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Foram encontradas 50 questões.

1407447 Ano: 2006
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Os sites de Internet têm um endereço chamado de URL (Ex. www.ufpi.br) que corresponde a um endereço IP. As pessoas usam URLs para localizar sites, mas os computadores usam endereços IP para localizar sites. Para fazer a conversão de URLs em endereços IP (e vice-versa) utiliza-se um:
 

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1406157 Ano: 2006
Disciplina: Pedagogia
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Os movimentos sociais, na atualidade da globalização, confrontam-se com os relacionamentos multiculturais e a construção de intersubjetividades éticas e culturais, o que gera posições interativas, ecumênicas e de formação de um movimento cidadão, movido por redes interculturais, as quais seguem os princípios:
 

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1404111 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Somos um país de analfabetos
Lya Luft (Revista Veja, 1º de outubro de 2008)
Segundo pesquisa do confiável IBGE, estamos num vergonhoso lugar entre os países da América Latina, no que diz respeito à alfabetização. O que nos faltou e tanto nos falta ainda? Posso dizer que tem sobrado ufanismo. Não somos os melhores, não somos invulneráveis, somos um país emergente, com riquezas ainda nem descobertas, outras mal administradas. Somos um povo resistente e forte, capaz de uma alegria e fraternidade que as quadrilhas, o narcotráfico e a assustadora violência atuais não diminuem. Um povo com uma rara capacidade de improvisação positiva, esperança e honradez.
O sonho de morar fora daqui para escapar não vale. Na velha e sisuda Europa não há um sol como este. Lá não se ri, não se abraça como aqui. Eles trabalham mais e ganham mais, é verdade. A pobreza por lá é menos pobre. O salário-desemprego é tão bom que, infelizmente, muitos decidem viver só com ele: o mercado de trabalho lá também é cruel, e com os estrangeiros, nem se fala. Em muitas coisas somos muito melhores.
Mas somos um país analfabeto. Alfabetizado não é, já disse e escrevo frequentemente, aquele que assina seu nome, mas quem assina um documento que leu e compreendeu. A verdadeira democracia tem de oferecer a todos esse direito, pois ler e escrever, como pensar, questionar e escolher, é um direito. É questão de dignidade. Quando eu era professora universitária, na década de 70, já recebíamos nas faculdades vários alunos que mal conseguiam escrever uma frase e expor um pensamento claro. “Eu sei, mas não sei como dizer nem escrever isso” é uma desculpa pobre. Não preciso ser intelectual, mas devo poder redigir ao menos um breve texto decente e claro. Preciso ser bem alfabetizado, isto é, usar meu instrumento de expressão completo, falado e escrito, dentro do meu nível de vida e do nível de vida do meu grupo.
Para isso, é essencial uma boa escola desde os primeiros anos, dever inenarrável do estado. Não me digam que todas as comunidades têm escolas e que estas têm o necessário para um ensino razoável, para que até o mais pobre e esquecido no mais esquecido e pobre recanto possa se tornar um cidadão inteiro e digno, com acesso à leitura e à escrita, isto é, à informação. Um sujeito capaz de fazer boas escolhas de vida, pronto para se sustentar e que, na grave hora de votar, sabe o que está fazendo. Enquanto alardeamos façanhas, descobertas, ganhos e crescimento econômico, a situação nesse campo está cada vez pior. Muito menos pessoas se alfabetizam de verdade; dos poucos que chegam ao 2º grau e dos pouquíssimos que vão à universidade, muitos não saem de lá realmente formados. Entram na profissão incapazes de produzir um breve texto claro. São desinteressados da leitura, mal falam direito. Não conseguem se informar nem questionar o mundo. Pouco lhes foi dado, pouquíssimo lhes foi exigido.
A única saída para tamanha calamidade está no maior interesse pelo que há de mais importante num país: a educação. E isso só vai começar quando lhe derem os maiores orçamentos. Assim se mudará o Brasil, o resto é conversa fiada. Investir nisso significa criar mais oportunidades de trabalho: muito mais gente capacitada a obter salário decente. Significa saúde: gente mais bem informada não adoece por ignorância, isolamento e falta de higiene. Se ao estado cabe nos ajudar a ser capazes de saber, entender, questionar e escolher nossa vida, é nas famílias, quando podem comprar livros, que tudo começa. Família tem a ver com moralidade, atenção e afeto, mas também com a necessária instrumentação para o filho assumir um lugar decente no mundo. Nascemos nela, nela vivemos. Mas com ela também fazemos parte de um país que nos deve, a todos, uma educação ótima. Ela trará consigo muito de tudo aquilo que nos falta.
Analise as afirmativas abaixo relativamente à coesão textual. Em seguida assinale a alternativa que engloba as afirmações CORRETAS.
I. No segmento textual “Lá não se ri, não se abraça como aqui” (2º §), há dois termos anafóricos representados por advérbios.
II. Um dos mecanismos de coesão que se faz “pelo estabelecimento da sequência do texto, organizada com ou sem sequenciadores” é o cataforismo.
III. Em “Mas somos um país de analfabetos” e “... aquele que assina seu nome...” (3º §) os termos grifados são, respectivamente, conector e conector.
IV. Em “... capaz de uma alegria e fraternidade que as quadrilhas...” (2º §) o termo grifado é anafórico porque retoma alegria e fraternidade.
 

