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Foram encontradas 50 questões.

1411947 Ano: 2006
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Reversão é o retorno à atividade de servidor aposentado por invalidez, quando, por junta médica oficial, forem declarados insubsistentes os motivos da aposentadoria (art. 25, Lei 8.112/90). Marque a opção que apresenta a partir de qual idade o aposentado NÃO poderá mais reverter a sua aposentadoria:
 

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1411628 Ano: 2006
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Taylor, que não era administrador, revolucionou os processos tradicionais dos métodos de trabalho através da adoção e aplicação de métodos científicos em algumas empresas norte-americanas. Marque a alternativa que NÃO apresenta um método científico utilizado por Taylor:
 

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1411232 Ano: 2006
Disciplina: Informática
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Para responder a questão, considere a figura abaixo e o Microsoft Excel 2003.
Enunciado 1411232-1
Para formatar a célula A3 com a indicação da moeda utilizada, o usuário deve usar o recurso formatar células e escolher a aba:
 

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1408219 Ano: 2006
Disciplina: Informática
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
O mais popular dos serviços de Internet é denominado:
 

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1407443 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Aprovar quem não aprendeu?
(Claudio de Moura Castro – VEJA 17 dez. 2008)
Para chamar atenção sobre pesquisas irrelevantes, um bando de gaiatos de Harvard criou o prêmio Ignobel. De fato, esse é um problema clássico da academia. Como às vezes aparecem descobertas de valor na enxurrada de idéias que parecem bobas, todos se acham no direito de defender as suas. Diante disso, é reconfortante encontrar pesquisas colimando assuntos palpitantes e com resultados precisos e definitivos. Esse é o caso da tese de Luciana Luz que examinou um problema fundamental: no fim do ano, o que fazer com um aluno que não aprendeu o suficiente? Dar bomba, para que repita o ano? Ou deixá-lo passar? O uso de dados longitudinais permitiu grande precisão na análise. A autora tratou os números com cuidado e sofisticação estatística. O cuidado aumenta a confiança nos resultados. Mas a sofisticação impossibilita que se faça aqui uma explicação acessível da análise estatística.
Contudo, a interpretação das conclusões é clara. A tese permite comparar um aluno que repetiu o ano por não saber a matéria com outro que foi aprovado em condições similares. Os números mostram com meridiana precisão: um ano depois, os repetentes aprenderam menos do que alunos aprovados sem saber o bastante. Tudo o que se diga sobre o assunto não pode ignorar o significado desses dados, que, aliás, corroboram o que foi encontrado pelo professor Naércio Menezes e por pesquisadores de outros países.
Ao que parece, para os repetentes, é a mesma chatice do ano anterior, somada à frustração e à auto-estima chamuscada. Andemos mais além da tese. Não reprovando, a nação economiza recursos, pois, com a repetência, o estado paga a conta duas vezes. E,como sabemos por meio de muitos estudos, os repetentes correm muito mais risco de uma evasão futura. Logo, ganha-se de três lados. Como a “pedagogia da reprovação” não funciona, a “promoção automática” é um mal menor.
A história não acaba aqui. A angústia de decidir se devemos aprovar quem não sabe torna-se assunto secundário, diante da constatação de que o aluno não aprendeu. Esse é o drama mais brutal do ensino brasileiro. Por isso, a discussão está fora de foco. Precisamos fazer com que os alunos aprendam. De resto, não faltam idéias nos países onde a educação dá certo. [...] Por que se digladiam todos contra a “promoção automática”, quando a verdadeira chaga é o fraco aprendizado? De fato, há uma razão. Grosso modo, três quartos da população brasileira é definida como de “classe baixa”. Dada essa enorme participação, o que é verdade para seus membros é verdade para o Brasil como um todo. Mas há os 20% de classe média e alta. Para esses pimpolhos, a situação é diferente. Famílias de classe baixa são fatalistas, assistem passivamente à reprovação dos seus filhos. Se não aprenderam a lição, é porque “sua cabeça não dá”. Já na classe média a regra é outra. Levou bomba? Antes zunia a vara de marmelo, depois veio o confisco da bola, da bicicleta ou do iPhone. Santo remédio!
Reina a “pedagogia do medo da repetência”. Essa é a arma dos pais para que o filho se mantenha por longo tempo colado à cadeira e com os olhos no livro. Cá entre nós, eu estudava por medo da bomba. É também a ameaça da bomba que permite aos professores forçar os alunos a estudar. Sem ela, sentem-se impotentes. Portanto, estamos diante de um dilema. O medo da repetência leva a minoria de classe média a estudar, para evitar os castigos. Pode não ser a pedagogia ideal, mas ruim não é. Já nas famílias mais modestas não há medo nem pressão para que os filhos estudem. O que há são as bombas caindo do céu e criando repetência abundante e disfuncional. Pouquíssimos países no mundo têm níveis tão altos de repetência como o nosso. Ao contrário de outros dilemas, esse tem solução clara, ainda que difícil. Basta melhorar a qualidade da educação para todos.
Leia atentamente os textos a seguir. Todos estão classificados corretamente quanto à tipologia e ao gênero, EXCETO:
 

