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Na síntese de hormônios na tireoide, uma importante etapa é a conversão do iodeto para iodo, com posterior degradação da tiroglobulina para produzir tiroxina (T4) e tri-iodotironina (T3). O hipertireoidismo é uma importante doença endócrina principalmente na espécie felina. Do ponto de vista terapêutico e levando em conta todo o mecanismo de síntese hormonal, um animal da espécie felina com diagnóstico de hipertireoidismo pode-se beneficiar com o uso da seguinte classe de fármaco:
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Um cão da raça Labrador com 3 anos de idade, chegou ao hospital veterinário com história de apatia, hiporexia, emagrecimento progressivo e lesões pruriginosas e exsudativas com alopecia.
HEMOGRAMA
| Eritrograma | Paciente | Valores de Referência |
| Hemácias !$ (×10^6/μL) !$ | 5,0 | 5,5 – 8,5 |
| Hb (g/dL) | 11,0 | 12,0 – 18,0 |
| VG (%) | 34 | 37 – 55 |
| VCM (fL) | 68 | 60 – 77 |
| CHCM (g/dL) | 32 | 32 – 36 |
| IIC (unidade) | 2 | 2 - 5 |
| PTP (g/dL) | 12 | 6,0 – 8,0 |
| Citologia: presença de rouleaux. | ||
| Leucograma | Paciente | Valores de Referência |
| Leucócitos (μL) | 34.200 | 6.000 – 17.000 |
| Bastonetes (μL) | 900 | 0 – 300 |
| Neutrófilos (μL) | 19.800 | 3.000 – 11.500 |
| Linfócitos (μL) | 4.500 | 1.000 – 4.800 |
| Eosinófilos (μL) | 3.600 | 100 – 1.250 |
| Basófilos (μL) | 0 | Raro |
| Monócitos (μL) | 5.400 | 150 – 1.350 |
| Citologia: monócitos ativados | ||
URINÁLISE
| Exame Físico | Exame Químico | Exame do Sedimento |
| Cor: amarela | pH: 6,0 | Hemácias: 7 por cp/400x |
| Odor: sui generis | Proteína: 3+ | Leucócitos: 6 por cp/400x |
| Aspecto: disc. Turvo | Glicose: negativo | Células: 3 por cp/400x |
| Densidade: 1,020 | Corpos Cetonicos: negativo | Cilindros: granuloso |
| Bilirrubina: negativo | Bactérias: raras | |
| Urobilinogênio: normal | Cristais: ausente | |
| Sangue oculto: traços |
EXAME BIOQUÍMICO (SÉRICO)
| Exame | Paciente | Valores de Referência |
| Ureia mg/dL | 50,2 | 42,8 – 64,2 |
| Creatinina mg/dL | 1,0 | 0,8 – 1,8 |
| ALT U/L | 200 | 21-102 |
| Fosfatase alcalina U/L | 90 | 20-156 |
| Proteina total g/dL | 10,1 | 5,4-7,1 |
| Albumina g/dL | 3,0 | 2,6-3,3 |
| Globulina g/L | 7,1 | 2,7-4,4 |
Os exames laboratoriais por auxiliarem no diagnóstico, devem ser sempre utilizados juntamente com outros procedimentos diagnósticos essenciais. Assinale a opção CORRETA.
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A epilepsia canina é uma condição comum de convulsões recidivantes, desencadeadas por uma descarga elétrica anormal e excessiva nos neurônios cerebrais e, como resposta, podem ocorrer alterações orgânicas que variam de intensidade. Quanto aos aspectos clínicos e terapêuticos da epilepsia, é CORRETO afirmar que:
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Um cão da raça Labrador com 3 anos de idade, chegou ao hospital veterinário com história de apatia, hiporexia, emagrecimento progressivo e lesões pruriginosas e exsudativas com alopecia.
