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1540331 Ano: 2019
Disciplina: Odontologia
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Paciente buscou atendimento odontológico com queixa da aparência estética dos dois incisivos centrais superiores que apresentavam manchas brancas demarcadas, localizadas em bordas incisais. Ao ser realizado o exame clínico, observaram-se manchas similares nos molares inferiores. Na anamnese, o paciente relatou ser o único caso da família, que não fez uso em excesso de fluoretos durante a infância e que teve parto prematuro. O provável diagnóstico para este caso clínico é:
 

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1539148 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
A doença de Lyme, que é transmitida aos animais através da picada de um carrapato infectado, acomete, essencialmente cachorros, equinos, bovinos e seres humanos, tendo como agente etiológico:
 

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1538032 Ano: 2019
Disciplina: Odontologia
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
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Considerando o diagrama, marque a opção CORRETA no que se refere ao tipo de grampo de retenção e à localização ideal dos apoios indicados para os elementos 15 e 17.
Enunciado 1538032-1
 

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1537987 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Durante uma parada cardiorrespiratória em animais, de ocorrência presenciada e imediata, as condutas vigentes orientam que:
 

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TEXTO II
VACINAS, PARA QUE AS QUERO?
O mecanismo que torna esses imunológicos mais duradouros ou não ainda segue sem resposta. Mas ninguém deveria duvidar de seu poderoso efeito protetor.
Em um momento em que os menos avisados suspeitam das vacinas, as autoridades em saúde pública e imunologia apresentam dados mostrando que, na realidade, as vacinas precisam, sim, ser inoculadas com mais frequência. Esse é o teor do artigo ‘Quanto tempo duram as vacinas?’, assinado pelo escritor e roteirista norte-americano Jon Cohen e publicado na prestigiosa revista Science, em abril de 2019. Nele, Cohen indaga, entre outros assuntos, por que o efeito protetor das vacinas contra a gripe dura tão pouco (em média, depois de 90 dias, a proteção começa a cair) e em outras, como as da varíola e da febre amarela, a ação é bem mais prolongada.
Alguns especialistas argumentam que certos vírus sofrem altas taxas de mutação e geram novos clones, que, por serem ligeiramente diferentes dos originais, não seriam reconhecidos pelas células do sistema imune. Mas, a coisa não é tão simples assim.
Ao estudar a caxumba (que ainda afeta os humanos), por exemplo, os epidemiologistas descobriram que a recorrência da doença acontece com mais frequência em uma determinada faixa etária (entre 18 e 29 anos de idade). Se a reinfecção dependesse apenas de mutações, todas as idades deveriam ser igualmente afetadas. Assim, o enigma perdura.
No entanto, o consenso entre os imunologistas especializados em vacinas é que, de fato, precisamos de mais exposição aos agentes infecciosos ou às próprias vacinas. Em outras palavras, no caso da gripe, teríamos que tomar doses seguidas da vacina a fim de aumentar seu efeito protetor. Em razão desses achados, os pesquisadores chegaram até a criticar a decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS) de recomendar que a vacina contra a febre amarela devesse ser inoculada apenas uma vez, isto é, seria uma vacina vitalícia.
A necessidade da exposição constante aos agentes infecciosos vai de encontro à hipótese do biólogo norte-americano Jared Diamond que, em seu livro Armas, germes e aço, defende a ideia de que, ao longo da história, o sucesso dos conquistadores se deveu, em parte, ao fato de eles serem originalmente cosmopolitas e, dessa maneira, terem adquirido resistência imunológica aos agentes infecciosos da época. Mesmo resistentes, seriam portadores desses agentes, o que manteria a memória imunológica. Já os conquistados, grupo formado por populações menores, sucumbiriam ao confronto por não serem capazes de se defender tanto dos invasores humanos quanto daqueles microscópicos.
Outro aspecto interessante desse tema é fruto da biotecnologia recente. A vacina contra o papiloma vírus humano (HPV), que, aparentemente, deu certo, é constituída de um agente imunogênico que não é o vírus propriamente dito, mas, sim, o que os pesquisadores chamam de partículas semelhantes aos vírus (virus like particles, VLPs).
Os VLPs podem ser considerados vírus artificiais, ou seja, contêm a capa de proteína dos vírus, mas não o material genético, que, em geral, é formado por ácidos nucleicos (DNA ou RNA). Desse modo, os VLPs não são infecciosos. Alguns deles ocorrem naturalmente, mas também podem ser sintetizados no laboratório, e é aí que repousa a grande esperança tanto contra os vírus quanto contra alguns tipos de câncer cuja ocorrência foi correlacionada a infecções virais prévias, como o caso do câncer de útero.
Embora o avanço nessa área seja promissor, o mecanismo que torna uma vacina mais duradoura ou não ainda segue sem resposta. Como afirma Cohen em seu artigo, “essa é uma pergunta de um milhão de dólares!” (aproximadamente, o valor do prêmio Nobel).
A despeito disso, ninguém deveria duvidar do poder das vacinas. Muito pelo contrário. A tendência atual no tratamento de doenças crônicas, como o câncer e a artrite reumatoide, é a imunoterapia. Um dia, quem sabe, teremos vacinas contra todos esses males.
http://cienciahoje.org.br/artigo/vacinas-para-que-as-quero/ Acesso: 15/06/2019.
Com relação ao trecho “No entanto, o consenso entre os imunologistas especializados em vacinas é que, de fato, precisamos de mais exposição aos agentes infecciosos ou às próprias vacinas. Em outras palavras, no caso da gripe, teríamos que tomar doses seguidas da vacina a fim de aumentar seu efeito protetor. Em razão desses achados, os pesquisadores chegaram até a criticar a decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS) de recomendar que a vacina contra a febre amarela devesse ser inoculada apenas uma vez, isto é, seria uma vacina vitalícia”, é INCORRETO afirmar que:
 

