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Deseja-se estabelecer pastagem de inverno em uma resteva de arroz irrigado na região sul do Rio Grande do Sul. Quais são as plantas recomendadas?
I) Trevo branco e Tifton 85.
II) Trevo branco e Azevém anual.
III) Trevo vesiculoso e capim elefante.
Qual das alternativas a seguir responde corretamente à pergunta feita?
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Quantos níveis de quantização tem um sinal de 16 bits?
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Read the text and answer the question.
Who is a native speaker of English?
Jack Scholes
In 2006 the British Council published English Next – Why global English may mean the end of ‘English’ as a Foreign Language’ by David Graddol. This booklet is free of charge from the British Council and can also be read and downloaded for free from the British Council website – www.britishcouncil.org.br/elt.
Graddol’s research shows that “Global English has led to a crisis of terminology!$ ^{(D)} !$. The distinctions betwee ‘native speaker’, ‘second-language speaker’, and ‘foreign-language user’ have become blurred. One of the most familiar ways of representing the global community of English speakers is in terms of three circles. (figure 1)

The ‘inner’ circle represents the native speakers; the ‘outer circle’ consists of second-language speakers in countries like India. The ‘expanding circle’ was the ever-increasing number of people learning!$ ^{(A)} !$ English as a foreign language. The three circles were first described in this way by the sociolinguist Braj Kachru in 1985. By 1997, such a model was already failing!$ ^{(B)} !$ to capture the increasing importance of the outer circle, and the degree to which ‘foreign language’ learners in some countries – especially Europe – were becoming more like second language users.
In a globalized world, the traditional definition of ‘second-language user’ (as one who uses the language for communication within his own country) no longer makes sense. Also, there is an increasing need to distinguish between proficiencies in English, rather than a speaker’s bilingual status!$ ^{(C)} !$. Kachru himself has recently proposed (figure 2) that the ‘inner circle’ is now better conceived of as the group of highly proficient 0speakers of English – those who have ‘functional nativenesss’ regardless of how they learned or use the language.

I particularly like the term ‘functional nativenesss’, and this is how I would like to describe my level of proficiency in Portuguese. I also believe that this should be the realistic aim of anyone learning any foreign language.
But why is it so difficult to achieve this ‘functional nativeness’? There are, of course, many reasons but undoubtedly, one of the biggest challenges of becoming a fluent, native-like speaker of another language is having an in-depth knowledge of common, everyday words and phrases and an ability to understand them and use them correctly and appropriately, especially the ones that reflect deeply rooted!$ ^{(E)} !$ socio-cultural aspects of the language and which are often difficult or impossible to translate.
So, when we are asked, “What’s the English word for rodízio”, or “How do you say quebrar o galho in English, the simple answer is, “There is no word in English for rodízio and there is no direct translation for quebrar o galho. Our aim as English teachers should be to enable learners to communicate effectively, achieve native-like fluency more quickly and also learn to appreciate the fascinating richness of another language and culture.
(Adapted from New Routes, Sept. 2008)
The only substitution that does not alter the original meaning of the sentence is
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Quando dois sons, um direto e um refletido, chegam ao ouvido de um observador, em um tempo maior do que 55 ms, temos a percepção de que
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For question below, listen to the radio interview “60-Second Ideas to Improve the World” and answer accordingly.
The adjective the guests use to describe bankers who commit crimes is
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A comunicação tanto pode construir como destruir. Por isso, comunicação tem estreita relação com ética e responsabilidade social. O mundo contemporâneo exige cada vez mais a adoção de padrões de conduta ética que valorizam o ser humano, a sociedade e o ambiente. Sobre as organizações socialmente responsáveis, podemos afirmar que elas
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O texto a seguir servirá de base para a questão.
Vamos de mal a pior?
Alguns só conseguem enxergar o lado feio do mundo. E, como só notícias ruins dão manchete, deleitam-se em ver confirmados seus piores enredos. Mas, no que se pode medir ou contar, a história é outra. O mundo hoje está pior? Vamos compará-lo com o de um século atrás. Jamais houve tanta liberdade e o crescimento das democracias foi extraordinário. Entre elas já não há guerras. Nos conflitos recentes, pelo menos um lado é ditatorial. Na última década, reduziram-se em 40% as guerras. Houve também dramática redução das mortes violentas, que, no passado, ceifavam 25% da população masculina. Hoje são só 2%. Nas praças públicas, o povo via os acusados de heresia, bruxaria e magia negra serem assados em fogueiras. A razão e a ciência ajudaram a lançar luzes nessas áreas. Além disso, a ciência hoje é capaz de captar, entender e resolver boa parte dos problemas materiais que afligem a humanidade – incluindo os desastres do meio ambiente.