HEMOGRAMA
| Eritrograma | Paciente | Valores de Referência |
| Hemácias !$ (×10^6/μL) !$ | 5,0 | 5,5 – 8,5 |
| Hb (g/dL) | 11,0 | 12,0 – 18,0 |
| VG (%) | 34 | 37 – 55 |
| VCM (fL) | 68 | 60 – 77 |
| CHCM (g/dL) | 32 | 32 – 36 |
| IIC (unidade) | 2 | 2 - 5 |
| PTP (g/dL) | 12 | 6,0 – 8,0 |
| Citologia: presença de rouleaux. | ||
| Leucograma | Paciente | Valores de Referência |
| Leucócitos (μL) | 34.200 | 6.000 – 17.000 |
| Bastonetes (μL) | 900 | 0 – 300 |
| Neutrófilos (μL) | 19.800 | 3.000 – 11.500 |
| Linfócitos (μL) | 4.500 | 1.000 – 4.800 |
| Eosinófilos (μL) | 3.600 | 100 – 1.250 |
| Basófilos (μL) | 0 | Raro |
| Monócitos (μL) | 5.400 | 150 – 1.350 |
| Citologia: monócitos ativados | ||
URINÁLISE
| Exame Físico | Exame Químico | Exame do Sedimento |
| Cor: amarela | pH: 6,0 | Hemácias: 7 por cp/400x |
| Odor: sui generis | Proteína: 3+ | Leucócitos: 6 por cp/400x |
| Aspecto: disc. Turvo | Glicose: negativo | Células: 3 por cp/400x |
| Densidade: 1,020 | Corpos Cetonicos: negativo | Cilindros: granuloso |
| Bilirrubina: negativo | Bactérias: raras | |
| Urobilinogênio: normal | Cristais: ausente | |
| Sangue oculto: traços |
EXAME BIOQUÍMICO (SÉRICO)
| Exame | Paciente | Valores de Referência |
| Ureia mg/dL | 50,2 | 42,8 – 64,2 |
| Creatinina mg/dL | 1,0 | 0,8 – 1,8 |
| ALT U/L | 200 | 21-102 |
| Fosfatase alcalina U/L | 90 | 20-156 |
| Proteina total g/dL | 10,1 | 5,4-7,1 |
| Albumina g/dL | 3,0 | 2,6-3,3 |
| Globulina g/L | 7,1 | 2,7-4,4 |
Analisando o exame de urina acima, os achados da urinálise indicam:
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Um cão, SRD, com 5 anos de idade, apresentando hipotermia, taquicardia, fratura pélvica e presença de líquido na cavidade abdominal.
HEMOGRAMA
| Eritrograma | Paciente | Valores de Referência |
| Hemácias !$ (×10^6/μL) !$ | 9,4 | 5,5 – 8,5 |
| Hb (g/dL) | 18,5 | 12,0 – 18,0 |
| VG (%) | 57 | 37 – 55 |
| VCM (fL) | 60,63 | 60 – 77 |
| CHCM (g/dL) | 32,45 | 32 – 36 |
| PPT (g/dL) | 10,0 | 6,0 – 8,0 |
| Citologia: Nada digno de nota. | ||
| Leucograma | Paciente | Valores de Referência |
| Leucócitos (μL) | 33.400 | 6.000 – 17.000 |
| Metamielócitos (μL) | 0 | 0 |
| Bastonetes (μL) | 334 | 0 – 300 |
| Segmentados (μL) | 26.386 | 3.000 – 11.500 |
| Linfócitos (μL) | 1.670 | 1.000 – 4.800 |
| Eosinófilos (μL) | 0 | 100 – 1.250 |
| Basófilos (μL) | 0 | Raro |
| Monócitos (μL) | 5.010 | 150 – 1.350 |
| Citologia: Nada digno de nota. | ||
URINÁLISE
| Exame Físico | Exame Químico | Exame do Sedimento |
| Cor: amarela | pH: 6,0 | Hemácias: 15-20 por cp/400x |
| Odor: sui generis | Proteína: 1+ | Leucócitos: 25-30 por cp/400x |
| Aspecto: turvo | Glicose: negativo | Células epiteliais: raras |
| Densidade: 1,023 | Corpos Cetonicos: negativo | Cilindros: ausentes |
| Bilirrubina: negativo | Bactérias: raras | |
| Urobilinogênio: normal | Cristais: ausentes | |
| Sangue oculto: 1+ | Espermatozoides: ausentes |
EXAME DE EFUSÃO
| Exame Físico | Exame Químico | Citologia |
| Cor: Amarela | pH: 7,0 | Presença de neutrófilos degenerados, raras células mesoteliais e raros cocos dentro dos neutrófilos. |
| Odor: inodoro | Coagulação: ausente | |
| Aspecto: turvo | Proteína: 2,5 g/dL | |
| Densidade: 1,040 | Prova de Rivalta: positiva | |
| Hemácias: 980/μL | ||
| CTCN: 1.693/μL | ||
| Ureia: 367 mg/dL | ||
