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O fermento é um ingrediente que faz o pão crescer pela produção de gás. É ele que aumenta o sabor do pão, o aroma e a digestibilidade. A alternativa que explica essa ação do fermento é:
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Vantagem mais expressiva de uma embalagem de vidro, em relação a outras embalagens rígidas, é
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Ao elaborar uma geléia devemos considerar 3 componentes básicos, açúcar, pectina e ácido, os quais, quando combinados em quantidades e valores determinados, resultarão em um produto de ótima geleificação. (GAVA, 1978)

Os valores ótimos para que a geléia resulte em um produto com gel de resistência perfeita são
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Para a determinação de proteínas em amostras de alimentos, como, por exemplo, farelo de arroz, uma técnica muito comum, simples e econômica é a do Método Kjeldahl que determina o teor de nitrogênio de origem orgânica. No desenvolvimento dessa análise, são realizados, respectivamente, os seguintes procedimentos:
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Na operação de exaustão de latas de pêssegos, através do aquecimento do conteúdo em túnel aquecido, o procedimento utilizado é:
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As seguintes vidrarias devem ser utilizadas quando precisamos preparar uma solução qualquer:
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A análise sensorial é um campo muito importante da Ciência e Tecnologia de Alimentos, constituindo-se em ferramenta imprescindível para a indústria alimentícia, visto que através dela pode-se determinar a qualidade de um dado produto. Entre as propriedades sensoriais: (i) a que se inicia pelo contato de uma solução química aquosa, percebida pelos receptores localizados na boca, em especial nas papilas gustativas da língua, mas também no palato e na garganta e (ii) aquela que é identificada em parte pela audição e visão, porém mais bem avaliada quando se toca ou se coloca na boca um alimento, são denominadas, respectivamente,
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O caldeirista de uma indústria de processamento de frutas e hortaliças observa que a pressão de vapor no equipamento está acima da pressão recomendada, e a válvula de segurança não abriu quando atingiu a pressão para a qual está regulada, pois apresentou defeito. Portanto, essa caldeira apresenta risco eminente de um acidente. A atitude mais coerente que o operador pode tomar dentre algumas soluções para o problema é:
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O padeiro da padaria do CAVG sabe que para a produção de pães de leite são necessários os seguintes ingredientes:
– 6kg de farinha de trigo;
– 600g de açúcar (10%);
– 180g de gordura (3%);
– 120g de fermento para pão (2%);
– 3L de água (50%);
– 120g de sal (2%).
– 600g de açúcar (10%);
– 180g de gordura (3%);
– 120g de fermento para pão (2%);
– 3L de água (50%);
– 120g de sal (2%).
Se na padaria do CAVG, existe disponível apenas 1kg de farinha de trigo, a quantidade necessária dos demais ingredientes é, respectivamente,
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Muito além da sonolência
A falta de sono já é fator de risco isolado para diversas
doenças. Ela pode ser tão decisiva para o aparecimento
do diabetes quanto a má alimentação e o sedentarismo
doenças. Ela pode ser tão decisiva para o aparecimento
do diabetes quanto a má alimentação e o sedentarismo
Naiara Magalhães
Até trinta anos atrás, os parcos conhecimentos sobre os malefícios das noites maldormidas para a saúde permitiam aos médicos uma certeza: "A privação de sono causa... sonolência". A história é lembrada pelos especialistas em tom de galhofa. Sabe-se agora que, sem o repouso noturno adequado, o corpo e a mente perdem muito mais do que a chance de repor as energias gastas durante o dia. Por problemas de saúde, necessidade de trabalho ou farra, a privação de sono leva o organismo a um descompasso cujas consequências vão muito além da (óbvia) sonolência. "As pesquisas mais recentes nos permitem classificar a falta de sono como fator de risco isolado para uma série de doenças", diz o biólogo Rogerio Santos da Silva, pesquisador do Instituto do Sono, da Universidade Federal de São Paulo. As noites em claro estão associadas a alguns dos mais comuns e perigosos distúrbios da modernidade, como a hipertensão, o infarto, o derrame e a depressão. No caso das doenças metabólicas, como a obesidade e o diabetes, dormir mal é tão perigoso quanto não se alimentar de forma equilibrada e não praticar exercícios físicos.
