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1611131 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Na síntese de hormônios na tireoide, uma importante etapa é a conversão do iodeto para iodo, com posterior degradação da tiroglobulina para produzir tiroxina (T4) e tri-iodotironina (T3). O hipertireoidismo é uma importante doença endócrina principalmente na espécie felina. Do ponto de vista terapêutico e levando em conta todo o mecanismo de síntese hormonal, um animal da espécie felina com diagnóstico de hipertireoidismo pode-se beneficiar com o uso da seguinte classe de fármaco:
 

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1606909 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Um cão da raça Labrador com 3 anos de idade, chegou ao hospital veterinário com história de apatia, hiporexia, emagrecimento progressivo e lesões pruriginosas e exsudativas com alopecia.
HEMOGRAMA
Eritrograma Paciente Valores de Referência
Hemácias !$ (×10^6/μL) !$ 5,0 5,5 – 8,5
Hb (g/dL) 11,0 12,0 – 18,0
VG (%) 34 37 – 55
VCM (fL) 68 60 – 77
CHCM (g/dL) 32 32 – 36
IIC (unidade) 2 2 - 5
PTP (g/dL) 12 6,0 – 8,0
Citologia: presença de rouleaux.
Leucograma Paciente Valores de Referência
Leucócitos (μL) 34.200 6.000 – 17.000
Bastonetes (μL) 900 0 – 300
Neutrófilos (μL) 19.800 3.000 – 11.500
Linfócitos (μL) 4.500 1.000 – 4.800
Eosinófilos (μL) 3.600 100 – 1.250
Basófilos (μL) 0 Raro
Monócitos (μL) 5.400 150 – 1.350
Citologia: monócitos ativados
URINÁLISE
Exame Físico Exame Químico Exame do Sedimento
Cor: amarela pH: 6,0 Hemácias: 7 por cp/400x
Odor: sui generis Proteína: 3+ Leucócitos: 6 por cp/400x
Aspecto: disc. Turvo Glicose: negativo Células: 3 por cp/400x
Densidade: 1,020 Corpos Cetonicos: negativo Cilindros: granuloso
Bilirrubina: negativo Bactérias: raras
Urobilinogênio: normal Cristais: ausente
Sangue oculto: traços
EXAME BIOQUÍMICO (SÉRICO)
Exame Paciente Valores de Referência
Ureia mg/dL 50,2 42,8 – 64,2
Creatinina mg/dL 1,0 0,8 – 1,8
ALT U/L 200 21-102
Fosfatase alcalina U/L 90 20-156
Proteina total g/dL 10,1 5,4-7,1
Albumina g/dL 3,0 2,6-3,3
Globulina g/L 7,1 2,7-4,4
Os exames laboratoriais por auxiliarem no diagnóstico, devem ser sempre utilizados juntamente com outros procedimentos diagnósticos essenciais. Assinale a opção CORRETA.
 

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1606801 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
A epilepsia canina é uma condição comum de convulsões recidivantes, desencadeadas por uma descarga elétrica anormal e excessiva nos neurônios cerebrais e, como resposta, podem ocorrer alterações orgânicas que variam de intensidade. Quanto aos aspectos clínicos e terapêuticos da epilepsia, é CORRETO afirmar que:
 

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1606657 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Um cão da raça Labrador com 3 anos de idade, chegou ao hospital veterinário com história de apatia, hiporexia, emagrecimento progressivo e lesões pruriginosas e exsudativas com alopecia.
HEMOGRAMA
Eritrograma Paciente Valores de Referência
Hemácias !$ (×10^6/μL) !$ 5,0 5,5 – 8,5
Hb (g/dL) 11,0 12,0 – 18,0
VG (%) 34 37 – 55
VCM (fL) 68 60 – 77
CHCM (g/dL) 32 32 – 36
IIC (unidade) 2 2 - 5
PTP (g/dL) 12 6,0 – 8,0
Citologia: presença de rouleaux.
Leucograma Paciente Valores de Referência
Leucócitos (μL) 34.200 6.000 – 17.000
Bastonetes (μL) 900 0 – 300
Neutrófilos (μL) 19.800 3.000 – 11.500
Linfócitos (μL) 4.500 1.000 – 4.800
Eosinófilos (μL) 3.600 100 – 1.250
Basófilos (μL) 0 Raro
Monócitos (μL) 5.400 150 – 1.350
Citologia: monócitos ativados
URINÁLISE
Exame Físico Exame Químico Exame do Sedimento
Cor: amarela pH: 6,0 Hemácias: 7 por cp/400x
Odor: sui generis Proteína: 3+ Leucócitos: 6 por cp/400x
Aspecto: disc. Turvo Glicose: negativo Células: 3 por cp/400x
Densidade: 1,020 Corpos Cetonicos: negativo Cilindros: granuloso
Bilirrubina: negativo Bactérias: raras
Urobilinogênio: normal Cristais: ausente
Sangue oculto: traços
EXAME BIOQUÍMICO (SÉRICO)
Exame Paciente Valores de Referência
Ureia mg/dL 50,2 42,8 – 64,2
Creatinina mg/dL 1,0 0,8 – 1,8
ALT U/L 200 21-102
Fosfatase alcalina U/L 90 20-156
Proteina total g/dL 10,1 5,4-7,1
Albumina g/dL 3,0 2,6-3,3
Globulina g/L 7,1 2,7-4,4
Analisando o exame de urina acima, os achados da urinálise indicam:
 