| Creatinina: 21,9 mg/dL |
EXAME BIOQUÍMICO
| Exame | Paciente | Valores de Referência |
| Ureia mg/dL | 254 | 21,4 – 59,92 |
| Creatinina mg/dL | 5,1 | 0,5 – 1,5 |
| ALT U/L | 84 | 21 – 102 |
| Fosfatase alcalina U/L | 83 | 20 – 156 |
| Proteina total g/dL | 8,4 | 5,40 – 7,10 |
| Albumina g/dL | 4,4 | 2,60 – 3,30 |
| Globulina g/L | 4,0 | 2,70 – 4,40 |
Os monócitos tem como função a fagocitose de partículas volumosas, como fungos e protozoários, assim como ingestão e remoção de partículas de restos celulares nos tecidos. Levando em consideração as funções dos monócitos, a provável causa da monocitose é(são):
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TEXTO II
VACINAS, PARA QUE AS QUERO?
O mecanismo que torna esses imunológicos mais duradouros ou não ainda segue sem resposta. Mas ninguém deveria duvidar de seu poderoso efeito protetor.
Em um momento em que os menos avisados suspeitam das vacinas, as autoridades em saúde pública e imunologia apresentam dados mostrando que, na realidade, as vacinas precisam, sim, ser inoculadas com mais frequência. Esse é o teor do artigo ‘Quanto tempo duram as vacinas?’, assinado pelo escritor e roteirista norte-americano Jon Cohen e publicado na prestigiosa revista Science, em abril de 2019. Nele, Cohen indaga, entre outros assuntos, por que o efeito protetor das vacinas contra a gripe dura tão pouco (em média, depois de 90 dias, a proteção começa a cair) e em outras, como as da varíola e da febre amarela, a ação é bem mais prolongada.
Alguns especialistas argumentam que certos vírus sofrem altas taxas de mutação e geram novos clones, que, por serem ligeiramente diferentes dos originais, não seriam reconhecidos pelas células do sistema imune. Mas, a coisa não é tão simples assim.
Ao estudar a caxumba (que ainda afeta os humanos), por exemplo, os epidemiologistas descobriram que a recorrência da doença acontece com mais frequência em uma determinada faixa etária (entre 18 e 29 anos de idade). Se a reinfecção dependesse apenas de mutações, todas as idades deveriam ser igualmente afetadas. Assim, o enigma perdura.
No entanto, o consenso entre os imunologistas especializados em vacinas é que, de fato, precisamos de mais exposição aos agentes infecciosos ou às próprias vacinas. Em outras palavras, no caso da gripe, teríamos que tomar doses seguidas da vacina a fim de aumentar seu efeito protetor. Em razão desses achados, os pesquisadores chegaram até a criticar a decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS) de recomendar que a vacina contra a febre amarela devesse ser inoculada apenas uma vez, isto é, seria uma vacina vitalícia.
A necessidade da exposição constante aos agentes infecciosos vai de encontro à hipótese do biólogo norte-americano Jared Diamond que, em seu livro Armas, germes e aço, defende a ideia de que, ao longo da história, o sucesso dos conquistadores se deveu, em parte, ao fato de eles serem originalmente cosmopolitas e, dessa maneira, terem adquirido resistência imunológica aos agentes infecciosos da época. Mesmo resistentes, seriam portadores desses agentes, o que manteria a memória imunológica. Já os conquistados, grupo formado por populações menores, sucumbiriam ao confronto por não serem capazes de se defender tanto dos invasores humanos quanto daqueles microscópicos.
