobre as precauções, é correto afirmar que:
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Conforme estabelece a Lei federal 8.080/90, são considerados objetivos do Sistema Único de Saúde:
1) identificação e divulgação dos fatores condicionantes e determinantes da saúde
2) integralidade da assistência, entendida como conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos sugeridos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema.
3) igualdade da assistência à saúde, sem preconceitos ou privilégios de qualquer espécie.
4) a formação de política de saúde destinada à promoção nos campos econômico e social conforme a observância do disposto no parágrafo 1º do art. 2º desta Lei.
Está(ão) correta(s), apenas:
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Segundo o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, é dever de tais profissionais
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TEXTO 3

Disponível em: https://www.otempo.com.br/charges/charge-09-06-2010-3.102062
Acesso em 28/02/22
Sobre os Textos 1, 2 e 3, que dialogam a respeito do mesmo assunto, a relação entre colonizadores e colonizados na história do Brasil, analise as assertivas a seguir.
1) O Texto 1 narra uma história própria da cultura brasileira que acaba revelando uma relação conflituosa entre brancos e índios na nossa formação social.
2) O Texto 2 mostra como os índios eram vistos pelos colonizadores europeus, que passaram a catalogar informações sobre sua cultura a fim de conhecerem melhor os povos que aqui habitavam.
3) O Texto 3 é o único que faz uma crítica à relação entre brancos e índios a partir de um tom humorístico.
Está(ão) correta(s)
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TEXTO 3

Disponível em: https://www.otempo.com.br/charges/charge-09-06-2010-3.102062
Acesso em 28/02/22
O efeito de humor provocado pelo Texto 3 é construído principalmente a partir
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TEXTO 2
Índios no cotidiano de brancos
Ao chegarem ao Brasil, os portugueses logo descobriram que grandes partes do litoral, bem como as partes do interior às quais tinham acesso, se encontravam ocupadas por sociedades que compartilhavam certas características comuns à cultura tupi-guarani. Em outras partes, o Brasil era habitado por sociedades não tupis, representando dezenas de famílias linguísticas distintas. Para enfrentar o problema, os europeus reduziram esse cenário a duas categorias genéricas: tupi e tapuia. A parte tupi agregava os grupos litorâneos em contato com europeus, não só os portugueses, mas também franceses, ingleses e castelhanos.
A denominação “tapuia” se aplicava aos grupos desconhecidos. Em seu Tratado descritivo, Gabriel Soares de Souza confessava a dificuldade em repertoriá-los: “Como os tapuias são tantos e tão divididos em bandos, costumes e linguagem para se poder deles dizer muito, era necessário de propósito e devagar tomar grandes informações de suas divisões, vida e costumes, pois ao presente não é possível.”
Inúmeros relatos de missionários e viajantes contaram sobre os costumes indígenas. Na pena de Soares de Souza, por exemplo, o leitor há de encontrar verbetes descritivos sobre “costumes e trajes”, “do modo de comer e beber”, “de como curam suas enfermidades”, da “luxúria”, de seus casamentos, antropofagia e linguagem – enfim, um catálogo dos usos e costumes de várias nações, dos caetés aos ubirajaras. Esses textos ora enfatizam a singularidade de suas culturas, ora retratam a aculturação que resultou do contato com o homem branco e o consequente processo de integração, exploração e destruição das populações indígenas. Como se vestiam ou enterravam seus mortos, o que comiam e a quem se uniam, como guerreavam ou passavam o tempo? As tribos mais comentadas são aquelas com as quais foram cruzando ao longo da ocupação: índios de aldeias, vivendo de suas lavouras, como os caiapós ou os parecis, ou índios de corso, ferozes e excelentes cavaleiros, como os paiguazes ou aicurus, deixaram seu retrato na pena de pato dos brancos.
[...]
PRIORE, Mary del. Histórias da gente brasileira: volume 1:
colônia. Rio de Janeiro: Leya, 2016. p. 53-54.
Na construção da cadeia coesiva de um texto, há determinadas expressões nominais que retomam blocos maiores do próprio texto, funcionando como espécies de resumos recapitulativos das ideias anteriormente expostas.
No Texto 2, essa função é exercida pela expressão destacada no fragmento
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TEXTO 2
Índios no cotidiano de brancos
Ao chegarem ao Brasil, os portugueses logo descobriram que grandes partes do litoral, bem como as partes do interior às quais tinham acesso, se encontravam ocupadas por sociedades que compartilhavam certas características comuns à cultura tupi-guarani. Em outras partes, o Brasil era habitado por sociedades não tupis, representando dezenas de famílias linguísticas distintas. Para enfrentar o problema, os europeus reduziram esse cenário a duas categorias genéricas: tupi e tapuia. A parte tupi agregava os grupos litorâneos em contato com europeus, não só os portugueses, mas também franceses, ingleses e castelhanos.
A denominação “tapuia” se aplicava aos grupos desconhecidos. Em seu Tratado descritivo, Gabriel Soares de Souza confessava a dificuldade em repertoriá-los: “Como os tapuias são tantos e tão divididos em bandos, costumes e linguagem para se poder deles dizer muito, era necessário de propósito e devagar tomar grandes informações de suas divisões, vida e costumes, pois ao presente não é possível.”
Inúmeros relatos de missionários e viajantes contaram sobre os costumes indígenas. Na pena de Soares de Souza, por exemplo, o leitor há de encontrar verbetes descritivos sobre “costumes e trajes”, “do modo de comer e beber”, “de como curam suas enfermidades”, da “luxúria”, de seus casamentos, antropofagia e linguagem – enfim, um catálogo dos usos e costumes de várias nações, dos caetés aos ubirajaras. Esses textos ora enfatizam a singularidade de suas culturas, ora retratam a aculturação que resultou do contato com o homem branco e o consequente processo de integração, exploração e destruição das populações indígenas. Como se vestiam ou enterravam seus mortos, o que comiam e a quem se uniam, como guerreavam ou passavam o tempo? As tribos mais comentadas são aquelas com as quais foram cruzando ao longo da ocupação: índios de aldeias, vivendo de suas lavouras, como os caiapós ou os parecis, ou índios de corso, ferozes e excelentes cavaleiros, como os paiguazes ou aicurus, deixaram seu retrato na pena de pato dos brancos.
[...]
PRIORE, Mary del. Histórias da gente brasileira: volume 1:
colônia. Rio de Janeiro: Leya, 2016. p. 53-54.
No trecho “Ao chegarem ao Brasil, os portugueses logo descobriram que grandes partes do litoral [...]” (Texto 2), o valor semântico do termo destacado é de
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Em 20 de abril de 2020, o Banco Mundial divulgou um documento, direcionado ao Brasil, que indicava a possibilidade de uso de tecnologias remotas, mesmo no período pós-pandemia, pelos sistemas educacionais.
Com base nas especificidades do trabalho docente, assinale a alternativa que apresenta as possíveis repercussões dessa orientação no processo de ensino-aprendizagem.
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