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1606547 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Um cão, SRD, com 5 anos de idade, apresentando hipotermia, taquicardia, fratura pélvica e presença de líquido na cavidade abdominal.
HEMOGRAMA
Eritrograma Paciente Valores de Referência
Hemácias !$ (×10^6/μL) !$ 9,4 5,5 – 8,5
Hb (g/dL) 18,5 12,0 – 18,0
VG (%) 57 37 – 55
VCM (fL) 60,63 60 – 77
CHCM (g/dL) 32,45 32 – 36
PPT (g/dL) 10,0 6,0 – 8,0
Citologia: Nada digno de nota.
Leucograma Paciente Valores de Referência
Leucócitos (μL) 33.400 6.000 – 17.000
Metamielócitos (μL) 0 0
Bastonetes (μL) 334 0 – 300
Segmentados (μL) 26.386 3.000 – 11.500
Linfócitos (μL) 1.670 1.000 – 4.800
Eosinófilos (μL) 0 100 – 1.250
Basófilos (μL) 0 Raro
Monócitos (μL) 5.010 150 – 1.350
Citologia: Nada digno de nota.
URINÁLISE
Exame Físico Exame Químico Exame do Sedimento
Cor: amarela pH: 6,0 Hemácias: 15-20 por cp/400x
Odor: sui generis Proteína: 1+ Leucócitos: 25-30 por cp/400x
Aspecto: turvo Glicose: negativo Células epiteliais: raras
Densidade: 1,023 Corpos Cetonicos: negativo Cilindros: ausentes
Bilirrubina: negativo Bactérias: raras
Urobilinogênio: normal Cristais: ausentes
Sangue oculto: 1+ Espermatozoides: ausentes
EXAME DE EFUSÃO
Exame Físico Exame Químico Citologia
Cor: Amarela pH: 7,0 Presença de neutrófilos degenerados, raras células mesoteliais e raros cocos dentro dos neutrófilos.
Odor: inodoro Coagulação: ausente
Aspecto: turvo Proteína: 2,5 g/dL
Densidade: 1,040 Prova de Rivalta: positiva
Hemácias: 980/μL
CTCN: 1.693/μL
Ureia: 367 mg/dL
Creatinina: 21,9 mg/dL
EXAME BIOQUÍMICO
Exame Paciente Valores de Referência
Ureia mg/dL 254 21,4 – 59,92
Creatinina mg/dL 5,1 0,5 – 1,5
ALT U/L 84 21 – 102
Fosfatase alcalina U/L 83 20 – 156
Proteina total g/dL 8,4 5,40 – 7,10
Albumina g/dL 4,4 2,60 – 3,30
Globulina g/L 4,0 2,70 – 4,40
Os monócitos tem como função a fagocitose de partículas volumosas, como fungos e protozoários, assim como ingestão e remoção de partículas de restos celulares nos tecidos. Levando em consideração as funções dos monócitos, a provável causa da monocitose é(são):
 