Antes da Revolução Industrial, um operário só possuía a roupa do corpo. Sua maior riqueza eram os pregos de sua casa. Há menos de dois séculos, um europeu trabalhava sessenta horas por semana, dos 10 anos de idade até a sua morte, por volta dos 50 anos. Educação, cultura e lazer chegaram também aos pobres. Acabou-se a fome causada por calamidades naturais, como a que matou metade da população da Irlanda, no século XIX. Luís XIV não tinha a variedade nem a qualidade do cardápio de um reles membro da classe média de hoje. O povo francês consumia 2 000 calorias por dia. Hoje, nos países pobres, consomem-se 2.700.
Haverá algum país que estava pior que o Brasil em 1900 e hoje lhe passou à frente? Não encontrei nenhum. A maioria dos países latino-americanos, incluindo o Peru, era bem mais rica do que o Brasil. A renda per capita da Argentina foi cinco vezes maior (hoje é quase igual). Em 1950, o Brasil era como a Bolívia de hoje. Em 1958, Cuba era o segundo país mais rico da América Latina. Desde então, não fez senão retroceder. E a Coreia? Na década de 50, vítima de uma medonha guerra fratricida, até os pauzinhos de comer passaram a ser de metal, pois não havia mais árvores. Mas a Coreia é uma civilização milenar, com sólida tradição de ciência e educação. Portanto, é uma comparação discutível. O Brasil avançou, do último século para cá? Quem duvida do atraso do Brasil no passado que leia as tenebrosas narrativas dos muitos visitantes que por aqui viajaram. O século XX transformou espetacularmente o país. Entre 1870 e 1987 o PIB brasileiro cresceu 157 vezes, o japonês 87 e o americano 53. Brasil, campeão do mundo!
Por volta de 1900, a esperança de vida era inferior a 30 anos. Hoje já ultrapassou 70. A desnutrição grave é residual e acabaram-se as fomes catastróficas. Quase todos têm hoje acesso a serviços médicos (não tão bons, mas antes não havia nada). Nos confortos materiais, houve avanços espetaculares. Mais de 90% têm água encanada, eletricidade, televisão, geladeira e dezenas de outros confortos. Meus colegas do primário iam descalços para a escola. Como entendeu Schumpeter, foram os pobres que mais ganharam qualidade de vida com o crescimento. Em 1900, 95% das crianças (entre 7 e 14 anos) não frequentavam escolas. Hoje, apenas 2% ficam de fora. E, contrariando as fantasias saudosistas, os poucos que iam encontravam uma escola medíocre. Hoje, continua medíocre, mas é para todos e há ilhas de excelência. Crescendo junto com a educação, nossa democracia nunca esteve tão robusta. Nem tudo são rosas. Há áreas em que somos péssimos, como a distribuição de renda. Em matéria de segurança, há oscilações. Contudo, as mortes violentas encolheram muito. Em corrupção, faltam dados confiáveis. Mas, em praticamente tudo o que podemos contar ou medir, pior não estamos. Essa é a tese do ensaio. Como disse lorde Rees de Ludlow, "para a maior parte das pessoas, na maior parte das nações, nunca houve um momento melhor para viver".
Cláudio de Moura e
Castro – Revista Veja (Adapt.) – 18/02/2009
“... deleitam-se em ver...”. No primeiro parágrafo, a palavra sublinhada pode ser substituída, sem alteração do sentido, por
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Os mais diversos estudos e publicações acerca das questões referentes à gestão de museus, afirmam que a maneira mais eficiente de traçar um plano museológico é tratá-lo como um processo que inclui diversas etapas a serem cumpridas. Dentre as características fundamentais da etapa de “estabelecimento dos objetivos estratégicos”, podemos citar o/a
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As células musculares armazenam quantidades limitadas de Adenosina Trifosfato (ATP). Com a necessidade do exercício físico são necessárias outras vias metabólicas de regeneração da ATP.
Sobre a bioenergia e gasto energético no exercício físico é correto afirmar:
I) A formação da ATP sem o uso de !$ CO_2 !$ é denominado metabolismo anaeróbio.
II) As células musculares podem produzir ATP por qualquer uma ou pela combinação de três vias metabólicas: a beta-oxidação; fosforilação tricarboxílica; glicólise.
III) O sistema ATP-CP e a glicólise são duas vias metabólicas anaeróbicas, capazes de produzir ATP sem !$ O_2 !$.
IV) O dispêndio energético de determinado exercício, em geral é mais alto para as pessoas mais pesadas, pois terão que transportar a sua própria massa corporal.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):
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A principal causa da morte por eletrocussão de alta voltagem é
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