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1401229 Ano: 2006
Disciplina: Redação Oficial
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Interligue as colunas considerando os documentos apresentados e as informações que lhes são pertinentes.
1. Memorando
( ) É o documento cujo destinatário é, geralmente, reconhecido pelo cargo ou função e se destaca pela justificativa e/ou citação de dispositivos legais referentes ao pleito.
2. Ofício
( ) Segundo a finalidade estabelecida para a sua elaboração, pode apresentar uma visão relativa a alguma investigação, estudo ou pesquisa ou informações das quais pode depender uma tomada de decisão.
3.Requerimento
( ) Sua redação é chamada normalmente de lavratura, seu conteúdo torna-se público, para conhecimento dos interessados e para fins legais.
4. Ata
( ) Mesmo que seja redigido em mais de uma folha, o endereçamento ficará sempre na primeira. Sua linguagem caracteriza-se pela formalidade e é instrumento de comunicação, determinação ou requisição que tramita entre órgãos da Administração Pública e também com particulares.
5. Edital
( ) É ato expedido por órgão colegiado ou autarquias ou ainda por grupos representativos.
6. Resolução
( ) É documento emitido por funcionário de órgão público ou empresa privada, destinado à tramitação de informações ou de solicitações entre setores ou mesmo entre pessoas para cientificá-los sobre o seu teor.
7. Relatório
( ) É um instrumento expedido por órgão público ou empresa privada cuja informação é conhecida publicamente e corresponde a uma ordem ou a um dispositivo oficial. Sua divulgação pode ser feita por empresa ou afixação em locais públicos.
 

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1400875 Ano: 2006
Disciplina: Pedagogia
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Os sistemas educacionais encontram-se num contexto de explosão descentralizadora. De fato, numa época em que o pluralismo político aparece como valor universal, assistimos tanto à crescente globalização da economia como à emergência do poder local, que desponta nos sistemas educacionais de muitos países como uma força inédita. Cresce a reivindicação pela autonomia, contra a uniformização, cresce a afirmação da singularidade de cada região e local, de cada língua, de cada dialeto. (GADOTTI, M. Escola cidadã. São Paulo: Cortez, 1992. P. 6-7).
Assim, uma proposta educativa que considere esta descrição deve centrar-se:
 

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1400440 Ano: 2006
Disciplina: Pedagogia
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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As funções da instituição escolar são: [...] por um lado, a reprodução do sistema pela transmissão cultural e valores sociais (função sistêmica); por outro, a crítica, quando a organização escolar é capaz de reconstruir concepções sociais sobre a sociedade e o saber e, consequentemente, de transformar os sentidos colectivos e os esquemas interpretativos da sociedade (função simbólica). (GOMES, Rui. Teses para uma agenda de estudo da escola. In: BARROSO, João (Org.). O estudo da escola. Porto: Porto, 1996. p.118).
Assim, a partir destas funções da instituição escolar pode-se afirmar que:
 

