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Foram encontradas 50 questões.

1392769 Ano: 2006
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFPI
Orgão: UFPI

Marque a alternativa que NÃO apresenta um aspecto defendido pela teoria clássica:

 

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1392383 Ano: 2006
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Marque a alternativa que NÃO apresenta as origens da organização informal:
 

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1390123 Ano: 2006
Disciplina: Informática
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Acoplado à placa-mãe e instalado sobre o processador, encontramos um conjunto de dissipação térmica denominado:
 

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1388790 Ano: 2006
Disciplina: Informática
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Para vincular um endereço de Internet a uma figura ou um fragmento de texto no Microsoft Word, podemos criar um hiperlink, que é uma opção do menu:
 

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1388736 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Aprovar quem não aprendeu?
(Claudio de Moura Castro – VEJA 17 dez. 2008)
Para chamar atenção sobre pesquisas irrelevantes, um bando de gaiatos de Harvard criou o prêmio Ignobel. De fato, esse é um problema clássico da academia. Como às vezes aparecem descobertas de valor na enxurrada de idéias que parecem bobas, todos se acham no direito de defender as suas. Diante disso, é reconfortante encontrar pesquisas colimando assuntos palpitantes e com resultados precisos e definitivos. Esse é o caso da tese de Luciana Luz que examinou um problema fundamental: no fim do ano, o que fazer com um aluno que não aprendeu o suficiente? Dar bomba, para que repita o ano? Ou deixá-lo passar? O uso de dados longitudinais permitiu grande precisão na análise. A autora tratou os números com cuidado e sofisticação estatística. O cuidado aumenta a confiança nos resultados. Mas a sofisticação impossibilita que se faça aqui uma explicação acessível da análise estatística.
Contudo, a interpretação das conclusões é clara. A tese permite comparar um aluno que repetiu o ano por não saber a matéria com outro que foi aprovado em condições similares. Os números mostram com meridiana precisão: um ano depois, os repetentes aprenderam menos do que alunos aprovados sem saber o bastante. Tudo o que se diga sobre o assunto não pode ignorar o significado desses dados, que, aliás, corroboram o que foi encontrado pelo professor Naércio Menezes e por pesquisadores de outros países.
Ao que parece, para os repetentes, é a mesma chatice do ano anterior, somada à frustração e à auto-estima chamuscada. Andemos mais além da tese. Não reprovando, a nação economiza recursos, pois, com a repetência, o estado paga a conta duas vezes. E,como sabemos por meio de muitos estudos, os repetentes correm muito mais risco de uma evasão futura. Logo, ganha-se de três lados. Como a “pedagogia da reprovação” não funciona, a “promoção automática” é um mal menor.
A história não acaba aqui. A angústia de decidir se devemos aprovar quem não sabe torna-se assunto secundário, diante da constatação de que o aluno não aprendeu. Esse é o drama mais brutal do ensino brasileiro. Por isso, a discussão está fora de foco. Precisamos fazer com que os alunos aprendam. De resto, não faltam idéias nos países onde a educação dá certo. [...] Por que se digladiam todos contra a “promoção automática”, quando a verdadeira chaga é o fraco aprendizado? De fato, há uma razão. Grosso modo, três quartos da população brasileira é definida como de “classe baixa”. Dada essa enorme participação, o que é verdade para seus membros é verdade para o Brasil como um todo. Mas há os 20% de classe média e alta. Para esses pimpolhos, a situação é diferente. Famílias de classe baixa são fatalistas, assistem passivamente à reprovação dos seus filhos. Se não aprenderam a lição, é porque “sua cabeça não dá”. Já na classe média a regra é outra. Levou bomba? Antes zunia a vara de marmelo, depois veio o confisco da bola, da bicicleta ou do iPhone. Santo remédio!
Reina a “pedagogia do medo da repetência”. Essa é a arma dos pais para que o filho se mantenha por longo tempo colado à cadeira e com os olhos no livro. Cá entre nós, eu estudava por medo da bomba. É também a ameaça da bomba que permite aos professores forçar os alunos a estudar. Sem ela, sentem-se impotentes. Portanto, estamos diante de um dilema. O medo da repetência leva a minoria de classe média a estudar, para evitar os castigos. Pode não ser a pedagogia ideal, mas ruim não é. Já nas famílias mais modestas não há medo nem pressão para que os filhos estudem. O que há são as bombas caindo do céu e criando repetência abundante e disfuncional. Pouquíssimos países no mundo têm níveis tão altos de repetência como o nosso. Ao contrário de outros dilemas, esse tem solução clara, ainda que difícil. Basta melhorar a qualidade da educação para todos.
Assinale a alternativa cujas palavras do texto em foco NÃO estão escritas de acordo com a atual reforma ortográfica:
 

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1388239 Ano: 2006
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
O estudo do fator humano nas organizações tem como objetivo, entre outros:
 

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1387504 Ano: 2006
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Marque a alternativa que apresenta os elementos da comunicação na sequência CORRETA de transmissão de uma mensagem:
 

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1387161 Ano: 2006
Disciplina: Redação Oficial
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
As comunicações que se originam nos órgãos públicos devem ser compreendidas por todo e qualquer cidadão brasileiro. Para isso, o texto deve ser redigido de forma a atender os seguintes critérios, EXCETO:
 

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1386636 Ano: 2006
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
O retorno do servidor estável ao cargo anteriormente ocupado, em decorrência de inabilitação em estágio probatório relativo a outro cargo ou reintegração do anterior ocupante (art. 29, Lei 8.112/90), refere-se à definição de:
 

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1386033 Ano: 2006
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Leia as afirmações abaixo:
I. A área de compras interage intensamente com todas as outras, exceto com o financeiro, recebendo e processando informações, como também alimentando outros departamentos de informações úteis às tomadas de decisão.
II. Os objetivos de compras devem estar alinhados aos objetivos estratégicos da empresa como um todo, visando o melhor atendimento ao cliente interno e externo.
III. Hoje, a função de compras é vista como parte do processo de logística das empresas, ou seja, como parte integrante da cadeia de suprimentos (suppply chain).
IV. A função de comprador passou a ser, bem recentemente, do dono da empresa, porque este negocia melhor desde as condições de pagamento até prazos de entrega.
Marque a alternativa que apresenta somente as afirmações VERDADEIRAS:
 

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