Um estudo publicado na revista científica Clinical Endocrinology & Metabolism, conduzido por pesquisadores da Universidade de Chicago, mostra quão estreita é a relação entre a privação de sono e a resistência à insulina, condição que predispõe ao diabetes e às doenças cardiovasculares. A insulina é o hormônio responsável por tirar as moléculas de glicose da corrente sanguínea e jogá-las dentro das células. O trabalho de Chicago acompanhou onze homens e mulheres saudáveis de 39 anos, em média. A pesquisa foi dividida em duas etapas, com um intervalo de três meses entre elas. Na primeira fase, por catorze dias, os voluntários dormiram oito horas e meia por noite, comeram o que quiseram, nas quantidades que desejaram, e não praticaram nenhuma atividade física. Na segunda, também com duração de catorze dias, apenas os hábitos noturnos foram alterados. O período de sono dos participantes foi reduzido a cinco horas e meia. Ao término de cada uma das etapas do experimento, foram analisadas as taxas de glicose dos voluntários. Na da diminuição do sono, a glicemia média do grupo depois das refeições atingiu 144 miligramas de glicose por decilitro de sangue – o normal é 140, no máximo. Ou seja, depois de duas semanas de pouco sono, os participantes do estudo de Chicago passaram da condição de saudáveis para a categoria dos pré-diabéticos.
"O organismo interpreta o stress provocado pelo sono inadequado como se estivesse em situação de perigo", diz o neurofisiologista Flavio Alóe, do Centro Interdepartamental para os Estudos do Sono da Universidade de São Paulo. "Diante de tal ameaça, ele responde com o aumento da secreção dos hormônios cortisol, adrenalina e noradrenalina, associados ao stress." Nos tempos de nossos ancestrais das cavernas, na permanente vigilância contra animais ferozes e outras ameaças da natureza, grandes quantidades desses hormônios eram essenciais para a sobrevivência: elas significavam prontidão para a fuga ou o ataque. Nos dias atuais, em excesso, a trinca de hormônios só nos faz mal. Um artigo publicado em abril passado na revista Sleep, a mais prestigiosa na área da medicina do sono, estabeleceu de maneira conclusiva a relação entre poucas horas de descanso noturno e hipertensão. Quem dorme mal tem cinco vezes mais probabilidade de desenvolver um quadro de pressão alta do que uma pessoa sem problema para dormir. O motivo é simples: cortisol, adrenalina e noradrenalina têm ação vasoconstritora, o que favorece não só a hipertensão, como as arritmias cardíacas, conforme outro estudo da Universidade de São Paulo, orientado pelo médico Geraldo Lorenzi Filho, diretor do Laboratório do Sono do Instituto do Coração (Incor) paulista.
Pesquisas anteriores investigaram a conexão entre noites maldormidas e o diabetes e a hipertensão, mas, ao contrário das mais recentes, não utilizaram padrões de privação de sono próximos dos reais. "É muito difícil que uma pessoa passe três dias sem dormir ou fique uma semana dormindo apenas quatro horas por noite, como faziam os participantes dos estudos antigos, mas é cada vez mais frequente encontrar pessoas que dormem cinco horas e meia, como os voluntários do trabalho da Universidade de Chicago", diz Lorenzi Filho. Desde a década de 60, os americanos perderam em média duas horas de sono por noite. Culpa da rotina estressante e agitada das grandes cidades. Atualmente os americanos dormem 6,8 horas por noite durante a semana e 7,4 aos sábados e domingos. No Brasil, a situação é muito semelhante. Os paulistanos, por exemplo, passam 6,2 horas por noite na cama. É muito pouco. Ainda que o número de horas, por si só, não seja o único fator para a qualidade do sono, o fato é que dormir oito horas por noite é condição mínima para o descanso de 80% das pessoas. O sono ideal divide-se de quatro a seis ciclos, de uma hora e meia cada um. Em cada ciclo, alternam-se as fases REM, quando ocorrem os sonhos, e as fases não REM, que se subdividem em leve, intermediária e profunda. Dormir bem é dormir esse sono todo – até que os dedos cor-de-rosa da aurora surjam no céu, como diria o poeta grego Homero.
Revista Veja, 2 de setembro de 2009
Analise o fragmento abaixo, extraído do primeiro parágrafo do texto.
Até trinta anos atrás, os parcos conhecimentos sobre os malefícios das noites maldormidas para a saúde permitiam aos médicos uma certeza: “A privação do sono causa... sonolência”
Após uma leitura atenta, percebe-se que as reticências são empregadas no sentido de
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