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Foram encontradas 50 questões.

1384324 Ano: 2006
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: UFPI
Orgão: UFPI

Setor que se preocupa, sobremaneira, com o estoque de matéria-prima e de todos os recursos necessários para sua produção ou comercialização:

 

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1384211 Ano: 2006
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
A vacância do cargo público poderá decorrer dos aspectos relacionados abaixo, EXCETO de:
 

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1384140 Ano: 2006
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Qual das opções abaixo NÃO expressa uma idéia sobre equipe:
 

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1383949 Ano: 2006
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
O software que gerencia o computador e os dispositivos conectados a ele é denominado:
 

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1383895 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Aprovar quem não aprendeu?
(Claudio de Moura Castro – VEJA 17 dez. 2008)
Para chamar atenção sobre pesquisas irrelevantes, um bando de gaiatos de Harvard criou o prêmio Ignobel. De fato, esse é um problema clássico da academia. Como às vezes aparecem descobertas de valor na enxurrada de idéias que parecem bobas, todos se acham no direito de defender as suas. Diante disso, é reconfortante encontrar pesquisas colimando assuntos palpitantes e com resultados precisos e definitivos. Esse é o caso da tese de Luciana Luz que examinou um problema fundamental: no fim do ano, o que fazer com um aluno que não aprendeu o suficiente? Dar bomba, para que repita o ano? Ou deixá-lo passar? O uso de dados longitudinais permitiu grande precisão na análise. A autora tratou os números com cuidado e sofisticação estatística. O cuidado aumenta a confiança nos resultados. Mas a sofisticação impossibilita que se faça aqui uma explicação acessível da análise estatística.
Contudo, a interpretação das conclusões é clara. A tese permite comparar um aluno que repetiu o ano por não saber a matéria com outro que foi aprovado em condições similares. Os números mostram com meridiana precisão: um ano depois, os repetentes aprenderam menos do que alunos aprovados sem saber o bastante. Tudo o que se diga sobre o assunto não pode ignorar o significado desses dados, que, aliás, corroboram o que foi encontrado pelo professor Naércio Menezes e por pesquisadores de outros países.
Ao que parece, para os repetentes, é a mesma chatice do ano anterior, somada à frustração e à auto-estima chamuscada. Andemos mais além da tese. Não reprovando, a nação economiza recursos, pois, com a repetência, o estado paga a conta duas vezes. E,como sabemos por meio de muitos estudos, os repetentes correm muito mais risco de uma evasão futura. Logo, ganha-se de três lados. Como a “pedagogia da reprovação” não funciona, a “promoção automática” é um mal menor.
A história não acaba aqui. A angústia de decidir se devemos aprovar quem não sabe torna-se assunto secundário, diante da constatação de que o aluno não aprendeu. Esse é o drama mais brutal do ensino brasileiro. Por isso, a discussão está fora de foco. Precisamos fazer com que os alunos aprendam. De resto, não faltam idéias nos países onde a educação dá certo. [...] Por que se digladiam todos contra a “promoção automática”, quando a verdadeira chaga é o fraco aprendizado? De fato, há uma razão. Grosso modo, três quartos da população brasileira é definida como de “classe baixa”. Dada essa enorme participação, o que é verdade para seus membros é verdade para o Brasil como um todo. Mas há os 20% de classe média e alta. Para esses pimpolhos, a situação é diferente. Famílias de classe baixa são fatalistas, assistem passivamente à reprovação dos seus filhos. Se não aprenderam a lição, é porque “sua cabeça não dá”. Já na classe média a regra é outra. Levou bomba? Antes zunia a vara de marmelo, depois veio o confisco da bola, da bicicleta ou do iPhone. Santo remédio!
Reina a “pedagogia do medo da repetência”. Essa é a arma dos pais para que o filho se mantenha por longo tempo colado à cadeira e com os olhos no livro. Cá entre nós, eu estudava por medo da bomba. É também a ameaça da bomba que permite aos professores forçar os alunos a estudar. Sem ela, sentem-se impotentes. Portanto, estamos diante de um dilema. O medo da repetência leva a minoria de classe média a estudar, para evitar os castigos. Pode não ser a pedagogia ideal, mas ruim não é. Já nas famílias mais modestas não há medo nem pressão para que os filhos estudem. O que há são as bombas caindo do céu e criando repetência abundante e disfuncional. Pouquíssimos países no mundo têm níveis tão altos de repetência como o nosso. Ao contrário de outros dilemas, esse tem solução clara, ainda que difícil. Basta melhorar a qualidade da educação para todos.
A alternativa INCORRETA com relação à pontuação e à colocação pronominal é:
 

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1383753 Ano: 2006
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Considerando, ainda, a departamentalização, marque a alternativa FALSA:
 

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1382135 Ano: 2006
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Leia as afirmações abaixo que tratam sobre a Teoria das Relações Humanas (TRH):
I. A literatura sobre o moral dos empregados teve início com a Teoria das Relações Humanas. O moral é uma decorrência do estado motivacional de cada indivíduo.
II. Para a TRH, o comportamento humano é motivado.
III. Segundo a TRH, o comportamento do homem é motivado, exclusivamente, pela busca do dinheiro e das recompensas salariais e materiais do trabalho.
IV. De acordo com a TRH, o comportamento dos grupos sociais é influenciado pelo estilo de supervisão e liderança.
V. Para a TRH, a liderança é essencial em todas as funções da Administração e todo administrador deve saber liderar.
VI. Segundo a TRH, que os subordinados devem receber dos superiores um fluxo contínuo de comunicação de forma a suprir-lhes as necessidades.
Quantas afirmações são FALSAS?
 

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1381128 Ano: 2006
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
O conjunto de práticas e processos usados para atrair candidatos para as vagas existentes ou potenciais na organização, trata-se de:
 

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1381088 Ano: 2006
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Marque a alternativa que apresenta a afirmação FALSA sobre a organização formal e informal:
 

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1380454 Ano: 2006
Disciplina: Redação Oficial
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Com relação ao OFÍCIO e ao RELATÓRIO, julgue as afirmativas:
I. O OFÍCIO é uma correspondência externa utilizada, essencialmente, por órgãos públicos.
II. O RELATÓRIO, além de alinhar os fatos, deve ter objetividade, informações precisas e clareza na linguagem.
III. O OFÍCIO caracteriza-se por ser um documento externo, formal utilizado apenas por empresas particulares.
IV. O bom RELATÓRIO caracteriza-se por sequenciar os fatos com uma linguagem culta, sem considerar extensão.
São VERDADEIRAS apenas:
 

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