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TEXTO II
VACINAS, PARA QUE AS QUERO?
O mecanismo que torna esses imunológicos mais duradouros ou não ainda segue sem resposta. Mas ninguém deveria duvidar de seu poderoso efeito protetor.
Em um momento em que os menos avisados suspeitam das vacinas, as autoridades em saúde pública e imunologia apresentam dados mostrando que, na realidade, as vacinas precisam, sim, ser inoculadas com mais frequência. Esse é o teor do artigo ‘Quanto tempo duram as vacinas?’, assinado pelo escritor e roteirista norte-americano Jon Cohen e publicado na prestigiosa revista Science, em abril de 2019. Nele, Cohen indaga, entre outros assuntos, por que o efeito protetor das vacinas contra a gripe dura tão pouco (em média, depois de 90 dias, a proteção começa a cair) e em outras, como as da varíola e da febre amarela, a ação é bem mais prolongada.
Alguns especialistas argumentam que certos vírus sofrem altas taxas de mutação e geram novos clones, que, por serem ligeiramente diferentes dos originais, não seriam reconhecidos pelas células do sistema imune. Mas, a coisa não é tão simples assim.
Ao estudar a caxumba (que ainda afeta os humanos), por exemplo, os epidemiologistas descobriram que a recorrência da doença acontece com mais frequência em uma determinada faixa etária (entre 18 e 29 anos de idade). Se a reinfecção dependesse apenas de mutações, todas as idades deveriam ser igualmente afetadas. Assim, o enigma perdura.
No entanto, o consenso entre os imunologistas especializados em vacinas é que, de fato, precisamos de mais exposição aos agentes infecciosos ou às próprias vacinas. Em outras palavras, no caso da gripe, teríamos que tomar doses seguidas da vacina a fim de aumentar seu efeito protetor. Em razão desses achados, os pesquisadores chegaram até a criticar a decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS) de recomendar que a vacina contra a febre amarela devesse ser inoculada apenas uma vez, isto é, seria uma vacina vitalícia.
A necessidade da exposição constante aos agentes infecciosos vai de encontro à hipótese do biólogo norte-americano Jared Diamond que, em seu livro Armas, germes e aço, defende a ideia de que, ao longo da história, o sucesso dos conquistadores se deveu, em parte, ao fato de eles serem originalmente cosmopolitas e, dessa maneira, terem adquirido resistência imunológica aos agentes infecciosos da época. Mesmo resistentes, seriam portadores desses agentes, o que manteria a memória imunológica. Já os conquistados, grupo formado por populações menores, sucumbiriam ao confronto por não serem capazes de se defender tanto dos invasores humanos quanto daqueles microscópicos.
Outro aspecto interessante desse tema é fruto da biotecnologia recente. A vacina contra o papiloma vírus humano (HPV), que, aparentemente, deu certo, é constituída de um agente imunogênico que não é o vírus propriamente dito, mas, sim, o que os pesquisadores chamam de partículas semelhantes aos vírus (virus like particles, VLPs).
Os VLPs podem ser considerados vírus artificiais, ou seja, contêm a capa de proteína dos vírus, mas não o material genético, que, em geral, é formado por ácidos nucleicos (DNA ou RNA). Desse modo, os VLPs não são infecciosos. Alguns deles ocorrem naturalmente, mas também podem ser sintetizados no laboratório, e é aí que repousa a grande esperança tanto contra os vírus quanto contra alguns tipos de câncer cuja ocorrência foi correlacionada a infecções virais prévias, como o caso do câncer de útero.
Embora o avanço nessa área seja promissor, o mecanismo que torna uma vacina mais duradoura ou não ainda segue sem resposta. Como afirma Cohen em seu artigo, “essa é uma pergunta de um milhão de dólares!” (aproximadamente, o valor do prêmio Nobel).
A despeito disso, ninguém deveria duvidar do poder das vacinas. Muito pelo contrário. A tendência atual no tratamento de doenças crônicas, como o câncer e a artrite reumatoide, é a imunoterapia. Um dia, quem sabe, teremos vacinas contra todos esses males.
http://cienciahoje.org.br/artigo/vacinas-para-que-as-quero/ Acesso: 15/06/2019.
Analise as afirmações a seguir, assinalando V para as assertivas verdadeiras e F para as assertivas falsas. Em seguida, marque a opção CORRETA.
( ) O título do texto II “Vacinas, para que as quero?”, de antemão, traz o posicionamento do autor a respeito da imunização por vacinas, aderindo este ao pensamento de que o ser humano não precisa da exposição a agentes infecciosos por meio das vacinas.
( ) Cohem questiona a efetividade da imunização por vacinas em seu artigo a partir da pergunta “quanto tempo duram as vacinas?”, para isso o autor utiliza como argumento a duração da proteção oferecida pela vacina da gripe, cerca de noventa dias.
( ) A OMS contraria a opinião de imunologistas especializados em vacinas ao recomendar que a vacina contra a febre amarela seja vitalícia.
( ) A ideia de que a exposição aos agentes infecciosos ou às vacinas deve ser elevada, defendida por especialistas da área de imunologia, vai ao encontro da hipótese construída pelo biólogo Jared Diamond.
( ) Cohem afirma que a resposta para a pergunta “Qual o mecanismo que torna uma vacina mais duradoura” é de um milhão de dólares, aproximadamente o mesmo valor pago ao prêmio Nobel, logo, quem descobrir a resposta para tal pergunta ganhará o prêmio Nobel.
 

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1597998 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Raça de cão em que há maior risco de obstrução de vias aéreas durante a fase de recuperação da anestesia é:
 

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1596701 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Estava sob cuidados intensivos na UTI do Hospital Veterinário Universitário da UFPI um paciente felino com obstrução uretral. Foram obtidos os seguintes resultados de um exame de hemogasometria venosa com ionograma: pH 7,24; !$ HCO3^- !$ 24,0 mmol/L; !$ PCO_2 !$ 53,0 mmHg; !$ Na^+ !$ 170 mmol/L; !$ K^+ !$ 8,4 mmol/L; !$ Cl^- !$ 123 mmol/L; BE -8 mmol/L. Com os dados obtidos do exame e de outros que devem ser calculados, bem como no conhecimento do cuidado emergencial e terapia intensiva do paciente felino, é CORRETO afirmar que:
 

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1596669 Ano: 2019
Disciplina: Odontologia
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Provas:
O paciente representado pelo diagrama abaixo procurou atendimento odontológico. Ao serem dadas as opções de planejamento, ele optou por ser reabilitado com próteses parciais removíveis. Marque a opção CORRETA que indica a classificação de Kennedy para a maxila.
Enunciado 1596669-1
 

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1596178 Ano: 2019
Disciplina: Odontologia
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Provas:
Com relação aos sistemas de implante do tipo cone morse, é CORRETO afirmar que:
 

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