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1537206 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Um cão, SRD, com 5 anos de idade, apresentando hipotermia, taquicardia, fratura pélvica e presença de líquido na cavidade abdominal.
HEMOGRAMA
Eritrograma Paciente Valores de Referência
Hemácias !$ (×10^6/μL) !$ 9,4 5,5 – 8,5
Hb (g/dL) 18,5 12,0 – 18,0
VG (%) 57 37 – 55
VCM (fL) 60,63 60 – 77
CHCM (g/dL) 32,45 32 – 36
PPT (g/dL) 10,0 6,0 – 8,0
Citologia: Nada digno de nota.
Leucograma Paciente Valores de Referência
Leucócitos (μL) 33.400 6.000 – 17.000
Metamielócitos (μL) 0 0
Bastonetes (μL) 334 0 – 300
Segmentados (μL) 26.386 3.000 – 11.500
Linfócitos (μL) 1.670 1.000 – 4.800
Eosinófilos (μL) 0 100 – 1.250
Basófilos (μL) 0 Raro
Monócitos (μL) 5.010 150 – 1.350
Citologia: Nada digno de nota.
URINÁLISE
Exame Físico Exame Químico Exame do Sedimento
Cor: amarela pH: 6,0 Hemácias: 15-20 por cp/400x
Odor: sui generis Proteína: 1+ Leucócitos: 25-30 por cp/400x
Aspecto: turvo Glicose: negativo Células epiteliais: raras
Densidade: 1,023 Corpos Cetonicos: negativo Cilindros: ausentes
Bilirrubina: negativo Bactérias: raras
Urobilinogênio: normal Cristais: ausentes
Sangue oculto: 1+ Espermatozoides: ausentes
EXAME DE EFUSÃO
Exame Físico Exame Químico Citologia
Cor: Amarela pH: 7,0 Presença de neutrófilos degenerados, raras células mesoteliais e raros cocos dentro dos neutrófilos.
Odor: inodoro Coagulação: ausente
Aspecto: turvo Proteína: 2,5 g/dL
Densidade: 1,040 Prova de Rivalta: positiva
Hemácias: 980/μL
CTCN: 1.693/μL
Ureia: 367 mg/dL
Creatinina: 21,9 mg/dL
EXAME BIOQUÍMICO
Exame Paciente Valores de Referência
Ureia mg/dL 254 21,4 – 59,92
Creatinina mg/dL 5,1 0,5 – 1,5
ALT U/L 84 21 – 102
Fosfatase alcalina U/L 83 20 – 156
Proteina total g/dL 8,4 5,40 – 7,10
Albumina g/dL 4,4 2,60 – 3,30
Globulina g/L 4,0 2,70 – 4,40
Baseado nas características do exame físico, químico e citológico da efusão, a classificação da efusão é:
 

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1536883 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Os antibióticos Beta-lactâmicos constituem um grupo de fármacos com presença de um grupamento químico denominado anel Beta-lactâmico, apresentando grande utilização em medicina veterinária. Na prática dermatológica, destaca-se a utilização do seguinte fármaco Beta-lactâmico:
 

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1536700 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
A hipertensão pulmonar é definida como a elevação da pressão na vasculatura pulmonar. Possui sinais clínicos muito variáveis e seu diagnóstico em medicina veterinária se baseia muitas vezes na ecoDopplercardiografia. Uma possível alteração ecocardiográfica que sugere hipertensão pulmonar é:
 

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1535993 Ano: 2019
Disciplina: Zootecnia
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Um filhote sem raça definida, pesando 5 quilos, está internado devido a um quadro de gastroenterite por parvovirose. Ele está recebendo suplementação de potássio no fluido de manutenção numa concentração de 20 mEq/L. O volume máximo (em mililitros) que esse animal pode receber por hora é:
 

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1518020 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Um cão, SRD, com 7 anos de idade apresentando dor na região cervical, letargia e episódios de ataxia há 10 dias. Vacinação realizada corretamente.
EXAME DE LÍQUOR
Exame Físico Exame Químico Citologia
Cor: Xantocrômica Proteína total: 100 mg/dL Predomínio de linfócitos (67%), seguido de macrófagos (26%) e neutrófilos segmentados (7%).
Aspecto: turvo CK: 16,5 UI/L
Densidade: 1,006 Teste de Pandy: 3+
Coagulação: não coagula Hemácias: 2.350/μL
Leucócitos: 139/μL
Os achados físico, químico e citológico do exame de líquor caracterizam:
 

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