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O sistema respiratório humano é constituído por um par de pulmões e por vários órgãos que conduzem o ar para dentro e para fora das cavidades pulmonares. Esses órgãos são agrupados em vias aéreas superiores e vias aéreas inferiores. O órgão que dá início as vias aéreas inferiores é:

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Diversas são as técnicas e formas de se preparar materiais didáticos para utilização em aulas práticas de morfologia. Identifique as proposições a seguir como V, verdadeiras ou F, falsas:
( ) Os métodos de conservação são classificados como físicos – resfriamento e congelamento – ou químicos – em que se usa principalmente o formol, empregado com grande frequência, pelo baixo custo financeiro, rápida penetração, além de ser de fácil preparo e conservar por muitos anos.
( ) O embalsamamento consiste no processo de conservação dos corpos prevenindo a decomposição natural dos cadáveres e sua técnica utiliza a retirada de órgãos (evisceração), sendo facultativo para viagens aéreas.
( ) O cadáver a ser embalsamado deve: ser recente (até 24h após a morte), ser colocado sobre uma maca, despido e em decúbito ventral, feito tricotomia, lavado com água e sabão.
( ) A realização da necropsia objetiva esclarecer a causa mortis, no caso de óbito de animais, e, para obtenção de achados confiáveis, o tempo entre a morte e a realização do procedimento é fator limitante
Assinale a opção que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
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O pênis é um órgão cilíndrico situado na parte inferior do tronco, cujo interior é atravessado pela uretra, com a especial capacidade para alterar significativamente as suas dimensões e consistência quando entra em estado de ereção, condição indispensável para a cópula. As partes anatômicas do pênis, são:

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O tipo de backup que se caracteriza por realizar cópias de segurança apenas dos últimos arquivos alterados desde o último backup é chamado:
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Buscando a excelência
Quando falo em excelência, não me refiro a ser o melhor de todos, ideia que me parece arrogante e tola. Nada pior do que um arrogante bobo, o tipo que chega a uma reunião, seja festa, seja trabalho, e já começa achando todos os demais idiotas. Nada mais patético do que aquele que se pensa ou se deseja sempre o primeirão da classe, da turma, do trabalho, do bairro, do mundo, quem sabe? Talento e discrição fazem uma combinação ótima.Então, excelência para mim significa tentar ser bom no que se faz, e no que se é. Um ser humano decente, solidário, afetuoso, respeitoso, digno, esperançoso sem ser tolo, idealista sem ser alienado, produtivo sem ser viciado em trabalho. E, no trabalho, dar o melhor de si sem sacrificar a vida, a família, a alegria, de que andamos tão carentes, embora os trios elétricos desfilem e as baladas varem a madrugada.
Estamos carentes de excelência. A mediocridade reina, assustadora, implacável e persistente. Autoridades, altos cargos, líderes, em boa parte desinformados, desinteressados, incultos, lamentáveis. Alunos que saem do ensino médio semianalfabetos e assim entram nas universidades, que aos poucos — refiro-me às públicas — vão se tornando reduto de pobreza intelectual.
As infelizes cotas, contra as quais tenho escrito e às quais me oponho desde sempre, servem magnificamente para alcançarmos este objetivo: a mediocrização também do ensino superior. Alunos que não conseguem raciocinar porque não lhes foi ensinado, numa educação de brincadeirinha.
E, porque não sabem ler nem escrever direito e com naturalidade, não conseguem expor em letra ou fala seu pensamento truncado e pobre. Professores que, mal pagos, mal estimulados, são mal preparados, desanimados e exaustos ou desinteressados. Atenção: há para tudo isso grandes e animadoras exceções, mas são exceções, tanto escolas quanto alunos e mestres. O quadro geral é entristecedor.
E as cotas roubam a dignidade daqueles que deveriam ter acesso ao ensino superior por mérito, porque o governo lhes tivesse dado uma ótima escola pública e bolsas excelentes: não porque, sendo incapazes e despreparados, precisassem desse empurrão. Meu conceito serve para cotas raciais também: não é pela raça ou cor, sobretudo autodeclarada, que um jovem deve conseguir diploma superior, mas por seu esforço e capacidade, porque teve ótimos 1º e 2° graus em escola pública e ou bolsas que o ampararam.
Além do mais, as bolsas por raça ou cor são altamente discriminatórias: ou teriam de ser dadas a filhos de imigrantes japoneses, alemães, italianos, que todos sofreram grandemente chegando aqui, e muitos continuam precisando de esforços inauditos para mandar um filho à universidade.
Em suma, parece que trabalhamos para facilitar as coisas aos jovens, em lugar de educá-los com e para o trabalho, zelo, esforço, busca de mérito, uso de sua própria capacidade e talento, já entre as crianças. O ensino nas últimas décadas aprimorou-se em fazer os pequenos aprender brincando.
LUFT, Lya. Buscando a excelência. Revista Veja .Nº Edição:
2288. Ano 45, nº 39. 26 de setembro de 2012. p.24.
O vocábulo brincando possibilita a seguinte leitura no texto:
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Buscando a excelência
Quando falo em excelência, não me refiro a ser o melhor de todos, ideia que me parece arrogante e tola. Nada pior do que um arrogante bobo, o tipo que chega a uma reunião, seja festa, seja trabalho, e já começa achando todos os demais idiotas(a). Nada mais patético do que aquele que se pensa ou se deseja sempre o primeirão da classe, da turma, do trabalho, do bairro, do mundo, quem sabe? Talento e discrição fazem uma combinação ótima.Então, excelência para mim significa tentar ser bom no que se faz, e no que se é. Um ser humano decente, solidário, afetuoso, respeitoso, digno, esperançoso sem ser tolo, idealista sem ser alienado, produtivo sem ser viciado em trabalho. E, no trabalho, dar o melhor de si sem sacrificar a vida, a família, a alegria, de que andamos tão carentes, embora os trios elétricos desfilem e as baladas varem a madrugada(b).
Estamos carentes de excelência. A mediocridade reina, assustadora, implacável e persistente. Autoridades, altos cargos, líderes, em boa parte desinformados, desinteressados, incultos, lamentáveis. Alunos que saem do ensino médio semianalfabetos e assim entram nas universidades, que aos poucos — refiro-me às públicas — vão se tornando reduto de pobreza intelectual.
As infelizes cotas, contra as quais tenho escrito e às quais me oponho desde sempre, servem magnificamente para alcançarmos este objetivo: a mediocrização também do ensino superior. Alunos que não conseguem raciocinar porque não lhes foi ensinado, numa educação de brincadeirinha.
E, porque não sabem ler nem escrever direito e com naturalidade, não conseguem expor em letra ou fala seu pensamento truncado e pobre(e). Professores que, mal pagos, mal estimulados, são mal preparados, desanimados e exaustos ou desinteressados. Atenção: há para tudo isso grandes e animadoras exceções, mas são exceções, tanto escolas quanto alunos e mestres. O quadro geral é entristecedor.
E as cotas roubam a dignidade daqueles que deveriam ter acesso ao ensino superior por mérito, porque o governo lhes tivesse dado uma ótima escola pública e bolsas excelentes: não porque, sendo incapazes e despreparados, precisassem desse empurrão. Meu conceito serve para cotas raciais também: não é pela raça ou cor, sobretudo autodeclarada, que um jovem deve conseguir diploma superior, mas por seu esforço e capacidade(d), porque teve ótimos 1º e 2° graus em escola pública e ou bolsas que o ampararam.
Além do mais, as bolsas por raça ou cor são altamente discriminatórias: ou teriam de ser dadas a filhos de imigrantes japoneses, alemães, italianos, que todos sofreram grandemente chegando aqui, e muitos continuam precisando de esforços inauditos para mandar um filho à universidade.
Em suma, parece que trabalhamos para facilitar as coisas aos jovens, em lugar de educá-los com e para o trabalho, zelo, esforço, busca de mérito, uso de sua própria capacidade e talento, já entre as crianças(c). O ensino nas últimas décadas aprimorou-se em fazer os pequenos aprender brincando.
LUFT, Lya. Buscando a excelência. Revista Veja .Nº Edição:
2288. Ano 45, nº 39. 26 de setembro de 2012. p.24.
O trecho abaixo que confirma a resposta CORRETA da questão anterior encontra-se na opção:
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Os rins são órgãos pares, em forma de grão de feijão. São descritos como órgãos retroperitoneais, por estarem posicionados por trás do peritônio da cavidade abdominal. Cada rim tem cerca de 11,25cm de comprimento, 5 a 7,5cm de largura e um pouco mais que 2,5cm de espessura. A urina é drenada, através das pirâmides renais, para:

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A circulação sanguínea é o mecanismo pelo qual o sangue é distribuído pelo corpo com a ajuda do coração, artérias, veias e capilares. Ela tem a função de fornecer e prezar pela manutenção do fluxo sanguíneo contínuo e variável aos tecidos, gerar e manter a pressão interna ao longo de sua estrutura, entregar elementos necessários ao metabolismo celular, levar substâncias que devem ser eliminadas a órgãos excretores e fazer com o sangue dos tecidos retorne para ser renovado. No interior do coração o sangue circula em duas fases diferentes. Marque a opção abaixo que de forma CORRETA, mostra estes dois circuitos:

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A fala é um meio privilegiado de comunicação. É através da fonação que nós nos comunicamos uns com os outros. Esta função é característica da espécie humana, porque só o homem fala. É importante observar que a fonação não é um sentido, embora seja uma função de relação, pois é fundamental à comunicação entre os homens. O órgão onde estão localizadas as cordas vocais é:
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O Diretor Administrativo de uma agência de trânsito, ao analisar uma ata de registro de preços de computadores, se deparou com a seguinte especificação: “Intel Core i7-2600 3.4 GHz”. Esta especificação refere-se:
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