Outro aspecto interessante desse tema é fruto da biotecnologia recente. A vacina contra o papiloma vírus humano (HPV), que, aparentemente, deu certo, é constituída de um agente imunogênico que não é o vírus propriamente dito, mas, sim, o que os pesquisadores chamam de partículas semelhantes aos vírus (virus like particles, VLPs).
Os VLPs podem ser considerados vírus artificiais, ou seja, contêm a capa de proteína dos vírus, mas não o material genético, que, em geral, é formado por ácidos nucleicos (DNA ou RNA). Desse modo, os VLPs não são infecciosos. Alguns deles ocorrem naturalmente, mas também podem ser sintetizados no laboratório, e é aí que repousa a grande esperança tanto contra os vírus quanto contra alguns tipos de câncer cuja ocorrência foi correlacionada a infecções virais prévias, como o caso do câncer de útero.
Embora o avanço nessa área seja promissor, o mecanismo que torna uma vacina mais duradoura ou não ainda segue sem resposta. Como afirma Cohen em seu artigo, “essa é uma pergunta de um milhão de dólares!” (aproximadamente, o valor do prêmio Nobel).
A despeito disso, ninguém deveria duvidar do poder das vacinas. Muito pelo contrário. A tendência atual no tratamento de doenças crônicas, como o câncer e a artrite reumatoide, é a imunoterapia. Um dia, quem sabe, teremos vacinas contra todos esses males.
http://cienciahoje.org.br/artigo/vacinas-para-que-as-quero/ Acesso: 15/06/2019.
Analise as afirmações a seguir, assinalando V para as assertivas verdadeiras e F para as assertivas falsas. Em seguida, marque a opção CORRETA.
( ) O título do texto II “Vacinas, para que as quero?”, de antemão, traz o posicionamento do autor a respeito da imunização por vacinas, aderindo este ao pensamento de que o ser humano não precisa da exposição a agentes infecciosos por meio das vacinas.
( ) Cohem questiona a efetividade da imunização por vacinas em seu artigo a partir da pergunta “quanto tempo duram as vacinas?”, para isso o autor utiliza como argumento a duração da proteção oferecida pela vacina da gripe, cerca de noventa dias.
( ) A OMS contraria a opinião de imunologistas especializados em vacinas ao recomendar que a vacina contra a febre amarela seja vitalícia.
( ) A ideia de que a exposição aos agentes infecciosos ou às vacinas deve ser elevada, defendida por especialistas da área de imunologia, vai ao encontro da hipótese construída pelo biólogo Jared Diamond.
( ) Cohem afirma que a resposta para a pergunta “Qual o mecanismo que torna uma vacina mais duradoura” é de um milhão de dólares, aproximadamente o mesmo valor pago ao prêmio Nobel, logo, quem descobrir a resposta para tal pergunta ganhará o prêmio Nobel.
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Raça de cão em que há maior risco de obstrução de vias aéreas durante a fase de recuperação da anestesia é:
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Estava sob cuidados intensivos na UTI do Hospital Veterinário Universitário da UFPI um paciente felino com obstrução uretral. Foram obtidos os seguintes resultados de um exame de hemogasometria venosa com ionograma: pH 7,24; !$ HCO3^- !$ 24,0 mmol/L; !$ PCO_2 !$ 53,0 mmHg; !$ Na^+ !$ 170 mmol/L; !$ K^+ !$ 8,4 mmol/L; !$ Cl^- !$ 123 mmol/L; BE -8 mmol/L. Com os dados obtidos do exame e de outros que devem ser calculados, bem como no conhecimento do cuidado emergencial e terapia intensiva do paciente felino, é CORRETO afirmar que:
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O paciente representado pelo diagrama abaixo procurou atendimento odontológico. Ao serem dadas as opções de planejamento, ele optou por ser reabilitado com próteses parciais removíveis. Marque a opção CORRETA que indica a classificação de Kennedy para a maxila.

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Com relação aos sistemas de implante do tipo cone morse, é CORRETO afirmar que:
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