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1399947 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Somos um país de analfabetos
Lya Luft (Revista Veja, 1º de outubro de 2008)
Segundo pesquisa do confiável IBGE, estamos num vergonhoso lugar entre os países da América Latina, no que diz respeito à alfabetização. O que nos faltou e tanto nos falta ainda? Posso dizer que tem sobrado ufanismo. Não somos os melhores, não somos invulneráveis, somos um país emergente, com riquezas ainda nem descobertas, outras mal administradas. Somos um povo resistente e forte, capaz de uma alegria e fraternidade que as quadrilhas, o narcotráfico e a assustadora violência atuais não diminuem. Um povo com uma rara capacidade de improvisação positiva, esperança e honradez.
O sonho de morar fora daqui para escapar não vale. Na velha e sisuda Europa não há um sol como este. Lá não se ri, não se abraça como aqui. Eles trabalham mais e ganham mais, é verdade. A pobreza por lá é menos pobre. O salário-desemprego é tão bom que, infelizmente, muitos decidem viver só com ele: o mercado de trabalho lá também é cruel, e com os estrangeiros, nem se fala. Em muitas coisas somos muito melhores.
Mas somos um país analfabeto. Alfabetizado não é, já disse e escrevo frequentemente, aquele que assina seu nome, mas quem assina um documento que leu e compreendeu. A verdadeira democracia tem de oferecer a todos esse direito, pois ler e escrever, como pensar, questionar e escolher, é um direito. É questão de dignidade. Quando eu era professora universitária, na década de 70, já recebíamos nas faculdades vários alunos que mal conseguiam escrever uma frase e expor um pensamento claro. “Eu sei, mas não sei como dizer nem escrever isso” é uma desculpa pobre. Não preciso ser intelectual, mas devo poder redigir ao menos um breve texto decente e claro. Preciso ser bem alfabetizado, isto é, usar meu instrumento de expressão completo, falado e escrito, dentro do meu nível de vida e do nível de vida do meu grupo.
Para isso, é essencial uma boa escola desde os primeiros anos, dever inenarrável do estado. Não me digam que todas as comunidades têm escolas e que estas têm o necessário para um ensino razoável, para que até o mais pobre e esquecido no mais esquecido e pobre recanto possa se tornar um cidadão inteiro e digno, com acesso à leitura e à escrita, isto é, à informação. Um sujeito capaz de fazer boas escolhas de vida, pronto para se sustentar e que, na grave hora de votar, sabe o que está fazendo. Enquanto alardeamos façanhas, descobertas, ganhos e crescimento econômico, a situação nesse campo está cada vez pior. Muito menos pessoas se alfabetizam de verdade; dos poucos que chegam ao 2º grau e dos pouquíssimos que vão à universidade, muitos não saem de lá realmente formados. Entram na profissão incapazes de produzir um breve texto claro. São desinteressados da leitura, mal falam direito. Não conseguem se informar nem questionar o mundo. Pouco lhes foi dado, pouquíssimo lhes foi exigido.
A única saída para tamanha calamidade está no maior interesse pelo que há de mais importante num país: a educação. E isso só vai começar quando lhe derem os maiores orçamentos. Assim se mudará o Brasil, o resto é conversa fiada. Investir nisso significa criar mais oportunidades de trabalho: muito mais gente capacitada a obter salário decente. Significa saúde: gente mais bem informada não adoece por ignorância, isolamento e falta de higiene. Se ao estado cabe nos ajudar a ser capazes de saber, entender, questionar e escolher nossa vida, é nas famílias, quando podem comprar livros, que tudo começa. Família tem a ver com moralidade, atenção e afeto, mas também com a necessária instrumentação para o filho assumir um lugar decente no mundo. Nascemos nela, nela vivemos. Mas com ela também fazemos parte de um país que nos deve, a todos, uma educação ótima. Ela trará consigo muito de tudo aquilo que nos falta.
Com base nas ideias do texto, julgue os itens abaixo como falsos (F) ou verdadeiros (V). Assinale, em seguida, a alternativa que corresponde à análise.
I. Investir em educação é, em tese, formar cidadãos aptos a escolher conscientemente os representantes públicos bem como questioná-los quanto ao cumprimento de seus deveres para com o povo.
II. Investir em educação é a ação priorizada pelo Estado brasileiro comprovadamente verificada nos resultados obtidos nas avaliações realizadas nos níveis nacional e internacional.
III. Se a educação nacional não está bem avaliada nos níveis nacional e internacional é porque o ufanismo, a esperança e a honradez do povo brasileiro não estão incluídos nos critérios de classificação dos países na área em apreço.
IV. A autora compara o Brasil com a Europa, concluindo que não há diferença significativa entre eles uma vez que aquele é superior a esta em aspectos como beleza, afetividade e educação.
V. O termo alfabetizado não se restringe às crianças que iniciam as atividades escolares, mas ao cidadão que se insere harmonicamente em grupos sociais amplos ou restritos porque possui as ferramentas necessárias para tal, ou seja, as habilidades de falar, ler e escrever e, consequentemente, de pensar e escolher, dentre outras.
 

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1398662 Ano: 2006
Disciplina: Pedagogia
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Ao se conceber como finalidades da educação a valorização do aprender a ser humano e a conviver com o outro, reportamo-nos às dimensões antropológicas, axiológicas e políticas, o que torna o ato educativo:
 

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1398230 Ano: 2006
Disciplina: Pedagogia
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Do pedagogo pesquisador pode-se esperar que:
 

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1397641 Ano: 2006
Disciplina: Pedagogia
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Os princípios que orientam a educação profissional se apresentam nos dois blocos:
 

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