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1407265 Ano: 2006
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Leia as afirmações abaixo:
I. A comunicação é o processo de troca de informações e o respectivo entendimento do significado pelos envolvidos.
II. A comunicação pode se processar de diversos modos, mas, basicamente, apresenta duas formas, comunicação verbal e comunicação não-verbal.
III. O transmissor é quem finaliza o processo de comunicação.
IV. O canal é o instrumento de transmissão, geralmente inseparável da mensagem.
Marque a opção que apresenta a(s) afirmação(ões) FALSA(s):
 

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1404899 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Aprovar quem não aprendeu?
(Claudio de Moura Castro – VEJA 17 dez. 2008)
Para chamar atenção sobre pesquisas irrelevantes, um bando de gaiatos de Harvard criou o prêmio Ignobel. De fato, esse é um problema clássico da academia. Como às vezes aparecem descobertas de valor na enxurrada de idéias que parecem bobas, todos se acham no direito de defender as suas. Diante disso, é reconfortante encontrar pesquisas colimando assuntos palpitantes e com resultados precisos e definitivos. Esse é o caso da tese de Luciana Luz que examinou um problema fundamental: no fim do ano, o que fazer com um aluno que não aprendeu o suficiente? Dar bomba, para que repita o ano? Ou deixá-lo passar? O uso de dados longitudinais permitiu grande precisão na análise. A autora tratou os números com cuidado e sofisticação estatística. O cuidado aumenta a confiança nos resultados. Mas a sofisticação impossibilita que se faça aqui uma explicação acessível da análise estatística.
Contudo, a interpretação das conclusões é clara. A tese permite comparar um aluno que repetiu o ano por não saber a matéria com outro que foi aprovado em condições similares. Os números mostram com meridiana precisão: um ano depois, os repetentes aprenderam menos do que alunos aprovados sem saber o bastante. Tudo o que se diga sobre o assunto não pode ignorar o significado desses dados, que, aliás, corroboram o que foi encontrado pelo professor Naércio Menezes e por pesquisadores de outros países.
Ao que parece, para os repetentes, é a mesma chatice do ano anterior, somada à frustração e à auto-estima chamuscada. Andemos mais além da tese. Não reprovando, a nação economiza recursos, pois, com a repetência, o estado paga a conta duas vezes. E,como sabemos por meio de muitos estudos, os repetentes correm muito mais risco de uma evasão futura. Logo, ganha-se de três lados. Como a “pedagogia da reprovação” não funciona, a “promoção automática” é um mal menor.
A história não acaba aqui. A angústia de decidir se devemos aprovar quem não sabe torna-se assunto secundário, diante da constatação de que o aluno não aprendeu. Esse é o drama mais brutal do ensino brasileiro. Por isso, a discussão está fora de foco. Precisamos fazer com que os alunos aprendam. De resto, não faltam idéias nos países onde a educação dá certo. [...] Por que se digladiam todos contra a “promoção automática”, quando a verdadeira chaga é o fraco aprendizado? De fato, há uma razão. Grosso modo, três quartos da população brasileira é definida como de “classe baixa”. Dada essa enorme participação, o que é verdade para seus membros é verdade para o Brasil como um todo. Mas há os 20% de classe média e alta. Para esses pimpolhos, a situação é diferente. Famílias de classe baixa são fatalistas, assistem passivamente à reprovação dos seus filhos. Se não aprenderam a lição, é porque “sua cabeça não dá”. Já na classe média a regra é outra. Levou bomba? Antes zunia a vara de marmelo, depois veio o confisco da bola, da bicicleta ou do iPhone. Santo remédio!
Reina a “pedagogia do medo da repetência”. Essa é a arma dos pais para que o filho se mantenha por longo tempo colado à cadeira e com os olhos no livro. Cá entre nós, eu estudava por medo da bomba. É também a ameaça da bomba que permite aos professores forçar os alunos a estudar. Sem ela, sentem-se impotentes. Portanto, estamos diante de um dilema. O medo da repetência leva a minoria de classe média a estudar, para evitar os castigos. Pode não ser a pedagogia ideal, mas ruim não é. Já nas famílias mais modestas não há medo nem pressão para que os filhos estudem. O que há são as bombas caindo do céu e criando repetência abundante e disfuncional. Pouquíssimos países no mundo têm níveis tão altos de repetência como o nosso. Ao contrário de outros dilemas, esse tem solução clara, ainda que difícil. Basta melhorar a qualidade da educação para todos.
Após a análise das frases, quanto à concordância e à regência verbal, assinale a alternativa correspondente às sentenças inteiramente CORRETAS:
I. De fato, há muitos motivos para a repetência.
II. Vinte por cento dos brasileiros assistem a shows regularmente.
III. O material que precisamos está em falta.
IV. O meu relógio deu três horas, mas no seu relógio deu três horas e dez minutos.
V. O chefe visou todos os documentos que estavam em sua mesa.
 

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1403325 Ano: 2006
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Marque a alternativa que apresenta o princípio que deve reger a departamentalização:
 

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1402648 Ano: 2006
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: UFPI
Orgão: UFPI

A gestão de estoques consiste em uma série de ações que permitem ao administrador verificar se os estoques estão sendo bem utilizados. Marque a alternativa que NÃO apresenta um dos indicadores de produtividade na análise e controle dos estoques:

 

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1402245 Ano: 2006
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
De todos os recursos organizacionais, os que são bem menos utilizados e que têm apenas uma pequena parcela do seu potencial efetivamente aplicado no trabalho, são os recursos:
 

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